História Start A Love - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Cho Chang, Fílio Flitwick, Gina Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Padma Patil, Personagens Originais, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sibila Trelawney
Tags Personagens Originais, Romance, Severo Snape
Exibições 150
Palavras 2.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi oi gente!! Bem, aqui estou eu trazendo mais um capítulo, se alguém não ficou feliz com a minha demora, eu peço mil desculpas, não atualizei porque eu sempre dormia no horário que eu ia escrever, mas aqui está! Se puderem, ouçam a música One de U2 quando for mencionado no capítulo e imaginem. Espero que gostem, boa leitura.

Capítulo 3 - Mudando um pouco a rotina


Fanfic / Fanfiction Start A Love - Capítulo 3 - Mudando um pouco a rotina

Alguns dias depois em Hogwarts...

Dumbledore fazia de tudo para manter um semblante sério, mas tinha muito vontade de rir ao imaginar a cena que Snape acabou de relatar.

— Ela devia estar sentindo-se intimidada, aliás, não é todos os dias que se recebe o professor Snape em casa. — disse o diretor com um sorrisinho.

Snape duvidou bastante que seria isso.

— A garota não se deixou intimidar por mim, ela é uma desastrada, isso sim. — falou Snape em tom de escárnio.

O diretor achou melhor não dizer nada, não tinha como discutir com Severo Snape em relação aos alunos quando ele já tinha plena certeza do que dizia.

— Então, como foi com Voldemort? — perguntou ele para mudar o assunto. — Saberemos quais serão seus próximos passos?

Severo assentiu.

— O Lord das Trevas a quer viva, mas apenas se estiver com ele. — disse. — Tentei falar sobre isso com Julie Aksnes, mas o garoto Lavigne não nos deixou sozinho um minuto.

Disse um pouco frustrado.

— Mas o que exatamente ele disse a você, Severo? — indagou novamente.

Snape mordeu a língua e desviou o olhar de Dumbledore.

— Ele quer desposar da garota, pois de acordo com a profecia quem se casasse com ela terá grande poder. E é claro, sabemos que o Lord das Trevas, embora muito poderoso tem sua ambição maior ainda. — disse enquanto passava o dedo indicador por cima de seu antebraço esquerdo coberto.

O mais velho não disse nada, apenas soltou um pequeno supiro e buscou o olhar de Severo.

— E o que ele pretende fazer com a garota após usá-la? — perguntou ele temendo pela resposta.

— Eu não sei, com ele mais poderoso, para que ele irá precisar dela? Ele deve matá-la, com toda certeza, mas existe uma possibilidade de ele querer um herdeiro. — respondeu Snape calmamente.

Dumbledore não sabia mais o que fazer, protegeu a garota o quanto pôde para chegar nesse momento crítico.

— Então e agora que você entra em cena, meu jovem. — falou o diretor com um semblante sério.

— Como assim é agora que eu entro em cena, Alvo? — questionou ele com o cenho franzido.

O diretor tirou os óculos um momento e limpou os olhos, colocou-os de volta a encarou Snape com um sorriso de pesar.

— Você prometeu a Robert Lavigne que cuidaria de seus filhos caso ele morresse, prometeu que sempre faria o possível para mantê-los vivos. Agora chegou o momento de honrar a sua palavra, não deixe que o Lord Voldemort a leve, você sabe o que deve fazer, eu sei. — falou Dumbledore com uma calmaria incomum.

Severo tinha uma noção do que poderia ser, mas preferiu não se precipitar em saber o que deve fazer vindo do diretor.

— Prometi cuidar das crianças mas não de ser a babá deles, Alvo. — retrucou com desdém. — Contudo, diga o que quer que eu faça.

— Se case com ela e a mantenha em segurança dentro e fora de Hogwarts. — disse o diretor por fim.

O que Severo mais temia ouvir, o que diabos Dumbledore tem na mente? Passou as mãos pelos cabelos negros e encarou o diretor com incredulidade.

— Perdeu o juízo Alvo? Que ideia mais patética vindo de você!

— Severo, fique calmo! Você fez coisas bem piores do que isso, devemos concordar. — disse o diretor com um pequeno sorriso.

O outro ficou irado, bateu com o punho na mesa e perfurou os olhos azuis de Dumbledore com um olhar furioso.

— Estou grato por me lembrar o monstro que eu sou Alvo! E eu não... vou... me casar... com uma fedelha, onde já se viu? Eu sou o professor dela, Alvo, eu tenho idade para ser o pai dela! —sibilou cada palavra com uma fúria anormal.

Dumbledore se inclinou para trás e encostou na cadeira, ainda sorrindo como se o homem a sua frente não estivesse gritando com ele.

— Ora Severo, não seja tão dramático. Isso não é um trabalho difícil para um duplo espião como você. — falou e viu Severo revirar os olhos. — Quanto a sua idade, tenho certeza que Lavigne não irá se importar, e ela não é mais uma criança.

