História Stalker - Imagine BaekHyun - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun
Tags Baek, Baekhyun, Exo, Hentai, Imagine, Stalker
Exibições 301
Palavras 2.336
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Musical (Songfic)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Finalmente, o imagine com o Baek prontinho e postado! Desculpem a demora, não postei antes porquê estava ralando para conseguir os últimos pontos e PASSEI DE ANO HOJE, MEU DEUS! AMÉM JI-YONG! Agora vou ter tempo pra postar mais por aqui u.u Enfim, boa leitura amores. Espero que gostem, e quero dedicar a Thalyta Baker, que pediu o Imagine. Peço milhares de desculpas caso não tenha ficado do seu agrado, eu espero que você goste ♥

Capítulo 1 - Don't ya stop, boy


PVO's Byun BaekHyun

Era a segunda vez na semana em que estava naquela mesma balada, sentado no balcão enquanto bebia algumas doses de soju e observava-a. A garota dançava junto de uma de suas amigas, tinha um copo de Sex on the Beach na mão, mas aposto que não provou nem pouco se quer da bebida azulada, digamos que ela não goste de muito de bebidas assim. Como eu sei disso? Digamos que a brasileira é meu vício. (S/N) entrou em minha faculdade em Janeiro, sou de Humanas, mas faz dez meses e vinte e cinco dias. Ela chegou confiante, animada e com o famoso "calor" dos brasileiros. Em menos de um mês, já era amiga de KyungSoo, LuHan, SeHun, ChanYeol, e até mesmo do resto do nosso grupo de amizade - os que cursavam outra faculdade e os que já trabalhavam. Tinha intimidade com todos, menos comigo. Já que o retardado aqui ficava estático toda vez que ela tentava puxar assunto e acabava respondendo ríspido ou monossilabo. Apesar disso, não acho que ela tenha desistido de conversar comigo, afinal, ouvi ela falando com SeHun uma vez que não descansaria até ter uma conversa descente comigo - ou seja, uma que tenha mais de dez palavras.

— Baek? — ouvi sua voz doce atrás de mim, virei-me observando (S/N) detalhadamente. Usava o cabelo solto com cachos largos nas pontas, porém seu pescoço imaculado estava totalmente exposto, os olhos não tinha muita maquiagem ao contrário sua boca que estava ainda mais convidativa com aquele batom vermelho que eu adoraria tirar. O vestido era preto com detalhes em prata, assim como seu sapato. Estava maravilhosa, não que não seja normalmente. Pelo contrário. (S/N) é incrível de qualquer jeito, até quando acorda de cabelos bagunçados e rosto manhoso no domingo. E sim, eu a observo. Não me vejo como um obcecado, talvez um Stalker. — Não esperava te ver por aqui...

— Acho que ninguém imaginaria, porém a faculdade tem pesado muito e acho que preciso relaxar um pouco, esvaziar a cabeça, sabe? — respondo calmamente e ela ri balançando a cabeça em confirmação. Senta-se no banco ao meu lado, e estende sua bebida, a olho sem entender e a brasileira aponta o dedo para meu copo agora vazio. Sorrio aceitando seu corpo e o entorno rapidamente, sentindo o liquido azulado embalar meu paladar de leve. A batida eletrônica foi trocada por uma música mais sensual, Dangerous Woman da Ariana Grande predominava o local, e pelo canto do olho, pude ver a garota ao meu lado esboçar um pequeno sorriso, puxando minha mão e caminhamos até o centro da pista. Mesmo sem saber direito o que deveria fazer, coloquei minhas mãos em sua cintura ao ter suas costas encostadas em meu peito, ela começou a dançar lentamente, no ritmo da música. Seu quadril esfregava meu membro, que já começava a despertar. 

