História STAR WARS: A Saga dos Contrabandistas Baratos - Capítulo 2


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Categorias Star Wars
Tags Ação, Comedia, Drama, Star Wars
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Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui concluí-se o primeiro capítulo dessa história que vem de sessões de RPG.
Estive obtendo críticas que espero ter usado para melhorar a história nessa segunda parte.
Gaor Ginton, Eli Genteos, Lumis Genteos, Sydov Tann e Vimton Gatpine precisam escapar das garras do exército imperial, neste fim de capítulo.

Espero que gostem, comentem qualquer coisa.

Capítulo 2 - A Corja dos Foras da Lei (Parte II)


Fanfic / Fanfiction STAR WARS: A Saga dos Contrabandistas Baratos - Capítulo 2 - A Corja dos Foras da Lei (Parte II)

STAR WARS A SAGA DOS CONTRABANDISTAS BARATOS

A Corja dos Foras da Lei (Parte II)

Cercados, acuados, presos numa Cantina em Tatooine, Gaor Ginton, forte e musculoso guarda costas; as irmãs Lumis Genteos e Eli Genteos, de inteligência e agilidade excepcionais; Sydov Tann, o piloto mais azarado desta galáxia e Vimton Gat”Pine”, que só possuía o dom de sair vivo em momentos de ansiedade extrema, não pareciam ter a menor chance de reação ou fonte de esperança.

Dentro do bar. Atrás de todos ali que tentaram remediar o confronto de Gaor e Pine, uma tropa de pelo menos dez Stormtroopers entraram e cercaram os demais como num semicírculo em que o espaço aberto ficara para a chegada de outro mais importante do que os próprios soldados de elite imperiais.

De postura e vigor diferente, um dos Stormtroopers adentrava aquele espaço do planeta tão abandonado quanto a princesa Leia depois do sétimo filme, procurando alguém. Não estava sozinho, todavia, acompanhado de um homem ainda mais altivo e respeitoso que carregava uma cicatriz ligando a orelha direita à boca. O Stormtrooper comandante dos demais, parou com o gesto deste homem de pele branca como a elite imperial e ao mesmo tempo ressecada pela vivência da guerra civil galáctica. Os olhos azuis daquele nobre oficial desarmado, fitaram pela primeira vez o grupo de cinco pessoas as quais foram pegas juntas em situações extremamente adversas. O pelotão que ali se encontrava parecia responder mecanicamente ao comando deste homem que tomou de inciativa de patente para dirigir palavras, disse ele:

— Os Senhores e as Senhoritas, estão todos presos por alta-traição. Coronel Rad — e fica implícito que ele se dirigia claramente ao Stormtroopers com faixas de comando do pelotão — execute-os, exceto o “garotão” ali com o blaster. Ele vem conosco, leve-o a minha nave. Devo me retirar, precisamos encontrar os malditos Droids, logo.

O nobre deixava o ambiente com total arrogância ou com pouco peso na consciência, devia fazer aquilo habitualmente. Uma das formas do Império controlar as pessoas era implantar o medo de uma possível ocasião que levaria a uma posição execução, ou seja, não “dê bandeira” ou você poderia ser o próximo. O Coronel Rad que não portava seu próprio blaster, levantava a mão para iniciar o fuzilamento.

— Lumis, quando eu atacar vocês correm, ok? — sussurrava o grandalhão Gaor Ginton para os membros do grupo, como que entendendo a situação.

—Correr? Mas, e você, Gaor? — Lumis respondia entre os dentes, preocupada com o amigo e guarda costa.

— É meu serviço. Há uma porta atrás — Gaor respondia quieto, abraçando o destino da sua distração.

—Mas, por que estou sendo levado sob custódia? — Pine indagava, tentando, lá no fundo dos seus sentimentos, ganhar tempo.

—Não me interessa — o Coronel Rad mantivera sua mão no alto, pronto a iniciar a execução.

— 1...3... — conta Gaor, em sua lógica paralela.

