História SSS The Anonymous - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Carlson Young, Matt Dallas
Tags Drama, Mistério, Romance, Suspense
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Palavras 2.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Encontre também essa história no Wattapd por @claralourosa

Capítulo 1 - S.S.S the anonymos-Once upon a time


Prólogo- 
   
           "Inconpreensíveis"

Era uma sala branca.Cheirava a algo limpo,como lavanda.Seus móveis,na maior parte,neutros.Hannah sentia que só estava no começo daquilo,o "interrogatório".Não,ela não estava em uma delegacia dando sobre o ocorrido,há um mês atrás.Ela já passou por isso,ela sabe qual é a sensação de ser apontada como culpado e não ter ninguém que acredita em suas palavras.
 

 Tudo em sua volta parece familiar,mas é familiar.Ela já esteve ali,na verdade,ela tem ido ali desde o começo de seus problemas,há dois anos atrás.

-Hannah,Você Pode me dizer o que aconteceu naquela casa de férias?
 

 Hanna encarava o quadro em sua frente,nele viu uma mulher levitando em uma sala cheia de espelhos.Parecia sua vida,Não importa o quanto seu corpo esteja leve,seus problemas sempre estarão presentes na sala de espelhos refletindo de volta para ela.

-Senhorita Boeing,Você está me ouvindo?
  

Mais uma vez,Senhor Pray, em uma tentativa falha tenta chamar atenção da garota em sua frente.

-Por favor,chame-me de Hannah!-Claro,Hannah.
 

 O meigo senhor de cabelo grisalhos dá um sorriso pela primeira frase que Hannah fala desde que entraram naquela sala.Senhor Pray ajeita Seu óculos vermelho que Caía de seu rosto.

-Que tal começarmos de novo?-Ele pergunta,Hannah apenas acena com a cabeça.-O que aconteceu naquela noite,Hannah?
  Ela o encara Como se ele já soubesse a resposta.
  -Não viu nos noticiários?minha melhor amiga morreu,e meus amigos somos os "culpados".
-Vocês não São os culpados.
-Ah,não.Não é o que eles pensam.
-Quem são eles?
-Quem mais seria?A polícia,as pessoas,Seattle inteiro,minha família,e provavelmente,a América inteira.
 

 Hannah sabia que seu nome e de seus amigos estavam correndo pelas das pessoas onde mora.Ela não queria passar por tudo de novo.Não sem ela.

 

-Hannah,responda-me uma coisa.Vocês tiveram algo haver com o assassinato do Senhor Herondale e da senhorita Carser?

-O QUÊ?!?Eu já disse-lhe.Não Tivemos nada haver com a morte deles.O que falta para você entenderem?

Sua voz sobresaiu um pouco.O que mais as pessoas a sua volta querem para culpá-los? Uma confissão escrita por eles em um envelope mandada por uma pomba para o juiz,Macaulay,Quem quer fazê-los de exemplo por Seattle.

-Acalme-se,Hannah.Não estou aqui para culpá-los e sim para ajudá-los a entender o que se passa em suas cabeças.
            -Eu não matei Brokke!

-Eu sei que você não a matou.
 

-Mas vocês insistem em dizer.Vocês não me conhecem.Eu Jamais a mataria.
 

Senhor Pray olhou para aquela garota a sua frente e Você percebeu algo diferente no olhar dela.Algo já viu muitas pessoas,em pessoas com coração partido.

-Hannah,tira-me uma dúvida. Qual é o seu sentimentos pela Brooke?
  

Ele pergunta prestando bastante atenção nas expressões de Hannah que estava cabisbaixa.

- Porque as pessoas em minha volta acho que eu tenho sentimentos pela Brooke?Sabe, eu não entendo o que elas vêem parar acharem isso.Nunca nada saiu da minha boca.
  

Hannah,que antes estava cabisbaixa,levanta sua cabeça após dizer sua última frase.

-Algumas coisas não precisam ser ditas,Hannah.Apenas com ações,as pessoas conseguem capitar o que as outras pessoas sentem ou querem dizer,mas não conseguem.-Senhor Pray explica-É Como aquele ditado:"Os olhos são os espelhos da alma".
-Brooke e eu,somos melhores amigos desde que nascemos.Acho que por isso que temos uma forte ligação.Nossa forma de demonstrarmos que nos importamos uma com a outra é única.
 

 Tinha como perceber que alguma coisa incomodava Hannah,pela forma que ela transmitia suas palavras.Tristes e ressentidas.As pessoas podiam dizer qualquer coisa contra Hannah,mas elas nunca,jamais saberão quem é realmente Hannah Boeing.

