História Starco: Um amor contra o mal - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Marco Diaz, Star Borboleta
Tags Cabeça Pônei, Jackie, Janna, Jantom, Marco Diaz, Star Butterfly, Star Vs As Forças Do Mal, Starco, Tom
Visualizações 125
Palavras 3.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


~ O nome do cap é "Não é pra mim" ~
Gente eu senti muita falta de vocês fdhfjfj
Sério não sei por que
Aqui está o cap semanal, espero que gostem.
E pra não confundir vocês o começo do cap é no mesmo dia, e depois duas semanas depois.
O itálico é flashback!

Boa leitura!

Love you <3

Capítulo 34 - Not for me


 - E daí ela veio com um papo de “Galileu descobriu que a Terra girava em torno do Sol, não do seu umbigo”. – Bufou colocando os pés em cima da mesa de madeira escura. – Tipo... Ela que veio de outra dimensão, eu que sou da Terra. E ela fala isso? – Perguntou incrédulo.

 - Cara... Isso aconteceu tudo hoje? – O moreno assentiu de cabeça baixa. - Acho que você tem que se acalmar e...

 - Como se você tivesse mantido a calma quando a Janna terminou com você. – Tomou um gole da limonada que estava em seu copo, batendo o vidro com força na mesa.

 - Parece que alguém tá afiado hoje. – O demônio revirou os olhos ajeitando os fios vermelhos de seu cabelo. – E depois disso?

 - Ela me mandou sair de novo. – Se ajeitou no encosto da cadeira.

 - E você fez o que? – Arqueou uma sobrancelha se apoiando na mesa.

 - Eu... – Suspirou. – Insisti. Disse que aqui não poderia fazer aquilo conosco. – Pensou um pouco batucando os dedos na lateral da cadeira. – E ela me lançou um feitiço.

 - Ela fez o que!? – Arregalou os olhos.

 - Ela me empurrou conta à porta. – Abaixou um pouco da gola de sua blusa revelando um roxo na parte de trás de seu ombro. – E acabou ficando assim. – Arrumou a gola.

 - Puta merda...

 - E como eu não sabia o que fazer...

 - Veio falar comigo. – Sorriu.

 - Claro. – Fez um High-five com o demônio. – Fazia tempo que eu não vinha falar com você... Sem a Star ou... Sei lá.

 - Noite dos garotos. – Ironizou.

 - Pois é.

 - Então...

 - Então o que?

 - O que você vai fazer.

 - Eu não sei. – Deu de ombros. – Eu sei que ela tá escondendo algo de mim, mas não posso obriga-la a falar.

 - Escondendo algo de você?

 - É... Quando estávamos em Califórnia...  Ela disse que “Os obstáculos estavam ai para nos atrapalhar”. Lembro do dia do nosso termino, dela dizer sobre algo ruim estar por vir. Mas o que é eu não sei.

 - “Obstáculos”? “Algo ruim”?

 - Eu também não entendi... Tipo... Não existe nada. Ludo tá em algum lugar ai no espaço. Toffee já era.

 - Estranho... – Encarou as próprias mãos. – Vocês foram... – Fechou os olhos se lembrando de Marco e Star dançando no Baile da Lua sangrenta. Suspirou. Aquilo era passado. - Feitos um paro o outro.

 - Não. – Revirou os olhos. – Eu cansei sabe? – Tirou os pés da mesa olhando fixamente para Tom. – Não quero ficar sofrendo, mesmo que doa, mesmo que eu esteja abalado, triste, incrédulo e totalmente irritado com isso que ela fez. Eu não vou me entregar.  Não é pra mim.

 - Tudo bem... – Suspirou olhando o interior da sua enorme carruagem, decorada com vermelho e preto, suas cores favoritas. Tudo estava em seu devido lugar, como sempre. – Quer jogar tênis? – Apontou para a mesa de tênis.

 - Por que não? – Se levantou indo até a mesa e pegando uma das raquetes, vendo o amigo fazer o mesmo, sorriu se sentindo superior. – Prepare-se pra perder.

 - Você sabe que eu sou o melhor em tênis de mesa.

 - Você nunca me viu jogar com raiva. – Riu nasalmente.

