História Starco: Um amor contra o mal - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Marco Diaz, Star Borboleta
Tags Cabeça Pônei, Jackie, Janna, Jantom, Marco Diaz, Star Butterfly, Star Vs As Forças Do Mal, Starco, Tom
Visualizações 61
Palavras 4.523
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


~ O nome do cap é "Isso é pra mim?" ~
ESSA MUSICA É BOA D+ EU TINHA QUE USAR ELA
CARA EU ACHO QUE VOCÊS VÃO AMAR O CAP
Eu queria postar o cap ontem, no meu aniversario!
Mas não deu! :c
Mesmo assim parabéns pra mimghgfhgf


Boa Leitura

Love you <3

Capítulo 30 - Its That For Me


 Star foi tirada do seu sono com o barulho da porta se fechando, piscou algumas vezes antes de focar Marco entrando no quarto com uma toalha amarrada na cintura.

 - Parece que alguém finalmente acordou. – Ele sorriu para ela. – Bom dia, coração.

 - Bom dia. – Ela bocejou deitando de uma forma mais confortável para vê-lo. – Me diz que você está com uma cueca por baixo disso. – Apontou para a toalha.

 - Não. – Riu abrindo o guarda roupa e pegando uma cueca.

 - Porra. – Puxou o lençol na altura de seus olhos.

 - Pronto. – Sorriu quando colocou a peça por baixo da toalha. – Você é adorável. – Tirou a toalha colocando uma bermuda.

 - Eu sei. – Sorriu se sentando na cama.

 - Dormiu bem?

 - Muito...

 - Ontem foi...

 - Maravilho. – Completou.

 - É... – Se aproximou ameaçando deitar em cima da princesa.

 - Abracinho? – Abriu os braços se esforçando para fazer uma voz fofa. Não demorou muito para o garoto se jogar em cima dela. – Você é pesado, sai. – O empurrou.

 - Poxa, coração. – Riu a abraçando pela cintura.  – Assim você me machuca. – Star riu e logo em seguida o celular de Marco começou a tocar em cima do criado mudo, obrigando-o a se esticar para alcançar o aparelho. – A Janna quer fazer uma chamada de vídeo. – Mostrou 0o celular para a princesa.

 - Atende ai. – Se sentou escorando na cabeceira da cama, e o garoto fez o mesmo atendendo a ligação.

 - Eai Marquinho! – Janna sorriu. – Star! Eu pedi pra vocês me ligarem, mas parece que a única que se importa com os amigos sou eu!

 - Calminha, estamos bem. – A princesa riu.

 - Muito bem. – Marco a abraçou pelos ombros.

 - Marco sem camisa, Star com uma camisola... Gente vocês tão com cara de quem transou na noite passada.

 - Não! – Star gargalhou. – Só saímos ontem...

 - Juntinhos? Sem ninguém mais?

 - Só nós dois! – O moreno respondeu.

 - Aonde vocês foram?

 - Na praia.

- Observamos o pôr do sol. – A loira colocou uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. – E depois fomos nadar.

 - Gente, mas estamos no outono. Nadar de noite? – A morena arqueou uma sobrancelha.

 - A água tava quente. – Marco respondeu.

 - Então aconteceu só isso...?

 - E... Algumas coisas a mais.... – A princesa respondeu tímida.

 - PUTA MERDA, SÉRIO? – A morena comemorou. – E vocês ainda dormiram juntos? Ah não gente, ah não, ah não.

 - Na verdade a gente tá dormindo junto por obrigação. – Marco riu.

 - Que?

 - Ou a gente dorme junto, ou um de nós tem que dormir na sala. E como a gente já tá acostumado a dormir juntos. – Deu de ombros.

 - Ata. – Sorriu. – Mas já que vocês estão ok. Eu vou me mandar.

 - Tchau. – Os dois responderam.

 - Falou! – Encerrou a ligação.

  - Então... – Marco guardou seu celular. – Estamos indo para o StarBucks...

 - Estamos?

