História Sr. Ruper - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Sehun
Tags Baekyeol, Chanbaek, Kaisoo, Sebaek, Shotacon
Exibições 1.152
Palavras 3.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoinhas :3

Gente, gente, eu ri horrores com os comentários. Adorei as reações que vocês tiveram, tirei print de todos praticamente pra mostrar pra amiga ahauahauha

Eu vou ser bem cara de pau agora em falar isso, mas a verdade é que no começo eu demorei de propósito hihi Porém, aconteceu algo que me deixou muito desmotiva. Esses dias eu acabei por receber a notícia de que um amigo muito querido meu sofreu um acidente gravíssimo e entrou em coma, foi um choque pra todo mundo, principalmente por ele ter apenas 14 anos, a minha idade. Isso me deixou bastante abalada e contribuiu um pouquinho para que eu demorasse, e para piorar, há um tempinho eu recebi a notícia que ele entrou em coma profundo, então...

Eu queria agradecer muito mesmo a todos os favoritos que já estão seguindo para 800 aaaaaaaaa, estou imensamente feliz e devo tudo isso a vocês, obrigadinha mesmo! <33

Bom, vejo vocês lá nas notas finais que são super importantes, boa leitura e beijinhos! :3

Capítulo 12 - Me chame de Chanyeol, ou senhor Park.


Baekhyun arregalou os seus olhos ao se dar conta das lorotas que havia falado para Chanyeol, automaticamente levou suas mãos até sua boca tampando-a por conta do espanto enquanto seus olhos estavam focados na figura de seu pai, totalmente cabisbaixo e ao mesmo tempo sério.

─A-appa, me desculpa, n-não foi isso que eu quis dizer, eu...

─Me chame de Chanyeol, ou senhor Park. ─Chanyeol interrompeu o mais novo, lhe dando as costas logo em seguida. ─Faça o que quiser com sua vida, porque eu farei o mesmo com a minha. Como você mesmo disse, eu não mando em sua vida então não é mais de meu interesse o que você vai fazer ou não, incluindo suas dores e sofrimentos por coisas que já foram avisadas. Apenas vá.

─Não, A-appa, vamos conversar...

─Eu já disse que é Chanyeol ou senhor Park, Baekhyun. ─O empresário falava tão sério que fizera o menor se encolher contra a porta e sentir seus olhos ficarem úmidos, mordeu sua mão destra para tentar conter o choro que estava preso em sua garganta, todavia querendo ser solto. ─Daqui em diante, chame o Sehun para suprir todas as suas vontades e desejos, peça a ele para que resolva seus problemas e não me procure mais para fazer o que antes fazia já que eu não sou nada seu, então não é problema para mim o que você estiver fazendo.

Dito isso, o empresário subiu as escadas para poder ir até seu quarto e terminar de se arrumar, até porque teria uma festa para ir e deveria aparecer completamente elegante na mesma contando com a grandiosa beleza de Min Sook que seria sua acompanhante. Seu anseio era, juntamente com a madame, serem o casal mais bonito da festa.

E é claro que seria.

Se dissesse que as palavras árduas de Baekhyun não haviam lhe afetado estaria sendo um tremendo mentiroso, a dor que sentiu naquela hora fora muito grande, mas não poderia transparecê-la ao menor, deveria se mostrar forte o suficiente e demonstrar que nem um pivete lhe transformaria em um submisso. Chanyeol sempre fora de porte superior e não seria agora, graças a um garoto mau agradecido, que isso iria de fato mudar.

Amava sim, Baekhyun, o amava muito. Contudo, não poderia sustentar mais um vinculo pacifico com o mesmo. O pequeno havia escolhido seus caminhos e a maneira que queria que a relação fluísse com o empresário dali em diante através de suas atitudes e palavras, e era por isso mesmo que o Park mudaria completamente sua maneira de agir e sua personalidade com o outro.

Seu amor pelo Byun teria, agora, uma leve pitada de amargura e insatisfação.

Nem mesmo percebeu quando uma teimosa lagrima escorreu de seus olhos pela extensão de sua bochecha por causa da dor das palavras proferidas por aquele que era de ser o motivo de sua maior felicidade, chorar infligia o seu ego, mas na penumbra de seu quarto, se permitiria humilhar-se nem que fosse pelo menos um pouco.

O Park sentia falta de seu antigo Byun, de seu antigo melhor amiguinho, aquele que conheceu sentado com um ursinho de pelúcia Sr. Ruper e um álbum quase completo de figurinhas e que lhe fez prometer que nunca o abandonaria durante várias visitas.