— Boa sorte Gaor, espero que isso seja um até breve e não um adeus— Lumis deixara, propositalmente, seu corpo preparado para a rota de fuga, mas queria dizer algo ao seu amigo.

—Vamos logo. Não quero prender vocês— provocava Sydov Tann, lamentando não poder reencontrar sua mãe e os dois irmãos caolhos.

— Agora!

E como numa explosão muscular, o corpulento Ginton puxava sua característica carabina blaster modificada, o que podemos traduzir para uma arma pesada que pessoas comuns controlariam com duas mãos, e Gaor com uma.  Eli Genteos gritou, ao ver o amigo se jogar contra os soldados de elite, disparando sua pesada arma. Lumis correu com o remorso em seu peito de deixar Gaor para trás, mas empurrando sua irmã que teria ficado para lutar. Pine atirou também, mesmo que seria eufemismo, comparado com o esforço destemido, ou insano, do homem que ele quase confrontara antes.

Vendo a chance, Sydov Tann e Gatpine começaram a fugir atrás das moças que tomaram a dianteira.

—Simbora, moçada— exclamava Sydov, correndo para a porta traseira e já planejando a forma mais rápida de chegar à sua nave, e nesse pensamento o pior acontecia. Era alvejado por um disparo do Stormtrooper. E, ao contrário de Gaor, não detinha força para resistir à energia que fritava seu corpo, soltando um grito longo e angustiante de dor pelo disparo na perna. Ele se arrastava atrás dos outros. — Arrrrgh!!!

Pine e as irmãs Genteos tinham alcançado o lado de fora, quando perceberam que o piloto da melhor rota de fuga acabara de ser atingido. O mesmo praguejava pedidos para ir à sua nave. Era Lumis, a mesma que tivera que negociar agressivamente com o piloto, que ao ouvir o pedido de Sydov retornava mesmo sabendo dos riscos, tentando ajudá-lo.

— Obrigado, belezinha, acho que, se sairmos dessa, vou ter que ficar devendo um favor— em meio à dor que sentia, Tann falava ao ver Lumis retornar para o ambiente em que acontecia o conflito.

—Bem...então ... já que é assim quero ir para Coruscant! — dizia Lumis fazendo esforço ao tentar puxá-lo ou levantá-lo — Nossa, você é ...argh... pesado

—Hmm.. discutimos isso mais tarde. Rápido— rapidamente Sydov agonizava respondendo, sendo acudido por Lumis Genteos.

Como nos mais típicos bares, nessa cidade desértica a qual o calor parecia vir de baixo, Pine e Eli se encontravam no beco da cidade traseira do local. Mesmo lugar que Lumis, puxando Sydov Tann, procuravam chegar. Era tão estreito o tal beco, que não daria para duas pessoas ficarem lado a lado. Ouvia-se no fundo Gaor gritando algo como “ Se isso que vocês querem, isso, isso vocês vão ter! ”. Os tiros dos stormtroopers e do gigante eram ouvidos ao fundo.

Entretanto, o Coronel Rad possuía o que falta na maioria dos stormtroopers, uma boa mira. Os olhos do coronel, escondido atrás de uma das mesas viradas para se proteger dos gigante, viam Lumis puxando Sydov ferido. Aqueles olhos de serpente, por baixo do capacete, miravam e disparavam com seu rifle blaster. O segundo tiro que atingia Tann era mortal. Ele urrava com a consciência vacilando, a cabeça pendendo, e o corpo era sustentado apenas pela força da Twi’lek que lhe puxava; a força de Lumis era o que conseguia fazer ambos saírem de lá para o beco onde estavam Pine e Eli.

Ambos eram surpreendidos pelo piloto desacordado. Eli ajoelhava perto dele prestando socorros ao passo que Pine encostava-se na parede ao lado da entrada com o blaster em punhos, pronto a atingir alguém que viesse na cola do grupo. Os pensamentos dele lamentavam ter deixado todos os seus equipamentos dentro do lugar. Eli rompia o silêncio

 —E agora Lumis? O que fazemos— a juventude mostrava que ela estava totalmente insegura naquele momento.