 - Nancy nos chamou.

 - Ata...

 - Depois vamos direto para o Píer.

 - Sério? – Se sentou no colo dele.

 - Sim... – Corou.

 - O que foi? – Riu.

 - Isso que você está fazendo é tortura... – Soltou o ar pela boca.

 - Isso o que? – Arqueou uma sobrancelha tirando camisola.

 - Ah não! – Ele riu colocando as mãos na cintura dela.

  - O que? – Aproximou seus rostos puxando os lábios do moreno com os dentes. - Quer que eu pare?

 - Vai se foder! – Corou não conseguindo segurar sua ereção.

 - Vem você! – Rei no ouvido dele roçando levemente seus corpos.

 - Ah, assim não vai dar! – Se agarrou a princesa beijando desde o canto de seus seios até chegar a sua boca.

 - Era só pra ser uma brincadeira. – Ofegou após o garoto ter deixados lábios dormentes. – Se bem que... – Passou suas unhas pelas costas dele, fazendo-o se arrepiar.

 - Star? Marco? – Gelaram ao ouvir a voz de Nancy. Olhando bruscamente para a porta. Suspiraram. Ela estava fechada. – Vamos?

 - Porra Nancy, você só aparece nas horas erradas! – O moreno bufou.

 - Oh caralho! A culpa não é micha se vocês já estão se pegando às nove e meia da manha! – Retrucou revirando os olhos.

 - Já estamos descendo. – Star deu um tapa no ombro de Marco e saiu de seu colo. – Vamos só trocar de roupa.

 - Tudo bem. Espero vocês lá em baixo.

 

 

 

 - E daí a Star queimou uma porção inteira de tacos! – Marco contou enquanto eles caminhavam pelas ruas de Los Angeles, ele segurava carinhosamente a mão de Star. Ele usava uma camisa branca, uma bermuda cinza, um tênis branco e sua blusa da sorte amarrada na cintura. – Foi o maior desperdício da historia!

 - Eu não sabia cozinhar! – Ela e defendeu. A princesa usava um cropped azul claro que mostrava grande parte da sua barriga, um short jeans claro, um tênis preto e branco na Nike, uma meia arrastão branca que ficava a vista até a altura de seu umbigo e seu cabelo esta preso em um coque duplo. – Não que eu saiba agora... – Riu.

 - Gente, desculpa. Mas eu odeio tacos. – A ruiva franziu o cenho numa careta. Ela estava com uma saia e um cropped branco, juntamente com uma sandália branca e com o cabelo preso num rabo de cavalo. Marco e Star se entreolharam e olharam incrédulos para a garota:

 - Como é?! – Falaram juntos.

 - Não me matem. – Encolheu os ombros. – Já estamos chegando. – Apontou para a cafeteria.

 - Star Butterfly?! – Uma garota de olhos e pele clara com o cabelo colorido apareceu na frente dele. – MEU DEUS! – Gritou animadamente.

 - Oi... – A princesa sorriu.

 - Cara! Eu sou muito sua fã! – Comemorou. – Posso tirar uma foto?

 - Claro! – Deu de ombros pegando o celular que a menina a entregou. – Pronto. – Estregou o celular de volta.

 - Muito obrigada! – A abraçou saindo em seguida sorrindo paras as fotos em seu celular.

 - Eu não consigo me acostumar com isso. – Segurou novamente na mão do moreno voltando a caminhar. – É tudo muito estranho ainda. – Entraram no estabelecimento.

 - Um dia você se acostuma, coração. – Foram até o caixa.- Um Caramelo Macchiato Iced e um Muffin de... Chocolate, por favor. – Pediu ao atendente.

 - Eu vou querer um Cappuccino de Chocolate e um Brownie de chocolate. – Nancy pediu após olhar o cardápio.

 - Frappuccino de Brigadeiro e Croissant de frango. – Star pediu.

 - Tudo bem. – O atendente bufou anotando os pedidos. – Sentem se que já entregamos. – Revirou os olhos colocando o papel no “varal” de pedidos.

