História Spring Day - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, J-hope, Jung Hoseok
Visualizações 24
Palavras 2.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello ♡

Desculpas pela demora, dias difíceis.

Tenham uma ótima leitura,
Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 3 - Esperança.


Fanfic / Fanfiction Spring Day - Capítulo 3 - Esperança.

Aparentemente, o inverno resolveu chegar mais cedo em Seul, trazendo consigo as sensações estranhas de mudança, além dos ventos e da tempestade previstas no noticiário local há horas atrás. Definitivamente, era uma sensação diferente, carregado daquele receio de seguir em frente com algo que pode dar certo, mas também com algo que pode dar completamente errado.

Hoseok caminhava sobre as calçadas da capital, atravessando o mar de gente naquele início de horário de pico, segurando em suas mãos o guarda-chuva que o protegia bravamente contra a tempestade e os ventos que rugiam em sua direção, acompanhado das pessoas que vinham em sua direção ou que buscavam espaço entre uma pequena multidão de pessoas acelerando seus passos e esbarrando em si, ameaçando derrubar os livros que ele carregava suas mãos que haviam sido cuidadosamente encontrados na biblioteca da universidade, quando este visava encontrar material teórico suficiente para a aula que ele lecionaria no dia seguinte. Hobi tinha esse hábito de ir a biblioteca e procurar pelos livros pessoalmente, quando ele poderia facilmente encontrá-los no sistema da biblioteca e verificá-los pela sua ficha catalográfica. Ele gostava da adrenalina que era percorrer todos aqueles corredores extensos, procurando pelos livros, verificando seus sumários, autores, conteúdos, até encontrar algum que atendia aos seus critérios. O silêncio da biblioteca também era aconchegante e convidativo o suficiente, depois de horas e horas de música alta e dezenas de vozes sendo proferidas ao mesmo tempo durante as aulas práticas ministradas por ele.

Foram apenas duas quadras percorridas, mas Hoseok se sentia completamente exausto e ansioso por encontrar finalmente com a sua irmã na cafeteria em que sempre tomavam uma boa e velha dose de cafeína em seu tempo livre, ainda que nos últimos meses esses encontros tenham sido ainda mais frequentes devido a urgência de Dawon em deixar todos os pormenores de sua cerimônia de casamento organizados antes que ela pudesse entrar em colapso. Apesar de Yoongi ser um ótimo noivo e organizado com todas as responsabilidades que lhe foram atribuídas, a noiva era perfeccionista e somente o seu dongsaeng sabia o que ela precisava, a entendendo completamente.

Quando Hoseok chegou a cafeteria, fechou seu guarda-chuva, sacudindo-o o mais longe possível das pessoas que passavam em frente a fachada, evitando que os respingos as molhassem. Ao entrar, ele avistou um amontoado de guarda-chuvas apertos e deixou o seu ali, próximo a estes, que formavam pequenas poças d’água que escorriam pelo piso e provavelmente forçaria algum funcionário a lidar com aquela bagunça posteriormente. Ele entrou na fila para fazer o seu pedido, e enquanto aguardava, ele verificou as notificações de seu celular, ansiando por um novo e-mail ou mensagem de sua noona.

Ao ler as notificações de seu celular, ele priorizou as mensagens de sua irmã alertando que ela estava atrasada devido ao trânsito, mas que iria chegar em breve e que era para ele pedir a bebida habitual dela e também dois novos e-mails em sua caixa de entrada. Naquele momento, não se passou pela sua mente que poderia ser alguma resposta da mesma pessoa que havia envidado o e-mail anteriormente, aquele carregado de sentimentalismo que o fez relembrar de sua primeira e, até então, única namorada a qual teve um fim trágico ao seu lado o deixando sozinho imergido a centenas de questionamentos, traumas e sentimentos ruins. Hoseok, de certa forma, havia se sentindo saudoso o dia inteiro e deseja apenas afastar aquele sentimento que o abatia, mesmo depois de tantos anos após a partida de Hyunah, porém a sua curiosidade era maior e o devorava se não fosse devidamente atendida. Mas entre o momento em que ele escolhia sua bebida no painel repleto de opções, ele se questionou se um daqueles e-mails notificados na tela de bloqueio de seu celular, não pertenciam a garota desconhecida do outro lado da mensagem.

Antes que Hoseok pudesse conferir o e-mail recebido e sanar a sua curiosidade, a sua vez no caixa havia chego e a voz da atendente o despertou, deixando Hoseok ainda mais curioso sobre o remetente daqueles e-mails recebidos. Feito o seu pedido — incluindo de sua irmã — ele apenas aguardou mais alguns minutos em uma mesa próxima a janela até que Dawon finalmente chegasse.

