História Star Boys - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Error Sans, Ink Sans, Papyrus, Sans
Tags Cherryberry, Comedia, Crack!fic, Cream, Errink, Menções De Outros Shipps, Nonsense, Sanscest, Texting, Undertale
Visualizações 46
Palavras 2.471
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CHEGUEI
desculpa pela demora em atualizar :c semana de recuperação + saída de estudos é fogo.
se bem que eu consegui terminar esse capítulo no ônibus, então KJKKKKKKKKK
enfim, esse capítulo tem um pouco mais de texting (mais da metade do capítulo), então...
vou tentar não demorar muito pra atualizar a fanfic :'D

btw: roubei o sobrenome do Blueberry da minha outra fic na conta principal. vlw flw

Capítulo 3 - Aulas de química... e um intercambista.


— Ok, agora que o Ink não tá mais no nosso pé e balbuciando sobre o Error, pode falar tudo. Como assim, algum desconhecido realmente te chamou de “baby”?

Blueberry engole em seco, sentindo seu rosto queimar ao simplesmente lembrar daquela conversa macabra e estranha que teve com o carinha desconhecido.

— Na verdade não foi nada demais… eu bloqueei ele antes de ter qualquer tipo de assédio ou coisa semelhante. Já imaginou que bizarro seria se ele me mandasse uma foto do bingulo dele do nada? — Blue morde o lábio inferior, franzindo a testa ao ouvir Dream rindo. — Não, é sério, seria meio macabro.

— Bem, você poderia avaliar se vale a pena ou não ser um “babyboy” — o loiro fala, risonho. — Porque, tipo, vai que ele é um “Sugar Daddy” ou algo do tipo. Vai que vira algo no estilo 50 tons de cinza!

50 tons de cinza não retrata a realidade do BDSM e é abusivo. Seje menas, mona — ele revira os olhos. — E, de qualquer forma, vai que é bengala de velho? Não tô afim de ser o “baby” de um velho pedófilo de 57 anos. Pelamor, né... quem gosta de pau velho é cupim.

Mais risadas de Dream preenchem o corredor, e Blue dá um leve sorriso. Não era uma pessoa muito engraçada, mas gostava de fazer os outros sorrir, fosse com piadas, com jargões engraçados ou com bons gestos. Ou elogios.

— Mas, uh, se quiser ler a miniconversa…

— Naaah, ‘tô de boas. Depois você me manda print — Dream sorri, passando um braço pelos ombros de Blue e o abraçando. — Bem, ‘bora mudar de assunto. Você viu que um dos nossos colegas do laboratório de Química foi expulso da escola?

— Espera, sério? — Blue arregala os olhos. — Quem? Quem foi?

— Acho que foi o… uh, qual era o nome dele… aquele carinha que era a sua dupla, poxa… ahn...

— O… pô, esqueci o nome da desgraça agora, que droga! — quanto descaso com o pobre colega de Blue… mas ele nem falava com ele e só fazia besteira na aula, então é entendível. Afinal, é fácil esquecer o nome de gente chata e insignificante na vida. — AH, LEMBREI! O Color, né?

— ISSO! Esse desgraçado mesmo! — Dream exclama. — Acho que ele foi pego com drogas pesadas na mochila. Foi uma treta gigante… tá todo mundo falando disso!

— Bah… sempre soube que ele era chapado. Ninguém normal, sem estar sob efeito de drogas, comia tanto quanto ele... com exceção do Cross — acrescentou com um sorrisinho. — Mas, se ele foi expulso, eu vou ficar com quem de dupla no laboratório?

— Irineu — Dream dá de ombros. — A gente tem aula de laboratório no próximo período… acho que você pode perguntar para a professora se você vai ficar sozinho — ele suspira. — Qualquer coisa, eu largo a Alphys e fico como sua dupla, pode ficar tranquilo.

— Aw, valeu, Dream! Mas...