 - Simpático ele! – Star riu se sentando na cadeira dupla.

- Pelo jeito o Robie está de mau humor. – Nancy riu se sentando de frente para ela.

 - Você o conhece? – Marco arqueou uma sobrancelha se sentando ao lado da princesa.

 - Ele é meu ex namorado. – Riu.

 - Ah... Porque vocês terminaram? – Perguntou curioso.

 - Gente, não é obvio? – Riu pelo nariz.

 - O que...? – Os dois arquearam uma sobrancelha.

 - Eu sou lésbica! – Confessou soltando uma longa risada.

 - Como é? – Marco franziu o cenho.

– Ele quase teve um ataque quando me viu beijando a Annie Waves.

 - Annie Waves? –o garoto quase engasgou. – Você ficou com a Annie?

 - Gente quem é Annie Waves? – A princesa perguntou confusa.

 - A melhor amiga da Nancy! – Marco riu. – Porra, eu não esperava por essa!

 - Aqui está. – Robie praguejou colocando os pedidos em cima da mesa.

 - Sério que não era obvio?! – Bebeu um gole de seu Cappuccino.

 - Você e a Annie são amigas desde... Sempre! Eu nunca iria desconfiar! – Mordeu seu Muffin enquanto a princesa apenas observava tudo comendo e bebendo seu pedido.

 - Exatamente por isso! Somos próximas. Bem próximas. Muito próximas... – Comeu seu Brownie.

 - Eu já entendi! – Ele riu.

 - Eu tava com o Robie só pra manter as aparências. – Revirou os olhos. - Eu e a Annie já havíamos ficado algumas vezes, por causa dos meus pais não seguimos em frente. Mas eu taquei o foda-se pra tudo, e fui ficar com ela.

 - Puta merda! – Ele arregalou os olhos. – Nancy você é incrível!

 - Eu sei! – Se gabou. – Eu to indo pro píer junto. Mas não é porque eu goste de vocês. É por que ela vai.

 -Eu não acredito! – Star finalmente falou. – Falsa!

 - Eu não. Sou sincera.

 - A Annie vai!? – Marco sorriu. – Cara eu não vejo ela há tempos!

 - Verdade! – A ruiva concordou. – A ultima vez que você veio pra cá e ela estava aqui foi em 2012, né?

 - Acho que foi.

 - Porra! Nós éramos criancinhas!

 - Né!

 - Ela virou um mulherão da porra! – Brincou.

 - Imagino, a Annie sempre foi bonita.

 - EI!

 - O que? Ela é!

 - Controla seu namorado ai princesinha! – Olhou para a loira.

 - Eu não sinto ciúmes. – Riu. – Mentira, sinto sim. Mas não nessa ocasião. – Brincou dando de ombros.

 - Mas eu sinto!

 - O caralho, eu só disse que ela é bonita! Eu tenho meu mulherão da porra Já! – O moreno revirou os olhos.

 - Bom mesmo! – Terminou de comer seu pedido vendo o casal fazendo o mesmo.

 

 - Mas você disse que o Robie pirou quando te viu com a Annie. – Marco tocou no assunto novamente quando eles saíram da cafeteria.

 - Pois é! – Eles chamaram um taxi. – Ele quis me matar! – Entraram no veiculo indicando o destino. – Disse que era humilhante de mais ver sua namorada com uma garota, e que ele não aceitaria isso e blá blá. Que não era para nunca mais aparecer na frente dele senão ele iria me espancar. – Revirou os olhos.

 - Olha... Eu que sou um cara hétero. Posso dizer que ficaria bem bolado se visse a Star com uma garota.

 - Oh Porra! – A princesa franziu o cenho.

 - Mas não que eu tenho algo contra. – Nancy riu do desespero do primo. – Mas não ao ponto do Robie. Que cara otário.

 - Ele é um babaca! Mas eu imagino como deve ser estranho mesmo. – Riu.