A cafeteria estava um pouco mais movimentada que o normal para o horário, sendo a tempestade o motivo pelo qual as pessoas procuravam por locais cobertos para evitar que se molhassem, usufruindo dos serviços dos restaurantes e lanchonetes, enquanto o tempo não passava. Tudo ali era aconchegante e cheirava bem, sendo aquele típico odor de café que o remetia a algo bom, aquecendo não só o corpo com bebidas quentes, mas também o coração que se encontrava apertado e agitado com as recentes lembranças desenterradas. Era tudo que Hobi precisava naquele momento, algo que reconfortasse sua alma e, talvez, lidar com os problemas de sua irmã poderia distraí-lo o suficiente.

Ali, confortável e sozinho, Hoseok não resistiu e apanhou seu celular novamente para chegar a caixa de entrada dos seus e-mails antes que sua irmã pudesse chegar e impedi-lo de sanar sua curiosidade. Ao notar que um dos e-mails recebidos era realmente de Nari, ele parou para pensar por alguns segundos em seu desespero para ler uma mensagem deixada por uma mulher completamente desconhecida. Eles nem sequer haviam trocado mensagens o suficiente e ele se sentia como um adolescente abobado, curioso pelo conteúdo das mensagens e por respostas rápidas.

“Apenas por mera curiosidade, Hoseok”

Quando ele finalmente se encorajou, abriu o e-mail, se atentando a leitura da mensagem completamente concentrado na própria. Hobi entendeu que Nari deu o ponto final naquele engano com as suas desculpas, bem como ele também pode sentir a tristeza carregada em suas palavras. A interpretação de Hoseok sobre toda aquela relação era diferente dos demais, porque ele sabia perfeitamente como era estar no lugar da mulher, de perder a pessoa amada e ter que lidar com todos os traumas deixados em sua vida e, principalmente, em seu coração. De alguma forma, ele não queria que o assunto simplesmente tivesse o seu fim ali, ele gostaria de poder dar continuidade aquela troca de e-mails, enviar palavras positivas para ela, ser uma espécie de “e-mail amigo” ao qual ela poderia desabafar todos os seus problemas, todos os seus sentimentos incompreendidos e as suas dores decorrentes daquela perda ainda não superada ao qual ele compreendida perfeitamente.

Por ela, Hoseok tentaria. Algo na sua intuição dizia que era para ele continuar, que ela precisava de uma mão amiga e ele tinha isso a lhe oferecer.

Enquanto formulava uma resposta adequada, digitando o mais rápido que podia, Dawon chegou à cafeteria, se acomodando à sua frente, fazendo algum barulho devido as sacolas que carregava em suas mãos e junto a sua bolsa cheia de penduricalhos de suas viagens a China e Japão com o seu noivo. Ela falava sobre algo relacionado ao tempo ruim, a tempestade e os problemas na editora ao qual trabalhava no setor de marketing.

— Hoseok — ela chamou uma vez, mas não obteve resposta — Hoseok, você pode, por favor, tirar os olhos desse celular e falar comigo? Eu estou desesperada — ela o repreendeu, fazendo uma feição quase infantil, enquanto trazia o copo de café que era destinado a ela para perto de si.

Apesar de ter sentido a movimentação de sua irmã e seu perfume característico, ele se assustou com a repreensão dela e o observou com uma feição de criança quando é pega aprontando alguma coisa. Dawon tentou fazer uma expressão mais séria, mas não conseguiu, sorrindo ao vê-lo daquela forma.

— Desculpe, noona, eu estava respondendo um e-mail importante — ele enviou o e-mail que havia digitado uma resposta anteriormente e bloqueou a tela do celular, deixando-o sobre a mesa aos olhos atentos de sua noona — Pronto, eu sou todo seu.

— Preciso de um fotógrafo com urgência — Dawon respondeu sem rodeios — Falta menos de três meses para o casamento e eu não consigo encontrar algum que possa corresponder ao que eu quero! — continuou, quase se engasgando com o seu café em plena a urgência de desabafar mais um de seus problemas com a organização de seu casamento — Yoongie também não conseguiu encontrar algum, estou ficando sem esperanças, Hobi-ssi.

— Sem problemas, noona, nós vamos encontrar um. Você só precisa guardar suas lágrimas e seu drama para o grande dia — ele deu uma piscadela — Amanhã, depois da aula, eu vou procurar alguns números para você, só me envia os que você não quis antes para eu não escolher os mesmos — e então, facilmente, ele apresentou uma solução e ela se felicitou por tê-lo tão comprometido com a sua felicidade o suficiente para que ela pudesse confiar cegamente assim como todos esses anos.

— Você realmente é a minha esperança — ela sorriu e esticou as mãos em direção as do dongsaeng sobre a mesa, as acariciando.

