História Sr. Bieber - Terceira Temporada - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 1.469
Palavras 2.898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!!!

Capítulo 19 - Nada de ovos?


Fanfic / Fanfiction Sr. Bieber - Terceira Temporada - Capítulo 19 - Nada de ovos?

Gwendolyn Bieber

Justin rasteja na cama e se deitar sobre mim. Ele afasta os cabelos do meu rosto e olha para mim.

 – Vou tentar ser melhor. Com você, digo. Vou tentar não te sufocar nem te enlouquecer.

– Gosto da maneira como você me trata. Precisamos conversar é sobre o seu jeito irracional.

– Seja mais específica – ele pede.

– Você quer saber exatamente o que me deixa louca?

– Sim, diga-me. Não posso tentar me controlar se não sei exatamente o que te incomoda – ele me dá um beijinho inocente nos lábios e eu luto para não rir. Ele não sabe? Nós poderíamos ficar aqui pelo resto do ano, mas vou me concentrar nos pontos mais importantes por ora.

– Você estava me tratando com cuidados demais. Quando achou que eu estava grávida, parou de ser feroz na cama e eu não gostei disso. Quero o meu Justin dominador de volta.

Ele ergue as sobrancelhas, espantado.

– Mas que diabos eu fiz com você?

– Você é viciante, e eu estava em uma crise de abstinência de Justin – é a minha resposta franca e honesta. Preciso dizer isso logo, porque oito meses de Justin gentil vão me fazer pirar.

Sua linha de preocupação aparece.

– Eu te peguei com força ultimamente.

– Sim, mas só porque você pensou que eu não estava grávida, e quando achou que eu estava, só agiu quando eu te provoquei. Eu quero pegada!

Seu rosto se fecha mais um pouco.

– Você não gosta de sexo sonolento?

Dou um suspiro e seguro suas bochechas.

– Você não vai machucar a pessoinha, sabia?

– “Pessoinha”? – ele ri. – Vamos deixar uma coisa clara: ninguém chama meu bebê de “pessoinha”.

– Não é sequer um bebê nesse momento.

– O que é, então?

– Bem, é mais ou menos do tamanho de um amendoim – noto que seus olhos brilham deleitados e um sorriso atrevido surge em seu rosto impressionantemente bonito. 

– Oh, não, Bieber! – eu gargalho.

– O que foi? – ele se inclina e acaricia meu rosto com o nariz. – É perfeito!

– Você não vai chamar o nosso bebê de amendoim! Ponto-final! – eu grito quando ele aperta meu quadril e começo a me contorcer embaixo dele, em algum lugar entre o prazer e a tortura, o último, por razões óbvias, e o primeiro, porque isso é o nosso normal. Isso somos nós. – Pare! – eu grito.

E Justin para.

– Merda! – ele xinga.

– O que está fazendo? – eu grito, dessa vez com raiva. Ele olha para a minha barriga e depois para o meu rosto, sua expressão envergonhada entregando que ele sabe exatamente o que acaba de fazer. – Viu? É disso que eu estou falando! Se você não trouxer de volta um pouco do seu comportamento normal agora, eu vou para a casa dos meus avòs até o final da minha gravidez – não estou fazendo drama, vou mesmo. – Estou falando sério, Bieber. O homem forte, rústico, as contagens regressivas, as transas de vários graus... quero tudo de volta, e quero agora!

Ele apenas olha para a esposa dele como se ela fosse lunática. Acho que ela é.

– Já está mais calma? – ele pergunta, sério.

– Isso depende de quanto do que eu te disse entrou nessa sua cabeça dura – agarro seus cabelos e puxo.

– Ai! – ele ri e depois suspira, rolando até ficar deitado de costas, levando-me com ele. Justin  dobra as pernas para apoiar minhas costas e me olha com atenção. Eu deixo. Fico sentada e aguardo-o pensar no que vai dizer, até que ele respira fundo.

– Você se lembra de quando eu a encontrei no bar, quando te ensinei a dançar?

Eu lhe dou um sorriso e relaxo contra as coxas dele atrás de mim.

– Foi nessa noite que eu me dei conta de que estava apaixonada por você – confesso.

– Eu sei, porque você me contou. Você estava bêbada, mas disse mesmo assim.

– Hmmm, deve ter sido por causa da sua habilidade na pista de dança.

– Eu sei – ele ergue os ombros, casual. – Eu sou bom.

Balanço a cabeça, divertida com sua pretensão.

– Você é tão arrogante – eu me apaixonei por isso também. Sua autoconfiança hoje é algo que me excita, especialmente agora que ele é só meu. Ele tem todo o direito de ser convencido.

