História Spin-offs - A liberdade e a escuridão - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Elsa, Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Once Upon A Time
Exibições 13
Palavras 3.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Notas finais, por favor!

Boa leitura!!!

Capítulo 4 - Regina - Parte IV


A voz de Emma ecoou pelos meus ouvidos de modo que fechei-me para qualquer outra coisa ao redor. Segundos desdobrados em horas. Sua mãe estava falando o motivo que os levara até ali, mas eu demorei um pouco para assimilar as palavras. Entendi que vinham de muito longe, parece que na região de Roma.

— … Queremos muito que ela se torne uma esposa de Cristo, irmã!

— … Ah, claro!… - sorri mostrando atenção.

— Desde muito jovem escolhemos esse caminho para Emma e agora conseguimos trazê-la aqui.

— E por que um convento tão distante da região de onde vieram? - eu percebi um pouco de desconcerto após fazer aquela pergunta e adiantei-me - Não tenham medo, estamos num lugar onde a misericórdia é certa, não temam por nada... - tentei induzi-los a dizer a verdade, porém sem êxito, o pai de Emma olhava para o jardim e a mãe entrou em outro assunto.

— Temos um filho mais jovem, Neal, mas não pode vir conosco.

— Eu entendo... - tentei não demonstrar que eu também ficara desconcertada - Como já disse, não temam, sua filha estará segura e bem cuidada aqui. Será preparada e logo poderá fazer seus votos. - a pressa deles causou-me mais constrangimento.

— Então podemos ir? - David passou a mão pelo braço da esposa e sorriu para a filha - Quando for a época dos votos faremos o possível para retornar. - a moça tentou um sorriso, sabia que aquela frase foi jogada por simplesmente não haver mais o que se dizer. Eu presenciei uma despedida absolutamente fria. A mulher lançou-me um meio sorriso e o pai nem sequer olhou para trás quando partiram.

Conduzi Emma até uma cela e mostrei-lhe tudo o que havia ali, ou melhor, o pouco com o que viveria no seu pequeno espaço dentro do convento. Ela agradeceu com um sorriso tímido e depois deixei-a à sós com seus pensamentos já alertando para a Terça que seria em poucos minutos na capela. 
Durante as orações Emma ficara ao meu lado nos primeiros bancos da capela e quando terminamos o abade veio até nós.

— Quando chegou? - ele olhou para mim como se reprovasse a omissão da informação, mas logo expliquei.

— Poucos minutos antes da oração, senhor, então achei melhor que a apresentasse quando terminássemos. - ele apenas sorriu olhando para Emma. Perguntou seu nome e elogiou os olhos verdes da moça. Em seguida perguntou-me se ela já estava acomodada e se havia hábito para ela - Sim, senhor, providenciei tudo antes de virmos para cá. - como sempre ele elogiou minha eficiência e eu sempre tinha a impressão que soava de forma falsa, mas logo afastava esse sentimento.

Eu teria que ir até a cozinha para inspecionar o almoço e deixei Emma com o abade. Depois das refeições reuniria o grupo de estudos para mais uma tarde de leitura, agora com mais uma entre nós.

Percebi uma leve semelhança em Emma comigo mesma. Durante as primeiras semanas ela ficara quieta sem ter muito o que nos dizer, apenas sorria timidamente desviando o olhar a respondia as perguntas vagamente. Também notara que o abade ficou interessado nela, pois sempre pedia-me que ela fosse auxiliá-lo em alguma tarefa, depois disse-me que o latim de Emma não era tão bom e ele mesmo se encarregaria de ensiná-la.

Depois de algum tempo, Emma passou a pedir minha permissão para que eu a colocasse em tarefas mais morosas e que despendiam um grande tempo e esforço - eu não entendi muito bem no princípio, porém notei que ela começara a mostrar-se perturbada quando o abade mandava chamá-la e, mesmo que estivesse no meio de um trabalho tinha que se retirar para os aposentos de Rumple. Uma noite, depois das Completas e depois que todo o convento recolheu-se, eu me preparava para dormir quando bateram à minha porta. Fui até a porta com receio, mas abri e, para meu espanto, era Emma. A moça parecia aflita olhando para os lados, mas quando me viu seu semblante tornou-se tranquilo.

— Precisa de ajuda, Emma? - fui abrindo a porta e a coloquei para dentro da minha cela - Aconteceu alguma coisa? - fui direta na pergunta, pois sua expressão me deixara curiosa.

— Irmã, preciso conversar, mas não sei por onde começar... - ela ficou envergonhada e encolheu os ombros afastando-se. Sentei-me na cadeira e pedi que ela chegasse mais perto. Segurei suas mãos nas minhas e tentei confortá-la.