— De nada, mas diga.

— Eu acho que vai ser uma oportunidade de fazer novas amizades, não? — ele sorri, sempre com o semblante positivo e com o brilho de esperança no olhar. — Digo… vai que minha nova dupla é legal, não é? Pode acontecer!

— Realmente, pode ser...

Eles esperam o sinal terminar de tocar para continuar falando. Como o próximo período deles era o mesmo — laboratório de Química —, não precisavam ir para salas diferentes. Continuavam andando seu caminho normalmente, mas indo para o laboratório.

— Você pode encontrar alguém super legal e divertido pra substituir o Ink no nosso grupo! — Dream falou com um tom de brincadeira na voz. — Ha, zoeira. Ink é um pé-no-saco, mas é insubstituível.

— Mweh, certamente! — responde, com o sorriso um pouco diminuído. — Ele é único demais pra ser substituído por qualquer um!

Os dois entram na sala do Laboratório, que já tinha algumas pessoas em suas respectivas bancadas. A de Dream e a de Blue eram uma na frente da outra, então não era problema; podiam continuar conversando enquanto a aula não iniciava — ou, pelo menos, enquanto a professora não chegava em sala.

— Unicamente chato, você quis dizer — o ruivo fala com uma risada. — Porque, Deus, Ink pode ser um ótimo amigo, mas que ele sabe ser chato, isso ninguém pode negar. Nem você!

— … okay, okay. Admito, ele é chato de vez em quando, mas, na maior parte das vezes, ele é legal! — Blueberry deixa sua mochila do lado da bancada, assim como Dream, e veste seu jaleco. — Menos quando fala aquelas piadas horríveis. Ugh.

— “Na salada da sociedade, eu gosto só de pepino”, por exemplo?

— Ótimo exemplo de piada ruim do Ink! Você é bom em copiar ele, às vezes.

— Poderia ser melhor se eu me esforçasse em Dramaturgia — resmunga Dream, ajeitando os óculos dourados e ajudando Alphys, que já estava ao seu lado, a arrumar a bancada. — Mas eu prefiro deixar o cargo de ator nato pro arcoíris. Ele nem se esforça, é foda e esfrega isso na cara de todo mundo. Triste.

Uma batida no quadro, e a professora aparece na sala. Imediatamente, a sala se silencia. A sra. Lefèvre era conhecida por ser brava, intolerante e bem maldosa quando queria — seu apelido entre os alunos era Castigadora Ácida, não por menos —, portanto, todos a respeitavam.

Ao seu lado, um rapaz que Blueberry nunca havia visto na vida. E, caralho, ele era muito lindo. Puta merda, parecia que Blue ia derreter a cada segundo que continuava olhando para aquele deus grego.

— Muito bem. Bom dia, alunos — a professora pronuncia na sua voz rígida e com sotaque francês, fazendo alguns alunos ficarem nervosos. Ela era boa nisso. De qualquer forma, todos murmuraram um baixo “bom dia, sra. Lefèvre”. — Como vocês, fofoqueirinhos de primeira classe, já devem estar sabendo, um dos nossos colegas foi, infelizmente, expulso da escola por porte de drogas. — “os rumores eram verdade, então”, pensou Dream. — Por coincidência, temos um novo aluno na nossa classe. Um intercambista.

Se o queixo de Blue pudesse cair mais do que já estava caído, teria ido para o núcleo da Terra.

(Seria o intercambista um alienígena de Marte? Porque a beleza dele era de outro mundo, na opinião de Blue.)

— Este é Red Inglesias, e ele estará estudando com vocês nesse semestre. — a sra. Lefèvre sorri, e o intercambista coça a nuca, resmungando um “oi” baixo.

Blue levanta a mão.

— Sim, sr. Dunnstock?

— Desculpe interromper, mas Color era meu parceiro. No caso, Red vai ser minha dupla agora?

— É a ideia inicial, sim.