— Muito bem... o que vocês fizeram para esses troopers estarem atrás de vocês? — atropelava Gatpine, escondendo igual nervosismo.

— Eles querem você, Pine. Porque eles sabem sobre você. Precisamos sair daqui— Eli falava observando o beco e suas opções— Só dá para irmos para direita ou esquerda e torcer que os despistaremos.

— Temos que ajudá-lo... —largando o corpo quase sem vida de Tann próximo de um canteiro do beco, diz olhando para o mortalmente ferido piloto— Sinto que é inútil...

—A mim? O que querem comigo? O que sabem sobre mim? — Pine dizia desesperado. Sua voz saia meio rasgada e falando bastante alto. Ele olhava, por impulso, para os lados, tentando achar um caminho que pudesse tirar a todos rapidamente.

— Deixe-me ajudá-lo— tocando no rosto do piloto, enquanto posicionava a outra mão em uma procura incessante por um determinado ponto na cabeça do mesmo, enquanto seus olhos fechavam-se procurando um ponto que mão alguma poderia tocar.

Algo misterioso acontecia ali no beco. Na frente de Lumis e Gatpine. Eli tocava em um semimorto Tann, com as mãos em partes da cabeça do mesmo, e ele acordava sem a dor dos disparos. Ela havia chamado os poderes da Força, a verdadeira Força que dava poderes àqueles que desejavam lutar pela justiça e paz na galáxia, mesmo que quase extintos. Quanto a Sydov, parecia novo em folha.

—Acorde Piloto— enfatizava Eli Genteos, esperando que tivesse conseguido

Os olhos do humano abriam como as pétalas das flores, mas o susto que ele percebeu ao entender-se vivo foi mais para as trovoadas. Estava confuso e, deliberadamente dizia:

— Estou no céu? Aqui é o paraíso?  É verdade que aqui tem rios de mel e vinte virgens para cada homem? —delirante e  entusiasmado dizia o piloto.

—Não. Mas precisamos de sua nave. E você ainda está gravemente ferido e precisa de cuidados— respondia Eli Genteos, tirando as mãos do ferido.

— Definitivamente não. Você ainda está nos devendo um favor, talvez outro agora. — completava a irmã mais velha Lumis Genteos.

            Pine não comentara nada, pois ainda estava refletindo se o que vira era verdade ou mero truque como os que ele conhecia tão bem, mas não, não podia ser. Sydov Tann, ajudado por Lumis, tomava a dianteira pegando o beco à direita, onde devia estar o espaço-porto, logo, a nave.

            O bando seguia em passo acelerado, quase saindo para a rua ao lado. Lá já se conseguiria seguir mais numa disposição mais larga das pessoas. Contudo, o membro mais atrás do grupo começou a correr, atirando para trás. A companhia chegara, e mais bem preparada do que parecia. Na direção oposta do beco, o nobre que os atormentara corria portando um instrumento da morte, com as cores vermelhas cintilantes da luz de um sabre. Os disparos de Gatpine passavam perto ou eram desviados para as laterais.

            —Corram! Corram! Corram! — era tudo que Pine poderia fazer a essa altura —.  Para a direta! Rápido!

            — Eita, cada vez mais a seriedade da situação aumenta! — Lumis dizia entre a sua respiração; Ela corria na direção citada junto aos outros, pegando a direita naquela rua.

            — Lumis! Mana! Leve todos para a nave. Vou atrasar o cara— Eli dizia, deixando que os mais atrás a passassem, Tann era carregado com a ajuda de Pine, para ganharem mais velocidade.

            —Eli, tome cuidado— a irmã mais experiente, dizia lançando um olhar na irmã mais nova.

            Vimton Gatpine conseguia disparar no ignóbil inimigo, mas cada deflexão mostrava a habilidade acima do natural de um soldado. Por isso, todos haviam desistido exceto Eli Genteos, ela tinha que ganhar tempo.

