História STAR WARS: A Saga dos Contrabandistas Baratos - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Star Wars
Tags Ação, Comedia, Drama, Star Wars
Exibições 28
Palavras 3.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa história é tirada dos jogos narrados por mim de RPG no software de RPG online conhecido como RRPG Firecast. Os nome dos jogadores não serão revelados, mas seus nicks no programa poderão ser, futuramente.
Espero que se divirtam tanto quanto nós o fizemos jogando esta aventuras inicial.

Capítulo 1 - Capítulo Um: A Corja dos Foras da Lei (Parte I)


Fanfic / Fanfiction STAR WARS: A Saga dos Contrabandistas Baratos - Capítulo 1 - Capítulo Um: A Corja dos Foras da Lei (Parte I)

            Há muito tempo atrás, numa galáxia muito muito distante.

STAR WARS: A SAGA DOS CONTRABANDISTAS BARATOS

I- A CORJA DOS FORAS DA LEI (PARTE I)

            Essa história sem relação com qualquer outra se passa numa época conhecida de Star Wars, o Auge do Império. E, como qualquer história que se trata do Império Galáctico e Star Wars começa num planeta desértico, como, Tatooine. Alguns tentaram mudar isso começando em Naboo porém, não deu muito certo. Então, Tatooine.

            Tatooine, este planeta que era para ser fora de todo o universo, ser um refúgio para foras da lei e tal, mas é o lugar que começam todas as “tretas” que mudam a galáxia. Escondia em si mais um grupo desses que fazem coisas banais que viram filme. Nossos “heróis” não prestam. São conhecidos, cada um, por sua safadeza, dureza, falta de moral e bom humor.

            E a primeira cena disso tudo iniciava numa Cantina. Não como a Cantina onde Luke e Obi-wan apareceriam. Logo, não é preciso pagar 1 crédito por todos que morrem lá (conveniente, não?). Ao contrário de tudo, era uma cantina com um espaço para dançarinas da menor estirpe que fariam qualquer Jedi rever os votos ao som do Jazz moderno melódico intergaláctico que tinha um vício em quatro acordes e batida eletrônica sintetizada. Esse palco que normalmente receberia lindas dançarinas, recebia, neste dia, um ser forasteiro humano, para variar, chamado Gatpine ou, como ele gostava de ser chamado pelas companheiras do sexo oposto, Pine; ele estava prometendo um jogo de apostas envolvendo mágica.

Na verdade, ele só queria dar em cima de duas twi’leks que estavam, por sua vez, mais preocupadas em discutir com outro dos nossos grandes ‘heróis”, Sydov, o Loiro. Responsável por ter uma das naves mais lentas da galáxia, mas por sempre chegar antes dos imperiais ao lugar. Elas queriam viajar para Coruscant. Porém, ele achava a viagem uma idiotice e queria que fossem a Dantooine, assim ele podia visitar sua mãe enferma e seus dois irmãos caolhos.

            O problema de Sydov é que ele não contava que outro cara um tanto descontraído, daquele estilo clássico que mata e depois pergunta se doeu, estava acompanhando as duas Twi’leks. Ele estava, de outra forma, apenas bancando o segurança desde que fora demitido pelo consumo excessivo de anabolizantes ligerianos na Academia Imperial. Esse humano, chamado Gaor Ginton, tinha uma tonelada de músculos e alguns centímetros de massa cinzenta, mas com certeza isso não vinha ao caso. Ele estava na Cantina, havia usado o banheiro e estava voltando, passando perto do palco a tempo de ver Pine piscando para uma de suas protegidas, twi’leks, que estava sorrindo para ele, enquanto a outra discutia com um Sydov cansado da insistência em viajar para Coruscant.

            — Coruscant, Coruscant, Coruscant. Sem mais “nã,nã,nã”, ok? E esse preço é do que você merece, sabia? — a mais experiente das Twi’leks olhava incrédula à insistência de Sydov em ficar irritado pela sua própria insistência.

            — Olha belezinha, acho uma chatice e extremamente desnecessário viajar para Co-rus-cant — aquele homem de meia loiro falava, depois tomando um gole da sua bebida e suspirando longamente um relaxo de apreciação. Sua boca ligeiramente suja era limpa com a costa da mão, logo continuava dizendo —. Dantooine é muito melhor. E não insista, pois não mudarei de opinião.

            — Mas... Mas... Sou eu quem está pagando! — quase a golpear a mesa, responde a Twi’lek.