 Conversaram mais um pouco antes de chega ao Pier.

 - Eu to com vontade cantar Santa Monica Dream, mas não faria sentido. – A princesa sorriu quando chegaram no local.

 - Por que? – Marco arqueou uma sobrancelha.

 - Por que a musica não tem nada haver com o que eu estou sentido. Só o nome mesmo!

 - Ah sim. – Riu.

 - PORRA EU TÔ MUITO FELIZ! – Abraçou o garoto se desequilibrar e dar um passo para trás. – Desculpa... – Sorriu tirando seus braços do corpo dele.

 - Nada, coração. – Ele a abraçou dando vario beijos pelo seu rosto.

 - Te amo. – Ela riu beijando o queixo dele.

 - Eu também te amo, coração.

 - A Annie tá chegando! – Nancy apareceu usando uma mão para carregar seu celular e a outra para abaixar sua saia. – Ela mandou a gente esperar na frente da barraca de algodão doce.

 - Tudo bem. – Marco sorriu entrelaçando seus dedos com os da Star, ela começou a cantarolar uma musica que ele não sabia dizer qual era. Eles começaram a conversar sobre assuntos aleatórios enquanto Annie não chegava. – Star... – Marco gelou ao ver uma abertura muito famíliar se abrindo no em meio ao píer.

 - Oi? - Ela colocou um pedaço de seu algodão doce dentro da boca.

 - Aquilo não lhe parece familiar? – Apontou.

 - Um portal interdimensional? – Arqueou uma sobrancelha. – Mas quem dev...

  Antes que ela pudesse terminar a frase, uma criatura feminina saiu de dentro do portal, sua pela era em um tom de vermelho claro, seus cabelos laranjas arrastavam pelo chão, e seu vestido vermelho escuro se destacava nela, claro mas não tanto como seus olhos, seus olhos eram totalmente desproporcional ao resto do seu corpo, era um tom morto de verde. Marco segurou a mão da Star mais forte, criando uma dor desconfortável na mão dela.

 A princesa tinha certeza que já havia visto aquele olhar, e não demorou muito para ligar os pontos, e derrubar seu algo dão doce no chão pelo susto. Com esse ato a criatura olhou para a princesa, ela teve a impressão que a criatura dilatou um pouco seus olhos ao se encontrarem com os dela. A criatura sorriu e olhou para o portal:

 - ELA ESTÁ AQUI! – Gritou voltando a olhar para a princesa. – Cara! Você não tem noção de como foi difícil te achar! – Fechou o portal.

 - Quem é você?– Sumonou sua varinha lembrando que havia a deixado no quarto. - Ou melhor... O que é você?

 - Eu? – Ela riu. – Digamos que... Eu sou. – Fingiu pensar. – Uma fã!

 - Marco. – Cochichou no ouvido dele. – Que tal relembrar os velhos tempos?

 - Achei que nunca faríamos isso de novo! – Seu sorriso confiante fez a loira retribuir com seu melhor sorriso. – Nancy, se esconda! – Avisou a prima que não conseguia esconder seu olhar de desespero. – Vamos nessa. – Beijou a mão dela antes de solta-la e correr para cercar a criatura.

 -Ah claro! – A princesa sorriu . – Qual é seu nome? Quer tirar uma foto?

 - Meu nome? – Riu ironicamente. – Semita, Semita Infernales.

 - Latim? Sério? – Marco franziu o cenho. Star transformou sua varinha em um alto falante:

 - Pessoas que estão próximas. Por favor, se afastem! Não precisam chamar a policia nós damos um jeito! – Reverteu à transformação vendo as pessoas se afastarem, a maioria com uma expressão assustada no rosto, olhou para o moreno e sorriu. – Vamos botar pra foder!

 - Ah por favor! – Semita revirou os olhos.

