História Stand by you - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Outlawqueen, Regina Mills, Robin Hood
Visualizações 227
Palavras 3.621
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Lembrando mais uma vez que essa história não é de minha autoria, só estou modificando os personagens para que possamos desfrutá-la com o nosso casal mais amado, vulgo OutlawQueen.

Capítulo 12 - Capítulo doze


ROBIN P.O.V

Depois de deixar Ruby na casa de seus pais, trago Jasmine para a minha. Ela e Regina parecem se dar bem quando as apresento uma à outra em meu antigo quarto. Então Jasmine e eu vamos para fora, para brincar. Lanço a bola de futebol americano fazendo-a girar pelo ar até descansar nas mãos dela. Um passe perfeito. É bom saber que ainda dou conta. Mine, apelido que eu lhe dei quando pequena, segura a bola colocando os dedos sobre os cordões, do modo como a ensinei desde que tinha idade suficiente para segurar uma bola, e a arremessa de volta. Certamente tem os braços do pai. Não que eu queira que ela se torne uma jogadora de futebol nem nada do tipo, mas acho que há certas habilidades que toda garota deveria aprender – no mínimo para não ficar muito impressionada quando algum idiota arrogante aparecer querendo se exibir. Trocar pneu, jogar bola, andar a cavalo, dirigir um carro com câmbio manual… e também é importante aprender a trocar o óleo do carro. Além disso, o esporte nos dá tempo para conversar. Para restabelecermos o contato depois de eu ter passado meses fora.

Sempre imaginei que enfrentar aquelas conversas – sobre beber, fumar, trepar – quando ela chegar à adolescência será menos desconfortável se houver o futebol entre nós.

– E aí… o que está achando de toda essa história de casamento? Jasmine dá risada.

– Você se surpreendeu? Eu ia contar tudo na semana passada, mas a mamãe falou para esperar… disse que você ficaria muito surpreso. Forço um sorriso.

– Ah, eu fiquei bem surpreso, sim.

– Eu vou ser a dama de honra! – Ela fica praticamente saltitante. – Meu vestido é azul, de cetim, e me sinto uma princesa com ele. E a vovó arrumou sapatos azuis para combinar. A mamãe disse que vou poder arrumar os cabelos e usar gloss! Seu entusiasmo faz um sorriso sincero brotar em meus lábios.

– Que bom, filha! Jasmine faz uma jogada e tenho que correr para pegar a bola na grama. – E esse tal de J. D.? Você gosta dele? Minha filha assente.

– Sim, ele é bem legal. Deixa a mamãe toda risonha.

Risonha? Eu me pergunto se ela vai ficar risonha quando eu arrancar a cabeça desse cara.

– E como, ahm… Como você vai chamá-lo… se ele e a mamãe se casarem? Ela segura a bola, apertando o rosto em contemplação.

– Bem, de J. D., é claro. É o nome dele, seu bobo. A respiração me escapa em uma explosão rápida de alívio, soando como uma risada rouca. Pego a bola que Jasmine joga e pergunto:

– Mas você tem certeza de que gosta dele? Ela me encara por um instante. Pensativa.

– Você quer que eu não goste dele, papai?

Momentos assim nunca deixam de me impressionar. Tudo aquilo que não dizemos na frente das crianças para preservar sua inocência, as palavras que soletramos, as ações que escondemos para elas não copiarem nossos maus hábitos… E meu pai, que costumava fumar atrás do celeiro, para que ninguém visse. Ainda assim, sentíamos o cheiro de cigarro nele. As crianças não ouvem o que dizemos, mas observam a forma como dizemos. Como se fossem dotadas de um sexto sentido, percebem nossas emoções. E simplesmente sabem o que está rolando. Não quero dividir o carinho da minha filha com outro homem. Tampouco quero deixá-la dividida, forçá-la a ter de escolher entre as duas pessoas que mais ama no mundo. Não é tarefa dela proteger os meus sentimentos ou os de sua mãe. É nossa tarefa proteger os sentimentos de nossa filha. E eu me detesto por ela ter sentido a necessidade de fazer essa pergunta. Aproximo-me dela e me ajoelho para que nossos olhos estejam no mesmo nível.

– Quero que você seja feliz, Jasmine… Você e a mamãe. E quero que me diga se algum dia não estiver feliz. Mas não quero que sinta que não pode gostar dele, ou de quem quer que seja, por minha causa. Entende?

– Você vai ficar triste quando a mamãe e J. D. se casarem?

Como eu devo responder a essa pergunta? Bem, querida, eu estou aqui para ter certeza de que isso não vai acontecer. Seguro a aba do chapéu e desvio a pergunta.

