História Star Guardians - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Dubu

Postado
Categorias Fifth Harmony, League Of Legends
Tags Camren
Exibições 26
Palavras 1.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Fantasia, Fluffy, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nova na área.
Essa é uma história que mistura o universo alternativo dentro do League of Legends (Star Guardians) e Fifth Harmony.
Vai ter luta? Vai.
Festa? Vai.
Camren? Vai
Emoções? Vai
Vocês vão chorar? Vão
Sorrir? Vão

Hahahaha Parei. Aproveitem. Esperamos que gostem!

Capítulo 1 - Prólogo


Eu tive um sonho estranho…

Primeiro estava tudo escuro e eu sentia o meu corpo despencando, como se tivesse sido jogada de algum precipício, antes do pânico me invadir, cinco luzes intensas acenderam-se ao mesmo tempo e, uma delas, era eu.  Todo o meu corpo era puro brilho e ao meu lado outras cinco meninas brilhavam também. Estávamos riscando o céu como estrelas cadentes, indo de encontro à Terra.  Foi aí que acordei.

A senhorita Wednesday continuava a escrever fórmulas químicas no quadro e eu me dei conta de que estivera dormindo no meio da aula. Passei as costas da mão nos lábios para o caso de ter babado (coisa que acontece com frequência quando minha rinite ataca).  Quase gritei de alívio quando o sinal tocou.

Estava naquela escola há uma semana e ainda não havia feito nenhum amigo, mas estava feliz até… Antes nenhum amigo do que vários inimigos.

Ao que parecia havia muitas pessoas deslocadas em minha sala. A começar por uma garota que também era novata, mas já havia pichado toda a sua carteira com seu nome em letras coloridas e outros desenhos estranhos. Ela até que tinha talento para a coisa. Ela faltara quase todas as aulas na semana e, sempre que chegava, não dava um pio sequer e sentava-se na sua carteira. Eu não sabia seu nome ainda, pois muitas pessoas faltavam na primeira semana e não dava para associar o nome quando o professor chamava. O que mais me chamou a atenção nela foi seu olhar que não parecia pertencer a uma adolescente…. Era sério e intenso demais para alguém tão jovem.  

Tentando parecer discreta, fui até a sua carteira e tirei uma foto da mesma. Ela não estava ali mesmo… Foi só ouvir o “click” da foto que senti uma sensação estranha, como se estivesse sendo pega por minha mãe fazendo uma coisa errada. Foi quando olhei para trás e encontrei os olhos verdes e sérios me encarando em uma expressão que não me dizia completamente nada sobre o que a pessoa estaria pensando de mim no momento.

— O-oi… Meu nome é Camila e eu sei que parece estranho ter uma estranha tirando foto de sua carteira hehe. — quando fico nervosa eu falo bastante e eu não sabia se isso iria me ajudar ou não naquele momento. Cocei a cabeça e a garota continuou calada, me encarando. Toquei na madeira, delineando um dos desenhos com meu indicador. — Isso aqui é uma verdadeira obra de arte e eu gostei bastante por isso pensei “por que não registar, não é mesmo?”.

Silêncio.

Engoli em seco. O silêncio daquela garota já estava me irritando. Inflei o peito, franzi as sobrancelhas e entrei em ‘modo de ataque’.

— Olha aqui, desculpa, tá bom?! Foi só uma ideia idiota. Foi só uma foto! — falei, olhando para ela com raiva. “Quem ela acha que é para ficar me encarando desse jeito?” Ela ergueu uma sobrancelha.

— Quanto tempo pretende ficar parada aí? Quero me sentar. — falou. Imediatamente senti-me corar. Talvez ela nem tivesse me visto tirando a foto, talvez só estivesse indo até seu lugar para sentar e eu fiz toda a confusão sozinha.

— Ah… hehehehe…. — comecei a rir sem graça e saí de frente da sua carteira.

— Valeu. — disse, simplesmente.

