História Start A Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Cho Chang, Fílio Flitwick, Gina Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Padma Patil, Personagens Originais, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sibila Trelawney
Tags Personagens Originais, Romance, Severo Snape
Exibições 146
Palavras 3.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas! Devo dizer primeiramente que estou muito feliz pelos comentários e os novos favoritos, fico muito grata. Espero que aproveitem esse capítulo, ainda não é em Hogwarts, mas acho que o próximo será.

Capítulo 2 - O Beco Diagonal



Ravena acordou com um raio da luz do sol lhe incomodando o rosto, se levantou da cama e fechou as cortinas do quarto com os olhos semicerrados. Se jogou na cama para voltar a dormir, depois de um tempinho sentiu os raios em seu rosto outra vez.

— Ah que droga. — resmungou com a voz grogue.

Foi arrumar a cortina de novo e ouviu som de risadinhas, revirou os olhos e olhou atrás da cortina, nada, mais risadinhas, olhou atrás da porta, nada também, ainda mais risadinhas, dessa vez elas vieram de um lugar distinto.

— Nicolas Robert Lavigne! Saia debaixo da minha cama agora seu pestinha. — falou ela um pouco brava.

O irmão saiu de lá com um sorriso travesso nos lábios e levantou as mãos.

— Ok você me pegou, mas deve ter se esquecido que hoje iríamos ao Beco Diagonal, não é mesmo dorminhoca? — disse ele com os braços cruzados.

Ravena bateu uma mão na testa e suspirou em tom de derrota.

— Era hoje? Ah Nico, estou muito cansada, fiquei fazendo a lição de poções até tarde da noite. Poderíamos ir amanhã ou depois? — perguntou aos bocejos.

O irmão abaixou a cabeça e fez um som estranho com a boca, fungou umas três vezes e saiu do quarto.

— Está bem então, mas saiba que estarei indo à Hogwarts semana que vem. — falou com a voz embargada.

A mais velha revirou os olhos e enfim disse:

— Certo, vamos hoje. — Nico que estava na porta se virou e abriu um sorriso. — Garotinho mimado.

Falou bagunçando os cabelos louros do irmão. Ravena dispensou Nico para se arrumar. Tomou um banho quente e penteou os cabelos castanho escuro. Abriu o armário e lá estava Stevan, dormindo entre as suas roupas.

— Psiu, Stevan! — ela cutucou o gatinho que a olhou pouco tempo depois.  — Parece que você não quer passear hoje.

E ele voltou ao seu sono, Ravena deu um beijinho na cabeça dele e procurou roupas para vestir, uma calça desbotada, uma camiseta preta e um suéter de tricô azul. Passou apenas lápis de olho e rímel para destacar os olhos lilás. Calçou um tênis qualquer e procurou sua bolsa.

— Nathalie, posso entrar? — perguntou a tia, batendo na porta e entrando.

Ravena bufou, se virou e olhou para a tia, irmã de sua mãe.

— Já entrou, não é? — disse com desdém e voltou a procurar sua bolsa. — E não me chame de Nathalie.

Engoliu em seco, detestava quando sua tia a chamava pelo segundo nome, o nome de sua mãe.

— Está bem, eu estou aqui em missão de paz, não precisa me tratar assim. Se você acha que é o melhor para o seu irmão ir para Hogwarts, então... — ela começou mas foi interrompida.

— Eu não acho, eu tenho certeza. Você também sabe disso, Nico precisa aprender a se defender, uma guerra se aproxima e eu não irei conseguir protegê-lo sozinha. — falou um pouco alterada e fez uma leve pausa. — Por Merlim, eu só lhe  peço que... não se preocupe, não acontecerá nada enquanto eu estiver perto dele. Eu farei de tudo para protegê-lo, sempre.

Dito isso ela abraçou a tia que ficou meio estática no começo, mas retribuiu o abraço, os braços da tia eram calorosos que até lembrava um pouco os de sua mãe.

— Obrigada Julie, por tudo. — falou se afastando, era a primeira vez que agradecia a tia.

Julie sorriu, afagou os cabelos lisos dela com uma mão.

— Você é como a sua mãe mesmo. — deu dois tapinhas na bochecha da sobrinha e saiu do quarto.

Ravena continuou sentada por um tempo fitando o chão, ela sentia que estava fazendo o certo, mas parecia perigoso. E se Voldemort ainda estivesse atrás deles? Na verdade essa não era a pergunta. E sim, por que diabos ele estava atrás deles?

— Está demorando muito Raven. — falou Nicolas entrando sem permissão.

Ela sorriu fraco e pediu para que o irmão sentasse ao seu lado na cama de casal dela, quando ele se sentou, Ravena pegou um livro debaixo do seu travesseiro.

