História Break Up - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Personagens Gakupo Kamui, Gumi Megpoid, Haku Yowane, IA, Kaiko, Kaito, Len Kagamine, Leon, Lily, Luka Megurine, MAIKA, MAYU, Meiko, Miku Hatsune, Mikuo Hatsune, Oliver, Rin Kagamine, VFlower.
Tags Ação, Colegial, Drama, Gakuluka, Hentai, Kaimiku, Len X Rin, Long-fic, Mikaito, Olineru, Romance, Tragedia, Vocaloid, Yohiolily
Visualizações 39
Palavras 1.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!

Lá vou eu, estreiando com o capítulo. Sabe aquele bloqueio de criatividade? Então, estou contaminada por ele. Juro que escrevi e reescrevi isso aqui três vezes e ainda não estou satisfeita, por isso já vou pedindo desculpas. Quis começar com um draminha, afinal o casal Kagamine é um dos focos da fanfic.

Boa leitura!

Capítulo 2 - Um péssimo dia para se tomar um sorvete


06 de julho de 2016
15hrs02min, na sorveteria

Não, não, isso não é um diário, afinal você já está bem grandinho para ficar lendo contos de fadas e diários de garotas anormais, como metade dos alunos da minha universidade. A história que aqui se passa não é minha (ou pelo menos não é só minha), mas sim de um bando de estudantes idiotas que não sabem o que querem de suas vidas.

Ótimo, vamos ao que interessa, pois eu odeio esses tipos de apresentações. Meu nome é Miku (e eu não sou arrogante, é apenas impressão sua), e se você chegou até aqui, vai ter que se superar enquanto lê isso aqui. Não me responsabilizo por possíveis indignações da parte dos leitores e também não irei poupar palavras. O que aconteceu, aconteceu.

— Alguém sabe quanto tempo as garotas levam para se arrumar? — vocês já devem imaginar que o idiota do Kaito era resmungão, conseguia até superar o Gakupo.

— Menos do que você para parar de resmungar — o Kamui respondeu.

“Como são imbecis”, pensei, irritada. Caminhando em direção a porta, dei três batidas que foram suficientes para acordar o prédio.

— Luka Megurine, não temos o dia inteiro! — gritei, vendo a rosada abrir a porta imediatamente.

— Tudo isso é vontade de tomar um sorvete? — me encarou com deboche.

Vagarosamente, me virei na direção do garoto de cabelos azuis, afinal todos ali sabiam muito bem que o louco por gelados era ele e não eu.

— Vamos logo — esperei eles saírem para que eu pudesse trancar a porta.

Uma coisa era fato: eu e a Luka nunca havíamos nos dado bem por culpa de um certo “triângulo amoroso”. Eu gostava do Kaito, e isso ficava muito bem claro, mas ela... Ela me irrita! Aliás, o Shion não sabia quem deveria escolher e ficava com aquela cara de foda-se.

Saímos do apartamento e fomos direto para a sorveteria. Tínhamos combinado de nos encontrarmos lá, como na maioria dos feriados. O dia era ensolarado e movimentado, mas algo ficava martelando e incomodando a minha mente. Talvez fosse a Rin? Sim, ela mesmo. Desde que a Kagamine resolveu criar coragem para assumir que era apaixonada pelo irmão gêmeo, o Len, as coisas mudaram entre eles (isso porque ela nem se confessou). Fico imaginando as vezes como deve ser uma merda gostar do próprio irmão. E, por falar em irmão...

— Quanto tempo vai durar essa viagem do Mikuo, Miku? — sim, fica estranho falar Mikuo e Miku, só que vindo do Kaito tudo se torna normal.

Eu acho.

— Três meses — respondi, dando de ombros. Ele não era meu irmão gêmeo (apesar da grande semelhança), mas era chato pra caralho.

Avistei Ia e os irmãos Kagamine sentados em uma mesinha do lado de fora. O clima parecia pesado, por isso resolvi chegar de fininho, tomando o celular de Len num piscar de olhos.

