História Spotlight - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Drama, Fifth Harmony, Revelaçoes, Romance, Spotlight
Exibições 21
Palavras 1.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ola pessoas! Essa é a minha mais nova fanfic, decidi começar a escrever outra porque tive essa ideia e precisava colocar ela em uma história, então boa leitura e bem vindos a mais uma história camren, o shipper que nunca morre!

Capítulo 1 - Over and over Again


Fanfic / Fanfiction Spotlight - Capítulo 1 - Over and over Again

Over AND OVER AGAIN!

 

Lauren’s Pov

Nova York, Manhattan.

Jack dava a partida para sair daquele imenso aeroporto. Senti-me intensa por onde observava todas as luzes daquela maravilhosa cidade. Abri minha bolsa para pegar meu celular, ouvindo as dezessete mensagens que Dinah e o resto das meninas, provavelmente tirando Camila, deixaram.

Lauren, atenda o celular, por favor, precisamos muito de você aqui!

Lauren, aqui é a Ally, temos um grande problema aqui, ela está muito bêbada, você sabe do que estou falando, me liga!

Eu sei que Normani e Ally já te ligaram, mas Lauren, é uma emergência, onde é que você está?

Agora são duas da manhã e você não retornou nossos recados, estamos começando a nos preocupar mas, ainda mais com a situação que estamos passando aqui, por favor, deixe um recado se estiver bem!

Lauren, é a Dinah de novo, ela sumiu, a vi com um garoto bonitinho, depois disso não a vi mais, preciso de você, Lauren, eu sei que...

Desliguei antes de ouvir mais uma mera e tortuosa palavra que Dinah falava. Então ela havia sumido e as meninas precisavam de mim. Jack parou no hotel onde eu estava hospedada, olhou-me e eu o mandei para o hotel das meninas. Preferi ficar em um hotel separado, mas eu realmente não sabia que elas haviam se hospedado em outro, pensando mais em como as pessoas iriam reagir a isso. Jack parou em frente ao hotel onde elas estavam hospedadas e eu sai do carro sentindo-me nervosa por dentro, mas também com raiva.

— Não sei onde ela poderia... Lauren! – Dinah me viu ao entrar na boate do hotel. — Por Deus, você está bem? – perguntou preocupada.

— Estou sim, D. Onde ela está? – fui direto ao ponto.

— Não sabemos, ela...

— A vi agora a pouco no jardim de trás, com ele. – Normani interrompeu Ally, que me daria um breve explicação de como Camila sumiu com qualquer um em uma boate.

— Hm. Ela está... – perguntei, gesticulando o óbvio.

— Está muito bêbada. – Dinah afirmou. Balancei a cabeça, confirmando minha concepção.

Sai dali em passos resumidos em fúria e preocupação, mais pra fúria. Consegui passar, muito apertadamente por todas aquelas pessoas daquela boate que estava, realmente estava lotada. A vi encostada na arvore com um garoto de cabelos escuros, e ele praticamente arrancando seu lábio fora. Minha mandíbula travou, senti meu sangue esquentar mas me mantive calma. Abri a grande porta de vidro e meus passos se intensificaram. Ao chegar atrás do garoto que estava com ela, o puxei em uma qualificada força para que ele caísse no chão.

— Saia antes que eu chute seu traseiro. – falei ao meu tom que saiu grosso, do jeito que eu desejei. A olhei decepcionada, porem eu não tinha a menor razão.

— O que porra você pensa que está fazendo? – perguntou-me enrolando nas palavras, porém com raiva.

— Vamos sair daqui. – a puxei pelo braço mas ela se soltou brutalmente.

— Ei! – gritou pouco alto. — Não ouse a me tocar, Jauregui! – juro que se eu acendesse um fósforo perto dela, ela explodiria aquele lugar.

— Vamos, Camila, eu não estou pedindo.

— Engraçado, da ultima vez que eu te vi, lembro que você... Você... Oh, o que você estava fazendo mesmo? Ah é, estava no Canadá comendo sua “melhor” amiga. – disse definitivamente usando as aspas. Minha paciência se esgotou no minuto que ela relembrou toda a nossa péssima fase.

A peguei no braço, não deixando-a cair enquanto ela se mexia agressivamente para sair dali. Apertei o botão para o elevador e ele veio no mesmo minuto, agradeci mentalmente a todos os deuses por isso. Joguei Camila de forma pouco educada no elevador, enquanto a escutava resmungar todo o caminho. Quando o elevador abriu novamente no andar de seu quarto, voltei a pegar Camila no braço, colocando-a no colo.

— Onde estão as chaves do quarto? – perguntei impaciente e ela sorriu de forma demoníaca.

— Boa sorte. – falou ainda sorrindo, revirei meus olhos demonstrando o quão impaciente ainda continuava.

— Você não vai me dar mesmo? – perguntei como quem pergunta para uma criança.

— Boa sorte. – voltou a repetir e eu senti novamente a impaciência tomar conta de mim.

— Certo. – a soltei, a vendo cair no chão, ainda rindo. Vasculhei cada bolso da frente do seu short, depois a de trás.

— Olha a mão, Jauregui. – disse ainda sorrindo. — Hum. – soltou, após pegar minha mão com força, fazendo-me parar de vasculhar seus bolsos.

Camila olhou-me bem nos olhos, analisando depois toda a minha boca, percebi pois estávamos muito perto. Ela engoliu a seco quando neguei devagarinho com a cabeça, finalmente, conseguindo a chave do seu quarto.

— Eu não vou entrar. – falou enrolando-se novamente em suas palavras. Soltei um suspiro longo e demorado.

— Tudo bem. – dei de ombros depois de muita meditação mental naquele momento. Abri a porta e a arrastei para dentro. Ouvi ela falar algo mas não liguei. — Eu realmente não havia perguntado o que você queria fazer. – sorri brevemente e a vi enfurecer-se.