— Emma, não se sinta acuada. Eu posso ajudá-la de alguma maneira? Algo incomoda você? - ela ficou de cabeça baixa e em silêncio por alguns instantes depois começou.

— É o abade Rumple. Eu tenho passado muito tempo na presença dele e isso tem, de certo modo, deixado-me um pouco incomodada.

— Ele disse ou fez alguma coisa? É normal que alguma freira auxilie o seu superior... - meu coração acelerou com medo de algo grave.

— Eu sei, irmã, mas... - eu contive-me em apenas ouvir - … Não acha estranho que ele precise de mim todo o tempo?… Não sei, mas às vezes não há muito o que se fazer, ele apenas quer conversar sobre mim e nada mais... - eu fiquei em silêncio olhando para a moça, já havia notado esse excesso e agora que ela vinha até mim com receio, não poderia simplesmente fechar meus olhos e ouvidos.

— Bom, talvez possamos pensar em algum trabalho mais específico para você, assim terá menos tempo para essas visitas extras, o que acha?

— Pode funcionar? - ela ainda tinha receio, mas seria uma primeira medida, talvez o abade percebesse por ele mesmo esses excessos e deixasse Emma em paz.

— Precisa confiar em mim. - olhei fixamente em seus olhos e novamente aquele arrepio tomou conta de mim - Agora vamos, daqui a pouco precisamos estar de pé, não é? - levantei-me e conduzi Emma à porta, logo depois deitei-me, mas demorei para pegar no sono. Pensava constantemente no que Emma teria de diferente para atrair o abade.

Passei a deixar Emma responsável pela organização da capela - ornamentos, os paramentos, cuidar do cálice, galetas, cuidar das imagens e deixar tudo pronto para as orações ao longo do dia - ela aprendia rápido e não se envergonhava de pedir ajuda sempre que surgia alguma dúvida, eu sempre estava ali pronta para auxiliar e sempre atenciosa aos passos do abade. Os dias seguiram em sua rotineira sequência de trabalhos, não tínhamos muitas mudanças ali dentro. Algumas visitas à doentes, compras na vila e fiz uma visita ao padre Leopoldo que encheu-me de alegria, ele estava bem em sua paróquia e satisfeito pelos avanços no convento, apenas estranhou que a Santa Sé estivesse demorando tanto a retornar com a autorização de minha nomeação.

Quase todas as noites eu passava pela cela de Emma para verificar se estava tudo bem e, sempre quando ela ficava tempo demais com o abade eu pedia que contasse tudo o que acontecia em seus aposentos. Realmente as aulas de latim estavam fluindo, pois ela melhorara muito seu desempenho e durante os grupos de estudos eu deixava com que ela conduzisse a leitura por mais tempo para acostumar-se com a complexidade dos textos. Porém, durante todo esse tempo, comecei a perceber que meu coração batia descompassado quando estava na presença da noviça, eu tentava desvencilhar-me daqueles pensamentos, mas o seu olhar e sua maneira de sorrir cativavam-me a cada dia e cheguei a um ponto que evitava olhá-la de frente. Sei que Emma percebeu essa mudança, tanto que às vezes ela insistia em olhar-me nos olhos enquanto conversávamos, mas na maioria das vezes eu conseguia me esquivar.

Ela começou a visitar-me na cela depois de nos recolhermos para conversar. Às vezes era uma dúvida sobre algum texto que estava estudando, outras vezes ela vinha até mim confidenciar algo de estranho que o abade tinha feito - naqueles dias ele andava elogiando seus cabelos louros e ressaltava que ela era a única no convento que tinha os cabelos daquela cor.

— Ele disse que são como o sol. - ela contava o que Rumple havia dito e num descuido meu acabei fazendo um comentário impróprio.

— E seus olhos são como grandes esmeraldas... - Emma ficou em silêncio. Minha respiração ficou descontrolada ao perceber o que havia dito. Pisquei rápido e tentei dizer alguma coisa, qualquer coisa - Emma, eu não quis... - ela virou-se de costas como se fosse sair do cômodo - Desculpe-me, não deveria ter dito isso. - de repente ela se virou e foi até mim.

— E eu não deveria fazer isso, mas é mais forte do que eu. - virou-se novamente, nem bem terminou a frase e selou seus lábios nos meus. Senti um calor tomar conta do meu corpo e estremeci quando sua língua invadiu minha boca e retribui a ação sem hesitar. Ela passou as mãos pela minha cintura e segurei sua cabeça entrelaçando meus dedos em seus cabelos. Aquele momento pareceu uma eternidade e eu não queria que terminasse. Quando nos afastamos ela sorriu timidamente como da primeira vez que eu a vi, pelo contrário, eu estava apavorada e muito confusa - como poderia ter deixado aquilo acontecer novamente e exatamente da mesma forma que me lembrava anos atrás.

