História Stalker - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 86
Palavras 1.940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ MEUS LITTLE PANDAAAS! <3
Não morri, juro, perdoem!
Mas pelo menos aqui estou com uma fanfic nova para vocês, espero que gostem muito dela, sinto que até eu vou amá-la escrever, mas enfim...
Vamos ao capítulo?

Capítulo 1 - O começo de tudo


P.O.V: Tarik Pacanhan (Pac).
 
Los Angeles, dia 14 de outubro de 2016. Sexta-feira, 18:30H.
 

Finalmente a aula acabou! Não estava mais suportando ouvir a voz do professor de física, parecia que aquela porra não tinha fim! Que seja, agora estou livre para fazer o que eu quiser e já sei para onde vou...
 
- E aí Pacanhan, vai na festa do Luiz hoje? – Rezende me pergunta, apoiando seu braço no meu ombro.
 
- Óbvio que eu vou! – Respondo, confiante. – Acha mesmo que eu perderia essa festa?
 
- É que, sei lá... Você ‘tava um tanto calado hoje na aula, nem foi ficar lá com a gente no fundo da sala! – Ele soltou, fazendo-me estranhar um pouco.
 
- Nem eu percebi. Devia ser o sono que sempre costuma bater na aula. Normal. – Olho para frente e vejo que já estamos fora da escola, caminhando pelas ruas. Eu realmente estou bem distraído hoje.
 
- Se você diz, eu acredito. Te vejo ás oito, viu? Seu merda! – Pedro dá um leve soco no meu ombro, antes de correr um pouco na minha frente. Acabou por rir um pouco também.
 

​É costume meu e de toda a nossa galera sair de sexta-feira à noite para ir na balada. Hoje não vai ser numa balada, mas por ser uma festa na casa do Luiz não vai ter muita diferença. Música alta, bebidas, muitas garotas e mais algumas coisas estão garantidas.

Ando um pouco mais para frente e encontro o motorista particular da minha família, me esperando com a porta aberta para eu entrar no veículo. Cumprimento-o e entro no carro, fechando a porta logo em seguida. O motorista rapidamente liga o carro e começa a ir em direção a minha casa. Enquanto o tempo passa, permaneço observando a paisagem fora do carro pela janela, Los Angeles realmente é uma cidade muito bonita. Mal escureceu e as luzes dos grandes prédios comerciais já se acenderam, pessoas já estão saindo de seus trabalhos e as famílias estão se reunindo para passarem o final de semana juntos. Como eu queria ter uma família desse tipo... Mas já que não tenho outra opção, o jeito é aguentar essa mesmo.

​O carro para em frente à minha casa. Agradeço o motorista e dou tchau para ele, saindo do veículo e passando pelo jardim frontal da minha casa. Aperto a campainha, como sempre, ninguém em casa. Suspiro antes de me abaixar e pegar as chaves da porta, que costumam ficar escondidas embaixo do tapete de entrada (Coisa meio óbvia, mas ok). Abro a porta e entro em casa, subindo as escadas e indo diretamente para meu quarto, ignorando qualquer empregada que viesse me perguntar sobre alguma coisa. Jogo minha mochila num canto qualquer do cômodo e deito na cama, encarando o teto por alguns segundos. Que roupa eu posso usar para a festa?

​Admito que sou um cara que não precisa estar 100% arrumado para chamar a atenção de todos em algum local. A maioria dos jovens que frequentam as baladas mais famosas e lotadas de Los Angeles já me conhecem. Sou um baladeiro nato. Tenho uma vida boa, não passo necessidades e posso gastar o quanto que eu quiser, meus pais nunca iriam reclamar comigo por conta disso.

​Enquanto penso sobre a festa, ouço meu celular apitar. Retiro-o de dentro do bolso da minha calça e desbloqueio sua tela. É uma notificação de mensagem, uma entre as centenas que eu costumo receber por dia.
 
