História Spring Lily - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Assassin's Creed
Visualizações 4
Palavras 2.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi oi... Estou aqui de volta, desculpa a demora, capitulo complicado... Fase de transição para uma parte um pouco menos dramática e mais romântica, pelo menos por enquanto.
Bem, vou deixar vocês lerem e até as notinhas finais... Boa leitura e beijinhos...

Capítulo 7 - Liberdade


Fanfic / Fanfiction Spring Lily - Capítulo 7 - Liberdade

Federico abriu os olhos, enevoados de sono, sentindo aquela inquietação. Ele piscou algumas vezes, antes de baixar os olhos para Chiara. Ela cobria os ouvidos se encolhendo contra ele. 

-Por favor... Pare. -ela afundou o rosto no peito dele, enquanto ele a apertava um pouco mais contra si. Foi então que ele ouviu a voz de Sebastian, do outro lado da porta, gritando enfurecido.

Ele se levantou, sendo seguido por Chiara que o encarava assustada, andando atrás dele, enquanto ele rapidamente ajeitava uma adaga no cinto. 

-Não. Por favor... -ela o segurou pelo braço, com o olhar suplicante e assustado, antes da porta ser aberta com um estrondo, a assustando ainda mais e fazendo com que ela se encolhesse contra ele.

-Vai ficar tudo bem. Ele não vai machucar você. -Federico lhe beijou a testa, a abraçando forte, antes de se colocar a frente dela, de modo protetor. Sebastian vociferou qualquer coisa, fazendo com que os guardas se aproximassem, prontos para invadir o quarto. 

Rapidamente Federico e Ézio se colocaram em frente a porta, lado a lado, cruzando os braços sobre o peito, abrindo espaço apenas para que Maria entrasse. Ela puxou uma das cobertas de cima da cama, envolvendo Chiara com ela e a abraçando.

-Você não vai chegar perto dela. -Maria olhou para o homem enfurecido, que encarava a pequena loira em seus braços com uma expressão assassina. 

-Sebastian! -a voz de Giovanni se fez ouvir um pouco mais alta, chamando a atenção de todos. Ele balançou um pequeno documento, com um sorriso de triunfo nos lábios. -O contrato que sua família possuía com a dela terminou há alguns dias. Você não tem mais nenhum direito sobre ela e sabe disso.

-Isso não importa! -ele voltou o olhar para Giovanni, que pareceu não se importar com a fúria que ali brilhava. -Ela pertence a mim! Ela me roubou e deve pagar por isso.

-Você não tem prova alguma de que ela tenha feito isso. -Federico encarou o homem, com o mesmo sorriso cruel que seu irmão tinha nos lábios. Os meninos Auditore queriam ver o homem sofrer por todo mal que havia causado a sua doce e amada Chiara.

-Vai preferir acreditar na palavra de uma empregada do que na minha? -ele se virou para os guardas, que sorriram dando um passo a frente. Eles não se importavam, apenas queriam ver sangue e talvez conseguir algo mais... 

-Bem, Chiara vem se mostrando de confiança, desde que chegou aqui. Então acho que os guardas de Messere Médici preferirão a palavra de um banqueiro de confiança do que a de um simples dono de vinhedo. -Giovanni sorriu, enquanto o pequeno grupo de guardas subia as escadas, seguidos de perto por Giulio. -Este documento é a prova de que precisam. 

Giovanni foi até o capitão da guarda, lhe entregando o pergaminho, enquanto o homem passava os olhos rapidamente pelas letras negras, parando por um instante na assinatura de Lourenço de Médici.

-Por favor, senhores, se retirem. -o capitão olhou para os guardas e para Sebastian. Os homens hesitaram por um instante, antes de saírem do palazzo. 

-Obrigado por virem tão rápido. -Giovanni sorriu para o homem, que apenas fez uma reverencia educada, se retirando. Uma dupla de guardas fora deixada na entrada do palazzo, apenas para garantir que não seriam mais incomodados. 

-Você está bem? -Federico correu até Chiara, lhe segurando o rosto com ambas as mãos, enquanto ela concordava com um aceno e ele sorria, se virando para o pai. -O que disse, é verdade?

-Sim. -Giovanni sorriu para o filho, se aproximando e passando o braço ao redor da esposa, sorrindo para ela e para Chiara. -Ela fez dezoito anos pouco antes de a encontrarmos. O contrato que Henrico fez incluía alguns messes a mais apenas por que ele queria a proteger. 

-Então... -ela alternou o olhar entre Giovanni e Federico, enquanto ele abria um enorme sorriso, a puxando para si.