— Que droga, Lauren! – finalmente levantou-se depois que me viu trancar a porta. — O que você quer? O que é que você quer de mim! – gritou, dessa vez, alto.

— Vá tomar um banho. – pedi paciente.

— Não faça isso, não aja como se estivesse tudo bem. – soltou com a voz fraca. Apenas ignore, não entre na dela, ela está bêbada.

— Camila, entre no banheiro. – peguei uma toalha branca e pedi parcialmente, ignorando o que ela falava, ao menos tentei.

— Pare de ignorar, Lauren! – enrolou-se novamente. — Isso... Não é justo, merda!

— Camila, entre... – comecei mas vi que ela se aproximou, jogando-me contra a parede de vidro que dava para ver toda a cidade.

— Você acha que pode chegar aqui e fazer o que quiser? E ainda me fazer pensar que se importa comigo? Quem você pensa que é? – falou em um tom sério, sem enrolar, sem mover um dedo, apenas prendendo-me contra parede, e ai eu percebi, ela estava falando sério naquele momento, não podia mais ignorar.

— Mas eu me importo. – falei baixinho.

— Não, não se importa não. – encarou-me mais intenso desta vez. — Você nunca se importou. Oh, erro meu, você se importou sim, quando me conheceu.

— Não diga essas coisas, você nem sabe o que está falando, está bêbada! – sorriu fracamente e se afastou ao ouvir o que eu havia falado.

— Você é o pior ser humano que eu já conheci. – ai. Aquilo doeu. — Sem sentimento, sem lealdade. Você afasta as pessoas de você, sabia? Quando todo mundo estava contra você, eu fiquei do seu lado, mas você acabou me afastando como faz com todo mundo. Acontece que, Lauren, eu não sou a porra das suas vadias, eu sou Camila Cabello, Lauren, eu sou a pessoa que te trouxe até aqui, que te fez ser o que é hoje, eu te ajudei em tudo assim como, admitindo, você também me ajudou. A diferença é que eu sabia o meu lugar. – terminou a ultima frase pegando a toalha da minha mão, prestes a entrar no banheiro.

— Não! Não ouse! – lá se vai minha calma. — Não ouse, droga! – ela parou onde estava e apenas virou sua cabeça para me olhar.

— Ousar? Eu? O que é, Jauregui, cansou de comer Lucy todo santo dia? – olhou-me com nojo, apesar de estar sorrindo torto. — Cansou dela? Assim como cansou de mim? Cansou de apenas comer a mesma boceta todo dia? É, é uma pena, mesmo, ao menos eu não precisei fingir que te amava para você me levar para cama, certo? – touchdown. — Faça-se um favor, suma.

— Como é? Acha que ela fez tudo isso? É, Camila, ela pode ser tudo o que você falou mas eu sei que ela nunca fingiu o que sentia por mim. Enquanto você está por ai dando pra qualquer um em uma boate cafona. Oops, erro meu, enquanto você está ai fazendo duetinhos com todo homem que já deu, somos diferentes? Ou você é apenas mais uma vadi... – não iria terminar aquela frase, pois a mão de Camila voou em meu rosto, o esquentando no mesmo segundo.

— Saiba diferenciar as coisas, Jauregui. Oops, erro meu, você não soube fazer isso com Lucy, por que saberia o que é a diferença de comer a menina que se dizia sua melhor amiga e fazer uma parceria por amor a música e amizade? Saia do meu quarto. – virou-se novamente, senti meu sangue ferver e dessa vez...

— Não! – a puxei, fazendo-a virar-se novamente, colando seu corpo no meu. — Como você ousa, Cabello... Como você ousa... – segure-se, Lauren, não deixe essas lágrimas sair.

— Me larga... – falou baixinho, porém não tentou nada. — Lauren... Me... Solta!

— Você quer ir? – perguntei como um sussurro.

— Quero. – respondeu no mesmo tom, focando-se em minha boca.

— Então vá. – disse ainda com o mesmo tom. Ela não se moveu.

— Isso não é justo. Por que está fazendo isso comigo? – meu peito salpicou, aquilo estava doendo mais do que seu tapa.

— Isso não é justo comigo também. Nada disso.

— O que estamos fazendo? – a vi relaxar em meus braços, enrolando-se novamente em palavras.

— Eu... Não sei. – senti seu peso ficar sobre mim, ela havia... — Camila? – a chamei mas ela não respondeu. Ela havia apagado.

Coloquei ela na cama devagar. A cobri e sentei-me na poltrona em frente a sua cama. Tudo estava tão difícil entre nós. Era tudo o que eu conseguia pensar, ela já não me amava mais, Camila já não me amava mais?  E por que eu estava pensando nisso, se tudo isso estava a mesma bagunça, apenas mais bagunçado. Houve um tempo em que tudo era simples, e que ela me olhava com os olhos apaixonados. Estava tão cansada de pensar em tudo, apenas apreciei a bela vista de Manhattan, tentando esquecer o que acabara de acontecer, por Deus... O que acabou de acontecer?!

Camila’s Pov

O sol invadia meus olhos como quem estapeava minha cara brutalmente. Minha cabeça doía e meus olhos pesavam mais do que deveria. Estava tudo embasado mas ainda sim, uma figura sentada relaxadamente na poltrona a minha frente surgiu em minhas vistas. Limpei bem meus olhos sentando-se na cama, e ainda sim eu não conseguia distinguir quem era. Até que quando minha visão voltou ao normal, era... Lauren?!

— Lauren?!


Notas Finais


foi bem rápido né,espero que essa fanfic dê certo, porque eu gostei muito de escrever ela, comenteeeem, quero saber opiniões, beijocas!


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