Blueberry comemorou internamente, e apenas acenou com a cabeça, logo ficando quieto. Viu Dream olhar pra trás e dar-lhe um sorriso. “Deu sorte”, leu os lábios do ruivo, “o cara é gato”. “Eu sei”, respondeu.

Em poucos instantes, o intercambista estava do seu lado, e a sra. Lefèvre já havia começado a explicar a experiência do dia. Blue anotava tudo que ela dizia em seu pequeno bloco de notas, tentando não prestar atenção no novato ao seu lado.

Maldito, por que ele precisava ser tão lindo?

O desgraçado estava debruçado sobre a mesa, prestando atenção na professora enquanto ela explicava. Ele parecia o tipo de cara que causava problemas. E o problema que ele estava fazendo afetava Blue, no momento. Sua presença, simplesmente, causava a falta de atenção (e de ar) do loiro. Causado por aquela beldade.

E, em um desses lapsos de falta de atenção, Blue analisou o rapaz. Cílios longos, sinal abaixo do olho esquerdo, algumas sardas discretas… e, caso você esteja curioso: ele era um moreno lindo do caralho. Traços latinos, pele cor-de-oliva, olhos castanho-avermelhado, e a melhor parte de todas: cabelo jogado pro lado, batendo no queixo (Blue tinha certa tara por cabelos naquele estilo), e com metade do lado esquerdo raspado. Que homão da porra.

— Então… qual seu nome?

Blue quase morreu internamente ao perceber que estava encarando Red fazia uns cinco minutos. Seu rosto ficou completamente vermelho; o intercambista o encarava também, com um sorriso atrevido no rosto.

— Blueberry Dunnstock, mas pode me chamar de Blue — ele fala, coçando a nuca e voltando a olhar para a sra. Lefèvre.

— Oh. Nome legal.

Ok, o sotaque dele era definitivamente latino, e aquilo faria Blue derreter no próximo momento que ele falasse.

— De onde você é? — ele conseguiu se controlar para não balbuciar como um retardado.

— Havana, Cuba. E não, eu não sou comunista — acrescentou com um leve sorriso, anotando uma fala importante da professora no seu próprio bloco de notas. — Você é daqui mesmo?

— Nascido e criado em Los Angeles, mas me mudei pra cá com uns dez anos. De um centro urbano para o fim do mundo — falou com uma risada fraca. — É legal conhecer alguém que não é daqui. Da América, eu digo.

— Mas eu sou americano.

— Dos Estados Unidos. Você me entendeu — Blue murmura, sem graça. Era costume se referir aos EUA como América, mesmo sabendo que era um termo errado.

— É, eu entendi — Red sorri um pouco, e o loiro sentiu seu rosto queimar.

Se Blue conseguisse sobreviver até o final daquela aula com aquele cara lindo e maravilhoso do seu lado, provavelmente ele entraria em estado de nirvana.


X


Berryblue [6:56 PM]: ALGUÉM ME SOCORRE, POR FAVOR

 

As mãos de Blueberry tremiam, e ele suava frio. Por favor, respondam rápido. Ele estava tendo um colapso nervoso, um ataque de pânico, uma crise de ansiedade, sabe-se lá o nome certo para aquela crise de nervosismo e tremedeira.


Dreamer [6:58 PM]: AAAA O QUE ACONTECEU????


InkyWinky [6:58 PM]: aaaaAAAAAAAAAAAA O QUE ACONTECEU BLUEZINHO?
InkyWinky [6:58 PM]: ESQUECEU O CADERNO DE MTM NO COLEGIO?


Berryblue [6:59 PM]: NÃO, SUAS ANTAS
Berryblue [6:59 PM]: VOCÊS LEMBRAM QUE ONTEM TINHA UM CARA ME CHAMANDO DE BABY, CERTO?!


