História Starco: Recomeço - Capítulo 59


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Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Ludo, Marco Diaz, Personagens Originais, Star Borboleta, Toffee
Tags Amor, Marco, Romance, Star, Star Vs As Forças Do Mal, Starco, Starvsasforçasdomal
Exibições 395
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Survival, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


To animada, serio, estou me divertindo muito com isso tudo acontecendo :3
Espero que aproveitem S2

Capítulo 59 - Cap.13 Temp.02


STAR'S P.O.V.

Eu estava tirando a mesa do café.

Marco estava apoiado no arco da porta me olhando.

-O que você quer?- perguntei enquanto lavava os copos.

-Você.- ele respondeu.

Coloquei o copo sobre o mármore da pia e direcionei minha visão a ele.

-Isso você já tem.- sorri.

-Eu ainda tenho meia hora.-ele levantou as sobrancelhas e sorriu.

-O que você quer dizer com isto?-disse fechando a torneira da pia.

-Isso quer dizer que temos vinte minutos.- ele respondeu.

-Então quer dizer que o senhor Marco quer um pouco de diversão.- disse puando a alça do meu sutiã por dentro da camisola.

-Olha só, ela é vidente.- ele sorriu.

-Não sou vidente. Apenas te conheço melhor que qualquer um.

Ele andou até mim, pegou minha mão direita, e beijou o anel de noivado.

-Eu posso dizer que também te conheço muito bem.- ele sussurrou no meu ouvido. Eu podia sentir sua respiração.

-Sim, você conhece.- sussurrei.

Eu olhei nos olhos dele, bem no fundo dos olhos.Olhos castanhos podem ser comuns, mas os dele são diferente, sabe, castanhos porém tem que tomar cuidado para não se perder neles.

Eu selei nossos lábios em um beijo que começou calmo, mas se tornou um beijo violento cheio de excitação.

Marco passou a mão por debaixo da minha camisola e arrancou minha calcinha para fora do meu corpo.

Me sentei no balcão de mármore da cozinha.

Marco abriu sua calça, e a arriou junto com a cueca.

Ele se posicionou entre as minhas pernas e começou a me penetrar. Suas estocadas faziam com que eu perdesse o controle da minha voz e começasse a gemer seu nome.

Com suas mão rápidas e ágeis, Marco me ajudou a desvencilhar as alças da camisola de meus braços, e logo após abriu meu sutiã.

-Você não deveria usar isso para dormir.- ele  se referiu ao sutiã.Sua voz estava ofegante.

-Eu sei...- disse entre gemidos.

Agora, enquanto me penetrava, ele também apertava meus seios com suas mãos.

Eu estava me sentindo no paraíso.

Enquanto ele me penetrava, algumas vezes eu olhei para o relógios, os minutos estava passando rápido demais...

Mais algumas estocadas... Marco soltou um gemido rouco no ar. Eu senti algo, algo diferente, que eu nunca tinha sentido antes, eu senti algo quente me preencher.

Nosso tempo tinha acabado.

-Desculpa, não deu pra tirara tempo...- ele disse ofegando enquanto ajeitava suas calças.

-Sem...- respirei fundo- Problemas...

Me levantei e ajeitei minhas roupas.

Acompanhei Marco até a porta.

- Bom trabalho, meu amo.

-Obrigado. Tenha um bom dia, minha flor.

MARCO'S P.O.V.

Eu estava indo para a biblioteca, a cada sinal vermelho eu aproveitava para tentar ajeitar meu cabelo bagunçado.

Quando finalmente cheguei, fui correndo para marcar o ponto.

Quando marquei fui surpreendido pela minha chefe.

-Marco!?- disse ela ajeitando os óculos.

-Sim, senhora Aida.

-Meu querido, eu sei que seu papel é somente fica somente arruando os livros/os catalogando, porém eu preciso da sua ajuda mais do que nunca. Posso contar com você?

-Depende.

-É que muitos jovens tem vindo nos últimos três dias, e não estamos conseguindo dar conta. São muitos jovens alugando livros, e/ou somente lendo aqui, precisamos atender los e supervisiona los. Peço que hoje fique no balcão, e quando a biblioteca fechar, quero que desempacote os livros que chegaram e os coleque nas devidas estantes.

-Desculpe senhora Aida, depois do trabalho eu preciso passar na editora.

-Meu querido, por favor, é tudo que te peço.- Ela começou a alisar suas mãos em meus ombros.-prometo que irei lhe recompensar cada minuto a mais que passar aqui.

Eu me afastei dela, a deixando decepcionada.

-Sim, eu fico, mas preciso dar dois telefonemas.E por favor, não  fique se esfregandoem mim que nem da ultima vez.

-Por que não senhor Marco.Todos nós sabemos que eu sou sexy, e que você me quer.- ela deu um sorriso de canto.

-A única mulher que eu quero é a minha noiva.- suspirei- Quero que me pague as horas extras COM DINHEIRO.

-Ok. Mas saiba que até o homem mais fiel se deixa cair em tentação.

-AH, mas eu não vou cair nessa arapuca.

-Se ate Adão que era santo caiu, por quê você não cairia?

-Porque eu não sou ele.

Fui para o hall de entrada e me sentei no balcão.Fiquei ali recepcionando o pessoal e verificando se não estavam tentando sair com nenhum livro na qual não tivesse sido alugado.

Quando deu a hora normal de eu ir embora, eu tentei ligar para a Star avisando que eu chegaria mais tarde, ela não atendeu minha ligação, tentei mais algumas vezes, até que ela me enviou uma mensagem, isso me tranquilizou.

"Olá meu amor, não precisa se preocupar, já entendi que vai chegar mais tarde, só não o atendo agora pois estou muito cansada e vou dormir. Quando chegar sua janta estará no microondas. Te amo."

STAR'S P.O.V.

 Eu estava preparando a janta pro Marco e para mim quando o telefone começou a tocar.

-Deixa que eu atendo.- disse o Marco.

-Obrigada, amor.

TOM'S P.O.V.

O glamour teve um efeito magnifico,ninguém diria que eu não sou ele. Entrei fácil nessa casa.

O celular da Star começou a tocar.

-Deixa que eu atendo- falei.

-Obrigada, amor.- ela respondeu com uma voz dócil e completamente pura.

Segui o som do toque, encontrei o celular em cima do sofá, o coloquei no mudo e deliguei a ligação. quando vi que ele persistia em ligar, eu mandei um mensagem para tranquilizar o babaca. Depois apaguei as ligações e a mensagem dela do celular para não deixar pistas de que eu estive aqui.


Notas Finais


Eae? Como foi?


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