 -Há! – Levantou os braços. – Vamos ver.

 

 

 

 Depois de duas semanas do ocorrido Marco já se sentia mais leve, a conversa com Tom havia ajudado muito, e mesmo ele quase não conversando com a princesa, já se sentia mais a vontade, sem ter medo e ficar nervoso com a presença dela, tudo ocorria normalmente...

 Quem ele queria enganar? Claro que nada ocorria normalmente! Ficar no mesmo local que Star era uma verdadeira vitoria, uma vez que, durante as semanas que haviam se passado, ela tinha o evitado! Saindo sempre que ele entrava e entrando sempre que ele saia. Não teria uma sincronia melhor, caso eles tivesse combinado de fazer isso. Claro, eles eram obrigados a conviver juntos na escola.

Aquilo estava o destruindo por dentro, mas ele era forte, se mostraria forte. Não se abalaria pelo o que a princesa o fez passar, lhe dar todo o amor do mundo e depois tirar um pedaço dando esperanças, voltou a ama-lo e deseja-lo, logo depois arrancando tudo de uma vez sem se importar se doeria. Quem ela achava que era? Provaria ser mais do que aquilo.

 Marco talvez tivesse levado isso a sério de mais, já que ele até havia ficado com algumas garotas da escola. Sim, isso era só uma desculpa para esconder seu sofrimento, mas algumas garotas poderiam substituir sua dor por alguns minutos de prazer. Marco não era mais visto como o garoto nerd e cauteloso (cauteloso ainda um pouco), mas ele havia ficado popular junto com Star, e as garotas pareciam o achar sexy de alguma forma. Na verdade Marco sempre fora bonito, obvio. Aquela beleza apenas precisava se revelar, e se revelou, as garotas que ele havia ficado pareciam ter espalhado que ele tinha uma “boa pegada”.

 Marco não se sentia atraído por nenhuma, que dizer, algumas poderiam ser até muito lindas e gostosas, mas não o causavam a sensação de Star. Era extremamente idiota ficar com aquelas garotas enquanto pensava na princesa, mas era inevitável, ele sempre a comparava com aquelas garotas. Elas nunca chegariam aos pés da princesa.

 - Merda. – Praguejou quando percebeu que havia deixando seu notebook na sala. Abriu a porta de seu quarto no exato momento em que Star havia feito o mesmo, dando um passo para trás ao dar de cara com ela. – Porra... – Disse baixo.

 - O que? – Arqueou uma sobrancelha quando ele arregalou os olhos para o espartilho preto que ela usava, ele não poderia negar, a peça a deixava extremamente sexy. Encarou a calça jeans escura que ela usava, vendo que ela marcava perfeitamente suas curvas, sorriu para o tênis All Star preto e velho que ela usava, logo se perdendo nos lábios de Star, que estavam bem mais destacados pelo brilho do gloss labial, se encontrou nos olhos azuis, percebendo que ela não usava nada de maquiagem, revelando sua beleza natural. – Perdeu alguma coisa? – Bufou prendendo seu cabelo num coque bagunçado, porém estiloso.

 - Na-Nada... – Gaguejou andando pelo corredor e descendo rapidamente as escadas, ele já estava se acostumando com a grosseria e ignorância da princesa, parecia até algo divertido.

 - Filho da puta. – Star suspirou se agarrando a sua bolsa que tinha tudo o que precisava, sua varinha, o caderno de feitiços, uma caneta, um gloss lábia, seu celular e um pacote de Trident. – Marco você vai sair hoje à noite? – Perguntou quando o encontrou na cozinha mexendo em seu notebook

 - O que? – Ele ficou nervoso com a pergunta, ainda de costas pra ela respirou fundo e virou-se pra ela ignorando o fato de suas mãos começarem a suar frio. – Ah sei lá. – Não mostrou diferença na voz. – Se qualquer coisa aparecer ai. – Deu de ombros se apoiando na bancada. – Por que?

 - A Janna perguntou se a gente que ir com ela e o Tom no Tomipuff. Eu não to a fim de ir e ela disse que você quiser você pode até levar a Cristina.