Don't need permission

Não preciso de autorização

Made my decision to test my limits

Tomei a decisão de testar meus limites

Meus dedos apertaram sua cintura com mais força ao sentir a brasileira rebolar contra meu membro sem nenhum pudor, ela mordeu o próprio lábio, suas mãos passeavam pelo corpo de modo enlouquecedor. Primeiro, acariciava o pescoço, deitando sua cabeça em meu ombro, os dedos passavam pelos seios e desciam até as pernas, traçando o caminho de volta assim que chegava as coxas descobertas. Ela se virou, aproximando-nos ainda mais e os braços rodearam meu pescoço. Agarrei seu quadril, obrigando a ocidental a rebolar no meu ritmo e observei ela lamber o lábio superior. Aproximei nossos rosto, a dando uma chance de recusar, porém sua mão se grudou em meu cabelo, puxando até que nossos lábios se tocassem. O selinho aos poucos se tornou um beijo, lento e sensual. Nossas línguas se entrelaçavam devagar, dançando uma com a outra. Ela ainda mexia o quadril, agora de acordo com os movimentos de nossas bocas.

All that you got, skin to skin, oh my God

Tudo o que você tem, pele na pele, ai meu Deus

Don't ya stop, boy

Não pare, garoto

— Somethin' 'bout you makes me feel like a dangerous woman — ela suspirou em meu ouvido assim que nossos lábios se separam. Arfei, ainda sentindo seu gosto em minha boca, deliciosa como sempre imaginei. Senti suas carícias suaves por dentro da minha camisa, arfei mordendo seu lábio demoradamente. O batom vermelho agora borrava o canto de seus lábios, seus cabelos estavam um pouco bagunçados por conta de meus puxões durante o beijo e seu vestido um pouco amassado. Não que isso importasse no momento, é claro. Agarrei seu pulso com delicadeza, puxando-a entre as pessoas até o banheiro da boate. Clichê, mas não são eles que sempre dão certo?

Assim que tranquei a porta, tratei de unir nossas bocas novamente, aproveitando dos lábios rosados dela, puxando a carne macia entre os dentes. As minhas mãos esmalmaram seu quadril, erguendo-a e suas pernas enlaçaram minha cintura. Coloquei (S/N) sobre a pia gélida, desgrudando nossos lábios por falta de ar e segui um caminho pecaminoso por seu pescoço livre de marcas, sugando a pele delicada e ouvindo minha garota suspirar com os toques em sua pele quente. O corpo da garota era cheio de curvas, quente, cheirosa e tinha um gosto delicioso. Continuei marcando seu pescoço, descendo os lábios até a clavícula, onde mordisquei levemente. Observei sua pele agora com algumas marcas vermelhas que mais tarde ficariam roxas e sorri convencido com a obra de arte abstrata que havia virado seu corpo. As marcas só provavam para aumentar meu ego e mostrar o quanto ela é minha. Minha garota, meu maior vício.

Puxei as alças de seu vestido com cuidado, me segurando para não o rasgar e prendi a respiração ao perceber que a ocidental estava sem sutiã. Céus! Voltei a tocar sua pele, desta vez com a ponta dos dedos, sentindo a maciez em contato com minha pele e ela fechou o olho parecendo apreciar o contato. Logo, minha língua se juntou ao ato, traçando um rasto de saliva até seus seios que pareciam perfeitos para mim, se encaixavam perfeitamente em minhas mãos. Lambi o vale entre os seios, alcançado o mamilo pouco tempo depois e o lambi, mordiscando em seguida e suguei. A garota gemeu, agarrando meus fios negros entre os dedos, prendendo meu rosto naquela região como se temesse que eu fugisse. Estava enganada, não me afastaria nem que o Papa mandasse. Pensando bem, ele não gostaria de presenciar essa cena. Saí de meus pensamentos assim que senti minhas costas baterem contra algo. (S/N) tinha me empurrado contra a parede e estava ajoelhada em minha frente, suas unhas se arrastavam pelo meu abdômen por baixo da camisa, que logo tratei de tirar e jogar junto com seu vestido, ela sorriu travessa e passou a lamber a pele exposta, mordiscando fraco algumas vezes. Arfava, acariciando as madeixas fracamente. Brincou com minha calça antes de a puxar até os joelhos, revelando a box azul escura, sorri com a visão dela lambendo o lábio enquanto encarava meu "amiguinho" que já estava bem animado.

