História Sr Maxon Schreave - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Shalom Singer
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Palavras 2.993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um, é nois, beijos no core♥

Capítulo 10 - Tão calada quanto um dicionário.


Minha cabeça parecia que ia explodir naquela tarde de quarta feira.

Com dois relatórios para entregar e várias planilhas em branco que deveriam se preenchidas até o fim do dia, me sentia mais perdida e estressada do que nunca.

Passei as mãos em meus cabelos e os prendi em um coque, logo depois tomei um gole de café para ficar mais ligada no que estava fazendo. Quase que pedi para alguém comprar um energético para mim. No entanto, me lembrei que era que eu comprava coisas para as pessoas e não o contrário.

A verdade era que não estava dormindo bem durante esses dias, a preocupação com o trabalho me deixava eufórica e neurótica ao ponto de que minhas unhas já nem existiam mais por conta da ansiedade de terminar tudo aquilo.

Estava começando o segundo parágrafo do primeiro relatório quando o inferno veio a tona de novo.

E quando eu digo inferno, quero dizer o celular de Maxon no qual ele provavelmente esquecera de levar em seu compromisso e ficara dentro de seu escritório comigo. Até ai tudo bem.

Acontece que a miséria tocava de cinco em cinco minutos e todas as vezes que eu checara na tela para ver quem era, em letras maiúsculas aparecia o nome: Lora.

Tudo bem, eles tinham algo. Muito legal. Mas será que ela tinha necessidade de ligar toda hora? Principalmente sabendo que ele estaria em horário de trabalho? E por que tanta insistência? Estava a fim de comprar um restaurante de comida japonesa? Afe.

— Se concentra, America. — Falei para mim mesma enquanto tentava não olhar para o telefone com a intenção de jogá-lo na parede.

Mais algumas tocadas e enfim a chamada cessou. Agradeci mentalmente e voltei as minhas tarefas tomando mais uns goles de café. Era possível estar tão cansada?

Minhas costas latejavam e meus dedos tremiam, os ombros pareciam cair encima de mim. Eu precisava urgentemente dormir.

Foi quando o celular começou a tocar novamente.

— Você só pode estar de brincadeira comigo. — Olhei para o aparelho tão rapidamente que o mouse de meu notebook chegou a cair no chão. Eu não aguentava mais, estava exausta e extremamente atarefada quase não conseguia me concentrar no silêncio, com aquele barulho irritante era mais impossível. Por que Maxon não levara aquela droga? Por que sempre tem que esquecer tudo? Inclusive que tem uma namoradinha irritante que não parava de ligar as três e meia da tarde.

Tentei me acalmar mais uma vez, mas já sentia o sangue pulsar em minhas veias e a vontade de socar algo aumentar. Me concentrei no documento em que escrevia o relatório e me foquei nele. Mas então, começou tudo de novo.

Não aguentei me segurar, Maxon que me desculpe.

Levantando ao ponto de quase fazer minha cadeira ir ao chão, peguei o celular de Schreave no meio de sua mesa e apertei no botão para iniciar a chamada.

— Alô? — Minha voz carregava todo meu sentimento de fúria e não estava a fim de esconder aquilo.

— Ahm… Alô? Quem está falando? — A voz dela saiu delicadamente como se não estivesse me perturbando a quase quarenta minutos.

— A assistente de Maxon, ele não está no momento. — Respondi novamente sem esconder meu tom de descontentamento. A linha ficou em silêncio por alguns segundos.

— Entendi e quando…

— E mesmo que estivesse não poderia atender. — A cortei no meio de sua frase. — Estamos em um ambiente de trabalho tratando de assuntos empresariais, qualquer assunto pessoal creio firmemente que pode ser introduzido no fim do expediente do Senhor Schreave, que a senhorita já deve saber quando é. Além do mais, tenho dois relatórios e várias planilhas para preencher até o fim do dia, mas não consigo terminar tal coisa porque a senhora não para de ligar e me impede de fazer meu trabalho. Agora se possível vou retornar as minhas tarefas, tenha um bom dia.

 

E desliguei.

 

No mesmo momento um sentimento de culpa me tomou e quis retornar a ligação para me desculpar. Mas não, eu estava certa. Ela não parava de ligar e eu não podia me concentrar daquele jeito, além do mais Maxon deveria prestar mais atenção, se sabia que Lora ia ficar ligando por que não levara seu telefone?

Eu só fiz o que alguém sem muita paciência e com foco no trabalho faria.

Depois disso voltei ao meu notebook e como previsto não houveram mais ligações.