— O que aconteceu? - deixei escapar a pergunta como um sussurro.

— Eu sei que é errado, mas não pude me conter... - ela abraçou-me sem medo algum de uma possível recusa - Eu me sinto segura quando você está por perto e não consigo ficar longe de você por muito tempo.

— Emma, desde quando isso está acontecendo? - eu tentava dizer coisas mais consistentes, mas a cabeça estava bagunçada e não podia produzir nada além de perguntas jogadas aleatoriamente.

— Eu não sei, irmã, mas quando percebi já não podia voltar atrás e negar para mim mesma... - ela segurou meu queixo e se aproximou mais - Negar que estou apaixonada por você! - outro beijo, dessa vez mais intenso que o primeiro. Eu já deixara o espanto e agarrei a noviça o mais forte que pude sentindo seu cheiro enquanto a beijava com tanta sede que podia-se ouvir nossa respiração prensada e suspiros abafados.

Mesmo relutante, pedi que ela deixasse minha cela e voltasse à sua para dormir.

Depois dessa noite eu comecei a evitar a noviça. Estava muito confusa e não poderia deixar aquela situação persistir - não era certo. Eu tive uma experiência ruim que deixara marcas muito profundas e não gostaria de passar por tudo aquilo novamente. Emma tentava a todo custo se aproximar, ela percebia minha indiferença e mostrava-se triste por isso, mas eu não podia ceder. Até o próprio abade notara a mudança na moça, pois certo dia veio até mim com suas dúvidas.

— Está acontecendo algo com Emma, irmã? - estremeci com aquela pergunta.

— Não, senhor... - respirei fundo - Não que eu tenha conhecimento.

— Ela está dispersa e mais triste, não sorri e seu rendimento nos estudos caiu consideravelmente. - eu baixei a cabeça e segurei meu impulso por fazer uma pergunta, mas não consegui controlar.

— Quer que eu faça algo?

— Irmã Ana, a senhora é sempre perspicaz em suas atitudes. Sim, veja o que há com essa moça que fez seu comportamento mudar dessa maneira. - ele sorriu e afastou-se.

Passei o resto do dia preocupada em como chegaria até Emma. Pensei no que dizer e como me portar, mas nada me deixava tranquila. As horas avançavam e eu ficava mais aflita. Por fim, quando a noite caiu e o convento preparava-se para mais uma longa noite de sono eu criei coragem e caminhei até a porta da cela de Emma. Bati. Demorou um pouco até que ela abriu. Quando entrei percebi que ela queria esconder o rosto.

— Estava chorando? - ela negou com a cabeça, mas o que eu via era o contrário - O que está acontecendo, Emma?

— Você sabe a resposta. - aquela frase veio como acusação e eu estremeci.

— Emma, sabe que não podemos... - eu comecei a andar de um alado para o outro bem na sua frente - Como podemos? Não é certo.

— Tem certeza disso? - emudeci diante de uma pergunta cuja resposta eu sabia que não poderia responder como deveria - Veja, você não tem certeza! - segurou-me as mãos e deixou suas lágrimas caírem cristalinas fazendo seus olhos brilharem mais na fraca luz do candeeiro.

— Emma, você trouxe de volta recordações sobre mim que ficaram adormecidas há muito tempo. - finalmente entendi que era hora de falar - Eu não posso negar que senti algo diferente quando a vi de pé no jardim na manhã em que chegou... - eu também já não continha minhas lágrimas - Era como se a Regina que eu tentei apagar voltasse naquele momento. Depois quando nos beijamos naquela noite eu entendi que não poderia lutar contra isso, mas mesmo assim eu tentei.

— Não tente mais, por favor. - ela sorriu um pouco e aproximou seu rosto do meu - Nós não planejamos isso, apenas aconteceu. - nos beijamos ternamente.

Naquela noite eu não voltei para minha cela. Nosso amor floresceu numa madrugada fria que contentamo-nos apenas com aquela esteira precária no chão duro. Mas, não nos importávamos, a sede de termos uma nos braços da outra era maior que qualquer desconforto, precisávamos com urgência nos pertencer e da forma mais sublime. Os beijos e as carícias vinham com uma hesitação tão pudica que chegava a ser tão erótica quanto tocá-la em partes de seu corpo que me faziam tremer de excitação. Arrancamos nossos hábitos e deitamos na esteira uma ao lado da outra. À luz do candeeiro observamos nossos corpos em contato intenso que pareciam um só. Minhas mãos corriam pelo corpo de Emma explorando cada curva e ela, por sua vez, beijava-me com ardor pedindo para que eu a possuísse por completo. Assim eu obedeci - a penetrei com vagar e ouvi seus gemidos abafados, suguei-lhe os seios como se saboreasse a mais doce das guloseimas - Emma sentiu-se à vontade para também dar-me prazer e foi tateando meu corpo até que acariciou meu sexo úmido e pulsante. Calamos nossos gemidos em beijos demorados. Não demorou muito para que entrássemos em êxtase num gozo ritmado em tremores contendo nossos gemidos.