  Ela não é apenas filha de michael Boeing,um dos diretores e herdeiros da Compania Boeing,uma corporação multinacional norte-americano de desenvolvimento aeroespacial e defesa.
  

Hanna é mais que isso,mais que apenas um rostinho bonito. Ela quer fazer a diferença no mundo,ela quer ser a diferença.Mas uma barreira deve ser quebrada e as pessoas deveriam levá-la mais a sério.

-Como se sentiu após perdê-la?
-Eu tenho outra pergunta!Como você se sentiria depois de perder alguém que estava ao seu lado desde sempre?
 

 Hannah o desafia com olhar.

-Apenas uma palavra:Perdido.

-Qual é o objetivo dessa sessão?

-Hannah,eu sou seu psicólogo há dois anos.Estou aqui para te ajudar antes de tudo entendê-la-Senhor Pray ajeita sua longa gravata em voltade seu pescoço.

-Está apertada?
  

Ela se referia gravata.

-Um pouco.

-Sente essa sensação?De algo sufocando-o?É esta sensação que eu estou sentindo a um mês,desde que ela se foi.-Ela tinha uma expressão triste.

-O que está a sufocando,Hannah?

-Vocês piscólogos fazem muitas perguntas.-Hannah enconle suas pernas sobre o grande sofá que estava sentada.-A curiosidade matou o gato.E a Brooke também.
 

O senhor de cabelo grisalhos encarava Hannah tentando decifrar com mensagem subliminar ela está tentando transmitir.Ele sabia que ela e seus amigos estavam escondendo a verdade.Por trás disso tudo há um  mistério que deve ser revelado.Ele estava tentando revelá-lo.

-Hannah,há uma coisa que você,a Charlottie,o Matt e o Alex,seu irmão,não estão contando para a polícia?

-Ninguém nunca conta totalmente a verdade.

-O que está acontecendo,Hannah?Eu quero ajudar.
  Ele tenta convencê-la.

-Engraçado,você não anota nada nessa prancheta!
 

 

 Senhor Pray olha sobre Hannah,para um lugar específico.Ela percebe esse movimento e olha para a mesma direção,mas não enxerga nada.Ele anota algo em sua prancheta antes que ela se virasse novamente.

-Viu só,estou anotando.Você que não percebeu.
 

 Ele mostra a prancheta e diz, assim que ela volta para posição anterior.Ela olha para o relógio e sobre a mesa que os separava.Mas como ele estava virado para seu psicólogo,ela pergunta:

-Que horas são?
 

 Antes de respondê-la,senhor Pray,olha em direção ao relógio.

-São exatamente dez horas da manhã,Hannah.

-A que horas mesmo acaba a nossa sessão?-Hannah pergunta já sabendo a resposta.

-Às dez horas.-ele responde.

-Então,eu acho que deveria ir.Até mais,Pray.-Ela se levanta de onde estava sentada o que faz seu psicólogo fazer o mesmo.Ambos dão um aperto de mãos e se despendem.
  

Fora daquela sala,onde com suas cores,deveria transmite uma paz e fazer a pessoa encontrar uma segurança para colocar todos seus medos e suas inseguranças para fora do seu interior.O lugar onde eles não pertence.Para Hannah o lugar que ela está frequentando a dois anos é apenas um único lugar onde que estão presos suas  Lamentações e segredos,mas apenas os quais elas quer que o senhor Pray saiba.Os menos sombrios.

  Havia duas recepcionistas mexendo em seus computadores atrás de um balcão.Os amigos de Hannah,Incluindo Alex,seu irmão, estavam à espera da mesma sentados em sofás separados naquele espaço.O chão era branco,as paredes eram brancas,roupas das recepcionistas eram brancas e até mesmo as rosas em um vaso sobre a mesa no centro eram brancas.Tudo para dar um ar de tranquilidade aos seus pacientes,mas o que eles não sabiam era que isso chegava dá um certo medo desconforto.
 

 Hannah Caminhava tranquilamente pelo corredor, ela estava indo em direção aos seus amigos.Quando ela chegou avistou seu irmão como a expressão preocupada e um copo de água em mãos,imediatamente ela foi até ele se posicionou em sua frente.Ele olhou para pessoa com corpo pequeno em sua frente e de cara soube ser sua irmã, também a reconheceu pelo par de coturnos pretos em seus pés.Uma das várias formas de reconhecê-las.

-Se você demorasse mais um pouco,o Alex teria uma parada cardíaca aqui mesmo.-Comenta a Charlottie.