 

 

[…]

 

Na quinta-feira eu e Marlee almoçamos no restaurante da empresa e colocamos o papo em dia. Ela não voltara falar mais sobre Carter, porém eu sabia que o assunto não era caso encerrado para minha amiga. Eu queria de alguma forma ajudar mas não sabia o que falar afinal… para mim as coisas foram mais “descomplicáveis” como pode se dizer.

Apesar de querer que ela se abrisse comigo, preferia que ficássemos quietas nesse assunto, afinal ele me fazia voltar a noite em que deveria esquecer então não era o melhor remédio bater na mesma tecla sendo que eu precisava escrever outras letras.

Quando voltei a sala de Maxon o encontrei mexendo em um dos armários do lado direito do escritório.

— Boa tarde. — Cumprimentei pois era a primeira vez que o via naquele dia.

— Boa tarde — Disse seco sem nem mesmo olhar para mim. Sua voz carregava um tom de irritação e amargura, o que me fez caminhar até minha cadeira em passos curtos, mas antes que eu pudesse a afastar para sentar, Schreave se virou para mim com o semblante sério — Você atendeu meu telefone?

Gelei.

Meus olhos se esbugalharam rapidamente e passei as mãos pelo cabelo inquieta.

— Ahm… sim? — O fiz em forma de pergunta tentando manter minha voz firme. — Mas isso tudo porque ele não parava de chamar.

— Bom, acho que você fez bem mais do que atender o telefone — Maxon falou convicto e no mesmo momento descobri que estava ferrada. Aquela… coisa contara para ele sobre a ligação.

— America? — Nem percebi que havia ficado em silêncio, e Maxon olhava para mim como se quisesse uma resposta, então eu a dei.

— Quer saber? Sim, eu atendi o seu telefone… invasiva e intrometida, quem sabe? Mas como já pode ter percebido sr Schreave eu sou bastante intrometida mesmo. Além do mais quem é que liga doze vezes em meia hora? O que ela queria? Parir uma criança? Eu precisava entregar meus relatórios e as planilhas mas não conseguia fazer porque toda vez que estava me concentrando o que vem sido quase impossível para mim nesses últimos dias o que acontecia… toquezinho, toquezinho irritante. Eu estava muito nervosa, muito mesmo e peço perdão se fui rude com a Lora mas por favor… ela sabe muito bem que você sai do trabalho as sete da noite então por que tem ficar ligando, ligando e ligando as TRÊS HORAS DA TARDE?

Respirei fundo fechando os olhos.

Maxon ficou estático. Sua boca se abriu mas ele não disse nada e apenas continuou ali me olhando como se eu fosse um animal asqueroso e fedido. E de novo, me arrependi do que fizera, por que eu sou tão matraca desse jeito? Por que não consigo falar como uma pessoa normal quando estou nervosa? Agora eu ia me passar por louca, e talvez fosse despedida.

— Lora? — Ele perguntou me olhando e ergui meu olhar até si também. Droga, ele não sabia que eu sabia sobre Lora. — Como você sabe da Lora? E como sabe que ela supostamente… — Maxon pareceu confuso e um pouco nervoso — sabe a hora em que saio do trabalho?

Tentei pensar o mais rápido que podia, poderia falar que… sabia do nome porque estava escrito na tela do celular e… me lembrava dela na festa e que imaginei que eles voltariam a se ver.

Mas não consegui, não consegui mentir. Quando ele me olhava nos olhos sentia que tinha de ser franca então apenas…

— Eu vi vocês dois segunda-feira a noite. — Respondi cruzando os braços, o que fez Maxon desviar o olhar rapidamente e reprimir os lábios. Ele pareceu pensar um pouco e depois olhou para mim de uma forma diferente.

— America… preciso perguntar — Schreave arrumou a postura e ficou de frente para mim — Você está com ciúmes?

Tive que olhar bem para ele para discernir se ele estava brincando ou não. Mas quem Maxon achava que era? e quem achava que eu era? Confesso que a raiva subiu por minha cabeça de novo de um modo que para afastá-la, usei minha outra ferramente que demonstrava o quanto estava brava: Rir

E eu ri, de um modo superficial mas ainda sim intenso, ri porque se não risse iria ficar sem emprego de uma vez por todas.

— Ciúme? — Perguntei parecendo que iria enfartar. Ri mais um pouco fingindo secar algumas lágrimas — Eu não tenho ciúme de você Maxon, você acha o que, que sou uma coitadinha?

— Não, não eu não disse isso — Schreave imediatamente balançou a cabeça — E não tem nada haver eu só…

— Para sua informação, também há caras interessados em mim — Falei sem menos pensar. E por que eu falei aquilo? Que ridícula, agora eu estava morrendo de vergonha.

Maxon de novo olhou para mim como se tivesse acabado de pousar na terra.