            Ao fundo, Vimton Gatpine tentava chamar a atenção de alguém, principalmente a sua adorada Twi’lek que estivera piscando e admirando por tanto tempo:

            — Muito bem, podem fazer suas apostas! — dizia aquele mágico de araque, embaralhando as caras —. Podem apostar. Eu apostaria na opinião dessa belezura ao lado — Ainda imerso em olhares românticos à mais jovem das Twi’leks que parecia responder os estímulos. Animando, então, a começar seu truque, fuzilando-a em seus pensamentos “ É demais pedir um segundo de atenção? ”

            — Bem, então pode achar outro para levar você e sua amiguinha — Sydov revezava sua bebida com a conversa, pelo menos uma tinha gosto — É uma idiotice eu viajar à Coruscnat. Que tal um acordo? Vamos para Dantooine e lá eu posso achar alguém que pode te levar até Coruscant sem que você pague nada a mais, certo?

            A conversa do transportador com a sua acompanhante twi’lek não estava na mente da jovem alienígena; esta vagava em pensamentos irônicos como: “Assim você devora meu coração nobre aventureiro que não conheço”. Mas a ironia talvez não fique tão clara na mente masculina. — Acho que vou fazer umas apostas. — piscava para o galanteador apresentador e tomava licença da outra Twi’lek e do homem de negócios.

            — Tann você é um filho de um Bantha. Mas, é o filho de um bantha mais fácil de pagar aqui. Fechado. — estava tão distraída com a translação que a negociante twi’lek nega atenção à companheira, cedendo à proposta de Sydov.

            — Então, é só dizer quando e estaremos prontos para partir. Mas antes — levantava o dedo para chamar a atenção de quem atendia na Cantina — Aí, traz mais uma rodada aí. Traz uma das fortes, não dessas bebidas para mocinhas, uma forte mesmo, que faça o meu estômago revirar.

            O contente vencedor da barganha mal pôde se virar para a Twi’lek antes de ser brutalmente agarrado no pescoço por uma das pessoas mais musculosas que Tatooine já vira em épocas.

            — Escuta aqui ô verme, descarado, chifrudo, desgraçado — Gaor começava a forçar o pescoço de Sydov que passara para uma pele roxa em poucos segundos—. Tu vai fazer o que ela quer ou tu vai fazer o que ela quer duas vezes!

            Nota-se como já citado, a sabedoria, inteligência e raciocínio de Gaor Gintom, que possui o dom da gentileza com cavalheiros que viessem a discutir com suas protegidas.

            — Posso matar ele Senhorita Lumis? — o monstruoso ser passava a uma quase infantil reação, como uma criança esperando o presente de natal—. Fala que sim, por favor!

            — Ok ... me mata e quem vai levar ela...? — entre o ar que restava, dizia Tann, tão ofegante que suas próximas frases, quase não conseguiu pronunciar—. É isso ou nada. E não é uma ... ameaça de morte que vai me fazer mudar de ideia. Já... aceitei a morte há muito tempo.

....

Enquanto discorria um diálogo amistoso nas mesas da Cantina. Vintom Gatpine tentava trazer atenção aos seus truques de quarta categoria. Uma das formas era usar sua força de vontade. As outras envolviam chorar e vender seu equipamento que não era bem dele.

            — Apostas! Eu ouvi cinco créditos imperiais? 10 crédi... — perdia a atenção aos truques ao ver o homem sendo enforcado—. Será que não posso ter um segundo de atenção por aqui?! — se diria que tal irritação só foi apagada por uma breve visão da garota que Gatpine estivera convocando em seus olhares intrometidos. Bebia então o copo que estava no chão do palco sem deixar de fazer o truque com as mãos, nem tirar os olhos da garota (seria esse o real truque?).

...

            —Bom então ele até aceitou, vai, vai dexâ eu, deixa eu, deixa eu —  o gigante faltava com moralidade ou necessidade de provar a vida, por isso uma lamentação figurada se tornava em algo literal, fazendo-o sorrir como a uma criança que gosta de amedrontar pássaros mostrando os punhos, e nada mudou—. Sabe isso! Isso é aqui é algo— sua mão passando ao alcance dos olhos de Sydov Tann que aceitara rezar para todas as divindades galácticas para não morrer, ao passo que fingia estar frio e preparado.

            — Foco rapazes — interpela Lumis Genteos, rindo pela infantilidade ou ingenuidade, ou talvez pela posição do opositor.