— Os Contos de Beedle, o Bardo. — sussurrou ela entregando o livro à ele. — Mamãe costumava ler para mim e para você, são como Contos de Fadas, mas esse é para bruxos.

Nico abriu o livro e cheirou uma página, pegou a mania da irmã, sempre cheirar os livros antes de lê-los.

— Obrigado. — disse e deu um beijinho na bochecha da irmã, depois se levantou. — Podemos agora?

— Ok, vamos. — deixou o quarto com o irmão e desceram as escadas.

Ravena se posicionou de frente para a lareira e esperou o irmão, mas viu que ele a esperava na porta.

— Nico, venha aqui. Vamos com pó de flú. — disse ela chamando Nicolas.

Ele estranhou mas mesmo assim foi até ela, observou um vasinho na mão dela e esperou.

— Bem, eu vou primeiro. Preste atenção em como se faz. — ela entregou o vasinho à ele e pegou um pouco do pó, entrou na lareira e disse. — Você terá que dizer o nome do destino: Caldeirão Furado!

E as chamas verdes a engoliram, deixando Nicolas um tanto pasmo, olhou em volta e chamou pela tia.

— O que foi querido? — perguntou ela ao se aproximar dele.

— Não sei como usar isso, Ravena não me ensinou direito! — falou encabulado.

Julie pegou o pó de flú da mão dele e indicou para que ele entrasse na lareira.

— Pegue um pouco desse pó, isso, agora diga com clareza... Bem, qual foi o lugar que ela disse? — perguntou ela.

— Caldeirão Furado. — disse ele e sentiu seu corpo todo estranho, como se estivesse caindo.

Abriu os olhos e deu de cara com uma Ravena muito suja. Sentiu vontade de vomitar.

— Oh em mim não! — falou ela amparando o irmão.

Guiou ele por um bar escuro, cheio de pessoas e algumas bem estranhas até chegarem numa parede sem portas ou algo do tipo. Ravena tirou a varinha do bolso e bateu ela algumas vezes na parede sólida, fazendo com que se abrisse como uma passagem.

— Esse é o Beco Diagonal. — anunciou ela passando uma mão pelos cabelos louros e agora sujos do irmão.

Pessoas vestidas com roupas um tanto anormais andavam para lá e para cá, tinha várias lojinhas espalhadas e todos pareciam bem apressados.

— Vai ficar parado aí? Vamos logo. — disse ela dando um empurrãozinho no irmão.

Nico andava ao lado de Ravena em estado robótico e com a respiração presa, ele pensava que a qualquer momento apareceriam dragões, gnomos ou seja lá o que for, ele esperava algo mais estranho do que isso.

— Não é como você imaginou, querido? — indagou a irmã passando o braço por cima do ombro do irmão.

Ele olhou para ela e parou, sentindo a vibração e a movimentação das pessoas ao redor.

— É um tanto... comum, onde estão as bruxas malvadas? Os animais estranhos? As hidras? — disse com o cenho franzido.

Ravena deu uma risada curta e baixa, encarou o irmão e puxou ele para continuar a andar.

— Será que vou ter que lhe dizer pela enésima vez que somos reais? O que pretendia encontrar aqui? Bruxas com narizes grandes e verrugas? — soltou outra pequena risada. — Você ainda verá muitas coisas estranhas, talvez aqui não, ou sim, nunca se sabe. Entenda, existem bruxos do mal que eu tenho certeza de que você não gostaria de ver. E hidras são seres da mitologia grega, se esqueceu disso?

Nico assentiu, tinha que entender que isso não se tratava de um livro de contos de fadas para crianças. Andaram em silêncio por um bom tempo até que Ravena o conduziu pra uma loja: "Madame Malkin Roupas para Todas as Ocasiões"

— Olá, bom dia. — Ravena cumprimentou a mulher da loja.

— Bom dia senhorita. Em que posso ajudá-la? — perguntou ela com um leve sorriso.

Ela tirou o irmão de trás de si e o colocou do seu lado.

— Ele vai para Hogwarts esse ano, preciso de uniformes para ele e novos para mim. — falou ela.

A mulher assentiu e pediu para que ambos se sentassem em banquinhos e depois tirar suas medidas. Depois que terminaram Ravena quis experimentar um vestido.

— Não quero ver você experimentando uns quatrocentos vestidos, e para que você precisará de um? — disse o irmão com os braços cruzados e emburrado.

Ravena deu de ombros e pegou uns vestidos, entrou no provador e por um momento apenas se encarou no espelho com ruas roupas de baixo. Não era tão bonita, ela tinha mais ou menos um metro e sessenta, a pele era extremamente branca, não era magra e nem gorda, tinha uma cintura pouco delineada, não tinha um bumbum muito avantajado e os seios eram um tanto pequenos, haviam leves sardas e pintinhas em seu corpo, especificamente no nariz, bochechas e na região das clavículas.