-Você é livre. -ele gargalhou, beijando o topo da cabeça dela, a apertando contra si e a fazendo rir. 

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-Eu não gosto disso. -Federico puxou Chiara mais uma vez para seu colo, pegando as coisas da mão dela e as jogando para o outro lado da cama. -Você poderia ficar mais tempo aqui... 

-A Paola precisa de mim. -ela lhe beijou a bochecha, bagunçando as mechas castanhas e sorrindo. 

-Eu preciso mais... -ele olhou para ela, com um sorriso maroto, a fazendo rir. -Sério, Piccola, só estou preocupado. Eu preferiria que você ficasse... Assim eu poderia cuidar de você.

-Tem como você devolver a minha amiga, por favor? -Diana parou em frente a porta, colocando as mãos na cintura e encarando Federico irritada. -Já basta você ter sumido com ela...

-Foi por um bom motivo... -ele sorriu para a morena, antes que Chiara se levantasse, juntando novamente suas coisas e indo até Diana. -Vou acompanhar vocês.

Ele passou o braço ao redor da pequena loira, as seguindo até o jardim atrás do palazzo. 

-Signore. -Giulio passou por eles, carregando alguns documentos. -Messere Auditore disse que precisará de sua ajuda e me pediu para chamá-lo. Também me pediu para avisar que uma carruagem está a caminho para as senhoritas.

-Ele precisa de você. -Federico bufou, fazendo Chiara rir, antes de passar os braços ao redor dele, enquanto ele a apertava contra si. -Deve ser importante... Além disso, amanhã você pode ir me ver... 

-Ou te trazer de volta para cá. -ele sorriu, lhe beijando delicadamente os lábios, as ajudando a subir na carruagem que acabara de chegar. -Tome cuidado, Bella... E você fique de olho nela, nada de sair sozinha.

-Sim, signore... -Diana riu, enquanto a amiga fazia uma careta engraçada, fingindo irritação. Ela sorriu ao ver o Auditore, ainda de pé, encarando a carruagem, antes que elas sumissem em uma esquina.

-Você voltou! Grazie a Dio! -Angela passou os braços ao redor da pequena loira, sorrindo quando ela passou pela porta. -Eu fiquei tão preocupada... Onde você se meteu?

-Ela estava em boa companhia, Angela. Em segurança no palazzo Auditore e sendo bem cuidada e protegida pelo filho mais velho deles. -Diana passou pela cozinheira, rindo enquanto seguia para o escritório de Paola. 

-Não precisava dar tantas informações. -Chiara olhou feio para a amiga, enquanto Angela a apertava mais um pouquinho. -E a Paola?

-Eu deveria o empurrar pela janela da próxima vez que ele viesse aqui... -Paola desceu as escadas nervosa, olhando irritada para Chiara. -Eu fui bem especifica... Eu disse para que ele levasse você para o palazzo... Não que desaparecesse. Ele fez alguma coisa com você? Por que se fez, eu vou...

-Paola... Estou bem. -Chiara riu da irritação de sua patroa, enquanto passava os braços ao redor dela, a abraçando. Ela havia ficado preocupada com elas, que algum mal tivesse as acontecido. -Ele me escondeu, o que não foi de todo ruim, já que o primeiro lugar para onde Montavani correu foi o palazzo.

-É. Mesmo assim... Podia ter avisado. -ela olhou irritada ao redor, enquanto a guiava para o escritório. -Giovanni me atualizou sobre a sua recente condição. Fico feliz de saber que você é livre... O que tem em mente agora?

-Bem... Eu não tenho muita certeza ainda. -Chiara puxou um pouco as mangas do vestido, sorrindo um pouco sem jeito. -Antes eu queria sair de Florença... Agora já não sei mais.

Paola a encarou por alguns instantes, preocupada. A melhor coisa que Chiara poderia fazer no momento seria ir para outra cidade, onde poderia ficar segura. Mas, ela também sabia que a pequena loira jamais sairia de Florença sem o Auditore a seu lado.

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-O que você tem? -Maria se sentou ao lado do filho, o encarando por alguns instantes, antes de colocar a mão sobre o joelho dele, lhe chamando a atenção. -Parece perdido... Está tudo bem, mio figlio?

-Sim... Só estou pensando em uma coisa. -ele sorriu para ela, percebendo que ela não havia ficado satisfeita com a resposta. Federico suspirou pesadamente, passando a mão pelo rosto. -Logo que conheci a Chiara, eu perguntei o que ela faria quando fosse livre... Ela me disse que sairia de Florença.

