História Starco Um amor contra o mal - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Marco Diaz, Star Borboleta
Tags Cabeça Pônei, Jackie, Janna, Jantom, Marco Diaz, Star Butterfly, Star Vs As Forças Do Mal, Starco, Tom
Visualizações 66
Palavras 3.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como o prometido aqui está o cap, e eu mudei a forma da escrita, eu não sei o que eu tinha na cabeça quando comecei a escrever com asteriscos!
O aproximo cap será a penúltima parte do The Battle for Mewni.
mas enfim



Boa leitura <3

Capítulo 12 - The Battle for Mewni - Part 6


Fanfic / Fanfiction Starco Um amor contra o mal - Capítulo 12 - The Battle for Mewni - Part 6

~ Pântano Assombroso de Mewni ~

 Star bateu na porta, não demorou nem 10 segundos para que seu amigo abrisse, e já foi logo gritando:

 - Bullfrog!- seguindo de um pulo animado.

 - Star! – Disse o Sapo olhando para a princesa – O que faz aqui?

 - Minha mãe e eu, - apontou para Moon que estava de costas a alguns passos dali – Estamos resolvendo algumas coisas, tivemos alguns problemas. Precisamos passar a noite em algum lugar, e como aqui era o lugar mais próximo... – Moon se virou para os dois, com uma cara emburrada.

 - Claro! Podem ficar aqui. – disse sorrindo.

 - Minha mãe não gosta muito de monstros sabe... – Sussurrou para Bullfrog. Mas logo se virou para sua mãe e gritou – Hey mãe, vamos! – disse chamando-a com as mãos-

 - Não vamos passar a noite na casa de um monstro – Moon murmurou amaldiçoando-se por estar fazendo aquilo.

 - Ah mãe! Se atualiza! Nem todos os monstros são maus.

Sim! – Disse Bulfrog fazendo sinal para que elas entrassem.

Ok. – Moon suspirou, ela não confiava em monstros, em nenhum. Tinha a sensação que a qualquer comento um monstro poderia arrancar algo dela, assim como Toffe fez, não gostaria de correr riscos, mas precisar confiar no “sapo musculoso”, por Star.

Star entrou seguida de Moon, Bullfrog fechou a porta e olhou sorrindo para as duas.

 - Não reparem na bagunça, é difícil cuidar de tantos girininhos. – disse seguido de uma risada nasal, pegou um brinquedo jogado no chão e guardou num baú.

Moon não conseguia “não reparar na bagunça”, aliás, a casa de Bullfrog era uma lagoa, só que com um teto paredes, portas, quartos, isso a deixava agoniada, acostumada com as luxurias do castelo, e olhar parar aquela sala de estar alagada propositalmente a fez sentir nojo, se sentia mal por pensar assim, mas era uma lagoa cheia de barro, o local cheio de moveis que pareciam estar acabados, não conseguia não sentir nojo ao olhas para o sofá e ver vários caracóis.

Star ao contrario de sua mãe, agia normalmente, nadou no lago barrento para chegar até o sofá e relaxar, Moon sem opção fez o mesmo, pensando como sua armadura ficaria suja depois disso. Ma não sentou no sofá apenas ficou de pé ao lado da mesa de centro rústica.

 - Mas então, onde estão os girinos? – Star disse vendo Bullfrog se aproximar.

 - Estão no quarto brincando.  – disse apontando para a porta do quarto de “seus filhotes”.

 - Ah sim!

 - Com licença, mas aonde posso me limpar? – Moon perguntou para o sapo.

- O que? – Ele perguntou confuso.

 Star bufou e colocou a mãe na cabeça por causa da “classe” de sua mãe. – Ela quer fazer bombom! – dizendo como se fosse obvio, Moon ficou envergonhada.

 - Oh... O banheiro fica a direita, no fim daquele corredor ali – Disse apontando.

Moon saiu do cômodo rapidamente, tentando não pensar na vergonha que sua filha tinha acabado de fazê-la passar.