 

〰♠〰

 

Do outro lado da casa, Baekhyun se encontrava quase que aos prantos.

Sua vontade era de gritar até que suas cordas vocais se arrebentassem em busca de ajuda, tamanha era sua confusão com tudo que lhe cercava, afinal, era um adolescente muito novo e sem muita experiência das coisas do mundo. Agiu por impulso e odiava tal fato, não queria ter falado aquelas palavras tão duras que atingiram não somente aquele em que lhe concedeu tudo do bom e do melhor sempre quando precisou como a si mesmo.

Ainda tentava processar de onde tinha surgido as palavras que havia falado para seu hyung Chanyeol, já que agora não tinha mais o direito de chama-lo de pai. Estava certo de que de seu amago não havia sido, no entanto, sentia como se realmente fosse e isso o deixava ainda mais louco e revoltado consigo mesmo.

Com as pernas bambas saiu de sua casa ao ouvir o barulho da buzina da moto potente de Sehun lhe chamar, pegou o capacete das mãos do punk ainda meio em pânico e montou na moto segurando a cintura do maior com tanta força que Sehun resmungou com o aperto que o menor estava fazendo, sem receber uma resposta em troca sendo em palavras ou afrouxo nos braços que circundavam sua cintura.

Acreditando que aquilo seria um pedido de "vamos logo" o platinado apenas acelerou sua moto e deu partida, cantando os pneus rua em diante. Era um costume seu de sempre estar com a sua moto deixar uma marca sua no chão, independente de onde estivesse.

Não demorou muito para que o punk e o pequeno chegassem em seu local de destino, em uma festa numa casa de um dos amigos do Oh, onde passariam supostamente a noite inteira interagindo entre si ou com amigos, sem contar nas diversas bebidas que poderiam beber e nas caricias que hão de serem trocadas.

─Baek, você está bem? Está com uma carinha cabisbaixa e de choro, o que houve amor? ─Sehun perguntou assim que desceram da moto e deram as mãos, os olhinhos brilhantes de Byun brilhavam, na verdade, de tristeza e não admiração pelas luzes neon e o som alto. ─Diz pra mim, assim eu vou poder te ajudar.

─Estou, não se preocupe. É impressão sua. ─Disse dando um sorriso, tentando convencer o mais velho. O que pareceu funcionar muito bem, até porque a respiração de Sehun ficara mais calma. ─Vamos entrar, preciso beber um copo de água.

Dando de ombros, mas ainda preocupado, o mais alto puxou Baekhyun para dentro lhe ajudando a se desviar da imensa aglomeração que dançava ou se beijava na pista de dança, não foi uma das tarefas mais fáceis de serem feitas, entretanto não impossível.

O pequeno bebeu sua água e após minutos estando abraçado ao namorado na rodinha dos amigos, conseguiu acalmar seus pensamentos e principalmente seu estado, podendo enfim curtir pelo menos um pouco da festa com os colegas e seu amado. Por um momento esqueceu de tudo o que lhe perturbava e de suas mancadas com a vida e familiares, e agradecia mentalmente por isso mesmo não tendo noção de tal.

Chegara um momento que ficar apenas abraçado ao punk não foi o suficiente ao menor de todo o grupo de amigos e depois de tanto insistir conseguiu convencer Sehun a ir até a pista de dança junto consigo, dando a desculpa que estava entediado e que queria aproveitar bem mais a noite com o mais alto do que ficar apenas no aconchego de seus braços. Por sua sorte, uma musica sensual e envolvente – e ao mesmo tempo tendo uma batida eletrônica – começou a ser tocada pelo DJ e logo os corpos se chocavam um contra o outro, sem deixar de lado as mãos bobas passeando por cada parte de ambos os corpos, as caricias em meio a beijos, o rebolar do quadril de Baekhyun contra o corpo forte do punk.

Sehun, não aguentando os rebolados sensuais do menor em seu membro, acabou por conseguir uma ereção no meio de suas pernas e o sorriso ladino de Baekhyun lhe provou que o menor fizera de proposito. Agarrando a cintura do menor e o puxando para si colocando os corpos, o tatuado tomou os lábios do mais novo de maneira possessa e necessitada enquanto dava passos para trás seguindo o caminho que dava as escadas, esta que os levaria até algum dos vários quartos.

A porta foi aberta com uma força desnecessária da parte do Oh, mas estando necessitado da maneira que se encontrava seus instintos falavam mais alto do que qualquer outra razão. Só foi fechar a porta quando o corpo de seu namorado estava no colchão, lhe olhando com uma luxuria desconhecida, mas que o excitava até bem mais do que permitido.