 

 

De: Jung Hoseok | [email protected]

Data: 24 de agosto de 2016 06:02 PM

Para: Jung Nari | [email protected]

Assunto: RE: Mil desculpas

 

Olá, Nari.

Eu entendo perfeitamente sobre endereços de casal, Yunie também tinha essa mania, aliás, foi ela quem criou esse endereço e como já estava sendo usado, ela só acrescentou uma letra a mais. E mesmo depois de todo esse tempo, eu ainda continuo o usando... Ah, eu reforço que se precisar de um “e-mail amigo” para papear, fique à vontade. Como eu citei anteriormente, eu sei como é perder alguém querido e a pior parte disso tudo é simplesmente não ter ninguém que entenda as suas dores e os seus sentimentos não é?

Aliás, você é coreana ou descendente? Temos o mesmo sobrenome :)

 

Que você e sua filha tenham uma boa noite,

Jung Hoseok.

 

 

A tempestade não cessava e foi isso que manteve Nari trabalhando no escritório, algumas horas depois do que deveria ter encerrado seu expediente. Ainda que seus funcionários já tivessem ido embora, ela preferiu permanecer já que Eunji estava sob os cuidados da avó e ficaram de se encontrarem posteriormente.

Houve uma última sessão fotográfica de emergência de uma pequena família e seu recém-nascido no próprio estúdio. Por mais que a especialidade de Narinie fosse cerimônias de casamento e Idols rookies, ela gostava desse tipo de trabalho. Registrar a união familiar em poses e cenários estratégicos, celebrando a chegada de mais um novo membro na família era algo tão doce e puro que ela praticava sem pensar duas vezes. Ela gostava das fotos com crianças, pois a fazia lembrar de Eunji e sua extrema facilidade para posar para as câmeras de sua mãe.

Até antes da descoberta da gravidez, ela nunca pensou que seria aquele tipo de mulher que tem os planos futuros em torno de casamento e filhos, ainda que seu falecido namorado compartilhasse constantemente seus sonhos e desejos de formar uma bonita família ao lado dela. Ele era uma pessoa extremamente familiar e amava crianças, constituir família com Nari era algo eu ele sempre quis mesmo em seus jovens sonhos, mas que, depois da tragédia que o acometeu, ela varreu qualquer esperança para tê-los de volta, os enterrando debaixo do tapete.

Já no trem, após ter buscado Eun da casa da avó paterna da garotinha, Nari se recordou do engano que cometeu no dia anterior e pensou em como o rapaz do outro lado da mensagem enviada deveria ter se sentido. No início, a vergonha a acometeu por completo, mas agora ela estava completamente arrependida de ter se aberto tano, exposto as suas feridas emocionais para um ser completamente desconhecido; ao mesmo tempo em que ela se sentia completamente curiosa pela mensagem que ele havia enviado. Ali, acomodada no banco com sua filha distraída com um livro colorido, ela releu o e-mail, percebendo que tinha alguns detalhes nas entrelinhas daquelas palavras que ela sentiu uma leve necessidade de descobrir.

Com pouco menos do que metade da bateria do celular funcionando, ela resolveu verificar as notificações do seu celular que tanto enchiam a tela, se assustando com uma do aplicativo de e-mail. Por um momento, Narinie ficou dividida entre abrir o e-mail para sanar a sua curiosidade ou ignorar, o apagando e enviando para a lixeira. Conversas com desconhecidos não era algo que ela precisava naquele momento, mas que a curiosidade acabou falando mais alto quando ela deslizou seu dedo sobre a notificação e abriu mais uma mensagem daquele que se apresentava como Hoseok e leu brevemente a mensagem.

Antes de iniciar a leitura do e-mail, Eun perguntou sobre alguns animais de seu livro e Nari guardou seu celular no bolso do casaco, decidida a dar um pouco mais de atenção a garotinha. Foram conversando sobre os animais do livro até a estação ao qual ambas desembarcariam juntas e enfrentariam a tempestade até o apartamento. Um dos maiores sonhos dela era comprar seu próprio veículo para poder transportar a filha sem grandes transtornos, mas ela ainda não havia tido retorno financeiro suficiente para tal, o que a fazia dependente de caronas ou transporte público.

Narinie não conseguia ver algo familiar na chuva que não fosse a dor da lembrança desses últimos três anos. Estava chovendo quando ela viu a terra recair sobre o túmulo de Hyunbin; todos ao redor com seus guarda-chuvas abertos assistindo aquele momento como se fosse a última encenação de uma peça teatral. O cheiro da grama molhada e dos lírios a atormentou por dias seguidos, se fazendo presente em momentos inadequados mesmo na ausência destes ou até surgindo em seus pesadelos, a assombrando dolorosamente.