O diretor deu uma piscadela bem significativa e sorriu travesso, fazendo Severo bufar irritado, nem parecia que estavam discutindo sobre um péssimo destino para a garota.

— Acabou com a loucura? — perguntou impaciente colocando as mãos sobre as têmporas. — Alvo eu não vou fazer isso por você, por que tem que ser eu? Entre todos os membros da Ordem, por que eu?

O diretor respondeu como se fosse óbvia a resposta, mas na verdade, pensando bem, era mesmo.

— Porque você, Severo, está sempre com Voldemort e saberá bem mais rápido o que ele irá planejar fazer com a garota, você está em Hogwarts e poderá estar de olho nela a qualquer momento. E ela não aceitaria um desconhecido da Ordem, acredite, eu analisei as alternativas e o mais indicado foi você. — falou ele.

Severo estalou a língua.

— Seria mais prudente ela aceitar um desconhecido do que a mim, Alvo. — disse e Dumbledore negou com a cabeça. — Agora, com licença, pois esse assunto para mim está encerrado.

Se virou para sair e girou a maçaneta, antes de sair ouviu o Dumbledore disse — "A discussão ainda está em aberto."

*POV SEVERO SNAPE*

O único som nos corredores eram os dos meus passos ecoando no chão, como os alunos ainda estavam de férias a escola vivia em perfeita paz, mas por pouco tempo. Quando cheguei em meus aposentos me sentei me sentei no sofá da pequena sala e repassei o plano de Dumbledore na cabeça, percebi que, não era só a proteção da garota que ele queria, mas sim que eu ficasse mais poderoso também.

Dessa vez o Lord passou dos limites, querer se casar com uma aluna que ainda estuda em Hogwarts, que está debaixo das asas de Dumbledore, mas ele faz tudo por poder e seria impossível não acreditar que ele seria capaz disso.

De uma maneira ou de outra eu devo estar nesse plano, ou entregando a menina para o Lord ou me casando com ela, como se já não bastasse eu cuidar do Potter e me ser um espião para Dumbledore, contudo, o velho não vai desistir isso.

Soltei um suspiro cansado, eu como sempre não tenho escolha e não seria agora que ela iria valer algo, tudo para o bem da Ordem e mais outras baboseiras que Dumbledore diz. Essa guerra tem que acontecer logo, com ela se aproximando talvez minha morte venha com ela.

O pior de tudo isso é que eu devo proteger a garota de qualquer coisa, como eu dei minha palavra ao pai das crianças, mas é isso que ela é, uma criança da qual eu vi chorar a morte dos pais e nem sequer fui capaz de lhe transmitir meu pesar, nem para ela e nem para o irmão.

Não tinha como escapar desse destino, o destino da garota que estava também em minhas mãos. Uma garota destrambelhada por sinal, me permiti abrir um leve sorriso sarcástico ao lembrar dela derrubando aquela coisa em mim, é, talvez Alvo esteja certo, ela se sente intimidada por mim, o rosto dela envergonhado quando o irmão dela comentou sobre sua roupa e depois de cometer o desastre denunciou.

A pele branca tomou um leve tom escarlate, valorizando ainda mais as sardas que tinha no rosto, aquilo não parecia uma reação normal para o comentário do irmão ou por causa da minha presença, mas se bem que a garota só usava jeans durante as horas livres em Hogwarts, isso eu estranhei.

Uma parte da minha mente me obrigava a pensar que a garota estava daquele jeito por mim — Alvo que persuadiu a pensar isso —, só que isso não fazia sentido algum.

Foi com com esses pensamentos perturbantes que eu me deitei e esperei o sono chegar, enquanto as palavras de Alvo rondavam em minha mente.

*POV OFF*

Escócia...

Ravena havia recebido uma coruja de sua amiga Marianne a chamando para ir à uma festa em uma boate trouxa de Londres, mas ela não estava muito afim e quis dar uma desculpa de que teria que cuidar do irmão, mas Nico disse que ela poderia ir a Julie ficaria jogando xadrez bruxo com ele — Nico descobriu que é ótimo no jogo — então ela aceitou, logo estaria indo para Hogwarts e ambas queriam aproveitar um pouco.

— Assim ficou bom.  — disse a tia quando ela vestiu um vestido vermelho vinho bem coladinho no corpo e curto que ela a emprestou.

A garota fez uma cara feia para a tia.

— Estou parecendo uma vadia Julie, desculpe. — falou com a voz baixa.

Julie ao ouvir arregalou os olhos mas depois soltou uma gargalhada.

— Está mesmo, eu realmente nunca gostei desse vestido.

A sobrinha sorriu aliviada e foi trocar de roupa, colocou uma calça jeans, uma blusinha leve de cor azul escuro e um casaco marrom, típico dela mesmo.

— Como estou? — perguntou esticando uma perna e a colando na porta banheiro tentando exibir sensualidade, só tentando.

Julie riu da cara de Ravena por um determinado tempo e quase se engasgou.

— Ah ok! — respirou fundo. — Está no melhor estilo Ravena Nathalie.