Maria: Vc vai na festa hj, né?
Pac : Lógico que eu vou! Vc vai tbm?
Maria: Vou só pra matar a sdds de vc ;-;
Pac : Quer dizer que hoje eu vou ser presenteado?
Maria: Vai ganhar tudo que quiser, meu gato ;)
 

Maria, mais uma guria que “se ajoelha aos meus pés” (Se é que vocês me entendem). Não entendo porque as garotas se sentem tão atraídas por mim, tipo, tudo bem que eu realmente gosto de mulheres, mas ter tantas na sua cola cansa ás vezes. E o problema é que eu não consigo me apaixonar por nenhuma delas.
​Confesso que até acho Maria uma boa companhia em certos momentos, mas na maioria das vezes ela é um pé no saco! Arrogante, mimada e aquele tipo de pessoa que te perturba vinte e quatro horas por dia. Ela não foi a única menina que eu já fiquei, na verdade já peguei várias, mas ela foi uma das que mais me marcam até hoje.

Já fiquei com uma garota chamada Amanda também. Ela foi a única mulher que eu realmente namorei na vida, foram 6 meses de namoro. Mandy, como eu costumava chamá-la, era uma boa companhia. Me ajudou muito nos estudos e na minha vida pessoal, ela era uma boa pessoa. Mas eu acabei perdendo todo esse meu amor por ela com o tempo, e acabamos terminando. Depois disso, nunca mais nos falamos, mas eu ainda sinto um pouco de falta dela.

No meio dos meus pensamentos, olho para o relógio e vejo a hora: Sete e meia! Puta que pariu, eu não posso me atrasar! Abro meu armário e acabo por escolher uma camiseta básica, preta e estampada com dois triângulos brancos nas costas. Coloco também uma calça jeans escura e um All Star preto, combinando com minha camiseta. Vou até o banheiro e penteio meu cabelo, nada muito extravagante mas também não desarrumado. Passo um dos meus perfumes, desta vez escolhi um com cheiro mais amadeirado. Me olho mais uma vez no espelho antes de descer a escada e sair de casa, enquanto ligo para um táxi.

​Eu até poderia chamar o motorista particular, o problema é que eu realmente nunca contaria para ele que costumo frequentar certos locais. Provavelmente o filho da puta iria fofocar pra minha mãe que, por mais que não se importe com o que eu faça da vida, não ia me olhar da mesma maneira. Se ela já me olha com cara de cu todos os dias sem eu ter feito nada pra ela, imagina se soubesse disso. Nem gosto de pensar!

​Espero alguns minutos em frente a minha casa, até o táxi chegar. Dou o endereço da casa de Luiz para ele e o mesmo me leva rapidamente até lá. Entrego o dinheiro e saio do carro correndo, sem ao menos pegar o troco que ele tinha que me devolver. Sorrio ao ver a porta de entrada, consigo ouvir a música alta de fora. Observo alguns jovens já se pegando na frente da casa, mas nem me importo, estou acostumado com isso.
​Sigo em frente e toco a campainha, esperando me atenderem. Quando a porta se abre, já tenho a imagem de um Luiz completamente bêbado, enquanto Wolff se apoia nele, na mesma situação.
 
- E aí, cara! – Luiz me puxa para dentro, fechando a porta e passando seu braço por trás do meu pescoço, se apoiando em meu outro ombro. – Pensei que tu não vinha... – Ele ri do nada, enquanto conversa com uma voz meio “mole” e rouca.
 
- Acha que eu ia perder uma festa sua? – Começo a entrar na vibe da festa aos poucos. – Eu só m-...
 
- O BONITÃO CHEGOU, GALERA! – Luiz me interrompe, chamando a atenção de todos os convidados logo após o seu grito. Ao me verem, a maioria dos garotos me aplaudem e berram coisas que eu nem entendo, enquanto as garotas me encaram intensamente. – ANDA CARA, OS DRINKS TÃO TUDO LÁ NA COZINHA! – Ele me dá um empurrão, enquanto ri e aponta para onde fica a cozinha.
 

​Começo a andar em direção a cozinha, afinal quero me divertir junto com eles também. No meio do caminho, fico observando a casa de Luiz e todos os outros convidados. Já havia vindo aqui antes, mas pra mim essa casa continua sendo enorme pra caralho. Em cada canto possível de se ver, tem um casal se pegando. Seja hétero, gay ou lésbico, todo mundo se pega e ponto final. Me lembro até hoje que no começo eu achava estranho e nojento, aí paro e vejo que agora faço tudo isso e mais um pouco.