Bulfrog... – Star se aproximou dele querendo falar mais baixo, para que sua mãe não ouvisse. – Eu tenho algumas coisas para fazer, porém minha mãe não me deixa sair de perto dela. Será que você poderia me encobrir para que eu pudesse fugir, eu preciso muito fazer isso.

 - Ah Star, mas é claro eu distraio ela!- Disse como se não fosse nada de mais.

Moon voltou logo depois disso, e foi cercada pelos olhares dos dois, ficando envergonhada.

  - Eu vou lá ver como estão os pequenos girinos!- Star disse correndo para o quarto.

 - Então Rainha Moon, gostaria de jogar alguns jogos de tabuleiro? Temos vários! “Destrua os reis”, “Monstros VS Mewnianos”, ‘‘Mate a Rainha” “pegue o...

  - Uh... - Ela o interrompeu incomoda. – Será que pode ser algo sem tanta... ”violência”?

 - Claro!- Disse não percebendo que Moon estava desconfortável com as opções de jogos. – Vamos jogar “Proteja os bebês monstros da Rainha”!

Moon fechou a cara. Bullfrog colocou a caixa do jogo em cima da mesa de centro, e foi arrumando todo o tabuleiro, as cartas do jogo, os bonequinhos, etc.

 - Eu quero ser esse monstro aqui. – Ele disse pegando um bonequinho que parecia um monstro.

 - Acho que vou ser essa rainha aqui... – Disse pegando um boneco que parecia muito com ela, só que de uma forma bem mais assustadora, dava para perceber que ela não era amada pelos monstros como eram pelos mewnianos.

~ Casa dos Diaz, Quarto do Marco ~

~ Narrador: Marco D. ~

Eu já tinha lido umas 10 paginas do diário, eram varias coisas de dias que passamos juntos e de como ela se sentia próxima de mim, e ela fala sobre as varias e varias vezes que ela me salvou... E tem um trecho, que foi um dos meus preferidos até agora:

“[...]

 Hoje eu e Marco mais uma vez lutamos contra o idiota do Ludo e seus monstros, é meio chato fazer isso praticamente todo dia. Mas com o Marco por perto fica tudo mais divertido, lutar junto com ele é uma das coisas que mais gosto de fazer.

 É como se ele me protegesse e eu o protegesse, trabalhamos juntos para ver um ao outro bem, acho isso tão legal e tão fofo!

Eu cuido dele.

E ele cuida de mim...”

Admito que corei lendo essa parte, achei tão fofa a forma que ela escreve, tão doce. E claro que, no começo eu anotava todas as vezes que ela me salvava, e todas as vezes que eu a salvava, como se fosse uma competição. Ela me fez desistir de fazer essa coisa boba, era algo muito tonto, ainda bem que parei. Mas não parei de protegê-la passei a cuidar dela por que queria ver ela bem. Ver a Star triste ou abalada é uma coisa que definitivamente não gosto de ver, sempre quero vê-la feliz, e protege-la de tudo.

Ok, chega de falar de coisas melosas, parece que eu cheguei no dia do Baile da Lua Sangrenta.

“Ontem o Tom veio me convidar ir para o Balei da Lua Sangrenta, eu “aceitei” não porque ainda gosto dele, se gostasse não teria terminado com ele. Estou escrevendo isso um dia antes por que eu estava cansada, mas hoje eu acordei diferente... Já vou explicar...

Enfim ele me chamou e tal, eu me arrumei toda, e o Marco ficou enchendo o saco para ir junto. Eu disse que eu dava conta, era só o meu ex, um demônio, mas meu ex.

 Chegando lá parecia um baile normal, o Tom agindo como um esquisitão e se controlando pra não se estressar, eu sei que ele quer voltar comigo, mas eu não dou bola, apenas ignoro. Eu andava pelo lugar, admirava a lua pelo teto que não era coberto propositalmente, ouvi alguns monstros dizendo algo sobre que se um casal dançar sobre a luz da lua sangrenta terá suas almas entrelaçadas pra sempre e blá blá blá.