 - Cristina? Quem é Cristina? – Mentiu querendo saber a reação da princesa.

 - Sei lá você que deveria saber.

 - Por que eu deveria saber, coração?

 - Porque você que da dá amassos nela, não eu. – Revirou os olhos ao perceber que ele ainda insistia com o “apelido”, que já não era mais para chama-la com carinho, e sim por provocação.

- Ah, Cristina! Claro! – Deu um tapa na própria testa fingindo se lembrar. – A garota que é amiga da prima da Megan.

 - Tá, eu não ligo. Você vai ou não? Eu quero avisar ela logo, tenho que sair.

 - Sei lá, talvez.

 - Idiota...

 - Aonde vai, coração?

 - Ah, é aqui pertinho um lugar chamado Vai-Cuidar-Da-Porra-Da-Sua-Vida.

  - Minha vida não tá uma porra. – Deu de ombros.

 - Claro, ficar todo dia com cinco garotas diferentes é incrível.

 - Duas...

 - O que?

 - No Maximo duas, eu não sou tão...

 - Hipócrita?

 - Tanto faz, não te devo satisfação. – Pegou seu aparelho indo até as escadas.

 - Muito menos eu!

 - Divirta-se, coração.

 - Vai pro inferno! – Mostrou o dedo do meio para ele vendo-o fazer um coração com as mãos. Bufou. Aquilo era tão idiota.

 Saiu pela porta da frente batendo a porta com força, Marco suspirou subindo as escadas. A princesa respirou fundo, algum garoto que passava a chamou de “gostosa” ou algo do tipo, ela apenas mostrou o dedo do meio. Por que os homens achavam que aquilo deveria ser um elogio? Será que eles nunca tentaram chamar alguma garota de inteligente ou algo que não se referisse ao corpo delas? Isso conquistaria uma mulher com mais facilidade do que insinuar sobre querê-la em sua cama.

 Subiu em sua bicicleta colorida, tentando ignorar o fato de ter sido um presente de Marco. Estava cansada de ficar em casa o dia todo, dentro de seu quarto para evitar o maximo possível dar de cara com Marco. O que aparentemente falhou no corredor.

 Mexeu a cabeça espantando seus pensamentos e se concentrando no caminho que estava fazendo.

 

 

 - E a Gabi?

 - Ah... Ela foi embora.

 - Sério? – Limpou a superfície da mesa com um pano velho. – Pra onde?

 - Canadá. – Bufou. – Parece que ela se apaixonou perdidamente por um cara e foi pra lá.

 -Canadá? Nossa.

 - Da pra acreditar, Jackie? Ela que sempre dizia...

 - Que não devemos botar nosso amor pelas pessoas na frente do amor próprio, eu lembro Jan. – Se sentou em uma das cadeiras que a lanchonete disponibilizava para seus clientes.

  - Isso é ridículo.

 - Janna...

 - Jackie... – Suspirou, andou até a amiga e se ajoelhou para ficar em uma altura melhor para encalhar seus olhos verdes. Segurou as mãos dela com força fazendo-a arquear uma sobrancelha. – Você me promete uma coisa?

 - Janna não é assim que funciona. Você fala o que é primeiro pra depois me pedir para prometer.

 - Você promete?

 - Janna eu...

- Por favor. – Fechou os olhos. – Nunca me abandone.

 - Ahn...

 - Sei que fui uma idiota com você no verão... Mas não me abandone.

 - Ei, Ei. – Sorriu de canto. – Eu nunca vou fazer isso.

 - Promete?

 - Prometo. – Elas se abraçaram ignorando os clientes que estavam observando aquela cena.

 

 

 

 Star colocou sua bicicleta de qualquer jeito na frente da lanchonete, respirando fundo antes de entrar e ouvir o sino que avisava toda vez que algum cliente chegava. Se sentou em uma das mesas que ficavam em frente às janelas panorâmicas, que davam visão para a rua, não que fosse muito empolgante observar as ruas nada movimentadas de Echo Creek. Expressou uma feição de tédio enquanto encarava a rua vazia, Echo Creek era uma cidade média, do litoral tinha praias e até um píer. Mas isso não tirava o fato da cidade ser bem calma, talvez fosse porque a maior parte dos moradores já eram velhos, as pessoas mais jovens não se interessavam muito pela cidade. Na verdade ninguém se interessava.