Chegando na cozinha, vejo mais pessoas se pegando. Ignoro-as e vou em direção ao balcão, pegando um drink qualquer e bebendo-o em apenas uma golada. Rapidamente sinto minha garganta arder, como se algo estivesse raspando lentamente dentro dela. Fecho meus olhos e espero a sensação ruim passar. Volto a escolher outro drink diferente, e quando menos percebo já repeti todos os drinks umas três, quatro, cinco ou até seis vezes.
 
 Dia 15 de outubro de 2016. Sábado, 03:45H.

 

Minha mente está girando, eu sinto meu estômago queimar, estou fora de mim mesmo. Vejo casais literalmente transando no meio de todo os outros convidados, gente vomitando um no outro e principalmente meus amigos reunidos em uma rodinha, perto do sofá. Me aproximo deles e me sento ao lado de Rezende, que sorri ao perceber minha presença.
 
- Hã... Sentiu o cheiro, né seu filho da puta? – Ele ri e apoia a cabeça no meu ombro. Quase não entendo o que ele diz, Rezende está mais bêbado do que eu.
 
- Ah... Vocês que não largam essas drogas! – Acabo rindo aleatoriamente também, empurrando Pedro para longe. – Assim eu não resisto.
 
- Anda logo, pega alguma nota ae e manda vê! – Ele aponta para as muitas notas de dinheiro que estão espalhadas no chão. Fico observando-as, enquanto Luiz retira um pó branco de dentro de sua calça e distribui esse pó em pequenas “fileiras” no chão, bem no meio da rodinha.
 
- Toma essa nota de cem aqui, já que tu é o fodão! – Wolff se intromete e me dá uma nota de cem reais. – Só cheira essa porra! – Ele dá um tapa um tanto quando forte nas minhas costas, mesmo que ele esteja zuando e rindo pra cacete.
 

​Enrolo a nota de cem reais numa espécie de “tubinho” e me posiciono próximo ao chão, com aquela nota perto do meu nariz. Inspiro fundo todo aquele pó branco, rapidamente me afastando e vendo tudo ficar diferente. Parece que até as cores mudaram, minha cabeça dói demais, isso é tão ruim, mas ao mesmo tempo é tão doce quanto um drink. Meus amigos me aplaudem, enquanto continuam passando a nota de cem um pra cada um.
​Me levanto e volto para a cozinha, em busca de um drink que “melhore” a situação. Quando menos espero, sinto uma mão tocar meu ombro, viro-me e vejo Maria me encarando com um sorriso bobo no rosto e um copo vermelho de plástico em sua outra mão.
 
- ‘Tava te procurando, gato... – Ela me empurra contra o balcão, jogando o meu copo para longe e selando nossos lábios, iniciando um beijo profundo. Até tento retribuir, mas uma onda de mal-estar me ataca e sou obrigado a empurrá-la para se afastar de mim. Maria me encara com uma cara estranha, que ao mesmo tempo demonstra raiva. – Ei! Qual o seu problema dessa vez? Hein, me responde Tarik!
 
- M-Maria... E-eu ‘to meio mal... – Me seguro para não vomitar na frente dela. Enquanto Maria fica reclamando na minha cabeça, fico procurando um bom lugar para soltar tudo isso pra fora. Corro em direção a porta dos fundos, que dá acesso ao quintal da casa.
 

​Me afasto do resto do pessoal e agradeço pelo quintal ser a parte mais “vazia” dessa festa até agora. Vomito ali mesmo, perto da porta, e ajoelho no chão. Minha visão começa a ficar turva, meus olhos fecham involuntariamente. A única coisa que me lembro ter ouvido antes de apagar de vez foi uma voz bem próxima de mim, sussurrando quase que no meu ouvido...
 

Parece que finalmente nos encontramos, Tarik.
 
 
 
 


Notas Finais


AAA, EU ESPERO QUE TENHAM GOSTADO! <3
Conto com o apoio de vocês nessa fanfic, isso me motiva cada vez mais a escrever minhas histórias :3
Kissus de panda!


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