— Então posso matar ele Lumis? Posso? Só “umzinho” e ele até fede. — suplica o incansável Gaor.

            Já aceitando a morte, como um verdadeiro covarde que quer ter um sorriso no caixão, Tann grunhia, — Ai, garçom, traz logo essa bebida. Você está me matando...—. Subitamente caia no chão como um leve boneco de teste de qualquer espaçonave de segunda.

            — Ah, cansei de segurar ele senhorita Lumis, tu demora demais — exclama Gaor bem-intencionado, alongando o braço.

            — Hm.... para que matá-lo? Poupe energia. — concluía Lumis.

...

            Sem muito pelo que ganhar dinheiro, Pine acabava cedendo a curtir o momento, vendo se aproximar do palco a jovem.

            — Qual seu nome “jogador” dos “jogadores”? — a mulher tinha a postura semimilitar e por essa razão andava de uma maneira esquisita, mas alguns homens achariam atraente, pelo menos os seus olhos eram dedutivos e calmos como as brisas veraneias.

            — Pode... me chamar de Pine, senhorita — fitando com um sorriso dizia o jogador dos azares dos outros, ao fim do seu truque. Já que ninguém o assistia, guardava as cartas e começava a fazer pequenos truques de ilusionismo que consistia em Telecinese por parte de alguém que não tem esse poder, ou seja, uma enganação barata —, e a senhorita é? — perguntava ainda no processo narrado.

            — Eli Genteos. Prazer em conhece-lo. O que você vai fazer depois desse show, escasso? — até porque ela conversava com uma formidável veracidade, sabendo das emoções do outro e preservando-as.

...

            Já levantado, Sydov, loiro, Tann, engolia o ar como engolia bebida, já conversando com normalidade, que ele podia sustentar, — Bem, como eu disse. Partiremos quando quiser — virando-se para o bar o piloto gritava —. Ô Garçom, traz logo a droga dessa bebida. Não tenho dia todo não!

Esta última ação gerou a educação civilizada de Tatooine a incorporar no garçom, que nem um pouco irritado mostrou ao cliente enxerido o dedo mindinho o qual não se mostraria se estivesse em situações civilizadas. Mas, também serviu para trazer à tona a Gaor sobre o que acontecia com sua outra “senhorita”, fato que não ocorria para a triunfante Lumis, após a negociação.

— Oh... parece que temos algum tipo de avanço... parece promissor — comentava a mais velha das alienígenas, humoristicamente, para o não-tão-inteligente companheiro.

— Aquele engraçadinho eu posso matar né Lumisinha? Por favor — Gaor simplesmente dizia ainda que já quase indo para onde Pine e Eli conversavam.

 

...

            E digamos que os dois, por outro lado, pareciam ter combinado muito bem. Até bem demais, afinal, Eli Genteos sabia como usar as palavras para inflamar egos desesperados.

            — Talvez você estivesse afim de uma viagem, diversão e um pouco de... emoção, também? — falava Eli intercalando os olhares do ambiente ao jogador.

            — Provavelmente para outro bar. Mas tenho um tempo livre entre os shows sim— os sorrisos maliciosos de um falso mágico são, obviamente, desnecessários de comentar, mas talvez a lenta aproximação física dele e a jovem fosse um ponto a destacar.

...

            Os passos do bruto Gaor eram evitados por um mero toque de sua senhorita, e o poder dela se transpassava em analisar a situação.

            — Por que matá-lo? — a procurar sua mais próxima amiga, dizia Lumis.

            — Ele está dando em cima da tua irmã Eli e devia parar de ser safado agora, posso consertá-lo com um pouco de esforço. — enquanto Gaor recuava de sua oferta inicial e ficava com Lumis, ao mesmo tempo que o garçom chegava entregando a Sydov, sua tão adorável bebida de maneira tão cômoda e amigável.

            — Espero que se afogue— largava a frase junto com a bebida na mesa, o garçom cuja a ferocidade fez Tann repensar a proposta de Gaor.

            — Ela sabe se virar sozinha. Se ele avançar o sinal. Está liberado para chutar a bunda dele — Lumis dizia sem qualquer preocupação.

            — Mas ele já avançou, olha, está quase tocando ela já— um proposital e contínuo “Aah era comunicado por Gaor, afinal, ele se sentia frustrado por não poder “se divertir”.

....

            — Bem, na verdade, estou falando de uma viagem, tipo, agora — discretamente, Eli Genteos queria atrair Pine para sua “armadilha”.