-Você está bem,Hannah?-Alex perguntou a ela enquanto  abraçava-a. 

-Sim,Alex,estou bem.

-O que ele perguntou a você?-Matt curioso pergunta para Hanna.

-Com certeza as minhas coisas que perguntou à vocês.Se o matamos ou se o matamos, principalmente.-Ela disse com ironia.

-Eu só espero que isso acabe logo!-Charlotte fala enquanto levava as mãos a cabeça.

-Não se engane,isso está apenas começando.

-O que você quer dizer com isso,Hannah?

-Que amanhã não estaremos mais aqui.-Hannah responde.

-E onde estaremos?-Alex pergunta preocupado.

-No Rainier!
-O que é Rainier?-Charlottie perguntou confusa.

-Um reformatório onde estão os adolescentes Rebeldes e problemáticos,''como nós'', segundo eles.-Matt se faz presente naquele espaço,vendo a chuva cair nas ruas de Seattle pela janela do consultório.

-Como você sabe disso,Hannah?

-Você sab,Alex.Ninguém esconde nada de mim.
                           (...)

  Após sair do consultório, Hannah e Alex voltaram para casa acompanhados dos seus seguranças no carro de sua família,uma floripa limousine preta.Quando estavam saindo da consulta,ambos foram cercados por vários paparazzis que tentavam,de toda forma tirar fotos dos gêmeos,essa atitude irritou Big Bob,um dos seguranças que estavam com eles.Além de segurança,ele é muito querido por Hannah,como melhor amigo de muito tempo.Esse tipo de acontecimento vem acontecendo desde das últimas notícias sobre o assassinato de Brooke Carser,que eles são os principais suspeitos
  

O carro que chama bastante atenção por onde passa estacionou em frente ao grande portão da casa da família Boeing.Dois seguranças estavam fazendo a guarda sobre quem entra e sai da casa.Seus nomes era John e Guy.O carro parou em frente dos dois homens fortes de ternos,após ambos reconhecerem o carro e os filhos de seus patrões liberaram a entrada.Enfim,Big Bob que estava no volante seguiu com o carro por um caminho asfaltado onde em suas laterias eram enfeitadas com estatua feita de mármore.

Era uma casa que tinha muitos detalhes.Em sua entrada apresentava quatro pilastras,um jardim bem verde com vários arbustos que possibilitava vários caminhos até chegar a entrada principal,onde havia uma porta feita de madeira,A casa era de um bege claro com exceção de algumas de algumas partes que chegava a um marrom.

Assim que o carro parou na entrada da casa,Hannah logo saiu do mesmo e abriu a grande porta e entrou em uma grande sala.Seus pais estavam sentados no sofá tomando chá,ela odeia chá,prefere café bem forte,seu pai lia um jornal e sua mãe uma revista de modelos.Pareciam um casal feliz,já que estavam bem próximos,próximos até demais.

Para ela era estranho ver os dois assim juntos como se não tivesse acontecido nada há dois anos atrás.Era mais um desconforto que não passava,e presenciar ambos ali tão próximos,como se nunca tivessem vivido um momento que podia ter destruído sua família,se não tiver já destruído,parecia tão inverídico(errado).

-Haz,querida,como foi  com o senhor Pray?-Mia,mãe de Hannah,perguntou com um sorriso no rosto.

Hannah queria saber como sua mãe superou aquilo e perdoou seu pai depois do que ele fez a ambas,do que ele fez a sua família.

-Oi,mamãe.O senhor Pray parece ser uma pessoa bacana,mas sabe,não me dou bem com pessoas que acusa de homicídio.

-Querida,eu tenho certeza que ele não teve a intenção de acusá-la.

-Talvez,a Hannah estivesse exagerando,querida!-Michael fala sem propósito de provocar uma briga,mas não foi o resultado.

-Talvez,você esteja se metendo onde seu nome não foi citado.-Hannah revida para seu pai.

-Por favor,Hannah não comece uma briga.-Sua mãe tenta acalmar a tensão presente ali.

-Não comece uma briga!?-ela pergunta incrêdula.-Como você pode falar isso depois de tudo que ele fez ?Hein,mãe!Diz-me,por que eu não sei como você consegue conviver com ele depois dele ter traído você;e o pior com a minha,agora,ex-namorada.Não qualquer puta por aí!

-Hannah,cale-se!-o''autoritário'' Michael Boeing aumenta a voz para sua primogênita.-Meça suas palavras.

