História Stalker - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Colegial, Mães Loucas, Romance, Stalker
Exibições 21
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiie eu sei q demorei... MAS TEM JUSTIFICATIVA!!
Eu troquei de celular e perdi tudo o que eu tinha escrito, não que fosse muito, mas já era alguma coisa, enfim, acabei de fazer esse, sei que esta menos do que o normal, sinto muito por isso, mas foi o que eu consegui, depois eu adicionou mais coisas, okay?

Capítulo 17 - Um Novo Amigo


LEIAM AS NOTAS

Cá estou eu, subindo as escadas em direção ao meu quarto, minha omma já foi trabalhar, são 14:37 e tudo o que eu quero agora é me enfiar debaixo das minhas cobertas e escutar Tomorrow - BTS. Me sinto tão vazia quanto no dia em que minha omma me esqueceu na escola, aquele foi o pior dia da minha vida…

Peguei meu celular e coloquei na pasta das músicas bads, é só isso que eu preciso, afinal meu sofrimento tem quatro estágios:

1-) Acontecer a merda.

2-) Eu me sentir culpada.

3-) Sofrer pra caralho.

4-) Meter um grande e belo foda-se.

É sempre assim, no momento estou no terceiro estágio, ou seja, daqui a pouco eu melhoro.

— Hm, acho que sei o que tenho que fazer! — desci as escadas novamente, correndo como uma retardada. Peguei dinheiro dentro de um potinho na sala e fui correndo para a loja de conveniência mais próxima que tinha, a uma quadra da minha casa.

*Na loja*

Entrei vagarosamente, buscando loucamente por ar, corri demais até aqui e meu sedentarismo não me ajudou em nada… Percebi que havia um garoto em frente a uma prateleira, me observando como se eu fosse um alien ou um lobisomem, coisas do tipo.

— Oi, posso… Ajudar? — ele falou, pressionando os lábios, querendo rir.

— Eu vou… Morrer, preci… Só de sorvete!! — ele foi rapidamente pegar o sorvete, rasgou o plástico e me deu uma colher. — Obrigado.

— Por nada, Charlotte… — o olhei desconfiada, como ele sabe meu nome? Ele percebendo o meu olhar, e minhas interrogações evidentes falou calmamente: — Eu sou Willian, do 1°F. Ah, eu sei o seu nome porque depois que você começou a namorar o Parker foi uma das coisas mais comentadas na escola, por um mês todo… — ele me observava atentamente, enquanto ele explicava e eu comia. Tirei a colher da boca e respirei fundo.

— Obrigada, eu realmente estava morrendo, não posso ficar sem ar. E eu deixei minha bombinha em casa. — expliquei, eu talvez não tenha dito, mas eu tenho asma.

— Você é asmática? — confirmei. — Eu também sou, sei que não é nada legal…

— Eu nunca vi ninguém ser asmático e ser tão calmo assim, as vezes eu surto que parece que eu tô possuída. — confessei, até que percebi que nossos rostos estavam próximos demais.

— Que estranho, eu também nunca vi um asmático ter ataques de possessão. — ele disse, em meio a risos leves e se afastou de mim, me estendeu a mão e nos levantou.

— A propósito eu e o “Parker” — fiz aspas, então as pessoas o conhecem assim. — nunca namoramos, era só amizade com benefícios…

— Ah tá, fiquei sabendo que ele meio que te traiu, que beijou a Chloe na frente da escola toda. — fiquei vermelha de raiva, isso realmente não está ajudando em nada na minha fase de superação. Ele notando isso olhou pro chão, envergonhado. — Desculpa.

— Tudo bem, enfim… Quanto é o sorvete? — ele me olhou meio interrogativo. — Que eu comi porque estava prestes a morrer de ataque de retardismo, possessão e asma.

— Não precisa pagar, era caso de vida ou morte. — o olhei surpresa.

— Então me dá mais dois, é quanto agora que não estou morrendo? — nós rimos.

— 17,20. — ele disse e eu de repentee senti fraca, muito fraca, tudo o que eu me lembro é da me sentir voando.