 Mas foi bom para a princesa, ela gostava da cidade, podia dizer que Echo Creek era seu lugar favorito no mundo, já que foi lá que ela se encontrou. Encontrou um lugar para morar, estudar, amigos, uma família, e alguém para amar e lhe dar a sensação de que tudo era possível. Doce ilusão. Nunca havia ido muito longe de Echo Creek, tirando Califórnia e Sun Twon.

 Ajeitou-se no encosto da cadeira e inspirou fundo, apreciando o cheiro de café fresco que o lugar tinha. Era uma lanchonete aconchegante, rústica, a madeira escura era vista em todos os cantos, as cadeiras eram estofadas com tecidos de cor escura. Naquele horário da tarde muitas pessoas iam tomar um café após um longo dia de trabalho, e algumas pessoas já começavam a aparecer para encher a cara e tentar esquecer os problemas que a assombravam.

 - Star!

 - Jackie?! – Se assustou ao sair de seu transe, mas depois questionou a presença dela. – Você trabalha aqui? – Encarou o avental azul escuro que ela usava.

 - É! Mas não faz nem uma semana, por isso você nunca me viu.

 - Juntado dinheiro?

 - Sim!

 - Legal. – Encarou o seu caderno de feitiços que estava em cima da mesa.

 - A Janna veio aqui mais cedo.

 - Legal.

 - Vai querer comer alguma coisa? Tomar...? Ou vai querer uma companhia?

 - Eu quero fica sozinha. Obrigada. – Respondeu se surpreendendo com a frieza que sua voz tomou.

 - Você tá com cara de quem precisa conversar. – Se sentou na cadeira livre que estava de frente para Star.

 - Eu não preciso conversar. Preciso ficar sozinha. – Bufou.

 - Hmm.. Deixa eu adivinhar. – Encarou os olhos azuis da princesa. – É o Marco, né?!

 - O que?! – Arregalou os olhos. – Não! Não...

 - Vocês não se falam fazendo o que? Duas semanas?

 - É... – Suspirou rindo de deboche em seguida. – Mas eu não estou assim por causa dele. Sou melhor do que isso.

 - Tudo bem... – Se levantou da cadeira. – Tem certeza de que não quer nada?

 - Não. – Soltou o ar que nem sabia que estava segurando quando a garota lhe deu as costas, ficou observando ela até ter uma ideia. – Jackie!

 - Sim? – Ela a olhou por cima do ombro.

 - Eu vou querer algo para beber.

 - O que? – Jackie sorriu se aproximando da princesa.

 - Um copo de vodka. – Disse rapidamente.

 - Mas você é menor de idade, eu posso ser demitida se fazer isso. – Cochichou.

 - Vai me dizer que nunca bebeu?

 - Não é isso...

 - Um copo de vodka. – Repetiu com calma.

 - Star...

 - Eu preciso disso Jack...

 - Tudo bem. – Se entregou voltando a dar as costas para a princesa. – Já estou trazendo.

 

 

 

 

 Marco colocou o capuz vermelho da sua blusa e abriu a porta de casa, trancando-a rapidamente. Respirou o ar puro e colocou as mãos no bolso. Sentiu o leve cheiro de Star o na sua amada blusa da sorte, e tentou ignorar coçando o nariz.

 Ele precisava sair, tomar um pouco de ar, e pensar. Precisava muito pensar. Sentia nojo de si mesmo, desde quando Marco Ubald... Marco Diaz ficava com mais de uma garota por dia, na maior parte das vezes desconhecida?  Aquele não era ele. No começo era só uma forma de provocar a princesa. Tão idiota... Fazer aquilo apenas para ver se causava um efeito em Star, acabou virando algo... De rotina.

  Aquilo era cruel, com ele, com Star, e com seus pobres e idiotas corações.

 Externamente, apenas dizia que queria que ela se fodesse, provocando-a e tentando não mostrar saudade de seu maravilhoso passado com ela. As noites que passaram juntos eram bem fixas em sua mente, parecia não esquecer nenhum detalhe. Fechou os olhos sentando-se em um bando do parque vazio e mal iluminado.