— O quê você quer, (S/N)? — provoquei, passando a glande por sua bochecha rosada, dando batidas leves sobre a pele corada. A brasileira arfou, me encarando diretamente e abri ainda mais o sorriso ao ver ela tentar alcançar meu falo com os lábios. O tirei de seu alcance, logo passando-o por seu lábio também, ela abriu a boca e antes que pudesse desviar novamente, a garota já sugava a ponta vorazmente. Gemi alto, agarrando seu cabelo entre os dedos e ela passou a língua - habilidosa, sinceramente, pela fenda e passou a massagear os testículos calmamente. Suspirei jogando a cabeça para trás, seus lábios se esfregaram na extensão, a garota o abrigou quase todo nos lábios segundos depois, sugando com força e lambendo de leve. Não conseguia frear os gemidos, então apenas os soltava baixo.

— Então, Baek-Oppa, satisfeito? — sorriu irônica, quando abri a boca para a questionar sobre o assunto, ela sugou a glande novamente e arfei. — Pensa que não sei de todas as vezes que me observava? Que não notava seus olhares no colégio? Ou o quanto sentia ciúmes quando conversava com algum dos seus amigos? Ah Baek, tão inocente... — e voltou a envolver meu membro com seus lábios maravilhosos. Passei a estocar em sua boca enquanto sentia seus dedos massageando mais intensamente. Grunhi quando ela passou os dentes de leve pela glande, gozando em sua boca no mesmo instante. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios e se levantou, me esperando recuperar o fôlego.

Foi a minha vez de lamber o lábio, puxando-a pelo cabelo e atacando seus lábios novamente. Sentia meu próprio gosto em seus lábios e isso só aumentava meu ego. Claro que a confirmação de que (S/N) sabia do meu lado stalker tinha sido um baque e tanto para minha mera cabeça adolescente, mas não mudava muita coisa. A virei contra a pia, deitando seu corpo contra o mármore gelado e a tendo empinada em minha direção. Mordi o lábio com a visão tentadora. Visão essa que faria questão de ser o único a ter. Não sentia somente desejo pela garota, sentia paixão, amor. Queria acordar todos os dias ao seu lado, casar com ela, acariciar seu rosto cada vez que ficasse envergonhada, dar-lhe beijos pelo rosto bonito todos os dias, ter vários filhos e passar o resto de minha vida ao seu lado.

Me desprendi dos devaneios, focando novamente em seu corpo. Tirei sua calcinha com calma, depositando um tapa consideravelmente forte em uma de suas nádegas imaculadas. Ela gemeu baixo, rebolando o quadril em minha direção. Me agachei em sua frente, separando suas pernas e levei meus lábios até sua entrada naturalmente lubrificada. Lambi com fervor, deliciosa. Ela gemeu alto, empurrado o quadril contra meu rosto. Infelizmente, não tínhamos muito tempo. A qualquer momento alguém poderia querer entrar no banheiro e nos deixaria em uma situação complicada, por isso, tratei de depositar apenas mais um beijo em sua entrada molhada. Teria tempo para a provar totalmente depois, com toda certeza, teria. Levei meu membro já endurecido até seu "buraquinho premiado" - como Sehun chamava aquela parte do corpo feminino, confesso que sempre ri do apelido, e o esfreguei ali. 