— Singer, creio que essa não é a questão aqui. — Murmurou mas não consegui desfazer de minha pose.

— Na verdade, eu acho que é sim. Quer dizer… por que você parece acreditar que eu estou de alguma forma “desconfortável” com a ideia de você sair com uma mulher, quando na verdade eu mesma a arranjei para você.

— Você não arranjou Lora para mim — Disse ele confuso.

— Então por acaso, você teria ido até ela se eu não tivesse avisado? Porque se me lembro bem, nem notar que ela estava te olhando você notou — Agora fui eu que cruzei os meus braços e apesar de não ter tropeçado em nenhuma palavra não entendi porque estávamos falando daquilo, parecia que de alguma forma eu só queria prová-lo que não tinha ciúme.

Maxon olhou para cima como se estivesse tentando se acalmar. Percebi o quanto estava sendo infantil e imatura, quantos anos eu tinha? 8?

— America, eu nem sei porque estamos falando disso — Maxon falou balançando a cabeça como se já tivesse perdido a linha de raciocínio e a paciência.

— Foi você quem começou. —Dei de ombros. Ótimo America, agora sim você provou sua imaturidade.

Maxon percebeu aquilo, pois apenas tentou afastar seus pensamentos que deveriam se resumir há me estrangular e caminhou até sua cadeira em frente a mesa.

Fiquei extremamente envergonhada então fiz a primeira coisa que veio em minha cabeça.

— Vou imprimir os papeis que você pediu — Nem sei se haviam mesmo aqueles papéis, só queria sair da sala para nos livrar de mais constrangimento. Aquele dia não podia ser pior.

 

 

 

[…]

 

— Dia ruim? — Alguém perguntou perto de mim e levantei a cabeça para olhar. Um garoto moreno me olhava com um sorrisinho de lado. Eu estava na sala de impressões sentada no chão por não saber para onde ir. Maxon certamente não iria querer olhar muito na minha cara pelo restante do dia.

— Semana ruim — Comentei lembrando de todas as noites mal dormidas.

— É America né? — Perguntou novamente e apenas assenti.

— Você?

— Aspen. Aspen Leger — Respondeu pegando uma impressora e colocando em uma mesa vazia do lado esquerdo. — Cuido das impressoras como você pode notar.

— Nunca te vi antes — Falei me referindo as inúmeras vezes que vim até a sala e nunca o vi por perto.

— Digamos que eu apareço mais quando uma das impressoras da problema. No entanto, fico naquela salinha ali — Ele apontou para uma porta na lateral quase que escondida atrás de uma impressora que eu nunca tinha percebido por ser bem miúda.

— Isolado, então? — Brinquei.

— Quase isso — Ele sorriu e começou a desmontar a parte de trás da impressora que tinha carregado até a mesa.

— Se importa se eu ficar aqui? Quer dizer… não é um bom momento para eu voltar e falar com meu chefe — Perguntei encabulada.

— Fique a vontade — Respondeu — Além do mais, quase nunca tenho companhia mesmo — Eu sorri e passei as mãos pelo joelho agradecida — Então… por que não conta por que não quer ver seu chefe?

Pensei em inventar uma história ou falar que preferia não dizer, mas algo dentro de mim dizia que aquele solitário técnico era uma boa pessoa. Não iria contar para ele tudo, mas uma parte que já era suficiente para ele entender e apenas… conversar comigo.

Passei o resto de minha tarde ali, e no fim das contas Aspen Leger fora minha melhor companhia naquele dia.

 

 

[…]

 

Quando enfim voltei ao escritório, me deparei com uma cena inesperada: Lora e Maxon estavam dentro do local conversando.

Era tarde demais para eu sair de fininho pois os dois já tinham se voltado em minha direção, resolvi apenas agir naturalmente.

— Com licença — Pedi entrando no recinto com cuidado.

— America — Maxon falou meu nome com a voz um pouco receosa. — Presumo que ainda não conheça Lora — Ele apontou para a mulher que agora estava sentada em minha cadeira. Tentei manter meu controle e apenas sorri.

Lora se levantou de lá e caminhou até mim.

— Muito prazer — Disse estendendo sua mão. Ela era bonita e por fim, educada. Meu nível perto de si deve ter caído uns oitenta por cento.

— Igualmente — Apertei sua mão um pouco envergonhada.

— Foi você que me atendeu no telefone, não? — Perguntou cruzando os braços e então… minhas bochechas coraram violentamente.

— S-sim, me desculpe se fui rude eu estava um pouco estressada — Torci para que minha desculpa recuperasse nem que fosse um pouco de meu orgulho.

