História Star Wars: Rise of a Jedi - Capítulo 2


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Categorias Star Wars
Personagens Personagens Originais
Tags Star Wars Fanfic
Exibições 28
Palavras 716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Construção


 

 

Tudo estava indo muito bem, tirando o fato de termos de mudar de emprego várias vezes, fazíamos a mesma coisa todas as vezes, ou seja, depois que éramos dispensados do trabalho, mudávamos para outro. Mas aí, ele chegou, o Império chegou.

Os stormtroopers chegaram alguns meses depois da nossa chegada, e agora? O que deveríamos fazer?

- Mestre, e agora? Como nos esconderemos deles? – Perguntei.

- Fique tranquilo, se andarmos cobertos, nunca nos descobrirão. Mas acho que está na hora de você fazer o seu próprio sabre-de-luz.

- Co... Como é que é?! – Gaguejei. – Você está falando sério?

- Sim! – Confirmou ele com uma feição de sério.

Fomos até uma montanha e nos aproximamos de uma caverna.

- Vamos! Seu teste começará aqui. – Afirmou.

Entramos e lá tinha vários esqueletos de seres que meditavam.

- Quem são eles, mestre? – Perguntei.

- São Jedi que esperaram por seus aprendizes. – Respondeu. – Este é o seu teste, você entrará mais afundo e eu ficarei aqui, te esperando, sou proibido de te dizer o que encontrará lá, até porque não sei, mas eu sei que retornarás. – Continuou. – Boa sorte, garoto, e que a Força esteja com você!

- Certo!

Entrei em um buraco estreito que havia no local e fui me dirigindo para frente sem saber o que esperar. Cheguei em um local grande, espaçoso, mas mal iluminado, continuei e encontrei-me no Templo, onde já foi a minha casa, onde meu mestre também já viveu. Meu mestre passou pela minha frente em posição de defesa. O que ou de quem ele está se protegendo? Apareceu uma figura na frente dele, era o Anakin e ele estava com seus olhos querendo o sangue de cada Jedi que existe. Eles começaram a lutar, mas o final já era óbvio. Meu mestre perdeu, e pereceu.

Depois de matar meu antigo mestre, o Anakin se virou para mim e começou a vir em minha direção. Fui andando para trás e acabei caindo, ele se aproximou mais e preparou para me cortar.

- Isso não é real! – Gritei.

- E eu Kennedy? – Era o Josh. – Eu sou real?

- Mestre! O que está acontecen... – Um sabre-de-luz atravessou seu corpo e ele caiu morto na minha frente.

Atrás dele estava o meu novo inimigo, não só meu, mas de todos os Jedi que estiverem vivos e que irão nascer.

Levantei em fúria e usei a Força para empurrá-lo e prensá-lo na parede e ele se desmanchou na minha frente.

Uma luz surgiu, um brilho tão forte que fez a minha vista ficou turva por causa do brilho. Era um cristal Kyber, o cristal que serve como fonte para o sabre-de-luz. Ele brilhava, brilhava muito.

- Pegue-o! E seja um remanescente dos que já foram considerados heróis. – Uma voz ecoou.

- Mas usar para vingança, você não deve. – Uma outra voz. - Use-o sabiamente e lembrar-se você deve: “não use esta arma para matar sangue inocente”. – Terminou.

- Usarei este cristal para o bem, não o Usarei para minha vingança propriamente dito, e não derramarei sangue inocente empunhando arma alguma. – Falei.

Peguei o cristal e o ambiente ficou claro. Saí pelo mesmo buraco estreito e me dirigi ao meu mestre. Toquei em seus ombros e ele levantou e me perguntou:

- Conseguiu?

Abri a minha mão e mostrei o cristal para ele

- Que bom! – Começou. – Temos agora de montar o seu sabre-de-luz!

Voltamos para casa e chegando lá, ele me deu algumas peças e disse:

- Lembre-se: “essa arma não deve ser usada para o mal”, “tenha consciência do seus atos quando empunhar está arma”

- Não me esquecerei!

Me exilei na mata, botei as peças no chão, me sentei e comecei a meditar. Conforme ia meditando, ia pensando em como seria legal usar ele, e por fim, me desconcentrava e acabava fazendo nada.

- Aaaaah! – Bufei. – Por que não consigo fazer isso?!

- Fique calmo e se concentre. – Uma voz calma me disse. – Não pense em outras coisas, apenas relaxe e abra a sua mente. – Era o meu antigo mestre.

- Mestre?! É você?! – Não obtive a resposta. – Certo? Me concentrar, né? Então vamos lá.

Fechei meus olhos e tirei todos os pensamentos vagos da minha mente, e comecei a relaxar.

 

 

 

 

 

Depois de um tempo, abri meus olhos lentamente e contemplei ele, o meu sabre-de-luz.



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