A garota pendurou a mochila na cadeira e tirou um caderno lá de dentro, sentou-se, colocou os fones que estavam pendurados em seu pescoço e debruçou-se sobre o caderno, ignorando minha presença.

“Mas que garota estranha! Eu hein!”

Voltei para o meu lugar esperando que ninguém tivesse visto o que tinha acontecido. Ela ainda estava na mesma posição que antes parecendo uma estátua. Desviei minha atenção para o telefone e conferi a foto que tinha tirado. Ela tem muito talento.. será que está no clube de artes? Dei de ombros e voltei minha atenção para o professor.



Assim que as aulas terminaram procurei juntar todo meu material o mais rápido possível. Agora seria a reunião do clube de música e não poderia chegar atrasada. Precisava causar uma boa impressão para poder participar. Peguei minha mochila e coloquei sobre o ombro e me apressei em sair da sala. Aquela escola era realmente enorme, nunca pensei que teria tantos corredores. Desse jeito vou acabar me perdendo. Foi quando lembrei que havia recebido um mapa da moça da secretaria. Tirei o papel bem dobrado do bolso e tentei me localizar.

— Eu estou aqui… então a área dos clubes deve ser por… aí!

Olhei em volta e percebi que estava no chão. Ergui o rosto e vi uma garota super alta me encarando.

— Desculpe, eu estava apressada.

— Tudo bem. — Respondi.

Ajudei ela a recolher os papéis que havia derrubado e nos levantamos. Devolvi as folhas e ela me entregou o meu mapa.

— Ta perdida?

— Só preciso saber onde fica o clube de música.

Ela sorriu.

— Eu sei onde fica, vem vou te mostrar. A propósito, meu nome é Dinah.

— Camila.

Dinah me puxou pelo braço e começou a falar muito rápido sobre uma porção de clubes escolares que eu não estava nenhum pouco interessada. Acabei esbarrando em outras duas pessoas no caminho.

— O clube de agricultura é realmente demais! Você deveria passar lá qualquer dia desses.

— Talvez eu vá. — Respondi tentando ser educada. Não entendia nada de plantas ou terra.

Ela sorriu.

— Certo! Vou esperar. — Ela colocou as mãos no meu ombro e virou meu corpo de frente para uma porta. Tinha uma pequena placa escrito ‘clube de música’. — É aqui. O meu fica no final desse corredor, é a porta verde.

Dinah acenou para mim e se afastou. Olhei para a porta novamente e estava com uma sensação muito boa com relação a esse ano.

[...]


— Você tem uma voz muito bonita. — Alice disse.

Ela era a líder do clube. Havia mais algumas pessoas que eu não tinha decorado o nome. Alice tocava bateria e vi quando ela pegou as baquetas e girou-as na mão.

— Obrigada.

— Você toca algum instrumento? — Um garoto de cabelo castanho perguntou. Acho que se chamava Charlie.

— Guitarra.

— Vou te passar as musicas que estamos treinando, no próximo ensaio você vai poder se juntar aos outros. — Concordei com a cabeça. Alice me entregou uma pasta. — Bem-vinda ao clube.

— Obrigada. — Eu disse sorrindo.

Ficamos mais vinte minutos trocando algumas informações sobre os horários e então saímos. Voltei pelos mesmos corredores para não correr perigo de errar o caminho. Quando cheguei na entrada do colégio percebi que já estava escurecendo. O tempo passou muito rápido. Dei meia volta pronta para ir até minha casa quando algo aconteceu.

Eu não sei em que momento eu havia fechado os olhos. Mas tudo estava escuro e eu não lembrava de estar assim momentos antes. Meu coração disparou e de repente visualizei luzes intensas ao meu redor, e para meu desespero eu era uma delas. O que está acontecendo? Estava tão confusa que não notei que as luzes ao meu lado eram garotas. De repente o sonho que tive mais cedo encheu minha mente me fazendo arregalar os olhos. Não foi um sonho?

 


Notas Finais


O que acharam?! A opinião de vocês é fundamental para a continuidade da história.


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