Ficamos por algum tempo abraçadas nos acariciando e sentindo a respiração ofegante voltar ao normal. Aos olhos do mundo caíamos em pecado, aos nossos olhos havíamos nos entregado ao mais puro sentimento que conhecera em toda a minha vida.

Começamos a nos encontrar durante as madrugadas às vezes na sua cela, às vezes na minha. Com o tempo a rotina dentro do convento nos sufocava - era difícil conter o sentimento em algumas situações. De certa forma, acredito que Rumple tenha percebido mudanças em nosso comportamento - passei a defender Emma de suas investidas acreditando que ele tinha um desejo carnal por ela - Rumple dava-me mais atribuições dentro do convento e eu já não tinha muito tempo para reunir-me com as freiras ou estar na biblioteca estudando, com isso comecei a notar que as ordens para que Emma fosse até o abade ficaram mais incisivas e, justamente, quando eu não poderia interceder.

Em uma de nossas noites juntas, decidimos que faríamos o jogo dele para entender o que ele realmente queria de Emma. Eu não poderia supor nem em meus mais alucinados sonhos que estávamos assinando nossa condenação. Emma relatou-me que esteve nos aposentos de Rumple e conheceu uma saleta que nenhuma de nós sabia da existência - parecia uma sala de orações com um altar, mas o que ela me relatou era assustador - o homem revelou-se praticante de magia e Emma seria parte de um plano para que adquirisse mais poder. Os detalhes das palavras daquele homem deixaram-me com medo e, diante de tanta insanidade, não contive meus impulsos e resolvi intimidá-lo.

Quando amanheceu, antes da Laudes fui até Rumple na sacristia da capela.

— O que o senhor realmente quer dentro desse convento?

— Desculpe, irmã Ana, mas não entendo.

— O que propôs à sua noviça ontem é inaceitável! - ele manteve-se sereno enquanto eu despejava - O senhor gostaria que a Santa Sé tomasse conhecimento disso? Rituais satânicos dentro de um convento! Acredito que por isso minha nomeação ainda não tenha chegado, não é?

— Creio que você está enganada, irmã. Não pode me acusar apoiando-se no que uma simples noviça lhe contou.

— E acha que por ser uma simples noviça Emma não teria crédito? - ele abriu um sorriso irônico.

— Ela é mais que uma simples noviça, não é mesmo, queridinha? Não para você! - estremeci diante da insinuação, mas continuei firme.

— Eu mesma vou encaminhar um ofício a Roma denunciando as suas práticas de magia negra dentro do convento. O senhor terá que se explicar com o Papa! - Rumple não disse nada, virei-me e saí apressada.

Ele celebrou normalmente durante o dia até a Sexta e depois pediu uma freira que avisasse-me de suas mudanças na rotina - eu deveria conduzir o restante das orações, pois o abade justificava sua indisposição e ficaria recolhido em seus aposentos.

À noite, após certificar-me que todo o convento estava em ordem, voltei para a minha cela, então, notei que havia um bilhete sobre a minha esteira - era de Emma “Venha até a capela assim que ler isto” Achei muito estranho, mas lembrei-me que ela não havia se queixado das investidas do abade naquele dia. Quem sabe mostrar-me algo. Fui até a capela assim como foi solicitado no bilhete. Atravessei toda a extensão do caminho em oração para que nada pudesse nos acontecer. Quando entrei na capela, Emma ainda não havia chegado, então, ajoelhei-me para meditar.

Começava a ficar aflita quando ela apareceu.

— O que deu em você? Estranhei o bilhete e vim depressa! - Emma então arregalou os olhos e estendeu sua mão mostrando-me um pequeno papel - ela também recebera um bilhete em meu nome. Rumple havia armado um flagrante ou uma emboscada para nós duas. Puxei-a pelo braço rumo à porta, queria sair dali rápido, mas para nosso assombro, a porta da capela se fechou com muita força e por mais que quiséssemos abri-la era inútil.


Notas Finais


Aqui nós terminamos no ponto do capítulo 5 de "A liberdade e a escuridão" em que Emma relata sua história para Henry - quem já leu sabe o que vem depois... Quem não leu, corre lá que dá tempo!!! =D Bjusss e até a próxima!


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