História Spring Day - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
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Palavras 1.580
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Spring Day já tá acabando... faltam poucos capítulos agora,...

Capítulo 13 - Casamento II


-Você devia estar entre os seus, Yun. - o velho marquês encarou a dama. A esposa do homem de braços dados com o mesmo lançava a outra um claro olhar de cumplicidade.

- Eu sei, Min, eu sei. Mas veja bem, não consigo me acalmar, maldita ansiedade. 

- Acalme-se querida. Em breve, o lirio vai secar. 

As damas sorriram, e juntos os três malfeitores arquitetavam os últimos detalhes. Como os revoltosos entrariam, o momento do ataque. Tudo. Tudo devia estar perfeito.

.X.

Esne e Jimin andavam na próximos ao chafariz quando um terceiro jovem se aproximou.

Era um rapaz baixinho, não tanto quanto Jimin, tinha pele pálida e cabelos bonitos e negros. Seu rosto era delicado mas ao mesmo tempo tinha ferocidade.

Assim que lhe botou os olhos, Esne arfou. O filho do marquês era realmente enfeitiçante.

- Olá. Atrapalho?- Sorriu encarando Jimin.

- Não. Claro que não. Me chamo Esne, e esse é Jimin. -A moça sorriu exagerada.

- Muito prazer... me chamo Yoongi.

-Veio para o casamento?

- Sim. Meu pai... é um marquês... então... acho que tínhamos que vir, senhora.

- Não me chame de senhor, Yoongi. Aqui estamos em amigos, não é Jimin?

-Claro... como está Yoongi? - Jimin parecia um tanto zonzo perante o jovem ali.

- Bem... . Na verdade, estava um pouco perdido. Eu realmente não frequento muito a Casa Real.

Os jovens trocaram algumas palavras, e logo uma moça de vestidinho laranja com uma bela estampa floral se aproximou do grupo.

- Com licença, mas sua mãe deseja lhe falar minha senhora. - Aparentemente era a dama da filha do General.

- Aah... claro... vamos Yeun, com licença. -sorriu para os rapazes, de forma forçada, mas sorriu.- Nos vemos em breve.

Jimin e Yoongi ficaram em silêncio até que o mais velho resolveu se manifestar.

- Sua namorada é bem falante.- Ao ouvir aquilo, o Adorador não pôde deixar de soltar uma risada.- Que foi?

- Esne não é minha namorada. Longe disso. Namorada...

- Qual motivo de tamanho espanto?

Jimin pensou em silêncio por um tempo, e por fim, suspirou cansado e se sentou na beirada de pedra da fonte. Indicou o lugar ao seu lado, e mesmo relutante Yoongi se sentou, e Jimin começou a contar sua história.

Ficaram cerca de meia hora ali, Jimin falava, falava, e Yoongi apenas ouvia. No final de seu relato, o Adorador suspirou e o Min o encarou com clara inquietação, aquilo era... surreal demais.

- Que... isso... isso é surreal.

- Só digamos que não é uma coisa que não acontece todos os dias.- Jimin sorriu. O fato era que em poucos minutos Yoongi havia lhe passado calma e serenidade. Tanta confiança quanto o próprio Jungkook

.x.

- GRAÇAS AO REI SEOKJIN! - as palavras somadas as palmas fizeram Seokjin sorrir ainda nervoso. - VIVA O REI NAMJOON! - Um aperto em sua mão destra, o fez encarar o agora finalmente marido.

O salão principal estava belíssimo. Ornado com lírios e faixas douradas e azuis, retratava o luxo da ocasião.

Seokjin estava vestido no mais fino linho, vestes brancas nobres com um manto feito de pelos curtos, e em sua cabeça agora sustentava uma bela coroa dourada, a coroa do rei. Namjoon, não estava abaixo. Suas vestes eram azuis de cor escura e em sua cabeça, uma coroa fina e prateada.

O menor não podia estar mais ansioso, de mero duque, um simples nobre agora era o rei consorte de um reino que era talvez de todo aquele lado do mar, o mais conflituoso. Seu olhar vagou pelo salão e parou em sua mãe.

A mesma estava claramente estourando de orgulho. Além do que, Yune e a Rainha Mãe agora tinham o mesmo nível.

Seokjin ocupou seu lugar no trono e a festa continuou. A música alegre emanava dos instrumentos de cordas, a comida era servida pelas servas, e a bebidas pelos homens que também serviam ao palácio.

- A festa está linda.- Yunji comentou para o pai.

-Espero o dia de ver a do meu filho, e de minha filha amada. - o velho sorriu, e a moça adotou expressão de orgulho.

A marcha lenta começou a tocar, e tradicionalmente os reis se puseram a dançar no centro tendo a atenção de todos.

Quando pararam Seok não podia estar mais rubro.

Abriu a boca para proferir palavras aos súditos já no meio da comemoração, mas foi interrompido por um flecha que por pouco não lhe acertou. E essa logo foi seguida por outras, a gritaria foi geral. Namjoon lhe tomou pela mão e aos tropeços tentavam se proteger do ataque. Homens vestidos de vermelho- alaranjado invadiram a sala, e os guardas tentavam á todo custo os impedir de seguir o ataque.