– Você vai? Ela abre um sorriso tímido, como se estivesse prestes a revelar um segredo.

– Quando eu era criança…

– E quando foi isso? – provoco. – Ano passado? Em tom de brincadeira, ela me dá um empurrão no ombro.

– Nãããão… Quando eu era bem pequena… cinco ou seis anos, eu costumava olhar para as estrelas e fazer um pedido antes de ir para a cama. Depois que a mamãe me colocava na cama, eu ia até a janela e olhava… e pedia para você voltar. Um nó se forma em meu peito, cada vez mais apertado, até eu quase ficar sem ar. – Ou que você levasse a mamãe e a mim para morar com você na capital e que ficássemos lá para… para sempre.

Ruby e eu somos bons pais, não tenho dúvida quanto a isso… Mas é difícil ouvir que você decepcionou sua filha, saber que ela desejava tanto algo que você podia ter feito, mas simplesmente não fez.

– Eu não sabia que você fazia isso, Mine. – Desvio o olhar e puxo algumas hastes de grama. – É o que você quer?

– Não. – Ela suspira pensativa. – E você está feliz lá. Lá tem o seu escritório e a Casa Branca… e tem o Jake. E a mamãe está feliz aqui. E agora tem J. D. para fazer companhia.

Que ótimo… a mamãe fica com J. D. e eu fico com aquele puto resmungão do Jake. Tem alguma coisa errada nessa história. E ela prossegue, parecendo ainda mais contente:

– E eu tenho dois Natais… Quem em sã consciência ficaria triste com isso? Só consigo dar risada. E a puxo em meus braços.

– Eu te amo, filhinha. Jasmine me abraça na altura dos ombros e me aperta com toda a sua força.

– Eu também te amo.

 

 

 

REGINA P.O.V

Jasmine Locksley era tudo o que eu havia imaginado com base no som de sua voz e nas fotografias espalhadas pelo apartamento de Robin. Cheia de vida, doce, com um brilho arteiro nos olhos que lembram os de seu pai. Continuei trabalhando depois que Robin veio ao meu quarto para me dizer que levaria Jasmine de volta à casa dos pais de Ruby. Eu ainda estava elaborando um documento quando a luz do sol lá fora começou a desaparecer e a bola de fogo alaranjada sumiu no horizonte. Deixei o notebook de lado quando a senhora Locksley veio me chamar para o jantar. A mesa estava posta e Marshall, Mary e Carter Locksley, o pai de Robin, já estavam sentados. Parece que os jantares em família são algo comum por aqui, um evento com hora marcada. O senhor Locksley é um homem alto e corpulento, com um rosto bonito, marcado pelo tempo, e uma disposição estoica. Do tipo forte, silencioso. Imagino que seja uns dez anos mais velho do que a esposa, mas há uma doçura na forma como ele a olha e uma devoção na voz dela que me dizem que esse é um casamento feliz. Eu me tornei o centro das atenções enquanto respondia perguntas sobre minha família, sobre como foi crescer em Chicago. Também contei histórias dos tribunais de Washington. Entre uma mordida e outra da deliciosa carne assada com batatas, eles me contavam tudo sobre Robin – as glórias dos tempos da equipe de futebol do colégio, uma brincadeira que quase incendiou a casa em sua adolescência e a perna quebrada aos cinco anos, depois de pular do telhado, porque acreditou que sua cueca do Superman lhe daria o poder de voar.

Havia um lugar à mesa à espera de Robin, mas a cadeira permaneceu vazia. Depois do jantar, de volta ao quarto, liguei para Daniel para saber como estavam as coisas. Parece que Sherman está muito acostumado à sua nova vida e talvez não queira mais voltar para mim. Nunca mais. Depois do banho, visto uma camisola chocolate, seco os cabelos e abro a janela antes de me deitar na cama, sobre as cobertas. É uma noite fresca e a sensação do ar contra a pele é boa. Meus olhos começam a pesar enquanto vejo o mundo pela janela. Esperando avistar os faróis do carro, a volta de uma picape preta.

Não, não apenas esperando. É muito pior do que isso.

Estou desejando.

 

 

 

 

Ding.

– Merda!

Bang.

– Porra!

 Smack.

– Filho da puta! Acendo o abajur ao lado da cama e protejo os olhos quando a luz explode pelo quarto.

Robin acaba de entrar – está de quatro no chão. Olha desconcertado para mim.

 – O chão me enganou.

Vou ajudá-lo a ficar em pé. Seu peso faz nós dois cairmos na cama. Com meu rosto pressionando seu pescoço, sinto o cheiro de terra e de fogueira abaixo do cheiro mais forte e entorpecedor de álcool. Não é desagradável, mas possivelmente forte o suficiente para me deixar embriagada.