Dreamer [6:59 PM]: ÓBVIO QUE SIM


Berryblue [7:00 PM]: OK, ENTÃO, HOJE ENTROU UM INTERCAMBISTA NO COLÉGIO E ELE VIROU MINHA DUPLA NO LABORATÓRIO DE QUÍMICA, NÉ
Berryblue [7:00 PM]: E CARA, ELE ERA UM DEUS GREGO
Berryblue [7:00 PM]: EU NUNCA VI HOMEM MAIS LINDO QUE ELE, PQP
Berryblue [7:01 PM]: NEM CHRIS EVAN SUPERA
Berryblue [7:01 PM]: AÍ A VADIA ÁCIDA, VULGO SRA. LEFÈVRE, PASSOU UM RELATÓRIO PRA GENTE FAZER EM CASA
Berryblue [7:01 PM]: AÍ EU PEGUEI O NÚMERO DO INTERCAMBISTA, NE


InkyWinky [7:02 PM]: pqp
InkyWinky [7:02 PM]: pq eu sinto que ja sei o q ce vai dizer?


Dreamer [7:02 PM]: Meu. Deus. Do. Céu.


Berryblue [7:03 PM]: É, ACHO QUE VOCÊS JÁ DEVEM TER ADIVINHADO, MAS...
Berryblue [7:03 PM]: É, ELE É O “PEDÓFILO DE 57 ANOS” QUE ME MANDOU MENSAGEM ONTEM E EU TO BEM CHOCADO

 

Aquilo foi realmente uma surpresa para Blue. Adicionar o número de Red, ir falar com ele e notar que era o tal "número desconhecido" foi assustador. Beleza, o intercambista era lindo, maravilhoso e ainda queria comer o Blue? Perfeito! Mas chegar daquele jeito havia acabado com todas as mínimas chances do garoto de, pelo menos, roubar um beijo do crush, vulgo Blue.

Ok, não com todas, mas tinha diminuído as chances em 95%.


Dreamer [7:04 PM]: EU TO MUITO ASSUSTADO


InkyWinky [7:04 PM]: vou querer os nudes depois


Dreamer [7:04 PM]: CALA A BOCA, INK


Berryblue [7:04 PM]: INK EU VOU TE MATAR


InkyWinky [7:04 PM]: oxe, desculpa :<
InkyWinky [7:04 PM]: só queria saber o tamanho da jeba do chris evan 2.0……………


Berryblue [7:05 PM]: Você é horrível, Ink.


InkyWinky [7:05 PM]: eusei
InkyWinky [7:05 PM]: mas eae, ja falou com ele?


Berryblue [7:05 PM]: Ainda não tive coragem de mandar mensagem pra ele.


Dreamer [7:06 PM]: Se eu tô conseguindo falar com o Cross sem morrer internamente, você consegue


InkyWinky [7:06 PM]: NAO CREIO
InkyWinky [7:06 PM]: TU TA FALANDO COM AQUELE EMBUSTE?
InkyWinky [7:06 PM]: PQP DREAM
InkyWinky [7:07 PM]: ELE FICOU COM O NIGHTMARE SABENDO Q VOCÊ AINDA TAVA TRISTE NA ÉPOCA
InkyWinky [7:07 PM]: ELE TENTOU FAZER CIÚME EM VOCÊ COM O EMO DA ESCOLA, MONA
InkyWinky [7:08 PM]: SEU IRMÃO, AINDA
 

Dream e Cross eram ex-namorados. Um casal perfeitinho, até Nightmare começar a envenenar a relação dos dois por pura vontade de ver o irmão se ferrar (porque ele ODIAVA os dois). No final, Cross passou a ver Dream com certo nojo... e, claro, ficou com o irmão dele. Parece coisa de anime, mas é verdade; e o pior de tudo é que Nightmare foi um completo babaca com as duas partes.

Se você duvidava sobre o ódio que Dream sente de seu irmão, está aí a razão. Uma das razões, na verdade.