Essa rivalidade entre pai e filha literalmente nasceu de um dia para o outro depois daquele momento que mudou praticamente sua família.Tudo por causa de uma garota,apenas uma adolescente que estava preste a entrar no ensino médio.Seu nome era Holden Davis,filha de um governador de Seattle,é um pouco complicado já que ela era menor de idade na época,e ainda é nos dias de hoje.Seu pai nem imagina do ocorrido.

Alex entra entra pela porta principal e dá de cara com seu pai e sua irmã se encarando como cães raivosos.Ele já sabe que os dois  estão brigando,essa situação se tornou ''noemal'' entre ambos nos últimos tempos.

-Estão brigando de novo,não é?-ele pergunta inda até sua mãe com um sorriso e a abraçando.

-O que mais Michael e eu estaríamos fazendo?Brincando de casinha?O pai carinhoso e a filha amada?Nem nos seus sonhos.

-Essa briga não vai parar,não é,Hannah?

-Com certeza temos o que discutir.-Hannah fala desanimada.-Mas podemos fazer isso depois da minha volta do Rainier.-ela sobe as escadas para o segundo andar deixando os que estavam presentes ali para trás.

Pela expressão no rosto de  Michael ele não ficou risonho em saber que Hannah soube por outra pessoa sobre o Rainier.Era para ele ter esclarecido isso há uma semana atrás,mas o medo o impedia,então ele resolveu contar hoje na hora do jantar,isso se Hannah aparecesse,ela não costuma aparecer.Ele sente tanta falta de sua pequena Haz,a filha com quem costumava ter uma conexão.

O quarto de Hannah mudou muito de uns tempo para cá.Antes,onde tinha cores mais claras como branco,bege e rosa bebe,agora ela opta por móveis de madeira como sua cama,a escrivaninha ao lado da cama e sua mesa de estudos onde fica seu computador.Seu quarto é bem espaçoso com um tapete bem ao centro.

Durante a tarde caiu uma pequena chuva,deixando sobre o jardim,do lado de fora,uma fina neblina.A paisagem podia ser considerada bela para os solitários presentes.Hannah estava para olhando para aquela imagem da janelo do seu quarto,a sensação que ela sentia era de um momento bem distante de sua vida.

-Talvez,eu te pegue.

-Não,você não vai me pegar.

As duas crianças estavam correndo pelo jardim em uma manhã fria do inverno de 2004.Era Alex e Hannah.Ambos pequenos,tinham no máximo sete anos de idade.Quando acordaram e olharam pela janela de seus quartos perceberam uma ''nuvem branca'',na mentes deles.Não perderam tempo e logo desciam as escadas de pijama.Ele em um azul escuro com aviões,ela em um rosa bebe com sorvetes de casquinha,os dois calçavam pantufas brancas.

-Gêmeos,não corram!-Mia não foi tão rápida,os dois sapecas já estavam do lado de fora.

-Olha,Haz,parecem nuvens.

-Sim,parecem.

-Acho que agora podemos voar,você acha?

-Sim,mas em vez de voarmos encima,voaremos em baixo.

Os dois irmãos tinham um sonho de poder voar,mas não de avião,e sim por si mesmos.Por isso o encantamento pela neblina;ela torna algumas coisas maravilhosas.

-Hannah,você está me dormindo?-Alex estava no corredor em frente a sua porta.

-Não,mas eu queria muito conseguir.-ela responde abrindo a porta.

-Como você está?

-Como você acha que eu estou,Alex?

A cama de Hannah estava sendo ocupada pelos os dois que estavam deitados.Alex fazia carinho sobre a cabeça de sua irmã que olhava para o nada.Ela estava pensando como seria sua vida após o Rainier,ela não queria admitir,mas acha estar começando a ficar com medo,coisa que ela prometeu não sentir desdo começo de tudo,por eles.

-Como ele pode fazer isso conosco?-ela pergunta indignada.

-Eu não sei,Haz.Mas não tem outro jeito há não ser aceitar isso.

-Eu não vou aceitar isso.Você não entende,Honey Bun (apelido para ''pão de mel'' em inglês).Eu não posso aceitar essa injustiça,não matamos o Noah e a Brooke.

-Hannah,eu só te peço uma coisa,aguente firme e você verá que tudo acabará em um passe de mágica.-Alex tentava acalmá-la.

-Não há mágica em enfrentar conflitos.

-A mágica é não aceitar o caminho fácil,querida.Se você achar esse caminho difícil,então siga-o,e talvez você terá uma vantagem.

continua...


Notas Finais


Espero que tenha gostado!!!!!!!Logo,logo terá mais.


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