– Que bom que não estou com nenhuma vela acesa, ou então você explodiria.

Robin dá risada enquanto eu o ajeito na beirada da cama, seus pés apoiados no chão em busca de equilíbrio. O chapéu está adoravelmente desajeitado e seus olhos, apertados e sem foco, me observam através daqueles cílios escuros, repousando sobre meu rosto.

– Caramba, você está linda! Minha nossa! Não consigo segurar o sorriso que brota com o elogio nada suave. – Desculpe ter deixado você tanto tempo sozinha, Rê – continua. Dou um passo para trás e balanço a cabeça.

– Tudo bem. É por isso que estamos aqui, certo? – Mas sinto uma pontada de irritação ao perceber o que aconteceu. – Você estava dirigindo desse jeito? Ele apenas dá de ombros.

– Meu carro sabe o caminho.

– Que idiota da sua parte, Robin. – Engulo em seco. – Você estava… com Ruby esse tempo todo? Seus lábios vibram quando ele expira pesadamente.

– Não. Ruby, a mãe, a irmã e Jasmine foram à prova do vestido. Wayne, o pai de Ruby, me levou ao seu galpão de caça para mostrar o cervo que caçou na última temporada, que agora está dependurado na parede. Começamos e beber, conversar… mais beber do que conversar.

Uma emoção feroz me atinge no peito como se fosse a bola de demolição de Miley Cyrus. Por um instante, ao reconhecer essa emoção, fico sem palavras. Alívio. Um alívio profundo, como a sensação de um bálsamo refrescante sobre uma ferida ardente. Que nasce no peito e se espalha pelos braços e pernas, fazendo a ponta dos dedos das mãos e dos pés formigar. Puta merda! Eu não tinha me dado conta de como meus músculos estavam tensos, de quanto eu odiava a ideia de Robin ter passado essas horas com Ruby, até ele me dizer que não tinha feito isso. Que diabos há de errado comigo? Quando olho para o rosto dele, minhas emoções fora de lugar se dissipam. Porque ele parece péssimo. Seus ombros pesam, o olhar mantém-se baixo, os lábios repuxados, quase em luto.

– Acho que acabou de vez – sussurra. – Fiquei muito tempo longe e… e a perdi. – Então, levanta a voz: – E todo mundo aceita numa boa! Wayne, Ruby, Jasmine, até minha própria mãe, todos acham fantástica a ideia de ela se casar. Parece que eu era o único achando que nossa relação seria duradoura. Para a vida toda, entende?

– Sinto muito – murmuro, posicionando-me entre suas pernas para abraçá-lo.

Sua cabeça descansa contra meu pescoço, a respiração bate aquecida em meu peito. As mãos gentis apertam minha cintura, envolvendo-a, descansando em minha lombar. Coloco o chapéu ao seu lado na cama, deslizando os dedos por seus cabelos de modo a tentar oferecer algum conforto. Sua voz está suave, quase inaudível, perdida contra o tecido da minha camisola. E meus mamilos entumecem quando Robin acrescenta:

– Estou grato pra caralho por você estar aqui, Regina. Uma das vantagens de viver cercada por homens é saber exatamente como eles pensam, entender o significado implícito das palavras que eles dizem. Reviro os olhos.

– É claro que você se sente aliviado por eu estar aqui. Afinal, você tomou um chute metafórico nas bolas. E agora seu ego está ferido. E, depois que um homem sofre uma derrocada, nada acalma seu ego mais rapidamente do que pousar em uma pista nova e calorosa. Ele ergue a cabeça, que estava apoiada em meu peito, e me analisa com olhos turvos, mas sinceros.

– Não é só isso. Não estou grato só porque tem alguém aqui. Estou contente por ser você.

Lentamente, as mãos de Robin deslizam mais para baixo, agarrando minhas nádegas, arrancando um gemido abafado em meus pulmões. Então ele prossegue:

– É claro que, se você quiser acariciar meu ego… ferido… e curá-lo… bem, serei obrigado a aceitar.

Robin arqueia as sobrancelhas e eu dou risada. Seus cabelos espessos são suaves contra minha pele enquanto continuo deslizando as mãos por eles, pensativa. Avalio minhas opções. E o desejo. Sempre o desejo. Por que não o teria? Pensei em manter as coisas platônicas enquanto estivesse aqui, para ajudar o plano a dar certo. Para manter tudo em seu devido lugar. Mas agora, olhando seu rosto lindo, esses lábios cheios sorrindo para mim… Por que eu não poderia desfrutar desse homem quando eu o tenho? Afinal, não sou mais “a outra”. Ruby não o quer mais.