— Mas que p...

— Se você largasse essa porcaria por apenas uma hora eu não teria o tomado — o interrompi, zombando dele por ser mais baixo do que eu e não conseguir pegar o aparelho.

Rin entortou os olhos ao perceber que Mayu se aproximava. A Kagamine morria de ciúmes da loirinha e o motivo era bem conhecido no mundo todo. Ela parecia a Ia, só que a cara de santa e o ursinho de pelúcia que a mesma carregava já não enganava a mais ninguém, só ao coitado do Len, se é que me entendem.

— Miku, devolve o celular do moleque — Meiko coçou a nuca, bocejando.

Cruzei os braços, colocando o aparelho entre as pernas e olhando para o meio do nada. Provavelmente você deve estar querendo saber um pouco mais sobre o nosso grupinho, então lá vou eu.

O Kaito (mais conhecido como o garoto de cabelos azuis) era o centro das atenções. Tinha os cabelos e os olhos azuis arroxeados e a pele branquinha, enquanto curtia um estilo de música mais agitado. Com a fama de pegador que não pega ninguém, ele conseguiu fazer com que eu ficasse doidinha por ele assim como a Luka, porém era um verdadeiro de um bosta que não sabia com quem deveria ficar. Já a Megurine era o tipo de patricinha que só sabe dar em cima dos garotos e que usa apenas uma cor no look inteiro, que no caso era o rosa. Seus cabelos eram compridos e, sinceramente, lindos de dar inveja. Nossa rivalidade existia apenas por causa de um certo rapaz. Tem a Ia, que é a garotinha pensativa e cheia de idéias do nosso bando, sendo sempre a pessoa mais indicada para vos dar conselhos. A Mayu era a santa falsificada, afinal todos sabem da paixonite que ela tem pelo Len e como a mesma gosta de fazer a Rin sofrer por causa disso. Ah, falando neles, temos aquele caso sério da história toda:

Os irmãos Kagamine.

Sim, eles são irmãos. Irmãos gêmeos por cima, só que o que acontece entre os dois está bem bem longe de ser isso. Se eu fosse resumir em apenas uma palavra, eu diria que eles vivem um verdadeiro incesto. Rin e Len se amam, isso é fato, Porém, desde que a irmã contou esse "segredo" para nós, as coisas mudaram completamente.

Tem o Gakupo, que é o cara mais idiota entre a gente. Sempre confundido com uma mulher graças ao seu cabelo comprido de cor lilás, as risadas são imperceptíveis ao lado do Kamui, afinal ele não nega nem um pouco a sua paixão pela rosadinha metida. A Meiko é a morena da turma que já namorou com o Kaito e que vive me aconselhando para ficar longe dele, porém é meio difícil levá-la a sério. A V Flower é a mandona que todos nós amamos, e a Gumi é a maluca que não larga do pé de ninguém um instante sequer.

— Consegui terminar de ajeitar a nossa sala de ensaios lá em casa — finalmente uma notícia boa vinda da boca do Shion.

— E na onde seria? — o Kamui resolveu se manifestar — Na casinha do seu cachorro?

O azulado se irritou, entortando os olhos.

— Não, idiota. Embaixo da sua cama — revidou.

Bati os dedos sobre a mesa, observando a discussão desnecessária dos dois. Na verdade, o que estava me incomodando era o comportamento de Rin. O que estava acontecendo com aquela menina sorridente e que acreditava em anjos? Não pude me conter, sentei-me ao seu lado e cutuquei seu ombro.

— Hey — a loira se virou rapidamente em minha direção — Aconteceu alguma coisa? — perguntei, temendo sua resposta.

A Kagamine me encarou rapidamente, olhando em direção ao Len e, logo em seguida, para a Mayu, suspirando. Fez um biquinho fofo, apertando seu vestido branco e olhando para baixo.

— Não.

Puta merda.