– Mas acho que sou um pouco mais inteligente que a minha bela esposa – ele diz, cobrindo meus tornozelos com as mãos.

– Você é mesmo muito arrogante!

– Não. Não desta vez. Desta vez, eu só estou sendo honesto. Veja bem, eu percebi que já estava apaixonado por você antes daquele dia.

Eu faço um bico.

– E isso te torna mais inteligente que eu?

– Sim, torna. Durante o tempo todo em que você estava fugindo, eu fiquei extremamente frustrado. Ficava achando que havia algo de errado com você – ele dá um sorriso tímido. – Sabe, porque você não se submetia a mim.

– Como todas as outras faziam – endosso o argumento dele. Imagino que a rejeição fosse mesmo muito frustrante para um homem que sempre tinha o que queria com uma facilidade absurda. Ele confirma com um meneio de cabeça em seu suspiro. – Fiz isso porque achei que iria me magoar. Embora não te conhecesse, era óbvio que você... – eu faço uma pausa breve – ...tinha experiência. – Eu ia dizer “era um cafajeste”, mas não acho que Justin possa ser rotulado dessa forma, de modo algum. As mulheres se jogavam aos seus pés, tornavam tudo fácil demais para ele, então ele nunca precisou perseguir ninguém. Até me conhecer.

As pontas de seus dedos começam a subir pelas minhas canelas e ele assiste ao caminho que eles fazem.

– Quando te deixei, durante aqueles quatro dias...

– Não! – disparo. – Por favor, não fale sobre isso.

– Deixe-me apenas explicar uma coisa. É importante – ele me puxa para a frente e ficamos cara a cara. – Eu estava tão confuso com o que sentia, que precisei daquele tempo longe de você para compreender exatamente o que era. Não entendia por que estava agindo como um louco. Pensei que estava enlouquecendo de verdade, Gwen.

Não gosto nem um pouco de me lembrar disso. Não sei onde isso vai chegar, mas já sei que ele me deixou porque sabia que estava com problemas, porque não queria me magoar. Não preciso ouvir tudo isso mais uma vez.

Ele morde o lábio de leve, bem debaixo do meu nariz, e então prossegue.

– Passei o terceiro e o quarto dia relembrando cada momento com você. Repassei esses momentos mil vezes na mente até me torturar, então fui te procurar. Mas você fugiu de novo.

Óbvio que fugi de novo. Meus instintos não falharam. Mesmo que eu não soubesse por que estava fugindo, sabia que precisava fazê-lo.

– Gwen, na noite em que você disse que me amava tudo ficou muito claro, mas, ao mesmo tempo, muito incerto. Queria que você me amasse, mas sabia que você não me conhecia de verdade, que havia coisas que te fariam fugir outra vez, assim como sabia que meu lugar era com você e morria de medo de pensar que, uma vez que começasse a descobrir quem eu sou, você me deixasse outra vez. Eu não podia por isso em risco, não quando demorou tanto para eu te encontrar – ele fecha os olhos e respira mais fundo, tomando confiança. – Eu peguei suas pílulas naquela noite.

Nem fico chocada. Ele acaba de confessar não só que as escondeu, mas também por que o fez. Isso tudo faz sentido em seu mundo insano e, mais preocupante, meio que faz sentido também no meu.

Ele me beija com ternura.

– Fiquei a noite toda olhando você dormir, e tudo em que eu conseguia pensar eram razões para você não me querer. Eu sabia que era errado pegar seus anticoncepcionais, mas só via isso como um efeito colateral. Esse era o tamanho do meu desespero.

Relaxo sobre ele, meu rosto se aninhando em seu pescoço. Já sabia de tudo isso, exceto da parte de ele ficar me olhando dormir. Sei que continuou roubando-as porque havia mais coisas em jogo.

– Então você não quer um bebê? Só quer ficar comigo?

Ele me afasta de seu pescoço e me encanta com um sorriso reservado somente para mim.

– Quero tudo o que houver no mundo com você. E quero tudo para ontem.

Lá no fundo, eu também sabia disso.

– Obrigada pelo relógio.

Ele sorri e passa o dedo pelo meu lábio inferior.

– Não por isso.

Eu me derramo sobre seus lábios e me perco neles em um beijo lento, calmo, extraordinário. Perfeito, como deveria ser nesse momento. 

                         (...)

O som familiar de um equipamento funcionando e constantes batidas me desperta. Sabendo onde encontrá-lo, vou direto para a sala de ginástica. Fico do lado de fora da porta de vidro e fixo os olhos em suas costas molhadas de suor e seus músculos trabalhando, enquanto ele corre sobre a esteira e assiste ao jornal de esportes na TV. Abrindo a porta devagar, vou até a frente do aparelho e me sento, nua, no banco de musculação que fica bem diante dele.