 

“- Tem certeza de que não seremos pegos? – Ela pegou ao meio os beijos que ele dava, tateando a parede a procura do interruptor. – Podem nos pegar.

 - Não era eu o Garoto cauteloso? – Ele beijou o pescoço da princesa desabotoando sua blusa azul bebê. – Relaxa coração.

 - Dentro da despensa do zelador? – Arfou sentindo-o tocar cada centímetro de seu corpo exposto. – Sério?

 - Chega de falar, né? – Ele colocou o dedo indicar na frente da boca dela. – Se você ficar falando ai que vão nos pegar. – Ela revirou os olhos e o puxou incentivando-o a prensar contra a parede.

 - Ai! – Praguejou quando uma vassoura caiu atingindo suas costas, o moreno riu e ela o olhou com raiva. – Eu avisei.

 - Agora nós já começamos. – Ele a prensou novamente sentindo as pernas dela entrelaçarem em seu corpo.

 A carregou até a mesa que tinha ali a sentando sobre o metal gelado, a princesa se arrepiou as toques que ele insistia em fazer em seus pontos fracos. Ele a beijou necessitadamente apertando sua coxa por baixo da sai, antes que a princesa pudesse perceber ele penetrou um dedo dentro de sua intimidada fazendo a soltar um grito abafado pelo beijo.

 - Ah! – arfou quando ele arrancou a peça que cobria seus seios. – Marco...

 - Star... – Ele a olhou e ela mordeu o lábio inferior achando a expressão dele incrivelmente sexy.

 - Tá! – Revirou os olhos.

 - Coração... Eu quero te dizer uma coisa.

 - Agora? – Franziu o cenho confusa.

 - É... – Riu baixinho. – Eu sempre vou estar aqui pra você...

 - Eu também vou estar, Marco. Sempre.

 - Você sabe... Não só pra transar. – Riu vendo-a corar. - Eu vou estar aqui pra ser tudo que você precisar, pra te dar carinho, pra te dar confiança, aquecer, proteger, amar. Eu sempre vou estar...

 - Ei... – Segurou seu queixo sorrindo, aquele sorriso era tão vivo e tão brilhante, nem a má iluminação da dispensa faria aquele sorriso desaparecer. – Eu estarei aqui pra tudo. Não é pra mim ficar sem você.

 - Nem pra mim. – A beijou apaixonadamente.

 A princesa riu quando eles descolaram seus lábios, aquela situação era engraçada, eles realmente estavam dentro do deposito do zelador fazendo aquilo? Parecia que estavam num filme ou algo do tipo. Marco sorriu negando com a cabeça.

 Ele apertou as cochas dela fazendo-a dar um gemido manhoso, beijou o pescoço dela até ficar entre os seios e o pescoço, conhecia muito bem os pontos fracos dela, e sabia que a princesa apreciava isso. Enquanto segurava sua cintura com uma mão e massageava seu seio direito com a outra, deu um chupão perto de seu seio esquerdo.”

 

 - Oi Marco... – Se assustou quando sentiu a mão em seu ombro, logo identificando a voz aveludada.

 - Oi... Stacy.

 - Que legal te encontrar aqui. – Ela sorriu se sentando ao lado dele.

 - Por que?

 - Ah... Sabe amanhã eu tenho uma prova de química. Eu sou péssima e química.

 - Eu sou ótimo em química.

  - Sério? Eu não sabia! – Riu. – Então... – Enrolou uma mecha de seu cabelo no dedo indicador. – Você quer ir lá em casa me ajudar a estudar?

 - Claro. – Deixou o sorriso malicioso brincar em seus lábios.

 

 

 Continua...


Notas Finais


Eu quero muito saber o que vcs tão achando dhfdhfgjgf
Sei que o bb Marco mudou muito
Mas eu achei engraçado fazer isso com ele
Espero que não me matem
A roupa da Star (sou péssima descrevendo roupas, me perdoem.) : https://www.polyvore.com/cap_34/set?id=230716445

Comenta ai bebê!

Espero vocês no próximo cap e...
FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUI


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