Sehun mal conseguia acreditar que em alguns instantes teria Baekhyun da forma que queria desde que o viu e o outrem não creia que logo estaria sendo tomado pelo o homem que amava de verdade e o único que não lhe fazia sofrer.

Meras e doces ilusões.

Ambos já se encontravam apenas de calça quando até então as blusas estavam jogadas em um canto qualquer do quarto e os fios de cabelos todos bagunçados. Baekhyun arfava abaixo de Sehun arranhando as costas do mesmo enquanto este lhe abusava do pescoço, todavia, querendo que a primeira vez do menor fosse inesquecível e prazerosa, o tatuado logo se afastou para poder ir até o banheiro e buscar o pequeno tubo de lubrificante no banheiro, sabia que o amigo sempre guardava para as festas que dava.

No meio tempo em que Sehun levou para buscar o que era necessário, seu celular começou a apitar anunciando as notificações de várias mensagens que estavam chegando. Curioso como sempre foi, Baekhyun tomou o celular em mãos e o desbloqueou, logo tendo a visão de todas as mensagens que Sehun trocava com Jongdae.

 

[13:45 – Jongdae] Hoje a noite você vai pegar o baixinho de vez então?

[13:47 – Sehun] Vou, não aguento mais esperar.

[13:52 – Jongdae] E se ele gamar ainda mais em você? O que vai fazer?

[13:59 – Sehun] Já disse, eu irei dispensa-lo. De qualquer forma eu iria fazer

isso, eu só quero foder com ele, nunca minhas intenções foram sérias.

[14:10 – Jongdae] É assim que eu gosto, Sehun. Baekhyun é meio chatinho

e muito bobo, só presta pra usar mesmo. Não via a hora de você usar ele

e largar logo, eu tenho outras opções mais interessantes para você.

 [14:47 – Sehun] Sábado, às dez horas. Meu horário livre pra sua nova opção.

[23:28 – Jongdae] Seu novo brinquedo já está garantido, aproveite a brincadeira

com o Byun. Até.

 

O que era aquilo?!

A mente de Baekhyun trabalhava em uma velocidade alta demais que o próprio não conseguia acompanhar, sua cabeça girava e sua visão estava embaçada por conta das lágrimas que se acumulavam em seus olhos. Sehun só queria lhe usar? Como pode ser tão tolo de não ter percebido isso?

Como pode ser tão tapado de ter acreditado no punk quando na verdade os únicos que tinham razão e prezavam por seu bem e sua segurança era Kyungsoo e seu pai que sempre lhe alertaram?

A culpa caíra sobre seus ombros de imediato, assim como as lagrimas de seus olhos. Nunca se sentiu tão mal como agora, sua vontade era mais que nunca ir correndo aos braços do pai e melhor amigo e lhes implorar perdão e conforto, não se importava de ter que se humilhar para tê-los de volta.

E como no ditado, só damos valor quando realmente perdemos.

─Baek, amor, o que foi? Você está chorando, eu sabia que tinha algo errado. ─Sehun apareceu no quarto surpreso ao ver as lagrimas do menor, contudo o dito cujo foi impedido de prosseguir sua fala quando um tapa forte foi deixado em seu rosto. ─O-o quê? -Perguntou estático, levando sua mão destra até sua face por conta da ardência e no mesmo instante viu seu celular na mão do outro. ─A-amor...

─Não me chama de amor, seu cretino! ─Gritou se afastando o quanto podia do outro. ─Eu não acredito que você foi capaz de fazer isso comigo, Sehun! Você estragou a minha vida, fez eu brigar com as pessoas mais importantes da minha vida, eu te defendi de todos pra mim ser apenas um brinquedo pra você? Como eu sou burro!

─Não é nada disso, Baek! ─Tentou se aproximar, no entanto levara outro tapa, dessa vez no braço. -Me deixe explicar!

─Não tem merda nenhuma pra me explicar, Sehun! Eu te odeio, sério, eu nunca mais quero olhar pra sua cara. ─Chorava aos prantos, vestindo sua camisa e seu coturno de modo apressado. ─Você é um otário, nem acredito que quase me entreguei de corpo e alma pra ti. Você é podre Sehun, e não digo isso por todas as drogas que usa, a sua personalidade e maneira de pensar são podres, fedem e são repugnantes, graças a isso consegue deixar os outros cegos para cair em suas armadilhas e eu realmente espero que um dia você passe pela mesma coisa ou melhor, que sua irmã sofra, porque assim doerá ainda mais em ti já que ela é seu bem precioso. Sei que não aguentaria ver ela chorar por caras da sua mesma laia, então espero que você seja atingido e sinta repulsa de si mesmo! Da mesma maneira que você me fez estragar a minha vida, eu te desejo o dobro.