Ela era comum, não tinha nada de especial. Saiu de seus pensamentos provou o primeiro vestido, era de renda e azul, o fim do vestido era na metade das coxas, simplesmente bonito, mas ela achou um pouco curto demais, então olhou outros.

Uns bons minutos depois, Ravena saiu do provador e pagou pelos uniformes e o vestido que escolheu, como sempre comprava azul, dessa vez levou um cor de creme, era simples e tinha um contraste com seus cabelos escuros.

— Floreiros e Borrões? — disse Nico lendo o letreiro da loja a frente.

— Sim, aqui vamos encontrar seus livros escolares, pena e tinta. — falou ela levando o irmão para dentro.

Quando já estavam na loja, Ravena avistou Hermione Granger, do sexto ano, olhando fileiras de livros na estante.

— Nico, pode pegar sua lista de materiais e ir falar com o lojista? Vou procurar os meus. — disse ela com um afago nos ombros do irmão.

Caminhou até a aluna da Grifinória, olhando uns livros para disfarçar a sua chegada.

— Estudos Avançados nos Preparos de Poções — Ravena não se aguentou e leu o título do livro da garota. — Vai para o sexto ano... hum, Granger?

Era óbvio que ela sabia em que ano ela estava e se lembrava perfeitamente do nome dela, mas não quis parecer obsecada pelo cérebro do famoso Trio de Ouro.

— Ah olá! Sim, eu irei, e essa matéria parece ser fascinante. — falou ela olhando mais uma vez para o livro com um ar quase apaixonado.

— Realmente é. — disse ela, afinal completou seu sexto ano há pouco.

Ravena abriu um sorriso de lado, se parecia com Hermione em relação aos livros, mas ninguém a notava por isso.

— Bem, eu já vou indo. Nos vemos em Hogwarts Lavigne? — perguntou ela.

— Claro, nos vemos em Hogwarts Granger. — falou com um leve meneio de cabeça.

Depois de comprarem o resto dos materiais e uma coruja, Ravena levou Nico para tomar uma cerveja amanteigada.

— Então? Gostou Nico? — perguntou Ravena após ver o irmão acabar de tomar a cerveja dele.

Ele fez que sim com a cabeça e limpou com a manga da blusa o bigodinho de espuma que se formou.

— Você pode comprar um bichinho agora, quer passar na loja de animais? — falou a irmã mais velha.

— Mas é claro, podemos? — disse Nico já se levantando e colocando-se de pé.

Ravena também se levantou e depositou alguns sicles em cima da mesa. Chegando na loja de animais, Ravena aproveitou para comprar mais comida para Stevan enquanto Nico escolhia um mascote.

— O que acha desse aqui? — perguntou ele segurando uma coruja de cor marrom claro.

— Tem certeza que quer uma coruja? Posso lhe garantir que não receberá cartas, porque não temos... — parou ao ver o semblante magoado do irmão ao ouvir o que disse. — Pensando bem, hum, uma coruja faz falta.

Ela sorriu de forma amigável bem convincente.

— Está bem. — falou ele e pediu para a irmã pagar o balconista.

Chegando em casa pela rede de flú depois de mais compras, Ravena e Nico ouvem o som de batidas na porta.

— Quem será? — sussurrou Nico.

— Eu não sei... vamos subir. — ela disse também muito baixo.

Quando começaram a subir as escadas pé ante pé, a tia deles chamou.

— Nicolas, Nathalie? — Ravena bufou. — Vocês já chegaram?

Ravena olhou por cima do corrimão da escada e sorriu impaciente para a tia que ia atender a porta.

— Parece que sim, não? — a tia cruzou os braços e revirou os olhos.

A jovem deu as costas e continuou andando pelo corredor com Nico, ouviram uma voz diferente e Ravena parecia conhecer o dono dela.

— Nico, desça aqui por favor. — a tia chamou.

Antes de Ravena abrir a porta de seu quarto perguntou ao irmão:

— Não ouviu? Nossa tia está pedindo para que você desça.

Ele continuou no mesmo lugar.

— Mas eu não fiz nada de errado Raven. — se explicou ele.

Ravena pegou as compras do irmão e deu um tapinha do topo da cabeça dele.

— Seu bobo, não é nada disso, algum funcionário de Hogwarts veio falar com você sobre a escola. — falou e sorriu ao ver Nico suspirar de alívio.

Esperou o irmão descer e entrou no quarto, deixou todas as sacolas no chão e colocou comida para a coruja, que Nico nomeou de Tris. Ela tomou um banho rápido procurou uma roupa para usar.

— O que acha Stevan? — perguntou ao gato exibindo um vestidinho de seda rosa bebê.

O gato miou e Ravena — como sempre — tomou aquilo como uma aprovação.