Ravena revirou os olhos, era a primeira vez que a tia falava sei primeiro nome, mas para "compensar" ela ainda assim diz o segundo.

— Ótimo, acho que uma bota cairia bem, o que acha? — quis saber Ravena.

— Vai ficar bom. — concordou a tia.

— Beleza, já pode sair. — disse abrindo a porta para a tia.

Abriu a gaveta do criado mudo a pegou uma caixinha com maquiagem, passou um pó de arroz no rosto, um batom vinho nos lábios carnudos, lápis de olho e rímel.

— Quem é você e o que fez com a Ravena? — perguntou ela para si mesma enquanto se olhava no espelho.

Ela estava bem diferente de como costuma ser, a maquiagem que mudou ela para ser mais exata, as roupas eram normais.

Ravena ligou o rádio e parou um pouco para ouvir uma música que tocava da Banda U2: One. Como ela já estava pronta e só estava esperando Marianne chegar, ela aumentou o volume e começou dançar conforme a música.

Did I disappoint you?
(Eu te decepcionei?)

Or leave a bad taste in your mouth?
(Ou deixei um gosto amargo em sua boca?)
 
Marianne bateu na porta mas não foi atendida, então entrou sem convite.

You act like you never had love
(Você age como se nunca tivesse tido um amor)

And you want me to go without
(E quer que eu siga sem nenhum)

Viu Ravena dançando e cantando e abriu um sorriso de lado, percebeu que ela dançando era uma ótima cantora. A música estava tão envolvente que ela nem havia percebido a presença de Marianne ela a pegar pela cintura e a virar para si.

— Espero não estar lhe incomodando Raven. — disse ainda sorrindo.

Ravena sorriu envergonhada com o rosto corado. Marianne era da Corvinal também, tinha os olhos castanhos e o cabelo louro, a julgar por Ravena, Marianne era bem mais bonita que ela.

— Cla-claro que não Mari. — falou e abraçou a amiga.

Marianne afundou o rosto no cabelo da amiga e aspirou o perfume que ele emitia.

— Você está linda. — falou já sabendo que Ravena iria corar feito um pimentão.

E estava certa, o rosto branco logo se tornou rubro e ela sorriu tímida murmurando um "obrigada". Marianne pegou uma rosa vermelha de um vaso e deu para ela.

— Ah, muito obrigada! — sorriu.

— Não há de que! Bem, vamos então? — chamou Marianne.

Ravena assentiu e se dirigiu para as escadas mas parou ao ouvir a amiga a chamar, se virou e olhou para ela.

Marianne vestia um sobretudo marrom que estava aberto e mostrava um pouco do vestido azul céu.

— Aonde está indo? — perguntou ela.

— Para a lareira, aonde mais seria? — devolveu ela.

A outra revirou os olhos e puxou a amiga para mais perto, ajeitou um fio de cabelo dela e o colocou atrás da orelha.

— Vamos aparatar. — falou ela com um sorrisinho.

Ela a trouxe mais para perto de seu corpo e ambas sentiram a conhecida sensação de aparatar.

Aparataram em frente a boate desejada, de fora já se ouvia um grande barulho que vinha de dentro. As duas entraram a logo foram recebidas por alguns amigos. Ravena se sentia perdida no meio daquela escuridão e luzes piscando, Marianna a guiava pela multidão e se sentaram de frente a uma bancada.

— Quer beber o que? — perguntou ela depois de chamar o barman.

— Ah, será que tem algo parecido com cerveja amanteigada aqui? — disse ela baixinho.

Marianne riu.

— Só vendem bebidas alcóolicas. — falou com uma piscadela.

Ravena mordeu a língua, nunca bebeu nada que continha muito álcool.

— Hum, escolha por mim também, sim? — disse ela.

— Está bem. — falou e se dirigiu ao barman. — Mojito para nós duas, por favor.

Quando ele veio com o pedido, ficou encarando as duas e Marianne lhe lançou um olhar gélido.

— Ele deve pensar que somos menores de idade. — falou Ravena enquanto bebericava a sua bebida.

— Mas não somos, quer dizer, aqui somos, mas só aqui. — disse e tomou uma golada de seu copo.

Ravena arregalou os olhos, não sabia como ela conseguiu beber aquilo tudo de vez.

— Venha, vamos dançar. — chamou Marianne depois de acabar com a bebida de seu copo.

— Eu não danço bem, você viu isso. — disse ela negando o pedido.

— Ora Raven, temos que aproveitar, vem! — puxou ela e sumiram entre a multidão de pessoas.

Liberdade é pouco. O que eu desejo não tem nome.
- Clarice Lispector

Continua...


Notas Finais


Bom, então foi isso, quero agradecer a quem está acompanhando a comentando, vocês são demais. E me desculpem pelos errinhos de ortografia e de coerência. Aah, o ponto de vista do Severo ficou muito merda, sorry. Beijoooos a até mais. (E Liv, acho que você sabe quem é a Mari 🌚) Beijoooos para vocês 😘😘😘😘♥


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