— Vai logo, Baek-Oppa... Por favor, me deixe sentir o seu.... — engasgou com suas palavras assim que preenchi seu genital, movendo-me lento para que a brasileira pudesse se acostumar. Ela choramingou por não ter sido devidamente preparada. Selei suas costas ternamente em um pedido de desculpas, massageando seu clitóris em busca de a distrair da dor. Logo, ela já estava rebolando contra meu falo. Passei a estocar lentamente, observando o meu "menino" desaparecer por sua cavidade apertada e úmida cada vez que empurrava meu quadril contra os seus. Ela gemia manhosa, empurrando seu quadril em minha direção e não consegui me segurar por mais tempo, adquirindo um ritmo rápido e passei a depositar vários tapas estalados em suas nádegas. Ela gemia alto agora, mordia seu pescoço e chupava, sabendo que ficava muito marcado na manhã seguinte, mas não me importei. Melhor assim, já que todos poderão ver que ela é minha. Apenas minha.

— Gosta assim, (S/A)? — estoquei mais forte, ela gritou, então previ que era seu "ponto especial. Continuei estocando o mesmo ponto. Vendo que ela não me responderia, dei um tapa mais forte em sua bunda convidativa, diminuindo a velocidade. Ela resmungou se mexendo em protesto, tentando aumentar o ritmo, porém firmei aperto em sua cintura, mantendo-a no mesmo lugar. — Não vai me responder, (S/S)?

— Eu... Ah... — murmurou, virando seu rosto em minha direção. Tinha o cabelo grudado na testa pelo suor, lábios abertos em deleite, olhos chorosos e o rosto vermelho. Quase gozei com a visão, mas me segurei, exibindo um sorriso e me inclinei, selando nossos lábios. — Eu...

— Hum? — estoquei forte, ainda mantendo o mesmo ritmo. Estava louco de vontade, queria aumentar o ritmo e só parar quando ela implorasse por isso. Mas não cederia, queria saber o quão ela me desejava. Porém ela era tão quente, tão apertadinha, tão molhada, que Céus! Eu estava enlouquecendo. Juro que se ela não dissesse logo, jogaria esse maldito joguinho pelos ares e recomeçaria em um ritmo arrebatador para ambos. — Diga!

— E-eu g-gosto muito, Oppa! — gemeu manhosamente quando voltei o ritmo frenético, dessa vez com mais força, estocando em seu ponto de prazer. Seu corpo começou a tremer, o seu canal me apertar cada vez mais. Prevendo o que iria acontecer, me retirei de dentro da garota. Ela resmungou, me xingou em seu idioma natal, coisas que não entendi direito. O quê significava Filho de uma puta arrombada? Não sabia, mas tenho certeza que ela estava me xingado pelo seu tom irritado de voz. Ri baixinho, me sentando no lugar onde ela estava apoiada antes e a trouxe para meu colo, encaixando sua intimidade em meu membro novamente e ela sentou lentamente. Sentia cada centímetro entrando dentro dela devagar, era tão bom, tão gostoso! (S/N) parecia querer acabar logo com aquilo, pois começou a se movimentar rápido assim que chegou na base, rebolando durante o processo. — A-ah, assim Baek... Tão grande, Baek!

— Safada! — murmurei apertando suas coxas com força, impulsionando o quadril para ter mais contanto. Minha garota tremeu, gemendo alto e apertou-me deliciosamente, antes de se desfazer em meu falo. Continuei de forma mais selvagem, almejando logo o ápice, mordi o seu pescoço, tirando Baek Júnior de seu interior antes que me derramasse, sugando a pia o e chão desastrosamente. Ela riu baixinho, beijando meu queixo. — Então, (S/N)... Eu queria fazer isso de forma diferente, mas sei lá... Você quer ser minha...

Corei. No fim das contas, ainda era minha "crusha" ali, no meu colo. Ela sorriu, dando-me um rápido beijo e apoiou a cabeça em meu ombro.

— É claro que quero ser sua namorada, seu bobo! — suspirei em alívio e ela me encarou maliciosa. — Agora me leve para casa, Baek. Tenho que te mostrar uma lingerie que comprei, aposto que vai gostar!

É, parece que a noite vai ser longa. E MEU DEUS, A CRUSHA ME NOTOU!


Notas Finais


~DASHI RUN RUN RUN


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