Mayu olhou para nós duas, abrindo a boca. — Algum problema com você, Rin? — ah, que vontade de fechar a minha mão na cara de uma filha da mãe. A ignorei, levando minha boca em direção ao canudo do Milk Shake e sugando-o. Definitivamente, o mar não estava para peixe nesse dia, e as nossas caras comprovavam esse mito.

Avistei Luka aproximando=se de Kaito e já me corroí de raiva. Vagarosamente, a rosada ergueu pequena parte de sua saia, se sentando ao seu lado e apoiando uma de suas mãos na sua coxa direita. Pigarriei a garganta na tentativa de mandar uma indireta, porém não obtive sucesso. Cara, ele nem era meu namorado e eu já ficava daquele jeito, imagine só se fosse.

— O clima está pesado — Gumi zombou — Será possível que ninguém aí tem um assunto interessante para conversarmos? — indagou, animada.

— Eu adoraria saber o que se passa com a Rin — iniciei, coçando o queixo com malícia.

Batendo na mesa e assustando a todos, ela se levantou com brutalidade, me encarando com raiva no olhar. Mesmo quando eu não queria eu acabava fazendo besteira, tipo naquele momento.

— Mas que raios vocês, viu! — gritou — Não é meio óbvio que eu não queria ter vindo aqui tomar essa droga desse sorvete? — franziu a testa, ficando séria e saindo do local rapidamente. Todos estávamos assustados, a loira não costumava agir daquela maneira, ainda mais com a gente!

Gakupo encarava Len que estava com uma cara de foda-se. Algo muito estranho estava acontecendo e eu precisava descobrir.

— Você não vai falar com ela? — perguntou o Kamui, recebendo um resmungo como resposta.

— Gakupo, nem tente — me levantei, jogando o celular em direção ao Kagamine — É inútil — comentei, indo na mesma direção que a garota sem dizer mais nada e sem ao menos terminar de comer.

É estranho? Talvez. Não consigo me imaginar apaixonada pelo próprio irmão, até porque era impossível se apaixonar pelo chato do Mikuo. O Len era um cara bacana, mas ele andava tão estranho ultimamente... Talvez fosse esse o motivo para a Rin estar tão caída? Vai saber.

A avistei sentada em um dos bancos da praça que ficava ali perto, abraçando as próprias pernas e chorando. Ao me ver, começou a secar as lágrimas rapidamente, porém já era tarde demais para a loira se esconder. Me sentei ao seu lado, acariciando suas costas.

— Rin, eu estou preocupada com o seu comportamento — falei com sinceridade — Tem certeza de que não quer me contar o que está havendo?

A garota não disse nada, apenas colocou a cabeça entre os braços. Suspirei, ficando em silêncio junto dela. Depois de quase dez minutos, Rin finalmente resolveu se manifestar.

— É tão difícil fazer ele me notar de uma vez por todas?

Abri a boca umas duas ou três vezes, porém palavra nenhuma saiu. A loirinha estava realmente apaixonada pelo próprio irmão, e com certeza a Mayu tinha dedo no meio disso tudo.

— Eu imagino como você deve estar mal com isso — lamentei, já que era a única coisa que eu podia fazer no momento — Mas ficar chorando não vai adiantar nada. Por que você não conversa com o Len? — sugeri.

— Todos dizem a mesma coisa — disse — Parece ser fácil chegar no cara e falar “olha, eu sei que tu é meu irmão, mas bem que eu queria te dar uns pega” e boa — não pude conter o riso, mesmo sabendo que aquilo não era uma piada.

— Eu entendo — pronunciei — Mas porque você não fala com o Len? — insisti.

Entortando os olhos, a Kagamine foi curta e grossa. Quatro palavras foram o suficiente para me deixar de queixo caído.

— Porque ele já sabe!


Notas Finais


Já vou avisando que o incesto é algo que com certeza eu irei centralizar bastante nessa fic. Mas, e então? Gostaram? Comentários e críticas serão muito bem vindos, apesar de eu já estar esperando que isso aqui ficou meio enjoativo, mas foi o melhor que eu consegui. Prometo melhorar cada dia mais ^^

Até mais!


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