Despejou todas as palavras que queria sobre o punk e saiu do quarto totalmente revoltado e tristonho, as lagrimas estavam sendo difíceis de segurar, contudo não queria se importar com as mesmas agora. Na verdade, Baekhyun não desejava que a irmã de Sehun passasse o mesmo que si, adorava a pequenininha e se tivesse que protegê-la o faria mesmo seu irmão sendo um filho da puta, não literalmente.

Tudo o que queria era ir embora dali o mais rápido o possível. Quando estava saindo pela porta, Jongdae estava chegando e foi muito bem recebido com um soco em seu nariz por Baekhyun, deixando o outro punk atônito e alheio do assunto.

─Eu odeio você também!

Correu até perder seu folego e ao reparar onde se encontra, viu-se em uma praça que conhecia muito bem pois a frequentava praticamente todos os dias após suas aulas acabarem. Estava perto de sua escola, então pelo menos não estava perdido, o que de fato era ótimo. Apanhando seu celular de seu bolso, discou o numero de seu pai a fim de pedir para que o buscasse naquele leve penumbra para ir embora até sua casa, não se importava se tinha brigado com o mais velho ou não, apenas queria ir para casa e ter algum tipo de conforto.

─Chan Appa... ─Balbuciou com sua voz embargada enquanto fungava baixo. ─V-vem me buscar... Por favor?

 

〰♠〰

 

A mão de Chanyeol estava pousada na coxa farta e coberta pelo tecido caro e fino de Min Sook quando o seu celular vibrou no bolso de sua calça social. De começo havia ignorado o aparelho e continuado a conversar com outros convidados, contudo a chamada continuou insistente e suspirando frustrado retirou seu celular para ver quem o estava ligando.

Sentiu uma sensação estranha percorrer por todo o seu corpo ao ver o nome de Baekhyun piscando na tela, porém não deixou de se preocupar com o mesmo, poderia estar imensamente magoado com o menor, entretanto ainda sentia que era sua obrigação sem sombra de dúvidas protegê-lo e amá-lo.

Para o menor Chanyeol poderia não ser seu pai biológico, no entanto, para Chanyeol, o menor era seu bem mais precioso que tinha orgulho de chamar de filho.

Nem mesmo terminou de escutar a frase do Byun e já se levantou apressado, algo afligia seu pequeno e precisava ir ampará-lo. No entanto, fora impedido quando Sook segurou em seu antebraço lhe olhando de modo interrogador. Fora repentina a ação do maior, lhe pegara de surpresa.

─Onde vai, Chanyeol? A festa ainda não acabou, amor. ─Falou levemente manhosa, mas ainda sim séria e desconfiada. ─O que aconteceu?

─É o Byun, Sook. ─Chanyeol respondeu, puxando o seu braço soltando-se da morena.

─Você vai mesmo ir atrás dele depois de ter falado tudo aquilo para você? ─Perguntou irritada e incrédula, olhando descrente para o maior.

─Vou, porque mesmo ele tendo falado tudo aquilo, ele ainda é meu filho e eu continuarei o amando pois Baekhyun que é a pessoa mais importante para mim nessa vida. ─Chanyeol disse sério, a verdade soando tão sincera por seus lábios. ─Fique aí, depois você vai embora. Eu preciso resolver meus problemas.

─Mas como eu vou embora?

─Peça um táxi, amor. Ou ligue para seu motorista vir lhe buscar. ─Sorriu de lado e se inclinou levemente para selar os lábios da outra.

Saiu com passos apressados, praticamente correndo, até o estacionamento que os carros de todos os convidados se encontravam e não demorou para que achasse o seu, entrou rapidamente no mesmo e cantou os pneus quando deu partida para ir até o endereço que Baekhyun lhe mandara por mensagem de onde estava.

─Eu realmente espero que você tenha bons motivos para me fazer sair de meus compromissos e vir te buscar, Baekhyun. Sabe o tipo de gente que tive deixar para trás e vir até aqui? Pessoas de extrema importância para a sociedade, Byun, sem contar que Min Sook está lá e tive que deixa-la sozinha. ─Disse assim que chegou no local que Baekhyun estava e quando o mesmo entrou no carro, ainda fungando baixinho. ─O que aconteceu?

O Sehun...

─Em casa conversamos sobre isso. ─O cortou, e o assunto acabou por encerrar ali mesmo, sem nem ao menos ter começado.