— Ótimo. — disse ela depois de secar o cabelo com um secador trouxa que sua tia lhe dera.

Amarrou os cabelos castanhos num rabo de cavalo e desceu a escada na esperança de dizer um "oi" para a visita de Hogwarts.

— Por que está vestida assim? — perguntou Nico com o cenho franzido ao ver Ravena chegar.

As bochechas dela coraram um pouco e ela deu de ombros.

— Eu estava olhando umas roupas no meu armário e me deu vontade de usar esse. — falou e continuou descendo as escadas com Stevan logo atrás.

Quando parou no último degrau teve uma visão ampla da sala, sua tia sentada ou lado de Nico num sofá e numa poltrona, seu professor de Poções.

— Boa tarde professor. — disse ela com um leve meneio de cabeça.

Ele estava com os habituais roupas negras e os cabelos negros lhe caíam sobre os ombros. Snape a olhou com indiferença, sem interesse algum na chegada dela.

— Boa tarde senhorita. — devolveu com a mesma voz de sempre, seca e grave.

Ela ficou um tempo encarando o chão aos pés do professor e pigarreou um pouco envergonhada.

— Bem, eu vou preparar alguma coisa, se quiserem. — falou ela.

— Não mesmo. — disse Nico tentando soar simpático, em vão.

Os dois mais velhos apenas disseram um "não obrigado". Ravena fuzilou o irmão com o olhar e lhe deu um tapa na cabeça antes de sair da sala. Na cozinha, ela se sentou em uma cadeira e Stevan logo subiu em cima dela pedindo carinho.

— Quem é o gatinho lindo da Ravena? — falou ela com a voz no nível infantil no último, mas ouvir o gatinho ronronar pelos seus afagos era bom para ela.

Ela ficou um tempo pensando sobre como ela se arrumou para nada, não fazia sentido. Sabia que não tinha uma queda pelo professor, mas da maneira que agiu era o que dava para entender.

"Ok, pare de colocar coisa na sua cabeça Ravena" — ela dizia em sua mente e resolveu fazer algo para se distrair.

Pegou um livro de receitas na gaveta e tentou preparar Bolo de Caldeirão, mas não sei muito certo no começo, então como sua tia vivia trazendo coisas trouxas para a casa, ela usou uma máquina chamada microondas para fazer um tal bolo de caneca.

— Está bem, agora é só mexer, não tem como isso dar errado. — ela falou para si mesma ao ler o modo de preparo.

Quando terminou de mexer colocou no microondas e progamou para o tempo necessário. Enquanto esperava ela lia outras receitas e vez ou outra olhava para o "forninho". Assim que o tempo acabou ela pegou a caneca com um pano e analisou.

— Se parece com a imagem do livro, isso é bom. — disse com um sorrisinho vitorioso.

Saiu da cozinha para ir a biblioteca e arrumar os livros novos, andava dando alguns sopros no bolo, distraída ela tropeçou em algo e a caneca vôo para alguém logo a sua frente.

Ravena levantou o olhar devagar e viu o que ela fez, se preparou para ter sua vida toda ferrada.

— Oh céus! Professor Snape, me desculpe por favor! — começou ela e correu até a cozinha para pegar um pano.

Inutilmente ela tentou tirar os vestígios do bolo nas vestes do professor, quando estava levando o pano até um certo lugar não muito conhecido por ela, Snape segurou as duas mãos da garota e a afastou.

— Não precisa disto. — falou um tanto furioso, tirou a varinha do bolso interno das vestes e se limpou com um movimento da mesma.

Ravena se encolheu e pediu desculpas várias vezes para o professor.

— Não foi nada. Bem, como eu já estava de saída, com licença. — disse ele com uma formalidade incrível.

A garota encarava as próprias mãos e sentia que poderia chorar a qualquer momento pela merda que fez.

— Eu lhe acompanho até a porta. — Julie se ofereceu.

Após ouvir o barulho da porta se fechando Ravena soltou um suspiro aliviado.

— Que bonito, hein? Jogando coisas quentes no seu professor. — a tia dela disse.

— Julie! Foi sem querer, eu juro. Eu nunca faria nada de ruim ao professor Snape por vontade própria! — falou ela e saiu apressada para o quarto.

"Ótimo, agora qual a impressão que o Snape tem de mim? Uma desequilibrada seria pouco!" — pensou ela ao se jogar na cama.

Continua....


Notas Finais


E então? Gostaram? Digam o que acharam e no que posso e devo melhorar. Aah e sobre o Severo, ele não brigou com a Ravena ou descontou pontos shdhfj why a tia estava perto e tal, senão esse seria o último dia da bicha. Qualquer erro ortográfico ou de coerência, me perdoem, por favor. Até logo 😚💙


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