Ele está correndo em alta velocidade, mas quando eu me deito no banco e me apoio nos braços, ele bate com o punho no botão de desacelerar e começa a caminhar mais e mais lentamente, até parar por completo. Meus olhos sonolentos não param, e o vejo pegar uma toalha e enxugar os cabelos e o rosto. Ele é uma massa de suor puro e reluzente. Eu poderia comê-lo vivo.

Ele me admira com um olhar voraz, inclinando-se sobre o painel do equipamento.

– Bom dia – os olhos dele correm pelo meu corpo, da cabeça aos pés, e de volta pelo caminho inverso até fixar o olhar no meu outra vez.

– Bom dia para você também. Por que está correndo aqui? – já sei a resposta, e, a considerar pelo esboço de sorriso em seu rosto, ele também sabe que eu sei.

– Queria mudar um pouco.

Olho desconfiada para ele, mas nem me incomodo em chamar sua atenção. Se a gravidez o impedir de me arrastar de madrugada para uma corrida por toda Londres, então começo a ficar mais animada com os próximos oito meses.

– Não me lembro de ter adormecido.

– Você apagou como uma lâmpada. E eu estava feliz por ter você nos meus braços, então te deixei dormir. Você está dormindo pela Inglaterra, querida!

Ao ouvir esse comentário, bocejo e levanto os braços acima da cabeça.

– Que horas são? – assim que as palavras saem da minha boca, ouço a porta abrir e fechar, e então um cumprimento alegre de Cathy ecoa pela casa. Se Cathy está aqui, deve passar das oito e eu estou completamente nua! Levanto-me de um pulo. 

– Eu estou sem roupa!

Ele dá um sorriso atrevido e desce da esteira.

– Está, e daí? – ele ri, vindo até mim. – O que será que Cathy vai pensar? Corro os olhos pela sala, procurando por uma toalha ou por qualquer coisa que cubra meu corpo, para conseguir sair daqui e escapar escada acima com um mínimo de dignidade. Então, começo a rir sozinha. Perdi a minha dignidade na manhã em que Cathy nos pegou nus. Meus olhos recaem sobre a toalha na mão de Justin e eu a tiro dele rapidamente. 

– Acho que isso não vai te cobrir – ele opina, engraçadinho. Tem razão; é só um pouco maior que uma toalha de rosto.

– Socorro! – olho para ele com súplica nos olhos e encontro um sorriso doce.

– Venha cá – ele abre os braços e eu o abraço, escalando-o à minha maneira habitual, meio chimpanzé. Sua pele está úmida e seu cheiro é delicioso.

Abrindo a porta da sala de ginástica, ele põe a cabeça para fora.

– Cathy? – ele chama.

– Sim, menino?

– Onde você está?

– Na cozinha.

Após essa confirmação, ele sai e sobe a escada rapidamente. Eu olho por cima do ombro dele enquanto subimos, rezando para que Cathy não venha ver o que ele quer. Mas ela não aparece e eu chego sã e salva à suíte máster, com a minha integridade em perfeito estado.

– Pronto – ele me coloca em pé e me dá um beijo na testa.

– Que horas são?

– Dez para as oito.

Reviro os olhos e lanço-lhe um olhar de acusação.

– Por que não me acordou? – eu vou para o banheiro.

– Você precisava dormir.

– Não por quinze horas – abro o chuveiro e me enfio embaixo d’água, sem esperar que esquente. Preciso despertar. Molho os cabelos e pego o xampu.

Ele está do outro lado do box de vidro, tirando os tênis de corrida.

– Você obviamente precisa – ele resmunga.

Lavo os cabelos com xampu e condicionador e depois passo depressa por ele, ignorando mais murmúrios quando ele entra.

Levo dez minutos para secar os cabelos, aplicar a maquiagem e me vestir, e desço a escada antes de Justin.

– Bom dia, Cathy – tiro o telefone da tomada, onde passou a noite carregando a bateria, e o coloco na bolsa.

– Gwen, você parece um pouco melhor – Cathy limpa as mãos no avental e olha para mim. – Sim, bem melhor.

– Estou me sentindo melhor – dou risada.

– O que gostaria de comer?

– Oh, estou atrasada, Cathy. Como alguma coisa no trabalho – jogo a bolsa sobre o ombro.

– Você vai comer! – a voz ríspida, com um tom de “não brinque comigo”, me atinge por trás e eu me viro, dando de cara com uma cara feia falando e ajeitando a gravata. – Ela vai comer um bagel, Cathy. Meu marido com sua perfeição vestida de terno vem até mim e me coloca sentada em um banco da cozinha. – Com ovos – ele complementa, mas depois de uma breve consideração, corrige: – na verdade, sem ovos.