 Passou um tempo e Tom me convidou para dançar, eu revirei os olhos e cruzei os braços deixando explicito que eu não tava afim. Mas assim que uma musica lenta começou a tocar, ele ficou irritado e disse alguma coisa sobre musica errada.

 Eu estava ali até um cara... Começar a dançar comigo, meu olhos brilhavam pela forma que ele dançava comigo, dando giros e passos incríveis, dançamos por um tempo sobre uma bela luz vermelha. Até que ele falou comigo, e me chamou pelo meu nome, fiquei confusa e perguntei como ele sabia meu nome, e ele disse que ERA O MARCO! Nesse momento meus olhos impressionados e apaixonados se desfizeram, transformando em uma expressão de surpresa e raiva. Rapidamente me afastei dele e comecei a andar para voltar embora, eu disse pra ele que dava conta, ISSO NÃO ERA NESCESSARIO!

 Ele chamou meu nome, mas ignorei, entramos na carnagem e voltamos quietos para casa, evitei fazer qualquer contato visual. Quando chegamos apenas desci da carruagem e fiquei na varanda, ele ficou me olhando, me deixando um pouco desconfortável, mas não expressei nada, depois de um tempo ele se aproximou de mim e pediu desculpas, falei sobre eu saber me cuidar sozinha, e ter um tempo pra mim às vezes, ele entendeu e me deu um sorriso, que lindo sorriso, como eu nunca tinha percebido o quão bonito era seu sorriso? PERA MASOQ?!

...É...

 Conversamos mais um pouco, até uma hora que começamos a dizer as mesmas palavras e frases, foi engraçado, mas na hora senti vergonha, até acho que corei.

  Pedi pra ele se retirar, pois estava cansada, dormir, foi o que fiz,pu pelo menos tentei .Hoje depois do café vim aqui escrever em você por acho que estou gostando do meu melhor amigo, Marco Diaz... Isso é... Diferente... Eu não sei... Eu... Gosto dele... Gostar tipo, eu estou apaixonada por ele, não consigo fazer nada além de pensar nele, desde que fui dormir... O que está acontecendo?! [...]”

  Então foi nesse dia que ela começou a gostar de mim... Mas isso faz tanto tempo, guardou até agora... E... Espera...

 Parei pra pensar um pouco até entender que... A LUA SANGRENTA... Claro! Tudo se incaixa agora! Ela gostar de mim... Eu gostar dela... Nossas... Almas estão entrelaçadas por toda a eternidade...

 Toda a Eternidade.

 Eu fiquei pensando nisso, isso não saia da minha cabeça, e fui ver se achava algo relacionado na internet, por que o que a Star ouviu pode ser só uma lenda e... Mas tudo se encaixa! AAAAH! O dia do baile! Depois que beijei a Jackie e vi a lua sangrenta, EU ME LEMBREI DA STAR! MEU DEUS!

 Pensei por mais um tempo, e realmente resolvi pesquisar, já tinha chegado ao conceito de que provavelmente a Lua tinha feito à gente se apaixonar, mas... Para toda a eternidade?

Depois de andar por muitos sites, achei um que era convincente o bastante.

“Fenômeno Lua de Sangue ocorre no eclipse total da Superlua. O nome pode parecer assustador, mas a Lua de Sangue ou Lua Sangrenta é um dos fenômenos astronômicos mais belos que podemos observar a olho nu.  

 A junção dos dois fenômenos, eclipse lunar e superlua, causam a Lua de Sangue ou Lua Sangrenta.

 Segundo lendas a luz da Lua Sangrenta supostamente pode ligar almas. Se um par tiver algum tipo de contato sobre essa luz, dançar, se abraçar, etc. Isso significa que são almas gêmeas e que estão ligados por toda a eternidade, e que no fim eles estarão juntos, até seu ultimo suspiro.

 Mas, no entanto algumas espécies de diferentes dimensões não são tão afetadas quanto outras, causando assim um conflito no começo, fazendo um gostar mais do que o outro, ou ninguém se gosta totalmente, mas o sentimento vai crescendo com forme o tempo vai passando. [...]”