 - MEGA EXPLOSÂO DESTRUIDORA DO COGUMELO! – Fazia tempo que a princesa não usava seus poderes para lutar, mas como ultimamente estava treinado, criando e aperfeiçoando feitiço isso a fez melhor, melhorar muito. A explosão acertou em cheio Semita, assim que a fumaça abaixou Star a viu jogada no chão, cheia de ferimentos, arqueou uma sobrancelha para Marco. – Mas já?

 - Os monstros do ludo eram mais fortes... – Ele se aproximou do corpo imóvel da criatura.

 - Ou eu fiquei mais forte! – Sorriu fazendo o mesmo.

 - Prefiro acreditar na segunda opção... – Se agachou olhando as feridas com atenção.

 - Obrigada. – Brincou.

 - Mas isso não torna tudo mais estranho... – Após dizer isso Marco foi atingido com um golpe tão forte dos punhos de Semita, fazendo-o voar para trás. – Porra! – Fez uma careta ao tentar se levantar e falhar miseravelmente.

 - Tão idiotas! – Semita levitou e uma magia verde percorreu seu corpo fazendo todas as feridas sumirem. – Não é tão fácil vencer uma Infernales!

 - Se você tiver o machucado eu vou te Matar! – A princesa ralhou.

 - Ah – Fingiu uma expressão triste. – Eu machuquei seu namoradinho?  Há! – Riu.

 - Que porra você quer?

 - Que boca suja pra uma princesa.

 - Seu cu! – Correu para ajudar o moreno. – Tudo bem? – Segurou os rosto dele.

 - Claro, coração. Estou só fazendo charme. – Brincou.

 - Consegue ficar de pé?

 - Consigo. – Usou uma bancada para se levantar. – E lutar também... – Ficou em posição de ataque ignorando a grande dor que sentiu em seus joelhos.

 - Já acabou? – A criatura revirou os olhos., direcionando uma sombra de magia na direção da princesa.

 - Não é não fácil me pegar! – Riu desviando rapidamente da magia.

 - Ah por favor!

 - Quer tentar? – Desafiou vendo os olhos ficarem mais verdes. – Vem me pegar! – Correu circularmente em volta de Semita desviando de todos os feitiços que ela lhe lançava.

 

 

 - O quer está acontecendo aqui? – Annie apareceu do lado de Nancy.

 - Amor! – A abraçou puxando-a para o chão. – O Marco e a Star estão resolvendo algo.

 - O Marco? – Franziu o cenho.

 - Sim! – Não consegui para de olhar para toda a ação a sua frente. – E a Star também.

 - A princesa?

 - isso, eles não amigos, namorados, ficantes, não sei!

 - PORRA! – Gritou quando a sombra esverdeada quase a tingiu.

 

 

 – Opa! – Desviou da ultima sombra dando um mortal para frente e parando com um dos joelhos encostados no chão. - Minha vez! – Apontou a varinha. – DESORIENTAÇÃO BRILHANTE DE WAFFLES! – O feitiço lançou uma fumaça toxica que deveria causar uma confusão em quem fosse atingindo. – Bom sonhos! – Sorriu vendo a criatura sentada no chão e com a mão na cabeça.

 - Seu feitiço pode ser forte... E pode me deixar um pouco confusa. Mas não me fará dormir! – Disse sentindo sua boca adormecer, realmente o feitiço não a deixaria pegar no sono, já que não era esse o objetivo da princesa.

 - Eu não estou falando do feitiço. – Revirou os olhos, Semita começou a se levantar no meio da fumaça. – MARCO AGORA! – Gritou quando a “mulher” ameaçou a soltar mais um feitiço. Assim que recebeu o comando Marco deu um forte soco por trás da cabeça de Semita, fazendo-a cambalear e cair dura no chão. – Isso! – Comemorou.

 - Caralho essa doeu! – Reclamou vendo seu punho sangrar.

 - Você está bem?! – Correu para vê-lo.

 - Estou... – Chacoalhou a mão querendo afastar a dor.

 - Isso deve estar doendo pra caralho! – Segurou a mão dele preocupada.

 - Eu luto caratê, coração. Machucar o pulso é normal.

 - Está com dor em mais algum lugar?

