História Spring Day - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Joyri, Seuldy, Seulrene, Seulwenrene, Wenrene
Visualizações 17
Palavras 2.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange, Poesias, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá olá, eu não abandonei a Fic, meu deus me perdoem, explico tudo nas notinhas finais, BOA LEITURA!

Capítulo 4 - Baechu


Não sabia ao exato onde sua blusa havia ido parar ou como suas calças tinham sido abertas, tal informação não era relevante no momento. Estava concentrada demais nas sensações que os beijos em sua clavícula lhe causavam, não tinha tempo para pensar em onde suas roupas estavam e em breve o restante estaria.

Wendy amava aquela mudança de expressão repentina da namorada, os olhos ganhavam um brilho diferente da inocência, como se estivessem sedentos e realmente estavam. Sentiu os dedos gélidos de SeulGi passarem calmamente por sua barriga, fazendo círculos imaginários, arrepiou-se inteiramente apenas com aquele toque. SeulGi a tinha em mãos para fazer o que bem entendesse.

Estavam em um parque de diversões simplesmente para passarem mais tempo juntas, Kang brincava nas máquinas de pegar ursinhos e pedia algodão doce para Wendy sempre que via alguém vendendo, uma verdadeira criança. No entanto, ao entrarem no apartamento, o olhar de SeulGi carregou-se de segundas intenções. A Son não conseguia compreender como a namorada ia de fofa e inocente para Sexy e madura, completamente adulta. Já não podia dizer que não gostava daquilo.

Arfava com cada mordida e chupões que a Kang deixava em sua pele, marcando todos os lugares por onde seus lábios passavam. Seria constrangedor explicar o motivo no dia seguinte, caso alguém visse as marcas. No entanto, não se importava com nada além do momento em questão. Seungwan levou a mão até o queixo de SeulGi e a trouxe para cima para que então pudesse beija-la, queria sentir mais dos lábios dela do que somente eles em seu corpo. Ela também queria sentir a namorada beijar-lhe em outras regiões. Mordeu calmamente o lábio inferior da Kang e em seguida ouviu um gemido manhoso vindo da mesma, sorriu com o feito.

As roupas que a castanha vestia a incomodava de modo indescritível, por mais que fosse sensível ao frio e que sempre optasse por mais casacos que o comum, o calor estava ficando insuportável naquele quarto. Levou as mãos até a blusa de SeulGi e a puxou para cima de uma só vez, queria livrar a namorada daquelas roupas o mais rápido possível. Beijou o pescoço da castanha e mordeu aquela região logo sugando a pele entre os dentes; um chupão. Queria deixa-la marcada assim como ela fazia consigo, pois Kang SeulGi pertencia somente a si e não aceitaria dividi-la com ninguém.

Com ajuda, SeulGi retirou a sua calça numa velocidade incrível, ambas estavam com bastante pressa para livra-se logo daqueles pedaços de pano que cobriam a nudez. As mãos de Wendy ajudaram a namorada de retirar a calça que vestia e quando já estavam somente de roupas íntimas, sorriram. Queriam mostrar uma a outra que estavam ali para servir a um desejo que ambas compartilhavam. As namoradas admiraram o corpo uma da outra e então voltaram aos beijos, era quase um costume fazer isso assim como os elogios que saiam de suas bocas ao notar algo que já viram centenas de vezes no corpo alheio, mas ainda achavam bonito.

— Kang SeulGi, deixa tocar! — Wendy ordenou ao ouvir o celular alheio começar a tocar uma música bastante irritante. SeulGi não tinha paciência para mudar o toque.

— M-mas e se for importante?

— Mais importante? — Wendy levou a mão até a nuca da namorada e a puxou para deitar por cima de seu corpo, aproximou-se dos lábios de SeulGi e lhe deu um selinho demorado, o que fez a castanha fechar os olhos — Deixa tocar…

— Wendy… — SeulGi não podia acreditar que alguém estivesse ligando naquele momento. Só poderia ser uma brincadeira do destino. — É só um minuto.

Seungwan suspirou e então assentiu com a cabeça, logo soltou a Kang para que ela pudesse pegar aquele maldito aparelho telefônico, sentia vontade de jogar o objeto na parede.

— Oh! Me desculpa, me desculpa! — Kang dizia um tanto desesperada. Wendy revirou os olhos, já sabia que não terminariam o que começaram e que a namorada iria sair correndo para algum compromisso esquecido. — Eu já estou indo!

SeulGi desligou o telefone e olhou para Seungwan como quem dizia "me desculpa".