Dreamer [7:09 PM]: Não precisa me lembrar disso
Dreamer [7:09 PM]: Mas foi ele quem me chamou, e não sou o cara que deixa as pessoas no vácuo por vacilarem comigo
Dreamer [7:09 PM]: E a gente já tinha terminado na época


Berryblue [7:09 PM]: Eu ainda shippo Cream.


Dreamer [7:10 PM]: Tbh, também shippo, mas não vai rolar tão cedo
Dreamer [7:10 PM]: E nem sei se vai rolar
Dreamer [7:11 PM]: OK ELE TA PEDINDO DESCULPA E QUER SER PELO MENOS MEU AMIGO DE NOVO


InkyWinky [7:11 PM]: mETE O GANCHO DE DIREITA NELE


Dreamer [7:11 PM]: VAI FUDER UMA BUCETA, INK


InkyWinky [7:11 PM]: ai
InkyWinky [7:12 PM]: estou ofendido
InkyWinky [7:12 PM]: vou te processar


Dreamer [7:12 PM]: Processa lá
Dreamer [7:12 PM]: Seu hétero


InkyWinky [7:12 PM]: :0
InkyWinky [7:13 PM]: COMO OUSA


Berryblue [7:13 PM]: EU SÓ SAÍ POR QUATRO MINUTOS E VOCÊS JÁ ESTÃO SE XINGANDO
Berryblue [7:14 PM]: VAI SE FERRAR


Dreamer mandou uma foto [7:14 PM].

CrossingDreams [7:11 PM]: olha, eu sei q fui um babaca idiota trouxa nojento filho da puta horrivel e que merece queimar no inferno
CrossingDreams [7:11 PM]: mas pfv me dá uma chance
CrossingDreams [7:12 PM]: pelo menos p ser seu amigo
CrossingDreams [7:12 PM]: eu sei q ce vai dizer q n quer provavelmente, mas
CrossingDreams [7:12 PM]: n custa tentarr


Dreamer [7:14 PM]: EU NÃO SEI COMO DIZER NÃO PRA ELE, PQP


InkyWinky [7:15 PM]: ok
InkyWinky [7:15 PM]: fale assim
InkyWinky [7:15 PM]: VAI ENFIAR UM DILDO DE 45 CM NO SEU RABO E PARA DE ENCHER O MEU SACO, SEU FDP DE MERDA


Berryblue [7:15 PM]: É só dizer “não quero namorar com você de novo”. Pronto.
Berryblue [7:16 PM]: Ele não é como vocês-sabem-quem, então ele vai aceitar isso.
Berryblue [7:16 PM]: Agora, se você quiser voltar a ser amigo dele, é só dizer “prefiro que a gente só seja amigo. Por enquanto, pelo menos”.


InkyWinky [7:17 PM]: ou seja formal como o bru
InkyWinky [7:17 PM]: tmb funciona


Dreamer [7:17 PM]: Se ele fosse como o “D”, eu já teria desistido há muito tempo


InkyWinky [7:18 PM]: sempre q vcs usam “d” pra se referir àquele ser, eu rio
InkyWinky [7:18 PM]: eu sempre penso no outro significado dessa sigla


Berryblue [7:19 PM]: Mas é a intenção: ser ambíguo. "D" é também uma ofensa.


InkyWinky [7:21 PM]: mas "D" é bom
InkyWinky [7:21 PM]: o você-sabe-quem não


Berryblue [7:22 PM]: … verídico. Eu acho.


Notas Finais


a cada vez mais eu penso que o suicídio é a melhor opção
DESCULPA PELO FINAL MERDA EU TÔ UMA MERDA EM FINALIZAR CAPITULO ULTIMAMENTE

btw: "D" é uma gíria pra "dick" (pau) em inglês. e, pra se referir à uma pessoa idiota, você pode chamar ela de "dick" (por exemplo: you're a dick (você é um babaca)).


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