-E você está preocupado que a primeira coisa que ela faça seja sair da cidade? -Maria encarou o filho, sorrindo para ele. -Ora, Federico. Ela não fará isso... Não sabendo que você a ama. Apesar de ser um pouco cedo para isso, acho que você deveria tomar uma atitude... Afinal, você a ama, certo?

-Tanto que as vezes chega a doer. -ele sorriu para ela, enquanto Maria se levantava o puxando consigo.

-Não quero que faça isso apenas por que estou dizendo ou por que não quer que ela vá embora. -ela levantou os olhos, o encarando, séria. -Quero que faça isso por que a ama. Quero que pense bem antes de fazer qualquer coisa... Embora isso não seja de sua natureza. Estamos entendidos?

-, Mamma... -ele sorriu para ela, enquanto ela lhe beijava a bochecha.

-Ótimo. Quando já tiver tomado uma decisão, venha conversar comigo. -ela sorriu para o filho, antes de seguir para o escritório de Giovanni. 

-E então, para quando é o casamento? -Federico deu um pequeno pulo, fazendo a irmã rir.

-Não sabe que é feio escutar a conversa alheia? -ele sorriu para ela, antes de pegar a mão dela, passando ao redor de seu braço e a acompanhando para a piazza. -E por que toda essa curiosidade?

-Eu gosto da Chiara. Ela é uma boa amiga, apesar de não termos muito em comum. -ela sorriu para o irmão, o fazendo pensar por um instante. Realmente, Chiara e Claudia eram bem diferentes e mesmo assim ele sempre as via conversando. -Ela sempre escuta o que tenho a dizer sem me interromper... E a mamãe gosta bastante dela. É quase como ter uma irmã.

-Ela também gosta bastante de você... -ele sorriu para a irmã, olhando irritado na direção de Ducio, enquanto ela acenava para ele. -Obrigado por tratar ela tão bem.

-Por que não trataria? -Claudia levantou os olhos para ele, o encarando curiosa.

-Ora, você sabe que ela mora e trabalha em um bordel. -ele disse baixinho, olhando para a irmã. 

-Sim. Mas ela não é uma prostituta. -Claudia sorriu para o irmão. Ela tinha os mesmos pensamentos que sua mãe e isso o fez sorrir. -Bem, agora vamos olhar uma joia bem bonita para você dar para ela. 

Ele riu, enquanto a irmã o arrastava pelas diversas lojas, tagarelando sobre o anel perfeito e olhando com interesse algumas coisas para si. Em uma das lojas, ele parou, encarando o ferreiro do outro lado da rua, que segurava um florete de cabo bem trabalhado, enquanto ele e o artesão a seu lado conversavam.

-Acho que acabo de ter uma ideia... -ele abriu um enorme sorriso, olhando de relance para a irmã, que conversava com o noivo. Antes de por qualquer coisa em prática, ele precisava assustar aquele babaca. 

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-Então... Você é um especialista em venenos... E como virou um porteiro? -Chiara encarou Pietro por cima do livro, enquanto ele cuidava e colhia algumas ervas no jardim do casarão. 

-Eu queria um pouco de paz. -ele levantou os olhos para ela, batendo a terra das mãos, depois de colocar mais algumas ervas na pequena cesta. -E não, não sinto vontade de voltar para a minha terra, aqui eu estou em casa.

-Você gosta da Diana? -a pequena loira riu, quando ele arregalou os olhos, a encarando surpreso. -O quê?

-Nada... -ele deu uma risada, se sentando no chão e apoiando as costas ao banco. -Não acho que isso faça diferença, mademoiselle... Ela gosta do que faz e já deixou bem claro que não irá mudar e que não quer algo assim.

-Você já conversou com ela? -ela o encarou, enquanto ele negava. -Então deveria.

Pietro encarou a pequena loira por alguns instantes, antes que Federico surgisse em seu campo de visão, carregando o típico par de lírios.

-Melhor eu ir, mademoiselle... -ele se levantou, limpando as mãos nas laterais da calça, antes de seguir para a cozinha. 

-Grazie... -Federico o cumprimentou com um aceno, antes de se sentar ao lado de Chiara, lhe entregando os lírios. -Picolla, eu preciso... melhor, eu quero te perguntar uma coisa...

-Sim. -ela apoiou a cabeça em seu ombro, sorrindo quando ele passou o braço ao redor dela, deixando a mão em sua cintura. 

-Você ainda não me contou onde aprendeu a usar tão bem um florete... -ele olhou para ela com um sorriso orgulhoso. -Eu acabei me distraindo com outras coisas naquele dia... e nas semanas seguintes e me esqueci de perguntar. 

Chiara riu, enquanto ele a apertava um pouquinho mais contra si, passando a mão pelas mechas douradas e sorrindo.