            — E para onde está indo? — fechava a mala, já sentando no palco para conversar com a jovem e em seus pensamentos: “Ao menos ganho algo nesse fim de mundo”.

            Eli Genteos jogava-se com agilidade de invejar aos mais treinados acrobatas, sentando-se no lado do seu tão cortês alvo, como num impulso para melhor “conversarem”.

...

            — A relação desse lugar com os clientes é en-can-ta-do-ra — sendo honesto consigo, Sydov Tann bebia todo seu copo bochechando ao passo que a cabeça revirava com seu estômago dando nó. Os olhos, estes quase saltaram do seu rosto. Diante disso, aquele que iria pilotar a nave, complementava em meio a tossidas pela força da bebida—. Caramba! Essa bebida é foi das boas mesmo.

            — Ah, eu não me aguento— queixava-se com a mão no queixo (por que não?), afinal seus dedos estavam soando por energia e sua mente pensando em algo não relaxado com nada disso—, deixa eu quebrar uns ossos pelo menos, olha aquilo — lançando a mão aberta em direção ao palco em que os dois “pombinhos” conversavam.

            — Isso está ficando estranho. Vai lá ver qual é deste mané — concordava Lumis.

            — Sim, Lumis! — se Gaor fosse pensativo teria dito uma “aleluia”, mesmo assim, sua mente estava mais feliz do que o primeiro jovem a ganhar um speeder. Ele caminha com autoridade, digo tamanho, espantando alguns que estavam vivendo suas vidas não-tão-honestas da sua frente.

...

            Pine já tocava as mãos da jovem e estava tão próximo que essa frase poderia ser sussurrada nos ouvidos da jovem convidativa —. Então... qual o nosso destino?

            — Seu destino, é quebrar uns ossos idiota!

            — Gaor! Não! — o susto de Eli foi completo, tentou evitar o pior.

            — Tá vendo isso!? Tá vendo isso?! Isso é isso!? — os musculosos jeitos de Gaor eram mais comunicativos que sua habilidade com as palavras. Para o azar de Vimton, as mãos de Ginton estavam fechadas.

            — Hã... o quê?— exercitando sua própria capacidade de dissuasão, somente os imperiais cairiam em algo assim— Estou vendo. Só não entendo por que está me mostrando isso.

            — Porque...  Porque eu quero! Não tenho que explicar, só quebrar todos os seus ossos, otário.

            As tentativas de encerrar o distúrbio de ordem de Eli Genteos, o jeito arrogante de reagir de Gatpine e a inteligência racional de Gaor Gintom. Todos esses métodos de agir eram observados por Lumis Genteos e Sydov Tann em sua mesa, a primeira chegara a conclusão que precisaria intervir. O segundo, bem...

            — Ele pode ser nosso guia Gaor! Por Favor. Deixa ele em paz— implora a menos experiente Genteos, tentando evitar o uso da força, seja qual vocês queiram, no amigo.

            — Então, vamos partir ou não? — Tann estava ainda vendo as coisas de maneira confusa e insignificante, mas dizia firme para a colega de mesa.

            — Meu show foi tão ruim assim? — era como Pine tentava sair da situação volvendo a atenção a Eli ao ver que mulher conhecia o desmiolado assistente. —. Depois resolvo qualquer problema que tenha comigo, estou ocupado agora. Mas o quê? Conhece ele?

            As pessoas fugiam da Cantina, furtivamente, a briga estava montada. Ginton empurrava Vimton que ao cair do palco, tinha sua pergunta respondida.

            — Sim, bem demais — Eli interviria, mas não houve tempo.

            — Ahn... sim. Porém não agora — Lumis gesticulava com a mão pedindo para Sydov esperar um momento, e se aproximava de Eli, interrompendo—. Quem é esse cara? Ele estava te encostando de forma suspeita.

            — Ele é o Pine. Que o pai falou, “Gatpine”. Lembra? — explica Eli para Lumis, ao tempo que Gaor usara para descer atrás de Pine.

            — Agora sim, vou te quebrar — o casaco de Gaor caía no palco, dando espaço para uma posição de combate—; vamos resolver isso como ”Eu”, um homem, e você, mera criatura que apanha.

            — Oh-oh... — quase como uma lâmpada ascendendo em Lumis, interligava os fatos e a explicação.

            — Hey amigo, eu não sei o que eu fiz, mas está atrapalhando meu jogo com a donzela acima. — exclamava já sacando o seu blaster, ou pistola laser para os não-tão-íntimos, e apontando para o monstruoso homem—. Não queremos que ela veja essa cena, queremos?