 Então segundo minhas pesquisas... Sim! ... Eu e Star somos almas gêmeas e nos amaremos até nosso ultimo suspiro... Como um simples fenômeno natural poderia causar isso... Eu ainda não acredito que... Aaaah!

 Acho melhor eu ir dormir... Me acalmar com tudo isso... E também já são 4:30, eu tenho que acordar as 7 horas... Então, melhor ir deitar logo...

~ Casa dos Ordonia ~

~ Narrador: Autora ~

 Janna e Tom ficaram conversando por muito tempo, Janna era muito animada, tomava muito café, e odiava dormir. Então quase nunca dormia no horário certo ou em qualquer horário, e se dormia era no m máximo 5 horas. Então ela não se preocupava de ficar ali, e sabia que seus pais chegariam só no dia seguinte.

 Conversaram sobre assuntos aleatórios e sempre surgia uma piada maliciosa ali ou aqui, fazendo-os se olharem com um sorriso que já dizia muito. Logo depois riam, mas Janna já começava com suas provocações, dar em cima, fazer piadas de duplo sentido, olhares com segundas intenções, etc.

Depois de um tempo Tom disse que tinha ir embora, tinha coisas para resolver em sua dimensão.

 - Aé? Tipo competições de Ping Pong?- Janna disse arqueando uma sobrancelha.

 - Não, e se fosse eu teria te convidado. – Tom piscou o olho direito para ela, se levantando e pegando sua blusa que estava no encosto do sofá. Ele avia se divertido muito, e fazia um tempo que estava tentando esquecer sua obsessão por Star, primeiro foi Marco, agora eles sempre saiam pra ver coisas de Caratê, ver filmes, sair pra comer alguma coisa, e agora era a vez de Janna, ele já tinha visto muita coisa que eles combinavam na primeira vez que conversaram, mas agora já estava criando algo a mais. Espera... Mas só foram dois dias, ele balançou a cabeça apagando mentalmente o que estava pensando.

 - Uiui! – Disse colocando as mãos sobre seu peito, fazendo cara de quem estava caidinha por ele, logo depois riu, fazendo Tom rir alto. – Não exagera Tom, meus ouvidos!

 - Tá. – disse dando uma risada nasal. Caminhou até a porta, seguido de Janna, abriu porta saiu e a olhou. – Belos olhos.

 - Castanho não é uma cor tão difícil de encontrar. – disse apoiada na porta.

 - Tem razão, mas continuam sendo belos olhos...

 - Obrigada? – Arqueou a sobrancelha.

  - Então tá...

 - Tchau demoniuzinho...

 - Tchau bela senhorita. – ele riu, Janna deixou escapar uma risada nasal.

Tom sumiu sobe as chamas e brasas que o envolverão, logo só restarão as brasas, Janna ficou olhando elas voarem de acordo com o vento, quando perdeu elas de visão, resolveu entrar.

Pegou seu celular, iria voltar a falar com Jackie, mas viu que já eram 04:30 e resolveu deixar para lá. Passou o resto da noite vendo filmes de terror antigos.

~ Casa do Bullfrog ~

Star nem ao menos entrou no quarto, só ficou tentando fugir, entrava atrás de um móvel, se escondia rapidamente quando sua mãe parecia perceber sua presença, Até se agarrou ao teto para chegar a porta. Enquanto isso, Moon e Bullfrog discutiam sobre os mewnianos e os monstros.

 - Os monstros só querem nos atacar! – Moon disse batendo a mão na mesa.

 - Nós só queremos proteger nossos filhos, e nos proteger! – Gritou Bullfrog fazendo, Star se apressar.

 - Nós também! Eu faria de tudo pra proteger a Star! Por que ela a minha filha e eu a amo! Coisa que provavelmente você não sabe fazer AMAR!- Moon disse fazendo um olhar provocador, Star pigarreou de susto, mas por sorte foi ignorada.