O som das espadas feria os ouvidos. As mulheres gritavam e choravam. O novo rei apenas queria encontrar a família e sair dali.

-Vem Seok!- o marido o puxava e esquivava de pessoas e de golpes.

Seokjin tentava correr junto do ritmo alheio, mas o medo, o choque, o pavor parecia fazer suas pernas pesarem uma tonelada de pedras.

Estavam a segundos da saída, e o rei ainda buscava por seus parentes gritando para que o marido o ajudasse a encontra- los, quando o mesmo sentiu uma fisgada horrível na panturrilha e sem forças caiu.

- Seok! O que foi?!

- Minha... ai... minha perna. - o sangue manchava as roupas brancas. Ficada na panturrilha do Kim, uma flecha podia ser vista.

- PEGUEM O REI!

O grito do outro lado da sala, fez Seok arregalar os olhos, e antes que falasse algo, o menor o pegou no colo, jogando-o por cima dos ombros.

Seria engraçado se não fosse tão séria a situação. Antes que fossem alcançados, conseguiram sair do salão que antes tinha uma bela festa e a visão dos corredores fizeram grossas lágrimas caírem do rosto do monarca. As paredes marcadas por palavras de ódio, e puderam ver que para ali fora a briga havia se alastrado.

Além da situação horrorosa de corpos caídos no chão e manchas de sangue por todo lado.

Provavelmente quando os nobres saíram desesperados da Sala, havia outra junta de revoltosos prontos para atacar.

- Me...me tira daqui.- Seokjin praticamente implorou.

- Nós vamos sair daqui meu amor. Eu juro.- Namjoon prometeu e apanhou uma espada caída no chão próxima a um soldado que infelizmente já não estava entre eles.

.X.

Do lado de dentro Hoseok estava encolhido tentando á todo custo proteger Taehyung.

- Temos que sair daqui!- estavam atrás de uma mesa, e Hoseok temia pelo o que poderia acontecer se continuassem ali.

Taehyung assentiu ainda choroso e num impulso se levantaram já correndo.

Ao saírem de trás da mesa, viram sangue, e sim, corpos caídos no chão. Alguns conhecidos outros não. Taehyung engoliu seco e enquanto se esquivava rezou brevemente para que todos fossem recebidos nos céus.

Quase foram acertados por um golpe de espada, mas um dos cavaleiros interferiu, gritando para que saíssem dali.

Estavam á meio metro da porta, da onde já se podia ouvir, gritos do resto da guarda real chegar para controlar o massacre, quando Taehyung parou de repente. E começou a chorar indo em outra direção, soltando a mão do príncipe. O mesmo tentou segui-lo, mas o mesmo guarda que o salvara antes, o pegou pelo braço, o obrigando a sair dali.

- Me solte! É uma ordem! Eu ordeno que me largue. Taehyung... ele está lá dentro.

- Perdão meu senhor. - o guarda o soltou depois de virarem o corredor. - Eu prometo trazer o Escolhido da Lua em segurança. Mas o senhor tem de se proteger.

- Onde está minha família? - A mãe, o pai, o irmão... todos haviam sumido.

- Eu não sei meu senhor. Mas agora tenho que proteger o senhor Kim. Por favor vá.

O guarda saiu correndo pela direção que viera, e Hoseok tentou se acalmar. Porem, quase implorou para que não o matassem quando sentiu uma pegada desesperada em seu ombro.

- Sou eu, senhor. Verona...- a jovem deu uma pausa, e Hoseok suspirou- Venha comigo. Temos que sair daqui.

- Mas e Taehyung? Não posso deixá- lo.

- Ele vai ficar bem. Agora... vamos. - a mulher pegou o príncipe pela mão, e numa força até assustadora começou a puxar a Alteza por entre os corredores.

Pararam arfantes em frente á biblioteca. Hoseok viu Verona tirar uma chave de trás do vestido e abrir a fechadura em dois segundos. Ela abriu passagem e o nobre entrou. Contudo, antes que Hoseok ao menos se desse conta, a porta foi fechada e trancada pelo lado de fora.

Ela o havia prendido.

.x.

Quando Taehyung viu o corpo do pai caído próximo dali, sentiu as pernas amolecerem, e o mundo cair. Soltou-se de Hoseok, e correu até o mais velho, que jazia com uma ferida certeira em seu peito.

- Não... não... acorde meu pai. Vamos! Acorde! Acorde! Eu te ajudo a andar... acorda... não... não morre. Você não pode morrer!- Taehyung batia no corpo já sem vida do pai, e chorava tentando negar o inegável, o senhor Kim havia partido.

Sentiu alguém lhe puxar, e lhe chamar de forma desesperada.

- Temos que sair daqui senhor!- um dos guardas, o mesmo que o protegera antes, agora gritava para o jovem que não se mexia.

Sem escolha, o homem simplesmente pegou o outro, e jogou-o sobre os ombros e lutou para que saíssem dali.

Taehyung estava em choque. Não importava se morresse, ou se Somur virasse lenda, pois seu pai, seu amado pai, estava morto. 


Notas Finais


~.~ obrigada a cada um de vocês.


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