 - Não...

 - Não minta pra mim!

 - Vamos mandar essa coisa pra outro lugar. – Apontou para semita.

 - Não fuja do assunto! – Segurou o pulso dele impedindo-o de fazer algo.

 - Tá bom! Meu joelho tá doendo pra cacete!

 - PORRA! – Se assustou ao ver o joelho dele todo ensanguentado. – Como não vi isso? Marco, você nunca se machucou assim!

 - Tudo bem... – Suspirou segurando um gemido de dor. – Vamos manda-la embora e depois resolvemos isso. – Entregou a tesou dimensional para a princesa.

 - Ok, depois resolvemos seus machucados. – Abriu um portal. – Você vai direto para o calabouço de Mewni. – Segurou a criatura, jogando-a no portal e fechando-o em seguida. – Tudo bem pessoal! – Gritou. – Circulando. Nada aconteceu! – As pessoas voltaram caminhar pelo píer como se realmente nada tivesse acontecido, a princesa suspirou e olhou para o moreno vendo-o fazer uma careta de dor.

 - Me ajuda aqui. – Pediu esticando os braços.

 - Vem cá. – Colocou um braço dele por cima de seu ombro.

 - Vamos achar a Nancy. – Pensou na prima, a princesa afirmou com a cabeça. – NANCY!

 - Tô aqui! – Saiu de trás da barraca, segurou na mão de Annie e correu na direção dos dois. – Porra, você tá fodido!

 - Eu sei. – Fechou os olhos sentindo uma dor insuportável.

 - Marco?! – Annie franziu o cenho para o garoto. – Você tá bem?

 - Annie! – Lamentou por não conseguir abraça-la. – Não muito.

 - Marco, eu vou dar um jeito nisso. – A princesa não conseguiu esconder sua preocupação.

 - Você é a Star?! – Annie sorriu. – Uma pena estarmos nos conhecendo assim.

 - Poís é. – Segurou o corpo de Marco com mais força. – Você é linda. – Sorriu reparando na garota, ela era bem morena, tinha um cabelo castanho e perfeitamente cacheado, os olhos verdes combinavam perfeitamente com a aparência exótica que ela tinha.

 - Você também! – Sorriu. – E porra! Marco você virou um homão da porra! – Brincou.

 - Mas que caralho hein! – Nancy franziu o cenho.

  - Mas ele tá um gato!

 - Credo! Ele é meu primo, Annie!

 - Valeu Annie. – Ele forçou um sorriso. – Star, desculpa... – Olhou triste para a princesa.

 - O que? Por que? Você foi incrível!

 - Por acabar com seu dia, coração. – Chiou ao sentir alguma sujeira prendendo no seu joelho. – Você queria tanto vir aqui, e agora a gente vai ter que ir pra porra de um hospital.

 - Não! Nada disso! – Negou com a cabeça. – Você não fez nada além de ser incrível. Mas também, acho que não precisamos ir a um hospital.

 - Não?

 - Nancy, pega uma cadeira pra ele se sentar. – Ela pediu.

 - Tudo bem! – A ruiva saiu de disparada procurando alguma cadeira.

 - Então você sabe lutar? – Annie sorriu para o moreno.

 - Você sabe que eu luto desde pequeno. – Riu, sentiu suas pernas bambas e se agarrou mais a princesa.

 - Meu amor, você é pesado! – Ela reclamou esforçando-se para mantê-lo de pé.

 - Sim eu lembro. – Annie respondeu. – Mas eu não sabia que chegaria tão longe.

 - Quando você começa a lutar contra monstros você fica mais forte. – Brincou.

 - Monstros? – Arregalou os olhos. – Aquilo que atacou vocês era um monstro?

 - Provavelmente.

 - Em que enrascada você se meteu, Diaz?

 - Minha enrascada tem nome e sobrenome, senhorita Waves. – Ela franziu o cenho. – Star Butterfly. – Riu.

 - Ei! – A princesa riu.