            — GAOR! — Lumis gritava inegavelmente ao ponto de se ouvir em todo o local.

            — Covarde... — estava se preparando para reagir ao blaster, quando a voz entra nos seus ouvidos e ele volta a uma voz mais doce—, sim senhorita, só estava conversando amistosamente.

            — Creio que estamos equivocados. Segundo Eli — e a forma que dizia e gesticulava era igual à irmã, como gozação—. Ele é o Pine que o pai falou.

            — O que você quer dizer com isso? — todos esperávamos que Gaor não entendesse.

            A exaustiva demora para resolver o conflito, fez com que Sydov acordasse do seu deleite com a bebida, pronto para outra, falando sem noção dos arredores—. Ô garçom, traz mais uma rodada. E dessa mesma bebida— e falar isso foi apenas alguns segundos antes de perceber que já não havia mais ninguém na Cantina além dos envolvidos na briga e, ele próprio.

            — Primeiro de tudo, quem são vocês e o que querem comigo? — o melhor amigo de um ser humano é seu blaster e Pine enfatizava ainda com ele em mãos depois de ouvir a conversa das irmãs e do, bem, daquele homem.

            — Que ele é um.. Amigo? Ou seja... alguém que não devemos agredir como você está fazendo... nisso que chama de “conversa amistosa”— Lumis repreendia Gaor Gintom.

            — Eu estava apenas...Eu estava apenas...—  voraz, Gaor demonstrava sua raiva consigo, por ser repreendido e não ter cumprido a ordem em um som de frustração, terminando e sua frase—, espalhando o amor pelo próximo.

            — Calma Pine. Vamos explicar tudo Só que você precisa vir conosco— Eli procurava esfriar a situação.

            — Você tem um amor... um tanto selvagem, Gaor. Creio que muitas pessoas não enxergam da mesma forma— debochava aquela que amistosamente estava convencendo Gaor a não ser tão truculento—. Acho que você não deveria estar com isso em mãos. — apontava para o Blaster portado pelo “cavalheiro galanteador”.

            — Explicar. Esse cara quer me matar. Por que eu iria abaixar o Blaster? Só porque a dama quer que eu faça? — insistia, Pine.

            — Dama não! Para você, Magnificência— Gintom teria rosnado, se fosse um cão.

            —Porque foi tudo um mal-entendido. Gaor é meio... impaciente com caras que cheguem perto de mim ou de minha irmã. Apenas queremos esclarecer as coisas e você com esse blaster não está ajudando. Olhe para o ambiente.

            —Ata, e qual a prova que se eu abaixar a arma você não vai atirar em mim?

            —Ahn... É uma boa pergunta ...talvez a minha palavra não baste. Mas vai ter que bastar— Lumis sarcástica, dava de ombros.

            —Por que você simplesmente não sai e vai para seu canto. Saiam daqui e não nos vemos mais— sugeriu o sincero apostador.

            —Calma Pine, calma— falava Eli, antes que perdessem o propósito.

            —Ei— Sydov Tann cutucava Lumis tentando chamar-lhe a atenção discretamente.

            — Pine. Tu é importante para o futuro da galáxia. Precisamos de sua ajuda— refletia a mais nova das Twi’leks.

Gaor, que estava do lado de Lumis e Sydov desconcentrado, tornou a tentar prestar atenção de como a situação se resolveria. Sydov, ainda silencioso estava tentando passar a sua mensagem para Lumis.

— Sim? — dizia Lumis, acreditando no potencial de sua irmã para evitar o pior.

            — Importante? Como assim? — desembuchava Pine, sobre os comentários de Sydov.

— Aí, belezinha — sussurrando, Tann prosseguia—, não sei se você percebeu, mas tem Stormtroopers entrando aqui e cercando o lugar. Vamos dar o fora, agora. Se você não vir, eu me mando sozinho. Vamos...— puxando o braço da ouvinte.

— Você! E só você! Pode ver algo que ninguém pode ver nas ruínas do Antigo Templo Jedi em Coruscant! — a empolgação de Eli, faria com que todo o bar ouvisse.

E foi só nesse momento que os demais, perceberam que estavam numa cantina, cercada pelas tropas de elite do Império Galáctico, todos com os blasters apontados para o grupo.

 

Continua, na Parte II do Capítulo...

           

 

           

 

           

           

           

 

           

 

 

 

 

 

 

             

 

            

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...