*tempos depois*

Ah, que claridade! Será que Deus atendeu minhas preces? Eu morri? Eu com certeza morri! Não existe um lugar tão claro assim, só o hospital, mas eu não estaria em um hospital…

— Sabe quando ela vai acordar? — escutei a voz de Jhon, falando com certa preocupação.

— Não faço ideia, o tipo de desmaio que lá teve é bem incomum, pelo menos pra idade dela. — parece uma voz séria demais, não sei quem é.

— Jhon? — falei baixinho. — Onde eu estou? Quem é isso? Por que tá tão claro? Sabe que eu odeio luz, não é?

— Ela acordou!! — ele correu pra me abraçar, e assim o fez, até eu gemer de dor. — Achei que fosse te perder, amor! Nunca mais faça isso pelo amor de Jesus Cristo.

— Fazer o que? Eu não fiz nada! — me senti ofendida. — Por que eu estou aqui? Onde é aqui? E quem é isso?

— Está aqui por que você desmaiou por stress acumulado, aqui é o hospital e “isso” sou eu, sou o médico que cuidou de você, e tio do Willian. — ah sim, Will!

— Onde está o Will? Quero vê-lo! — me retirei dos braços de Jhon, tentando levantar.

— Não se levante, ainda está fraca! — disse o médico. — Ele está na sala de espera, apenas parentes podem entrar.

— E por que ele está aqui? — perguntei, me referindo ao Jhon.

— Ele se apresentou como seu namorado e… — interrompida o médico com mais um dos meus surtos.

— Namorado? Sério? Você beija aquela vadia dos infernos, na minha frente e diz que somos namorados? Eu só estou aqui por causa do Will, ele sim merecia estar aqui, porque ele me ajudou quando eu precisei, não beijou outra na minha frente, não fez nenhuma das merdas que você fez! — gritava como uma louca, poderia foder minha garganta, mas eu não me importo. Precisava falar tudo isso…

— Ah é? Então diga pro Will que eu passo meu título pra ele, concedo a honra de te namorar pra ele, podem se comer, não me importo mesmo, nunca me importei! — ele saiu do quarto me deixando sozinha com o tio do Will.

— Pode chamar o Will, por favor? Queria agradecê-lo, por tudo.

— Claro, eu já volto. — ele saiu da sala, e assim eu pude pensar na grande merda que havia feito, tudo o que eu disse foi verdade? Mais ou menos. Precisava? Talvez. Eu me importo? Muito.

*5 minutos depois*

Observei Will entrar apressado e vir me abraçar, aceitei o abraço.

— Fiquei preocupado com você, achei que tivesse, sei lá, morrido! — ele disse, segurando meus ombros. — Tente não se estressar demais…

— Prometo que vou tentar, mas você sabe por que eu me estressei… Por causa daquele resto de aborto mal feito e mal curado. — ele riu, me abraçou novamente, eu me sinto segura, como me sentia com Jhon antes de ele fazer aquilo. — A propósito, obrigada.

— Por nada, — ele nos separou e sorriu gentilmente. — E eu fiquei realmente muito preocupado.

— Desculpe

— Enfim, meu tio disse que você tem que ir comer e depois poderá ser liberada. — ele saiu de perto da cama e pegou a blusa que eu estava vestida antes, só então olhei pra mim e vi que estava com aquela coisa do hospital que se parece um vestido. — Toma, coloca pra gente poder ir.

— Valeu. — ele me deu minha blusa, minha calça e meu sutiã. Corei forte, lembrando que ele me abraçou sem eu estar de sutiã, ou seja, ele sentiu.

— Tô te esperando aqui na porta. — ele ia virar e ir, mas eu o puxei novamente. — O que é?

— Eu não consigo desfazer o lacinho. — apontei pras minhas costas e ele entendeu.

— Vira ai. — virei e ele desfez o maldito laço que me deixou com uma puta vergonha de estar quase nua na frente de e um cara que eu conheci hoje!

— O-Obrigada. — falei num fio de voz, tamanha é minha vergonha.

— Por nada. — ele saiu e eu me vesti.


Notas Finais


Tchaau😘


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