 - Você é a melhor enrascada que eu já entrei, coração. – Sorriu fazendo a princesa corar. – Pera! Isso ficou estranho!

 - Porra! – A morena riu.

 - Puta merda, Marco! – A loira gargalhou. – Piadas de duplo sentido, não!

 - Foi sem querer! – Ele se defendeu. – E eu nunca entrei em você!

 - VAMO PARAR? CHEGA NÉ? – A princesa começou a rir e corar descontroladamente.

 - DESCULPA!

 - Achei uma cadeira! – Nancy apareceu segurando uma cadeira de madeira.

 - Obrigada! – Star sorriu ajudando Marco a se sentar nela.

 - O que você vai fazer?! – Annie olhou duvidosa para a princesa.

 - Magia? – A ruiva arqueou uma sobrancelha.

 - Feitiços de cura são muito complexos... – Explicou.

 - Você já me disse isso uma vez... – Marco a viu se ajoelhar na frente dele. – Então o que vai fazer?

 - Você vai ver... – Fechou os olhos. – Treinei muito para isso. – Suspirou se segurando as mãos dele com mais força. – Feridas não Irão sobrar. E se for para cura achar. Que seja com meu amor. Então prometo que irei te curar. – Abriu os olhos sorrindo ao ver uma luz amarela e brilhante saindo aparecendo nas feridas de Marco e desaparecendo com suas feridas.

 - Mas o que?

 - Funcionou. – Os olhos da princesa brilharam quando se encontraram com os do garoto. – Ai! – gemeu quando sentiu uma dor em seus joelhos e no punho.

 - Star?! – Ele sentiu a dor passar e não viu um rastro de sangue em seu corpo.

 - Tá tudo bem! – Suspirou sentindo a dor passar. – É um efeito do feitiço.

 - A dor volta pra você?

 - Isso, só que dura pouco. – Se levantou quando a dor passou. – Está melhor?

 - Nem sinto nada. – Levantou a abraçando. – Obrigado, coração.

 - Você é minha prioridade. – Deu um selinho lento em seus lábios.

 - Annie, você sabe aonde vai ser as próximas olimpíadas? – Nancy perguntou para a morena.

 - Não, por que?

 - Pra gente carregar as tochas!

 - Nossa, verdade né!

 - Star! Bem vinda a inconveniência vezes dois! Mas conhecida como Nancy e Annie juntas.

 - Só a Nancy já não TVA de bom tamanho? – A princesa brincou.

 - Vão se foder! – falaram juntas. – falamos juntas! De novo! Para! – Riram.

 

 

 

 

 

 - Já ouvi falar tanto daqui, mas não sabia que era tão foda.

 Lá estavam eles, parados no topo da Pacific Wheel , a roda gigante estava parada, assim como sempre ficava para as pessoas que estivessem nela apreciarem melhor os fogos.

 - Tão alto... – Abraçou o braço do garoto. – E tão belo.

 - Que bom que você conseguiu me curar. Não perdemos na disso.

 - Pois é. – Sorriu. – Alias! Como você está? Não sentiu nada depois daquilo?

 - Nadinha, isso é tão entranho. – Riu.

 - Me sinto estranha também...

 - Você me impressiona mais cada dia que passa... – A abraçou por trás enquanto ela segurava as barras da cabine. – Tenho medo de você ter que voltar para Mewni.

 - Por que?

 - Você veio pra cá porque não conseguia cuidar de sua varinha. E agora... Você cura machucados e controla o mar...

 - Não tinha pensado nisso... Mas acho que ela não irá fazer isso... Pelo menso não até eu completar meus 22 anos...

 - Sua coroação...

 - É...

 - Ainda temos 7 anos pela frente.

 - É estranho achar isso pouco?

 - Talvez tenhamos até o resto de nossas vidas...

 - O que você quer dizer com isso?

 - Que Mewni terá seu primeiro rei humano. – Star engasgou com essas falavras.

 - Achei que você achasse cedo de mais pra isso.