— Wendy eu…

— Vai logo, depois me explica isso aí. — Juntou as roupas da castanha do chão e jogou nela para que a mesma se vestisse. — Eu te espero aqui, não demore.

Em uma pressa notável, SeulGi começou a vestir as próprias roupas.

— Eu te amo!

— Eu também, eu também… Agora vai. — Wendy disse, em seguida apontando para a porta. SeulGi correu até a namorada e selou os lábios alheios antes de correr para a porta e sair do apartamento depressa.

Wendy já estava acostumada com aquele tipo de acontecimento, a namorada nunca lembrava de compromissos importantes, geralmente ela se distraia com muita facilidade.

O apartamento de SeulGi era de um só ambiente, a castanha não gostava da ideia de ter as paredes dividindo os cômodos, então optava por algo mais prático, assim poderia ir da cama para a cozinha - e vice-versa - sem atravessar portas. Wendy caminhou até o sofá e acomodou-se ali enquanto procurava o controle da televisão para que pudesse assistir algo.
 

•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•

Os dedos finos de Bae acariciavam calmamente as pétalas das flores, admirava cada uma delas. Sentia falta de trabalhar na floricultura todos os dias, no entanto, Yerim era uma garota responsável - algumas vezes -  e cuidava bem do local, além de que gostava da presença de Wendy na cafeteria, a Son lhe deixava bem, fazia com ela esquecesse os problemas e também Kang Seulgi.

Nos últimos dias, Irene - como os amigos chamavam-a - havia pensando muito em como iria prosseguir aquela situação, seus sentimentos estavam um completo caos e não parecia encontrar uma solução para isso. Sabia que manter-se distante da castanha não iria resolver os seus problemas sentimentais, só traria mais deles. A Bae pensava em Seulgi por várias horas em seu dia, pensamentos que lhe faziam sorrir involuntariamente e que também faziam com que ela quisesse chorar.

{…}

— Como essa aqui se chama? — Seulgi perguntou, fascinada com a beleza das flores. — São tão bonitas, você conhece todas elas?

— Eu conheço a maioria — Irene respondeu e então se aproximou da castanha. — Essa se chama Zínia, são de origem mexicana.

— São boas para jardins?

— Você pretende cuidar de um Jardim, Seulgi?

— Quem sabe — A castanha sorriu e olhou para Irene. Ela as vezes admirava a de fios negros enquanto essa se distraia olhando para as flores, os olhos de Joohyun brilhavam ao olhar a variedade de plantas da floricultura e os olhos da Kang brilhavam ao olhar a mais bonita delas.

— Elas são boas para o jardim externo, precisam de luz solar direta, por isso está aqui fora.

As duas estavam em um pequeno pátio que ficava na lateral da floricultura, ali eram criadas as plantas que necessitavam da luz do sol para que pudessem se manter vivas. Quando a floricultura foi projetada, Joohyun e o pai estudaram cada espécie de planta que poderiam criar e vender ali, a Bae mais nova apaixonou-se por aquilo e por este motivo o estabelecimento pertencia a ela agora.

— Podem ficar em sacadas de apartamentos? — Seulgi perguntou com curiosidade, sem desviar o olhar da garota.

— Se o sol alcançar a sua sacada, podem sim. — Só então Irene olhou para a castanha e notou que essa lhe observava intensamente. — Não me olhe assim. — sorriu e escondeu o rosto com as próprias mãos.

— Yah! Você é uma garota fofa. — Seulgi soltou uma risada infantil.

— Não te dei o direito de me chamar de fofa, senhorita Kang — Irene ditou em uma falsa seriedade, o que causou uma crise de risos na castanha

— Até parece que preciso da sua permissão para te achar fofa — Inclinou o rosto um pouco para frente, para ficar cara a cara com Irene — Você não pode me impedir, Baechu!

Irene gostava de ser chamada daquela maneira pela Kang, era um apelido que ela havia lhe dado quando insistia em dizer que Joohyun era fofa e que a única coisa séria que ela tinha era o nome, e então surgiu o apelido. Porque para Seulgi "Baechu" era extremamente fofo e combinava com a menina de fios negros.

Com o indicador Irene tocou a pontinha do nariz da castanha o que a fez formar um bico nos lábios, e logo se afastou. Aquela aproximação repentina de Seulgi eram uma afronta aos seus sentimentos.

— Você é a minha cliente mais estranha, sabia?

— Então eu tenho exclusividade! — Seulgi bateu palmas, como se fosse um grande feito de sua parte. — Agora, mostre as outras flores para a sua cliente estranha.