Suas mãos deslizam e me massageiam, os dedos fazem uma busca, mesmo conhecendo tão bem o meu corpo. O ritmo que tanto adoro, os toques secretos que me fazem contorcer e arfar e desejar. Por que eu não poderia colher os benefícios do que ela tão tolamente jogou fora? É só sexo. Uma liberação incrível, quente, física. Tento pensar em um motivo para dizer não. E não consigo encontrar nenhum. Pego seu chapéu de caubói na cama e o coloco na cabeça. Cavalgue, cowgirl. Ele sorri. E meus joelhos cedem.

– Meu chapéu fica bom em você – elogia com uma voz arrastada. Olho para sua boca antes de abrir um sorriso diabólico.

– Sabe o que mais fica bom em mim?

– O quê? Aproximo-me o suficiente para poder saboreá-lo.

– Você.

Robin começa a gargalhar, mas a gargalhada se transforma em um gemido quando eu o beijo. Um beijo de língua, sugando seus lábios, para deixar claro o que quero. Robin ergue a mão, enterrando-a em meus cabelos, acariciando meu rosto. Esfregando a ponta dos dedos em meu pescoço. E me puxa mais para perto, deslizando a boca sobre a minha. Ele também deixa claro o que quer. Uma eletricidade afetuosa se espalha entre nós, e uma forte afeição nos mantém unidos. É quente e familiar, selvagem e excitante, e, ao mesmo tempo, quero me afogar nela. Não consigo estar próxima o suficiente desse homem; preciso do contato de sua pele mais do que meus pulmões precisam de ar. Afasto a boca e ergo sua camisa. Assim que a tiro, ele está agarrado à alça da minha camisola, os dentes se esfregando em meu ombro, sugando a pele do meu pescoço com força suficiente para deixar marcas. Espalho beijos por seu peito bronzeado, deslizando a mão por todos os músculos esculturais, adorando ver sua barriga se apertar com meu toque. Minha língua acaricia o seu mamilo duro, girando e provocando, fazendo Robin silvar. Fico de joelhos e olho-o nos olhos enquanto desabotoo sua calça. Ele me observa com olhos pesados, arrancando o chapéu da minha cabeça, acariciando meus cabelos, sorrindo como se guardasse um segredo.

Existe uma alegria sacana entre nós, uma emoção safada por eu estar de joelhos à sua frente enquanto ele puxa meus cabelos, enquanto sussurra as palavras mais sujas do mundo. Porque Robin sabe exatamente o que está fazendo, sabe do que eu preciso. Dou a ele meu corpo, minhas súplicas, e, em troca, ele me dá um prazer de tirar o fôlego. Ele não precisa que eu dê dicas. Não preciso me preocupar com instruções. Ele vai me fazer chegar gloriosamente onde tenho que chegar. Mas não sou fraca, nem de joelhos. Eu dou, ele recebe, mas ele precisa que eu dê. Está desesperado para me ver dar – posso perceber em seus olhos, nos movimentos de sua mão, em seus comandos sussurrados para que eu me apresse. Somos o equilíbrio perfeito da paixão, uma mistura perfeita de desejo e satisfação. Tiro suas calças e as deixo de lado. O membro de Robin salta, grosso e pronto, exigindo toda a minha atenção, esperando que eu o segure. Seu pau é uma imagem e tanto – uma circunferência impressionante, veias masculinas, tamanho potente –, que merece ser replicada, esculpida e reverenciada como uma obra de arte. Seguro-o em minha mão, agarrando com força, punhetando lentamente.

– Porra! – ele geme.

Por um horrível momento, chego a me perguntar se ele não está imaginando a outra aqui em meu lugar, com aquela cabeça morena a seus pés. Mas então deslizo a língua por seu mastro, para cima e para baixo, umedecendo toda a extensão com desejo… E é o meu nome que sai de seus lábios.

– Regina… Um calor líquido se espalha por meu corpo ao ouvir sua voz.

Minha boceta fica úmida, deixando-me mais excitada, com mais vontade de lhe dar prazer, de fazê-lo se contorcer, para engolir seus gemidos – para engolir esse homem. Para fazê-lo esquecer por que chegamos aqui, para deixá-lo concentrado apenas em chegar ao orgasmo.

– Adoro esse pau duro assim – sussurro contra ele, fazendo-o estremecer em minha mão. – Adoro o seu sabor.