 - Se for pra ficar ao seu lado. – Beijou sua cabeça.

 - É...

 - Você está voltando atrás com suas próprias palavras...?

 - Os obstáculos estão ai para nos impedir... – Soltou.

 - Não vejo obstáculo nenhum, só eu e você.

 - Você não vê, mas eu sim, e mesma que não pareça, eu faço pelo seu bem.

 - Me abandonar sem mais nem menos?

 - Não vamos discutir agora...

 - Tudo bem... – Suspirou.

 Depois de (desconfortáveis) minutos de silencio, os fogos começaram.

 - EU FALEI QUE ERA MARAVILHOSO! – Nancy gritou da cabine de baixo.

 - É LINDO DE MAIS! – Star respondeu. Virou-se para Marco e sorriu ao ver os fogos refltindo em seus olhos castanhos.

 - o que foi? – Ele riu. – Por que está me olhando assim?

 - Por nada. – Sorriu beijando-o em seguida.

  E ali ficaram vendo aquele show de luzes e cores se passar.

 

 

 

 

 

 

 Após a princesa perceber que havia esquecido a toalha no quarto, saiu do banheiro indo para o corredor, esbarrando em Marco pela sua falta de atenção.

 - Sua toalha, coração. – Entregou a toalha a ela.

 - Obrigada. – Sorriu.

 - Você vai já usou a banheira?

 - Não.Não tive tempo para usar ontem, e agora já está tarde.

 - Melhor ainda.

 - Por quê?

 - Por que ninguém vai nos ouvir.

 - O QUE? – Arregalou os olhos.

 - Vamos lá, coração! – A abraçou pelos ombros.

  - Ah! – Bufou. – Por que você faz essas coisas comigo? – Passou as mãos pelo pescoço dele.

 - Porque eu te amo. – Beijou o pescoço dela.

 

 

 

 

 - Não joga água na minha cara! – Ela riu.

 - Mas você jogou primeiro!

 - Mesmo assim, eu posso!

 - Você está dentro de uma banheira e não quer se molhar?!

 - Mas não joga na minha cara é irritante!

 - Parei! – Levantou os braços se rendendo. – Acho que já está cheia o suficiente... – Fechou a torneira.

 - Acho que você exagerou na espuma.

 - Eu não! – Se aproximou dela.

 - Exagerou sim!

- Foda-se! – A puxou para perto.

 -  É estranho estar com você dentro de uma banheira.

 - Por que?

 - Por que dessa vez você não está de cueca. Você está realmente... Nu.

 - O que torna tudo melhor.

 - Sem proteção. Sem sexo.

 - Você tem razão. – Riu. –Mas você sabe que...

 - Sexo anal. Sei. – Corou.

 - A que ponto chegamos?

 - Não sei...

 

 

 

 Depois de vários amassos e algumas “brincadeiras”, seus dedos já estavam enrugados, mas não. Eles não queriam deixar aquilo de lado. Queriam continuar, e talvez ir mais a fundo...

 - Você confia em mim, né? – Ele a beijou com carinho.

 - Mas do que qualquer pessoa. – Arfou.

  Assim que o garoto a penetrou, demorou um pouco para a princesa acostumar com o desconforto, mas assim que passo, e eles estavam seguros com aquilo, alias eles se amavam.

  As estocadas de Marco faziam os gemidos da princesa ecoar pelo banheiro, o sentimento de prazer que ela sentia só almentava, fazendo-a se agarrar na beira banheira, e gemer e arfar cada vez mais, o moreno a beijava para abafar os gemidos, e brincava com seus seios. Tecnicamente eles ainda eram virgens, apenas tecnicamente. Escolheram o sexo anal, por eles não seria assim, mas no caso da proteção. Claro.

 Após mais algumas estocadas não demorou para o garoto gozar. E ali eles acabaram.

 

 

  Continua...


Notas Finais


Então é isso
Comente ai bebê!

Espero vocês no próximo cap e...
FUUUUUUUUUUUUUUUII


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