— Tudo bem — Irene segurou no pulso da castanha e a puxou até outro canto da floricultura — Essa é a flor abelha azul ou Delfínio…

{…}

Irene sorriu com a lembrança e soltou um suspiro. Aqueles poucos minutos com Seulgi mudavam o seu dia por inteiro, pois quando acabavam, Joohyun passava as próximas horas pensando no que havia acontecido até que o novo dia se iniciasse para que pudesse criar novas pequenas, porém importantes, lembranças com a Kang.

— Você está bem? — Irene ouviu a voz de Sooyoung e virou-se para encarar a mais nova.

— Estou sim, você está aí a quanto tempo?

— Acabei de chegar. Você está quieta hoje, aconteceu algo?

A ruiva aproximou-se da mais velha e levou as mãos até os ombros alheios, na tentativa de passar alguma confiança. Quando Sooyoung conheceu Irene, tentava ganhar a confiança dela de qualquer jeito e a única explicação para isso era Kim Yerim, afinal, as duas eram como irmãs e acreditava que se Irene não lhe aceitasse, Yerim iria repensar se estava realmente se envolvendo com a pessoa certa. No entanto, ao conviver com a mais velha, acabou querendo ganhar a confiança dela porque gostava da personalidade calma da Bae e agora olhava para ela como uma amiga e não como a irmã mais velha da Kim.

— Estou somente pensando. — Joohyun sorriu para a mais nova e levou a mão até os pulsos de Joy e então os segurou calmamente e os trouxe para baixo, fazendo-a largar os seus ombros. — Veio ver a Kim?

— Sim… mas se você quiser, eu fico aqui com você!

Irene se encantava com a bondade daquela menina, por mais que amasse Yeri, perguntava-se como alguém como Sooyoung se apaixonava por ela, Yerim era uma peste e a ruiva era totalmente o oposto. Algumas vezes Sooyoung aprontava algo, no entanto a ideia sempre vinha primeiro da Kim, como o último imprevisto que teve na floricultura.

— Não precisa, eu estou bem — Segurou nas mãos de Joy e as acariciou lentamente — Obrigada — Sorriu — Você e Yeri irão sair?

— Eu pedi que ela fosse comigo até a galeria da universidade, irá ter uma exposição de fotografias e telas criadas por alunos, minha foto foi escolhida para a exposição!

— Isso é incrível! Parabéns Sooyoung.

— Joohyun, por que não vai com a gente? Está tarde agora cuidar das flores, não?

Nunca é tarde para cuidar das flores

Formou uma expressão pensativa no rosto e assentiu com a cabeça. Gostava de passar tempo com as mais novas, afinal, elas sempre faziam sorrir de alguma forma, Irene se sentia livre próximo a elas, era como se voltasse a ser uma adolescente.

— Por que não?

 

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— Você está bem? — Joohyun colocou as mãos sobre os ombros de Yeri, essa que estava de braços cruzados enquanto observava várias pessoas falarem com Sooyoung. — Se sente incomodada?

— Você acha que eu deixo ela feliz? — Yeri disse, cabisbaixa.

— Claro que sim, por que acha isso?

— Eu não sei, eu nunca vi ela sorrir de modo tão espontâneo assim antes. Ela parece feliz ali, não parece?

— Ei. Esse é o sonho dela, ela está ganhando reconhecimento por algo que se esforçou para fazer e por isso está tão feliz. Você deveria ir lá e ficar feliz junto com ela, mostrar que sente orgulho. Assim você também vai ser um dos motivos para a felicidade dela hoje.

— Obrigada Bae. — Yeri se virou para a mais velha e beijou-lhe a bochecha. E então ela se afastou de Irene para ir até Joy.

Joohyun observou a menor ir até Sooyoung e sussurrar algo em seu ouvido, observou também Sooyoung dar um sorriso aberto, de orelha a orelha, o mais admirável naquela noite. Não sabia que o que a Kim havia dito, no entanto, ela acertou em cheio ao dizer.

Irene começou a se afastar da área onde eram exibidas as fotografias e aproximou-se das telas penduradas na parede. Sempre preferiu pinturas à fotografias.

— Baechu? — Irene ouviu aquela voz tão conhecida por si e então sorriu.

— SeulBear.


Notas Finais


POIS É... Eu fiquei sem computador né e estava tudo no computador e tudo mais, por isso a demora para postar.

Esse cap foi mais uma descontração, para vocês entenderem mais do relacionamento Seuldy e dos sentimentos da Irene em relação as pessoas. Bom é isso, me perdoem de verdade. Aliás, mudei a capinha da fic, vocês preferem a outra?


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