-O nonno me ensinou. -ela entrelaçou os dedos aos dele, sorrindo quando ele os apertou carinhosamente. -Ele achava importante que eu soubesse me defender e cuidar de mim mesma. E também, eu acho que sempre mostrei um interesse um tanto incomum na pequena coleção de espadas que ele mantinha.

-Então você gosta disso? -ele a encarou, olhando por um instante para a própria espada, que ele começara a carregar, presa a cintura. 

-Bem, não posso dizer que sou uma grande entusiasta, mas gosto de olhar as formas, os detalhes... Esse tipo de coisa. Acho bonito. -ela sorriu para ele, o encarando por um instante. -O que está tramando?

-Nada, Principessa... -ele lhe beijou os lábios, antes de se levantar e se deixar ser guiado por ela para o pequeno quarto, onde poderiam conversar a sós, já que o jardim começara a ficar um tanto cheio com as curiosas garotas de Paola. Chiara se sentou na cama, dobrando as pernas e rindo quando Federico deitou a cabeça sobre ela, a encarando por alguns instantes antes de abrir um grande sorriso.

Eles ficaram conversando durante a noite, sobre coisas aleatórias. Chiara lhe contando sobre o ultimo livro que lera, enquanto Federico a fazia rir, contando sobre as desventuras em que se metia junto com o irmão. Ele só foi embora ao amanhecer, após Chiara adormecer em seus braços, vencida pelo sono.

-Buongiorno, dorminhoca. -Diana abriu a pesada cortina, fazendo com que Chiara cobrisse o rosto com o travesseiro. -Acho que o correto é boa tarde, mas tudo bem.

-Tem como você me deixar dormir pelo menos durante o dia? Já que de noite é quase impossível... -Chiara se escondeu sob as cobertas, enquanto a amiga as puxava. 

-Ei, eu quero conversar com você. -o tom um tanto angustiado e preocupado da morena a fez abrir os olhos, se sentando na cama.

-Vamos descer para comer alguma coisa... Aí conversamos. -ela se levantou, ajeitando o vestido. Angela sorriu para as duas, enquanto elas se sentavam na espaçosa mesa, beliscando o que seria o café da tarde da maioria das garotas. -E então... 

-Como você tem certeza de que ama o Federico? -Diana levantou os olhos para a amiga, que a encarava surpresa. -Como tem certeza que isso que você sente não é apenas por que ele te salvou e esse tipo de coisa?

-Por que você está me perguntando isso? -Chiara a encarou por alguns instantes. -E logo agora?

-Pietro veio conversar comigo ontem... E nós, bem, meio que temos uma história. -a morena a encarou por alguns instantes, antes de ouvir o pigarrear de Angela atrás de si.

-Ele a trouxe para a Paola. -Angela se sentou ao lado da morena, a encarando por alguns instantes. -A encontrou na entrada da cidade, fugindo de um grupo de baderneiros que queriam fazer mal a ela. 

-Eu não quero acordar um dia e perceber que apenas fiz isso por causa do que aconteceu... Não quero fazer isso comigo, nem com ele. -Diana encarou a loira, pegando sua mão do outro lado da mesa. -Como você sabe?

-Eu... Eu não sei. -Chiara encarou a mesa, sem levantar os olhos para a amiga. -Vai além da sensação de segurança que sinto com ele ou as coisas boas que ele trouxe para mim... Eu não sei explicar. É como se um pequeno fio nos ligasse no momento em que ele me encontrou, mas não significava que seria desse jeito.

-Que outro jeito poderia ser? -Chiara levantou os olhos para a amiga, lhe apertando a mão de modo carinhoso. 

-Poderíamos ser apenas amigos. Não assim que isso começou? Ele era meu amigo, uma pessoa com a qual eu gostava de passar tempo e conversar... -Chiara sorriu para Diana, que parecia começar a entender. -Claro, com passar do tempo as coisas foram mudando... Mas não era só por que ele me ajudou e me salvou. Eu pensei assim por um tempo, mas... percebi que mesmo que eu tivesse o conhecido em outras circunstancias, ainda sentiria o mesmo por ele.

-Não consigo ser tão... lógica quanto você. -Diana deitou a cabeça no ombro de Angela, fazendo a amiga rir. Chiara a encarou por um instante, mordendo o lábio. Nem sempre ela gostava de ser assim, lógica como a amiga dissera. Ela queria poder agir mais por impulso, principalmente quando aquele desejo queimava... 


Notas Finais


Eeee... Eu sei que o capitulo não está muito interessante (sorry...), mas prometo que o próximo será mais interessante e picante... Hihi... Beijinhos e até o próximo capitulo... :* <3


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