História Stalker - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Friendzone, Stalker
Exibições 58
Palavras 784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Esse capítulo ficou meio pequeno, meio sem graça, mas enfim... É importante saber o que o personagem diferentão pensa da vida, né?

Capítulo 6 - Five


Fanfic / Fanfiction Stalker - Capítulo 6 - Five

 

Como é a sensação de ser

Diferente de mim?

Nós somos iguais?

Como é a sensação de ser

Diferente de mim?

É estranho pensar em pessoas.

Quando você está em um lugar lotado, no trânsito, em um parque ou praia em num dia de feriado, ou quando você está isolado em seu próprio mundo, com suas coisas e seus pensamentos. Para nós, apenas nós sentimo-nos sozinhos, quebrados, felizes, consertados, nostálgicos e energizados. E as outras pessoas muitas vezes são vistas apenas como robôs, como se vivessem no modo automático e não precisassem da nossa atenção e preocupação.

Quando Viktor está no carro de sua mãe com seus fones de ouvido, ouvindo um rock clássico, ele nem presta muita atenção nos pedestres que atravessam a rua apressados para chegarem em seus destinos. Ele nem ao menos pensa que sua mãe, que está ao seu lado, mal dormiu a noite passada preocupada com o marido que estava do outro lado do mundo servindo ao exército. Ele não percebia que a maquiagem dela estava mal feita por ela ter acordado atrasada, mas ela estava se sentindo mal arrumada por isso, enquanto para ele, ela estava como sempre.

Seu relacionamento com o pai não era lá essas coisas... 

Ele estava sempre fora. Claro, trabalhava no exército desde jovem em uma função que o filho nem fazia ideia.

E sua mãe... Bem, ela não era uma mãe ruim. Na verdade, ela agia como se fosse apenas sua obrigação cuidar dele. E cuidar para ela seria alimentar, levar aos lugares e dizer "sim" ou "não". Não tinham um vínculo afetivo, e ele parecia não sentir falta disso.

Basicamente, Viktor não tinha uma família. Só estava passando um tempo na casa dos seus pais.

Ele se sentia invisível, não tinha muitos objetivos ou expectativas para sua vida. Não era ambicioso. 

Era um tédio para a protagonista descobrir tudo isso sobre o garoto "esquesitão" que ela acreditava ter uma personalidade única e marcante. Finalmente, ele era apenas um garoto partido vivendo em um mundo isolado dos outros.

 

16/02/16 - 10:20 - Terça-feira

Lucas estava achando aquela luta muito fácil.

Seu amigo platinado não conseguia usar suas mãos direito. A cada golpe que dava, não conseguia segurar um gemido baixo.

— Cara, quem foi que te arrebentou no meu lugar? — o castanho perguntou em tom de deboche, tirando suas luvas.

Viktor deu uma risada sem graça e saiu para beber água.

Lucas sentou-se perto do ringue, assistindo o treinador e um novato.

Sua cabeça estava bem longe das explicações do treinador... Elas estavam em Sam, como sempre. 

Estavam juntos há um pouco mais de 6 meses. Mas eram melhores amigos desde que tinham 10 anos.

Ela era um doce com ele, mas amarga com todas as outras pessoas. Samantha era do tipo que só conseguia se importar com uma pessoa, e essa pessoa sempre foi Lucas, nem seus pais sabiam lidar com ela (como nenhum pai sabe lidar com um adolescente).

Ela adorava esportes e competições, o incentivou desde o começo da amizade para que ele começasse suas aulas de boxe, e Viktor, como sempre, o acompanhou. Mas os dois sabiam que Viktor tinha uma mão muito mais pesada e levava muito mais jeito.

O amigo platinado voltou e sentou-se ao lado dele, assistindo o treinador.

16/02/16 - 13:50 - Terça-feira

Amanda estava muito atrasada para a aula de Física.

Passou pelos corredores correndo com sua chave na mão e acabou a perdendo por aí. Durante a troca de salas, onde ela e Emily iam em direção a sala de Matemática (apenas disciplinas legais nesse dia), alguém encontrou o chaveiro retangular escrito Amanda Muniz com uma fonte brega e uma caveira rosa desenhada ao lado do nome. E aquilo havia a deixado muito feliz.

— Acho que isto é seu. — disse o garoto platinado brotando em sua frente.

Emily encarou Viktor, enquanto Amanda agradecia o colega por devolver suas chaves.

Assim que ele se afastou, a amiga deu um grito histérico e seus olhos começaram a brilhar.

— Você viu?!! Você viu?! Ele é um fofo!! — Amanda exclamou.

Emily riu fraco e continuou andando, balançando a cabeça negativamente.

Amanda permaneceu ao seu lado, falando sobre Viktor e como seria perfeito se os dois saíssem juntos, como ela estava afim dele e sobre ele ser tão cruel a ponto de não decifrar seus pensamentos e chamá-la para um encontro.

— A vida não é como nos filmes, Amanda. — Emily disse — Um cara não pode te curar, não pode preencher o seu vazio ou acabar com suas inseguranças sobre si mesma... E não é obrigação dele te notar. — continuou — Às vezes, você tem que dar um jeito de aparecer para ele. — suspirou, pensativa.

Será que ela estava se apaixonando?



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