 - Eu sei muito bem o que é amar! Todos os monstros amam seus filhos, e querem protegê-los do mal! – Star pulou do teto e estava prestes a segurar a maçaneta da porta. – Por isso mesmo eu não vou ajudar na sua fuga Star! – Disse apontando para a mesma.

MASOQ?!- Star disse com revolta. – Eu não acredito que! – Disse fazendo um rápido movimento com as mãos.

Star?! O que? – Moon disse ficando irritada.

 - Star queria fugir, mas nãoi vou deixar, pois sei como é querer ver seus filhos seguros, por isso minha casa é a prova de perigos. – ele disse puxando uma corda que estava pendurada num canto, assim por fora da casa surgiu armadilhas, armas, a porta da frente foi bloqueada, parecia uma casa pronta para uma catástrofe. E pela visão de Moon o que estava acontecendo em Mewni realmente era uma catástrofe.

 Moon sorriu para Bullfrog, ele sorriu de canto  arqueando uma sobrancelha. Star voltou resmungando, e entrou no quartos dos girinos.

 - Nhá nhá nhá, proteger meus filhos, blá blá blá. – disse seguido de um gruindo, bateu a porta e se admirou vendo os girinos. – Aaaawn, tão fofos! ... Ok, mas eu preciso fugir daqui, quero voltar para terra, e ver Marco... – Disse olhando para a blusa vermelha, passou a mão sobre as mangas da blusa se lembrando do beijo que ele avia lhe dado na noite passada.Deu um leve suspiro, e começou a morder sua varinha andando de um lado para o ouro.

 - Precisa de ajuda? – uma voz fina e adorável disse.

 - Não, não, - Star estava de costas e não viu e nem se preocupou quem era. – Eu não quero ajud... – arregalou seus olhos a perceber que a girino Katrina estava falando com ela. – Oooown, vocês falam? – Star disse com seus olhos brilhando coma fofura de Katrina.

 - Na verdade só eu falo! – Katrina era diferente dos outros filhotes, enquanto todos os girinhos tinham uma cabeça grande, pernas curtas e olhos ovais, ela tinha uma cabeça pequena, braços grossos e olhos circulares e brilhosos.

 - Awn, evoluidinha!

 - Você que ajuda para escapar?

 - Eu não sei se você pode me ajudar fofura, não precisa eu consigo fazer isso. – Star disse passando a mão na cabeça de Katrina.

 - Ei! Aqui de baixo desse Baú tem uma passagem. – Katrina disse enquanto seus irmãos empurram um grande baú mostrando uma passagem. – Às vezes nós saímos para ouvir musica e dançar.

 - Awn doçura, sei bem como é isso.

Os filhotes entraram no buraco, só depois que todos passaram Star passou também, o buraco os levaram para a parte de trás da casa.

 - Mas então, qual é seu plano? – Katrina disse com um olhar curioso.

 - é... – Star deu uma risada sem graça. – Eu não sei, eu só vou lá e fazer o que der pra fazer...

 - Mas... Isso é plano terrível! - A pequena girino disse revoltada.

 - Vocês me ajudaram até aqui, mas agora eu vou fazer isso sozinha. Podem voltar para casa, eu consigo. – Star saiu correndo em direção ao castelo. – Impulso dos cristais místicos! - Gritou o feitiço que criou uma explosão cheia de cores e cristais, que a impulsionou para frente.

 O feitiço a fez poupar vários passos, quando o feitiço se desfez ela usou suas asas para planar,chegando ao chão, firmando os pés no chão agachada, colocando uma de suas mãos no chão, e a outra segurando a varinha, seu olhar corajoso, mostrava muito bem que ela estava decidida a fazer de tudo para concluir seu objetivo: Voltar para a Terra.

 

 

 A Escuridão de Mewni é curta. Já que às 6 horas, o sol já iluminava tudo. E o Rei River já estava de pé, Ele dormia triste de noite ao ver que Moon não estava ali junto com ele, e ao acordar não tinha sua mulher pra lhe abraçar. Mas ele logo se animava para se divertir, mas hoje era diferente, ele não queria curtir e fazer uma festa. Ele queria ficar perambulando pelo castelo e esperar sua amada.

