História Stand By Me - Norminah - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Dinah Jane Hansen, Fifth Hamony, Normani Kordei, Norminah
Exibições 383
Palavras 1.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem voltou...
Eu sei que vocês querem me matar, mas realmente foi dificil criar coragem para escrever esse capítulo. Estou bem confusa com algumas coisas. Desculpa gente, me cobraram bastante sobre isso e eu garanto que não vou desistir da história. Se não ficou bom, me perdoem.

xoxo my cakes!

Capítulo 22 - You Got Me Scattered In Pieces


Foi uma semana, uma maldita semana, foi extremamente insuportável. Eu tentei de todas as maneiras abrir os olhos, mas estavam tão pesados que foi impossível realizar esse feito. Todos esses dias eu sentia uma presença no quarto, segurava minhas mãos, fazia carinho em meus cabelos, e eu me sentia bem, em paz. Acredito que não fosse minha mãe, ela não tem a mão tão macia assim. De todas as coisas que eu poderia pensar, a única que vinha em minha mente, era o sonho com Normani, mas admito, aquilo pareceu tão real, e mexeu um pouco com a minha sanidade. Eu estava sendo um pouco rude com ela e nessa semana que fiquei hospitalizada, pude perceber que ela não queria meu mal, estava apenas tentando se aproximar.

Fiz mais algum esforço para tentar abrir os olhos e meu foco foi todo no teto branco do quarto, a meia luz do ambiente ajudava a acostumar com a claridade que entrava pela janela. Senti uma mão no meu braço, e quando virei dei de cara com uma Normani, sorrindo de orelha a orelha, e estava nervosa.

- Ei, é.... você acordou, vou chamar seus pais.

- Não precisa, fica por favor. – Eu queria fazer algumas perguntas, e sinto que ela precisava disso. – Só me ajuda a sentar.

Ela prontamente ajudou-me a sentar na cama, e se sentou no sofá ao lado da mesma.

- Desculpe eu ser a primeira pessoa que você viu essa semana.

- Você ficou aqui esse tempo todo?

- Sim-m, eu acho que você não gostou muito né?

- Desculpa, eu só não esperava que a pessoa que estivesse aqui quando eu acordasse, fosse você.

- Eu só queria ver se estava tudo bem. Sua mãe deixou eu ficar, ela não lidou muito bem com a notícia do seu acidente, e foi para o seu apartamento. Ela já deve estar chegando, o horário de visitas está para começar.

- Obrigada, eu acho. Você não tinha obrigação nenhuma.

- Vejo que evoluímos aqui.

- Como assim?

- Você não quer brigar e está conversando como gente civilizada.

- Eu estou com um pouco de dor de cabeça, minha vontade agora, seria estar na minha cama. Não credito que voltei para cá de novo.

- Estão investigando, acredito que os policiais responsáveis só estão esperando seu depoimento.

- No momento eu não lembro de muita, só flashes. Eu estava sentada terminando meu almoço, veio um carro em alta velocidade e bateu nos vidros da frente do restaurante, eu estava bem na rota dele, e...

- Calma, não precisa forçar. Eu vou chamar o médico.

- Espera, você pode chamar a Ally? Preciso conversar com ela.

- Claro que sim, estarei lá fora, caso precise de alguma coisa.

- Obrigada de novo.

Ela apenas assentiu com a cabeça e saiu do quarto. Me sentia uma pessoa extremamente sem coração por trata-la tão mal, e depois de ficar sabendo que ela ficou no hospital, esperando eu acordar, foi um baque enorme. Era a pessoa que eu menos esperava essa atitude.

- DJ?

- Oi Allycat.

Alysson entrou e sentou-se no sofá, que antes era ocupado por Normani.

- Está tudo bem? Fiquei tão feliz que você acordou.

- Na medida do possível, eu acho que está sim. Só estou com uma dor de cabeça terrível.

- Queria conversar sobre o que?

- Sobre Normani, ela ficou aqui esse tempo todo. E me sinto uma pessoa ridícula por tê-la tratado mal, e meu coração está pesado, não sei explicar.

- Remorso. Ela é uma ótima pessoa DJ, de uma chance a ela. Pelo menos deixe com que ela se aproxime de você, sejam amigas. Isso não mata ninguém.

- Mas eu tenho medo, sabe? Medo de isso ser errado e ela acabar indo embora por que não me suporta, como sempre aconteceu.

- E você superou tudo isso, não foi? Não coloque toda a culpa do mundo encima dela, isso é errado. Ela só quer se aproximar, se desculpar pela maneira com que te tratou na primeira vez que se viram. Apenas isso.

- Você acha que devo dar uma chance para ela se explicar?

- Não só acho, mas como tenho certeza que deve. Mas pense bem, antes que ela acabe indo embora de verdade, e canse de tanto correr atrás de você, não de só uma chance a ela, mas a você também. A chance de refletir sobre tudo isso, renovar seus conceitos e com isso, renovar sua fé nas pessoas. Nem todo mundo quer seu mal Dinah Jane.

- Eu sinto que devo desculpas para ela também, mas isso não quer dizer que tenho que virar amiga dela. Pelo amor de Deus Allyson. Nosso santo não bateu.

- E quem disse que eu estou falando de vocês virarem amigas? Apenas disse para que você ouça o que ela em para falar. Sem brigas e sem palavrões jogados na cara.

- Ok, Ok. Agora por favor, chame um médico. Minha cabeça vai explodir em mil pedaços.

Eu tinha em mente a consciência de que fui rude, mas não era obrigada a virar amiga dela. Ouviria tudo, desculparia e ponto final. Simples e objetivo.

O médico chegou alguns minutos depois, examinou minha cabeça e receitou remédio para a dor. Mas aquela dor parecia impregnada, e não passava por nada. Deixei meu olhar vagar pelo quarto, e pude perceber vasos de flores na mesa que ficava em frente à janela. Sentia fala de todos, das risadas escandalosas de Camila, das encrencas com Lauren e a paz de Ally, além de minha família.

Era questão de honra colocar o imbecil do Siope na cadeia, já destruiu minha vida demais, e foi duas vezes. Nessas duas malditas vezes, a sua tentativa de assassinato deu muito errado, e para falar a verdade, não sei se aguentaria uma terceira. A empresa precisava de mim, todos precisavam e fiz um esforço enorme para pelo menos sentar sozinha nessa maldita cama. Fiquei minutos, ou quem sabe horas, sentada na mesma posição, olhando para o nada, e várias coisas se passavam pela minha cabeça. Lembrei do sonho que tive com Normani, aquilo mexeu comigo de verdade, da nossa conversa civilizada horas atrás, e de como eu poderia fazer as coisas do jeito certo. Fui rude com Ally, mas a verdade é que eu estava morrendo de medo em me tornar amiga dela, isso poderia ser algo bem crucial, mas é apenas medo, entende?

Medo de sofrer, de ver que o esforço colocado naquilo foi em vão, de ver ela indo embora. Peguei o celular e digitei uma nota rápida.

I know I'm acting a bit crazy,

(Sei que estou agindo feito louca)

Strung out, a little bit hazy.

(Como uma viciada, meio fora do ar)

Hand over heart, I'm praying,

(Com as mãos no coração, eu oro)

That I'm gonna make it out alive...

(Para que eu possa sair dessa vida...) ”


Notas Finais


Já leram minha nova fic? Não? Então vão ler, You're My Poison é meu xodózinho supremo. Garanto que vão adorar.

Se eu voltei em definitivo? Não. To deixando o tempo rolar, cada passo por vez. Preciso de um tempo com essa história, colocar toda minha vontade nela, todo meu esforço.


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