            Conforme todos chegavam na altura da rua em que se localizava o largo portão do espaço-porto. Lumis, Pine e Tann aumentavam seus esforços ao ponto de Tann forçar a sua perna mais machucada.

Eles não estavam lá para ver Eli Genteos brandir seu próprio instrumento de justiça, o sabre de luz verde que portara de uma longa história da sua família. Ela e o Nobre envolviam-se em um duelo que fugia ao controle do beco e tomavam a rua mais do que justamente chamada de deserta. Era tão ágil e preciso o golpe do sabre que chamariam de dança, pois usavam de forças distintas de combate para atacar, defender e se movimentar. Eli era mais acrobática que o seu adversário que detinha a força física. Estavam empatados, mas não por muito tempo, pois a força dos golpes facilmente poderia desequilibrar qualquer um, se atingissem no modo certo.

Os três que escaparam à luta, estavam no espaço-porto onde a nave de Sydov estava intacta, mas trancada. Por conta da presença imperial, aquelas ruas estavam vazias, ninguém atendia em lojas e, muito menos, em um espaço porto.

—E agora, Sydov Tann? — Lumis dizia, recuperando as pernas e o fôlego.

—Deixa eu pegar a chave— com as mãos que tremiam ainda entendendo como é estar vivo, Tann tateava suas roupas em busca do aparelho que abria a porta de sua nave. Seus sentidos estavam voltando ao normal. Normal o bastante afim de poder apertar o botão para abrir a porta quando ouviu o aproximar dos sons dos sabres de luz.

Somente Vimton “Pine” tinha o tempo para refletir como teria chego ali. Mas, seus lábios tentavam pronunciar palavras de incentivo a aumentar a velocidade de Sydov e seus olhos e cabeça queriam vigiar cada momento da entrada do espaço-porto.

A rampa da espaçonave de Sydov, um cargueiro corelliano extremamente velho e levemente parecido com a Falcon, começava a descer. Seu design e estilo eram tão diferentes que apenas o proprietário percebeu algo descendo pela rampa, um droid protocolar “bípede” secretário vermelho num modelo que havia sido recolhido por defeitos, chamado CZ. Sua identificação estava estampada, CZ-25, parece estivera esperando o mestre voltar.

—Mestre Sydov. Então podemos partir para Dantooine para ver sua mãe? —  sua estridente voz mecânica ecoava do seu falante.

— Sim... bem... mude o curso para Coruscant. Uma pequena mudança de planos. Vamos ficar lá só alguns minutos... mas não há tempo para falar— Respondia Sydov, depois virava-se gritando—, me levem logo para dentro se quiserem viver para ver outro dia. Deixem de perder tempo e embarquem na nave!

Ao passo que Vimton entrou em disparada, Lumis balbuciou um “Mas”, enquanto entrava, olhando para trás onde estava deixando sua irmã mais nova e seu fiel protetor.

De repente, quando Lumis Genteos estava entrando ela via, ali mesmo na entrada do espaço-porto, o nobre imperial a segurar sua irmã inconsciente. Os motores da nave soavam por trás, pois Sydov Tann estava já sentado em sua cadeira preparando para sair. No entanto, era a voz do Nobre que se fazia onipotente naquele espaço, zunindo no ouvido até mesmo dos que estavam no interior da nave.

—Vai largar a sua miserável irmã aqui, Genteos!? Será que a vida dela vale mais que a desse desconhecido!? — o imperial exclamava a plenos pulmões.

—Não! Eli! — Lumis pensava em ir buscar sua irmã mais nova. Porém, seria inútil? Ela permanecia em silêncio sem permitir a saída nem negar a chegada. Olhando cada ato com o receio de quem tem o coração esmagado pelas mãos dos odiosos.

—Então que seja— o nobre falava puxando a cabeça da irmã de Lumis de uma forma a deixar o pescoço visível—, é o fim— finalizava cortando parte do pescoço de Eli, tirando a vida de uma vez por todas daquele corpo, jogava o corpo no chão e pisava em cima sem respeitar a adversária executada friamente.