 River estava na sala do trono andando de um lado para o outro, até ver um portal se abrindo, não demorou nem um pouco para reconhecer o menino moreno de olhos castanhos.

 - Marco! – River disse levantando os braços.

 - Olá river!  Eu gost... – Marco foi atrapalhado pelo abraço apertado do rei, ele acho que tinha sentido seus ossos quebrarem naquele momento. – R-River chegar! –disse tentando respirar-

 - Desculpe. – Disse colocando o garoto no chão. – Que barulho foi esse que veio da sua barriga?

 - Ah! foi isso. – disse tirando o cereal que estava de baixo de seu moletom vermelho. – É o cereal favorito da Star, eu trouxe pra ela....

 - Ah garoto, Star e Moon não estão mais aqui, e eu não sei quanto tempo vão demorar pra voltar... Moon me deixou no comando, mas eu estou indo a loucura. Não consigo satisfazer meus súditos, eles amam a Moon ela é uma ótima Rainha e eu só não passo do Rei, eu não faço nada. EU NÂO SEI O QUE FAZER PARA AGRADAR MEUS SÚDITOS! – Berrou quase arrancando os cabelos.

 - Ei! Calma não deve ser algo tão grave. – ele colocou o cereal de volta por baixo do moletom.

 - siga-me. – O rei foi em direção a varanda que dava visão a toda Mewni, dava pra ver todas as casas que aviam em frente ao castelo.

 Não demorou muito para que as pessoas que estavam lá em baixo começassem a gritar e xingar o rei. O rei tentou acalmar todos enquanto Marco ficava quieto com os olhos arregalados pela situação. Até um súdito gritar:

 - Não conseguimos cuidar das plantações de milho por que tem um monstro lá! – gritou revoltado.

 - O que?! – River olhou para as plantações e viu que tinha um monstro tão grande quanto um moinho de vento. Ele queria se mostrar forte então gritou o mais alto que pode. – EI MONSTRO! SAI FORA DAQUI!SAI DAQUI! – fez um sinal para ele ir embora.

 Pra que fazer isso? O Monstro foi em direção ao castelo, derrubando tudo que estava em sua frente. Ele e marco e vários mewnianos se juntarão para deter o monstro, tudo virou uma confusão, casa destruídas, pessoas feridas, plantações arruinadas, o monstro soltava rugidos e grunhidos que incomodava os timpanos. Todos seguiam o monstro até uma hora que Marco e River subiram nua montanha para ficar n altura do monstro.

 - HEY MONSTRO! – River berrou para chamar a atenção do monstro e Marco pigarreou .

 - Por que vocês estão fazendo isso? – o monstro pergutou confuso. – VocÊ me chamou aqui pra isso?

 - Porque você é um monstro! E eu não te chamei, eu te mandei sair daqui!

 - Não... você gritou “Vem aqui!”.

 - Mas o que? Não! Eu gritei “Sai daqui!”.

 - Ah... – o monstro abaixou a cabeça. – Tá bom. – Todos ficaram olhando o monstro ir embora, e assim que ele desapareceu da vista de todos comemoraram.

 - Três Hurras para o Rei! – Disse um súdito. – Hipe Hipe!

 - HURRA! – Todos gritaram. – HIPE HIPE ! HURRA! HIPE HIPE...

 - Hurra! – Disse uma voz rouca e amarga fazendo todos se calarem e olharem pra quem avia dito. Ludo. Ele estava junto com “suas meninas”. Todos ficaram em silencio, ele esticou a mão que tinha a estrela e gritou, rapidamente surgiram vários ratos cobrindo tudo e todos que estavam ali.

Continua...


Notas Finais


E é isso
amei escrever esse cap <3
espero que tenham gostado


Esperoo vocês no proximo cap e...
FUUUUUUUUUUUUI


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