O caminho seguiu em silencio, cada um preso em seu próprio mundo. Baekhyun tentava se acalmar e Chanyeol tentava manter a calma. Apenas as forças sobrenaturais saberiam dizer qual era a vontade do Park naquele momento, sua cabeça parecia que ia explodir e a única coisa que passava por sua mente era acabar com Oh Sehun.

Foram para o quarto de Baekhyun e já sentado no canto da cama do mesmo, Chanyeol o olhava com seriedade pedindo para que lhe contasse tudo e assim o pequeno fez. Contou tudo, desde quando passou a se envolver com Sehun até o que havia acontecido há pouco tempo atrás. A primeira reação do empresário foi abraçar Baekhyun e tentar lhe acalmar novamente quando o mesmo voltou a chorar.

─Chan Appa...

─Chanyeol, por favor. Me chame de apenas Chanyeol. ─Suspirou, fazendo carinho nas costas do outro. Não falaria nada e nem mesmo o julgaria, seu silencio já era o suficiente e bastava.

─Chanyeol. ─Tinha um gosto amargo demais chamar o maior pelo seu verdadeiro nome, não tinha o doce e o prazer que era igual a lhe chamar de Appa.

Outra vez Baekhyun sentia-se arrependido de tudo o que falara para o mais velho.

─Me perdoa, por favor? E-eu não queria falar aquilo, de verdade, eu só... Me exaltei e tomei medidas precipitadas demais. Por favor, Chan, m-me perdoa- ─Foi impedido por sua fala, pois o maior se afastava de si e apanhava o celular do bolso discando um numero qualquer e desconhecido ao menor por não ter visto direito. -O-o que está fazendo?

─Alô, senhora Byun? ─Chanyeol possuía um nó na garganta ao falar com a idosa. ─Eu estou aqui, em nome de Byun, dizendo que sim, aceito sua proposta. ─Falou mais algumas palavras com a senhora e depois de minutos desligou, voltando a olhar para Baekhyun.

─Que proposta? ─Indagou sem entender.

─Baekhyun, você irá viajar com sua avó no final de semana assim que sua semana de provas acabar. ─Chanyeol disse extremamente triste, nunca concordaria com aquela proposta extremamente maluca, por isso a colocaria nas decisões de Byun. ─Você irá para Inglaterra e ficará lá durante um tempo convivendo no mesmo teto que sua patriarca e com isso, se você perceber que morar com alguém que tem o seu sangue é melhor que morar comigo que não sou nada seu, sua guarda será passada para ela. Será uma experiência para você poder se arrepender de tudo o que fez aqui e de tudo que se tornou, desculpe querido, mas foi você mesmo que se colocou nessa situação.


Notas Finais


EXPLICAÇÃO:

Muita gente anda comentando sobre vários tipos de romantização e calamidades que vem acontecendo em várias fanfics aqui no site, algumas principais são o estupro, relacionamento abusivo e pedofilia. Sr. Ruper não apoia a pedofilia e nunca apoiará, já deixando bem claro. Na minha concepção pedofilia é quando um adulto abusa de uma criança violentamente e a maltrata, e como todos podem ver aqui não temos isso; mas cada um tem sua própria visão sobre e isso é um dos motivos que me levou a isso.
Eu pretendo sim escrever um lemon aqui - provavelmente no ultimo capitulo ele sairá - e para evitar conflitos futuros dizendo ter romantização por causa da diferença de idade entre Chanbaek e Kaisoo ou qualquer tipo de encrencas, eu resolvi alterar as idades de Kyungsoo, Baekhyun e Sehun. A partir de hoje as idades de Kyungsoo e Baekhyun serão 16 anos e a de Sehun 18. A idade de Chanyeol e Jongin continuará a mesma; ainda tem uma  diferença consideravel nas idades, mas é preferivel que eles sejam mais maduros do que pré-adolescentes se descobrindo. Eu irei editar os outros capitulos alterando tudo o que esteja relacionado as idades, assim terá melhor compreensão de leitores futuros. Obrigada pela atenção aqui! <33

Agora o Baek se arrependeu mas foi tarde demais, né? No que será que essas férias em Londres vai resultar hein? Boatos que Baekhyun vai gostar... Não tá mais aqui quem disse isso.

Comentem o que acharam, vou adorar ver suas reações novamente. ♡♡
Lembram da fanfic que o Baek usa cadeira de rodas? Eu postei! O link é esse aqui https://spiritfanfics.com/historia/o-garoto-da-cadeira-de-rodas-7112823, leiam lá, favoritem e comentem! <333

Até logo amores e obrigada por ler! ♡


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