Envolvo a cabeça com meus lábios, essa cabeça inchada e quente. E chupo, passando a língua em círculos. Depois vou descendo, tomando-o por inteiro em minha boca, do jeito que ele tanto adora. Relaxo a garganta, deixando-o invadi-la, respirando enquanto tento não me afogar, e engulo, sabendo que meus músculos vão se contrair em volta de sua vara.

Ele mexe o quadril, tentando invadir minha garganta mais fundo. Então, lentamente tiro seu pau dali, mas sigo chupando, arrastando meus lábios e minha língua pelo caminho. Desço outra vez, acelerando o ritmo, esfregando de leve os dentes. Seu peito sobe e desce agitado, arfando, grunhindo. Suas mãos agarram meus cabelos com mais força, puxando-os de modo a provocar uma leve dor. Mas é uma dor gratificante, encorajadora, porque sei que estou levando-o ao limite. Assim, Robin! Quero que ele me empurre, me puxe, que foda a minha boca, que me use, contanto que esteja pensando apenas em mim. Contanto que deseje apenas a mim. Minha cabeça segue em um vai e vem frenético. Seguro suas bolas pesadas com minha mão aquecida e massageio, puxo, antes de acariciar com suavidade. Seu pau fica ainda mais ereto, uma vara grossa e aveludada fodendo minha boca sedenta. Envolvo-o com os dedos perto da base e punheto em harmonia com minha boca. E aí sua mão puxa a minha cabeça, tentando me fazer parar enquanto seu pau desliza para dentro e para fora da minha boca, enquanto seu quadril soca em mim com vontade.

– Porra… Eu vou gozar… Vou gozar nessa sua boca perfeita… Caralho…

Sinto seu pau se expandir, inchar e, um segundo depois, jatos de seu orgasmo quente e salgado deslizam na minha língua, enchendo minha boca. Engulo tudo o que ele oferece, engulo com gosto. Porque adoro o fato de poder fazer isso com ele. Adoro lhe dar prazer. Robin recupera o fôlego enquanto desliza os dedos por meus cabelos – agora suavemente, em carícias. Quando ele amolece em minha boca, solto-o e imediatamente me vejo ser puxada para cima, abraçada por ele enquanto caímos na cama. Ele beija minha testa, meus olhos fechados. Em seguida, suas mãos deslizam por minha coxa e seu corpo desce. Sua respiração resvala em minha barriga, fazendo-a formigar. Ele se ajeita entre minhas coxas abertas, aperta minhas nádegas e desce com sua boca. O ar sai de meus pulmões com aquela sensação deliciosa, o primeiro toque de seus lábios me envolvendo. Arqueio as costas enquanto ele agarra meu quadril, mantendo-me parada e pronta para os ataques de sua língua. Ele lambe e suga e se esfrega contra minha coxa, desesperado no meio das minhas pernas arreganhadas. Traz um calor delicioso, úmido, que rouba meus pensamentos e me deixa sem palavras. Olho para baixo, para vê-lo, e aquela imagem faz minhas mãos agarrarem os lençóis, fazem minhas coxas estremecer. Seus olhos estão fechados, concentrados; seu rosto, tomado pelo êxtase; a boca murmura uma apreciação enquanto sua cabeça vai de um lado para o outro. E sinto o orgasmo tomar forma – a pressão, as faíscas de prazer erótico crispam dentro de mim –, cada vez mais próximo.

– Ah, meu Deus, Robin… Ahh… Ele solta meu quadril.

Minha pélvis gira sem-vergonha contra sua língua, desejando-o mais fundo, mais forte, mais quente. Ele desliza os dedos para dentro da minha boceta apertada enquanto sua língua mantém os círculos firmes e implacáveis em meu clitóris. Cada músculo do meu corpo enrijece com a espera e, por alguns lindos segundos, me vejo suspensa, flutuando sobre aquele precipício sensual. E então, com um gemido longo passando por entre os dentes, eu me desfaço. Meus ombros estremecem com a força do orgasmo, minha boceta pulsa em torno dos dedos de Robin e o êxtase carnal arrebenta cada nervo do meu corpo. E parece durar para sempre, com espasmos de prazer que forçam os gemidos para fora dos meus pulmões. Quando o calor do desejo diminui, abro os olhos. Pontos de luz brilham nos cantos da minha visão e, no centro, vejo o rosto de Robin, desejando-me com uma satisfação tenra. Sinto suas mãos tocarem meu queixo e, quando ele me beija bem devagarinho, saboreio em seus lábios a mistura do álcool com a minha doçura. Cansados, acabados, puxamos as cobertas, apoiamos a cabeça em nossos travesseiros e, com uma respiração mais calma, fechamos os olhos ao resto do mundo.


Notas Finais


Até o próximo! <3


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