História Stars of Blood - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Lemon, Revelaçoes, Suspense, Violencia
Exibições 37
Palavras 973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então genteney, essa é minha primeira história, espero que vocês gostem da ideia.
Eu realmente não sei muto o que dizer sobre isso.
A principio , vou postar Segunda e Quinta, mas os dias da postagem ainda podem mudar.
Agora chega de viadage e vamos diretos pra história,
Boa leitura :3

Capítulo 1 - Primeiro dia - Apenas uma carta..


Fanfic / Fanfiction Stars of Blood - Capítulo 1 - Primeiro dia - Apenas uma carta..

“Seu cabelo era como se fosse formado por fios de ouro que de dia refletiam o sol, e a noite brilhava como ele.

O mar mergulhava em seus olhos, em constante movimento.

A neve era comparada á sua pele,

Tão sensível quanto pétalas de rosa,

Eram, com certeza,

Características inteligentes.

 

Não entendiam porque ele fez aquilo.

Não sabiam que eram os culpados.

Mas com Jon era diferente,

Jon o entendia perfeitamente,

Jon tinha os olhos negros e profundos como a noite,

Ele sempre esteve lá.”

 

Bem, isso eu ouvi de um senhor de idade,

Ele disse que os dois “garotos” haviam partido no mesmo dia,

E que sua família não se lembrava de remédios fortes no armário do banheiro.

Esse senhor morreu há dois anos.

Me pergunto porque ele escolheu justo a mim.

Desde então, comecei a ouvir dois jovens sussurrando atrás da minha parede.

Digo a ti que isto é uma maldição,

Sendo que, será passada de pessoa em pessoa,

Caso alguém não repasse, sofrerá até depois da morte.

“Jon está á espreita,

Jon o vingara,

Ele costumava deixar estrelas feitas de sangue quando fazia o que achava que deveria ser feito”

 

Por isso é melhor que voc

 

*CARTA OFF*

No final da carta, a letra estava borrada, e havia manchas de sangue espalhados nela.

Eu a encontrei na caixa de correspondências, pela primeira vez em que piseis os pés aqui.

Por algum motivo, resolvi dobrá-la e guardar em meu bolso, tirando do mesmo a chave da nova casa. Logo em seguida inserindo  na porta e abrindo-a.

Era um pouco espaçosa, mas como vou morar sozinho, será cansativo, de certa forma.

Entrando na casa, já estava na sala, que possuía apenas um sofá com três acentos encostado na parede , e do outro lado, um pequena estante vazia e empoeirada. Um pouco mais para o lado ficava a escada, levando ao andar de cima.

Virando-se para a direita, via-se a cozinha , que era um tanto grande, com uma geladeira velha encostada na parede da esquerda, ao lado da mesma , um fogão enferrujado, mas que ainda parecia funcionar, no centro da cozinha havia uma mesa redonda com seis acentos, e na parede do meio ficava a pia, embaixo de uma janela, dando a vista de um jardim com muitas árvores mortas e cobertas de teias de aranha.

A casa tinha um ar pesado, uma sensação estranha, como se pudesse sentir que não aconteceram bons momentos ali , mas ignorando isso,  larguei minhas bagagens no chão da sala, fechei a porta da frente,  e sentei-me no sofá. Coloquei a mão no bolso tirando de lá, aquela carta estranha.

A li, e reli várias vezes, estava pensativo sobre aquilo.

-O que poderia significar...

Pensando bem, deve ser mais uma brincadeira de mal gosto feita pelos antigos moradores. Ou uma corrente idiota.

-Tsc.. não vou me preocupar com esse tipo de coisa.

Larguei a carta no sofá pegando as bagagens que havia deixado no chão, levando-as ao segundo andar; “eu” ainda tinha que arrumar e limpar muita coisa pra poder viver decentemente aqui.

Chegando ao andar de cima, me deparo com um corredor, que tinha duas portas do lado direito, e uma do esquerdo, e no final do mesmo, uma porta de vidro que levava á sacada.

Abri de porta em porta vendo qual dos quartos seria mais apropriado para mim.

O quarto da esquerda era maior que os outros, havia uma cama com o pé traseiro direito quebrado, mesmo assim dava para usar.

Notei também que havia um quadro de uma coruja velha e grande em cima da cama, pendurada torto na parede, que me observava atentamente, incomodava-me com isso, de certa forma.

Mais a frente uma janela de vidro suja e pequena, com uma cortina laranja suja e rasgada. Caminhei até a mesma abrindo-a, observei o lado de fora. Parecia que antes havia um jardim incrível e de se invejar na frente, agora todas as flores estavam murchas, e a grama morta, contado com algumas árvores que perderam suas folhas há um bom tempo.

Na frente do terreno, uma cerca de madeira, parecia velha, e havia três ou quatro tábuas quebradas, sem contar com a fechadura destruída.

A casa em que eu estava se encontrava em uma rua quase deserta,  mas um mercado pequeno se encontrava na esquina.

Voltando-me para o lado de dentro, peguei as malas, abri o guarda-roupa, logo vendo que o mesmo tinha um pequeno espelho do lado de dentro da porta. Logo notei que não  parecia muito bem, as olheiras estavam profundas, não sei se é vantagem usar óculos para isso. Olhos e cabelo castanho-claro, magro, mas não tão alto... Me desliguei de meus devaneios , tirando as roupas e pertences da mala, já organizando os mesmos dentro do guarda-roupa.

 

                                                                       .  .  .

Já estava anoitecendo, resolvi me lavar no banheiro  que ficava do lado de dentro do quarto. Peguei uma blusa branca, calção preto, e a toalha de banho, dirigindo-me até o cômodo , que possuía uma pia branca e pequena, a banheira do mesmo estilo, e um espelho quebrado.  Acredito que uma reforma cairia bem nessa casa...

Após ter enchido a banheira com água morna, adentrei na mesma, me afundando na água, deixando apenas meu rosto á mostra.

Fiquei assim por longos minutos, quando repentinamente ouço estrondos vindos do andar de baixo.

Incomodado com a situação, levantei-me da banheira para ouvir melhor, e imaginando  ser algum retardado que não tem nada de útil para fazer, resolvi ir tirar satisfações com quem fosse que estivesse fazendo isso.

Saí da banheira enrolando a toalha na cintura, e caminhei em direção á porta. Parecia que a cada passo que dava o barulho aumentava, já estava sentindo pontadas na cabeça.

Desci as escadas e caminhei até a porta, abrindo a mesma rapidamente, já alterando a voz.

-O QUE CARALHO VOC...ué.


Notas Finais


Então esse foi o primeiro capitulo , pessuau do meu core.
um suspensezinho no final não é nada mal, certo? NYEHEHEHE
Ok, desculpe por ser retardada e até o proximo capitulo
Bjs no pulmão.


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