— Ah querida não se preocupe — Balançou as mãos como se não tivesse problema — Na sua idade eu também tinha os nervos a flor da pele — Sorriu e olhou para Maxon que observava cada momento da conversa.

Sua idade? Que foi, agora eu tenho treze anos? Certo que minhas ações realmente comprovaram isso mas ela era o que? Uma anciã?

— Sinto muito, ahm… Quantos anos você tem? — Não resisti a pergunta e percebi Maxon se remexer um pouco em sua cadeira.

— 29. — Lora respondeu sem problemas.

— Oh… então é mais velha que o Sr Shreave, afinal ele tem 26 — Comentei dando de ombros.

Aquilo pareceu afetá-la um pouco pois em resposta ela apenas sorriu e caminhou de volta até perto de Maxon. Bingo?!

— Vou te esperar no hall, não vai demorar muito não é? — Lora perguntou a ele ajeitando seu casaco no corpo.

— Não, não querida. Já estou indo — Ele lançou um sorriso em sua direção que ela retribuiu antes de deixar a sala.

Peguei meu casaco também que estava encima do sofá e o vesti. Maxon escrevia algumas coisas em seu computador e mesmo achando que ele não iria dar atenção para mim, me aproximei de sua mesa.

— Hey — O chamei sendo surpreendida por seus olhos se focarem nos meus instantaneamente. — Só queria pedir desculpas pela forma como me comportei hoje. Quero que saiba que realmente não vejo problema de você sair com Lora até porque nos dois não temos nada e… como já pedi desculpas pra ela também só nos resta sorrir, brincar e correr para um abraço — Levantei as mãos balançando-as com um animador.

Maxon imediatamente começou a rir.

— Você não existe, Singer — Falou e pareceu desligar o computador — Tem sorte de ser engraçada.

— Senso de humor é minha arma de defesa. — Falei colocando as mãos no bolso do casaco.

— Tem certeza que não é falar igual uma maritaca? — Disse Maxon se levantando de sua cadeira. Foi eu quem riu dessa vez.

— Também, presumo — Dei de ombros. — Me desculpe, de verdade.

— Tudo bem, em parte a culpa foi minha por ter deixado o celular no escritório. — Maxon caminhou até o porta-casacos agora pegando o seu, vestindo e caminhando até mim. — Esqueci de te avisar mas sábado o pessoal da empresa vai jogar basebol, e naquele dia você comentou que era boa então…

— Com certeza eu irei — Afirmei na hora pois se tinha uma coisa que eu não recusava nessa vida era jogar basebol. Não gostava de me gabar mas era incrível nesse jogo e geralmente meu time sempre vencia.

Maxon sorriu.

— Te passo o endereço do lugar amanhã, chame Marlee também.

— Pode deixar — Confirmei com a cabeça rapidamente.

Por um segundo, ele olhou para mim e não desviei o olhar. Aquele era o momento em que devíamos sair da sala para evitar um possível silêncio constrangedor, mas ali pareceu que estávamos procurando ele. Senti meu coração acelerar um pouco e um nó se formar em minha garganta. Sem querer fui levada novamente para o momento em que fizemos a mesma coisa na madrugada de domingo. A forma como ele me olhou antes de me beijar parecia muito com a que ele olhava agora, e isso me fez focar-se ainda mais em seu olhar para descobrir se pensava a mesma coisa que eu.

Maxon pareceu abrir a boca para falar alguma coisa mas por fim apenas balançou a cabeça e sorriu, desfazendo nosso contato.

Mas que burra America, como pensou que ele iria te beijar? Devo ter esquecido que antes era Maxon e America e agora era Chefe e funcionaria. Nunca iria acontecer.

— Vou indo, Lora está me esperando — Falou quebrando o silêncio, logo depois caminhou até a porta.

— Certo, certo, ela está. — Assenti com a cabeça tentando dissipar meus pensamentos anteriores.

— Ahm… você vem? — Perguntou e depois fui descobrir que se referia ao fato de que nosso expediente já havia acabado, não havia mais motivos para eu ficar no escritório.

— Ah, vou sim, vou sim, mas pode ir na frente porque vou ir no banheiro antes — Fiz um sinal com a mão e Maxon apenas sorriu e assentiu.

— Até amanhã então — Se despediu.

— Até amanhã. — Falei e logo depois Schreave deixara a sala.

Suspirei fundo e passei a mão pelo rosto. Esse momentozinho distraído não podia ocorrer mais, essas trocas de olhares não podiam mais existir, ao contrário, eu não conseguiria nem mais olhá-lo sem pensar se ele tinha o mesmo turbilhão de pensamentos quando se tratava de nós dois.

 


Notas Finais


Comentem monamus ♥♥♥


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