O orgulho e autossatisfação do Nobre se mostrariam a sua fraqueza. Sem perceber algo a vir por trás dele em investida. Parecia uma pequena figura que crescia. O pequeno se transformava em algo maior, e maior, tão grande que culminava com um impacto digno de um dos maiores seres com consciência daquele planeta. O Nobre Imperial, este era atirado para o lado ao ser empurrado com toda aquela força despreparada. O gigante, burro e musculoso Gaor, momentaneamente, triunfara, ao atropelar o inimigo. Terminava por pegar o cadáver de Eli e se dirigir para nave com todo suor do mundo em sua fase.

—Demorei, Senhorita Lumis? — Complementava o gigante.

—GAOR! —Fala feliz Genteos, com a felicidade de não perder tudo. Porém, suavemente lançava o olhar sob sua irmã falecida em sua frente com todo frio no coração e ansiedade da perda, em uma pequena lágrima em sua tristeza—. Eli... Oh Eli...

Gaor entrava na nave colocando o cadáver em um lugar confortável, mas sem vida. Dando ele mesmo a ordem para Sydov sair dali.

A nave, apelidada por ele de Mariel, um Ghtroc 720 que conseguira numa aposta que deu errado, saía daquele lugar, deixando para trás uma cidade cheia de imperiais e foras da lei e adentrando o espaço sideral. Livres, finalmente, estavam aqueles que haviam sobrevivido. Eles começam a recuperar o fôlego e chorar os mortos.

A ironia do destino, revelava a Vimton Gatpine e Sydov Tann que Eli Genteos morrera sorrindo, como quem o tivesse aceitado. Aquilo mexia com todos profundamente; a garota dormia, para todo sempre.

—O que vamos fazer Lumis? Para onde vamos?  O que vamos fazer? — Gaor perguntava, honestamente.

— Vamos para Coruscant, temos uns assuntos para resolver— ela dizia em uma voz suave perda, não conseguira ainda aceitar a morte ou lamentar a perda da irmã

— Mas, o quê? — Gaor Ginton era incisivo, não entendendo as pessoas.

Vimton Gatpine observava Eli Genteos em seu sono com olhos de tristeza e descrença. Encarava aquele rosto durante algum tempo. Ele e Sydov compartilhavam a necessidade de falar algo, mas sem magoar Lumis que estava em tão mal estado. Tann tentava mostrar sua simpatia:

— Senhorita Lumis, já estamos nos dirigindo para Coruscant. Devemos chegar lá bem mais rápido do que imaginava— por um momento lembrava como estivera quase morto, queria poder pagar a dívida de Eli. Infelizmente, não teria como revivê-la.

—Muito bem. Eu quero as explicações agora. Quem são vocês, o que aqueles caras queriam comigo e por que estamos indo para Coruscant? — Pine falava normal, mas tentando não soar incisivo ou agressivo na situação que estavam. Ele acabara de tentar sair da confusão na mente do que se havia passado.

—Certo. — suspirava Lumis Genteos, pois precisa esclarecer tudo— . Beem...  Digamos que...  Estou com a Rebelião... —intercedia apontando para Pine—. E você, meu caro. Tem algo especial, um dom em seu sangue pode vir a servir para acessar arquivos. Estes arquivos antigos da Velha Ordem Jedi — ela pausava brevemente, pois lembrava-se da conversa com sua irmã—. E eles...  Podem mudar toda a galáxia se caírem nas mãos do Império. E se eles obtiverem o controle. Bem, preciso dizer quão ruim seria isso? Enfim... resumindo. Somos apenas uma corja de foras da lei. — Lumis terminava dando de ombro e observando as reações do resto do grupo conforme CZ-25 trazia uma bebida e a vastidão do espaço sideral escondia o que viria a seguir...

FIM DO CAPÍTULO I

 

 

           

 

 

 

 

 

 

 



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