Meus olhos se arregalam e eu desço do banco, olhando para a governanta de Justin, que parece totalmente confusa.

– Cathy, obrigada, mas eu vou comer no trabalho – eu saio da cozinha, deixando Justin boquiaberto.

 – Ei! – sua voz atônita me atinge quando bato a porta da cobertura por trás de mim. Nada de correr. Eu tenho que comer. Nada de ovos. Minha alegria durou pouco. Com raiva, digito os número do código do elevador, mas as portas não se abrem. Tento de novo, cada vez mais irritada.

Nada de ovos? – eu grito para as teclas, quando a porta insiste em não se abrir.

– Você está bem?

Viro-me e vejo meu controlador neurótico com as mãos enfiadas nos bolsos da calça, observando-me perder a paciência com o inocente teclado.

– Eu posso comer ovos! – eu grito com ele. – Qual é o código novo?

– Como é?

– Você ouviu – eu soco o teclado.

– Sim, ouvi, mas estou te dando a chance de mudar de tom – ele está tranquilo e impassível diante do meu desespero, enquanto meus olhos crescem ante a sua insolência. Uma chance para mudar de tom?

Caminho até ele, calma e composta, e fico na ponta dos pés, para poder chegar o mais perto possível do seu rosto nauseantemente esplêndido – um rosto que eu quero esmurrar nesse momento em particular.

– Vá... se... foder – digo a ele, antes de ir para a escada, torcendo para que ele não tenha tido a iniciativa de trocar o código desta porta também. Não trocou. Dou um sorriso satisfeito e abro a porta. Treze andares vão me matar, mas eu aceito o desafio de qualquer modo, agradecendo a Deus por estar descendo e não subindo.

No sétimo andar, já tirei os sapatos e, no quarto, paro para respirar. Estou quente, suada e enjoada.

– Homem maldito – resmungo, tomando fôlego e seguindo o meu caminho. Abro a porta corta-fogo e dou de cara com aquele peito, antes de ser empurrada para dentro da escada outra vez. Nem tento me libertar de suas mãos. Estou exausta.

Ele me pega nos braços e me prende contra a parede de concreto. Estou coberta de suor e ofegante, respirando pesadamente no rosto dele depois de ter de descer pela escada, enquanto ele respira calmamente, após pegar um dos luxuosos elevadores da cobertura do Lunnar.

– Você não vai ter transa de castigo porra nenhuma – eu praticamente cuspo nele. Mesmo não me sentindo bem, luto contra a força dele. Não vou me dobrar. E “nada de ovos” hoje, mas pode ser algo muito mais importante amanhã.

Ele aperta os lábios e estreita os olhos.

– Olha a boca!

– Você não vai... – é o máximo que consigo dizer antes de sua boca atacar a minha com força total. Sei bem o que ele está querendo fazer, mas isso não me impede de largar a bolsa no chão e me agarrar às suas costas. Levanto as pernas e as enrosco na cintura dele. Este é o Justin que conheço e que amo. Eu não poderia estar mais feliz. Gemo, tento tirar o seu paletó, puxo seus cabelos e mordo seu lábio.

– Mulher teimosa – ele diz ao meu ouvido e morde minha orelha, fazendo meu brinco tilintar com os dentes. – Alguém está morrendo de vontade – ele beija a área logo abaixo da minha orelha e eu estremeço da cabeça aos pés. – Quer que eu te faça gritar na escada de emergência, Gwen? 

Oh, meu Deus, eu quero que ele me coma na escada de emergência.

– Sim!

Ele recua, desce as minhas pernas, deixa que eu deslize pela parede até ficar em pé, e então ajeita a calça na região do zíper, enquanto olha com desejo para o meu rosto chocado.

– Eu adoraria, mas estou atrasado. - ele dá as costas e sai.

– Seu desgraçado – disparo, tentando desesperadamente me recompor. Não adianta. Para que quero parecer inabalável? Não vai funcionar. Pego a minha bolsa, abro a porta e saio batendo os saltos dos sapatos pelo hall do Lunnar. 


Notas Finais


Muitíssimo obrigada pelos favoritos e comentários, amo lê e relê cada um deles.

Parece que o #BabyBieber vai virar #BabyAmendoim e a Gwen não vai gostar nem um pouco disso kkkkkkkkkkkk

Me digam o que acharam desse capítulo, e se puderem dá uma olhada na Fanfic maravilhosa da May serei muito grata.

https://spiritfanfics.com/historia/attraction-empire-6106818

XOXO


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