Antes desses três anos, Nari tinha um pequeno portfólio amador com as fotografias que ela havia tirado durante as férias de verão em Busan e Jeju, principalmente, durante as longas tempestades acompanhadas de Hyunbin. Todas as fotos eram bem amadoras, registradas com a sua primeira câmera profissional ao qual ela descobriu e foi aperfeiçoando seu dom. Todas essas fotografias estão guardadas no porão da casa dos seus ex-sogros, junto a uma porção de lembranças do rapaz. Era doloroso acessar aquele porão, por mais que ela tivesse livre acesso — assim como Eunji — era algo que ela evitou durante todos esses anos, apenas o visitando duas vezes no ano passado.

Nari percorreu as três quadras da estação até seu apartamento com Eun nos braços, guarda-chuva no outro e muitas mochilas e bolsas. Ela era uma equilibrista nata em dias de tempestade quando estava acompanhada de sua garotinha, ainda que lhe rendesse boas dores nas costas quando chegasse em casa. Quando estava se aproximando do prédio, a chuva deu uma trégua, deixando somente com que as poças nas calçadas molhassem seus pés e os pés da garotinha em seus braços, agora no chão, o céu um pouco mais aberto permitia que as estrelas brilhassem naquela noite.

Finalmente, quando chegou em seu apartamento, tirou seus sapatos e os sapatos molhados da garotinha e a colocou para tomar banho e por seus pijamas. Após assistir Eun brincar com as bolhas de sabão e vesti-la com pijama de gatinhos, Nari foi preparar o jantar, enquanto a garotinha brincava com seus bichinhos de pelúcia em forma de animais.

Nari foi até a geladeira verificar o que havia ali para preparar o jantar e após uma breve análise do conteúdo da sua geladeira e do seu armário, se culpando por não ter feito as compras no supermercado recentemente, ela optou por cozinhar algo que fosse fácil e rápido de ser preparado, que demandasse menos tempo para lavar a louça também, ainda mais depois de um dia como aquele, ela queria ir para a cama e dormir pelas próximas sete horas ininterruptas.

Enquanto cozinhava o macarrão para preparar o espaguete, com o molho já no aguardo em outra panela, Nari abriu o e-mail novamente em seu aparelho celular com o objetivo de sanar a sua curiosidade acerca do e-mail recebido. A garota leu o e-mail com extrema curiosidade, foi inevitável sorrir ao ler que ele queria ser seu “e-mail amigo” e bem que ela realmente sentia, há tempos, que precisava desabafar com alguém que pudesse ouvi-la sem julgamentos ou sugestões, ainda que ela não desejasse incomodar ninguém com os seus medos, dores e traumas não superados. Ela ponderou se respondia ou não, até que o cheiro delicioso do molho a trouxe para a vida real. Ela iria responder, iria dar a chance a aquele que gostaria de ser seu e-mail amigo, mesmo sendo um completo desconhecido.

Afinal, depois daquele e-mail acidental em que ela dissertava sobre as suas dores de passar mais um ano sem Hyunbin, ao qual Hoseok havia tido total acesso, ela deveria tentar dar uma chance para aquele rapaz. Não é como se ele fosse imprimir e estampar as suas conversas em um outdoor em Seul — ou talvez, ele pudesse fazer isso — mas ela decidiu testá-lo antes de qualquer coisa. Talvez, ele pudesse falar sobre o que aconteceu com ele, a sua perda e assim, ela pudesse dar mais votos de confiança. Seria bom conversar com alguém que realmente a entende nesse momento, sem julgamentos desnecessários.

Por um momento, Nari só desejou que Hoseok fosse essa pessoa.

 

 

De: Jung Nari | [email protected]

Data: 24 de agosto de 2016 08:33 PM

Para: Jung Hoseok | [email protected]

Assunto: 2Jung

 

Oi, Hoseok.

 

Agora eu estou curiosa, como assim você sabe como é perder alguém... Por acaso isso tem a ver “Yunie”? Bom, conversar com alguém que REALMENTE me entenda é algo que eu sempre quis, mas aparentemente nem o psicólogo consegue me entender mais. Sou um caso de viúva precoce perdido para cada um deles.

 

Ah, sim, eu sou coreana. Nasci em Daegu. E você?

 

Durma bem, Hoseokie.

Jung Nari.


Notas Finais


♡ Prometo não demorar para o próximo.

♡ Bom, é isso. Vale lembrar que meu twitter é @annexhoseok, adoraria bater um papinho com vocês ou só para vocês poderem me cobrar capítulos novos também, basta mandar um tweet ou uma DM que estou sempre por lá ✿

Beijos e até logo ★~(◡‿◡✿)


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