História Starving - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Dr. Rollins, Emily Fields
Tags Emison, Ezria, Haleb, Spoby
Exibições 339
Palavras 2.890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Recaída


Alison DiLaurentis

 

Paciência nunca foi o meu forte, discussões demoradas, filas grandes, crianças birrentas, é tudo que eu mais odeio, agora imagine tudo isso junto e ainda adicione uma ressaca absurda a lista, pois é, meu dia não tem como ficar pior. Estávamos esperando numa fila de drive in há pelo menos dez minutos, o carro parecia um amplificador de som hoje, Elliot estava reclamando do meu lado por eu ter dormido na casa de Emily sem avisar, as crianças estavam se estapeando no banco de trás e até a voz do locutor da rádio estava me irritando, eu estava prestes a sair do carro gritando e ir andando pra casa, mesmo que fosse levar umas três horas pra eu chegar lá.

 

-Você poderia ter mandado uma simples mensagem, levaria um minuto e pouparia essa discussão -Elliot continuava a reclamar.

-Não aja como se você se importasse

-Você acha que eu não me importo?-Ele perguntou sarcástico.

-Não, você não se importa, só está dando piti porque eu estava com Emily -O respondi sem paciência.

-Isso não é segredo, o que você acha que eu pensei? -Ele tentou continuar a discussão.

-Não me importa o que pensou, eu não te devo explicações de tudo que eu faço

-Tem certeza? Porque eu acho que não é assim que o casamento funciona -Eu tive que parar para respirar profundamente para não começar a falar merda com Asher e Eva no banco de trás.

-Você não é minha irmã de verdade, uma bruxa te deixou na porta da mamãe -Asher provocou Eva e eles começaram uma sessão interminável de "É mentira" "Não é não" "É mentira sim" "Não é não", eu me mataria agora mesmo se eu pudesse.

-Se vocês não pararem de brigar em dois segundos eu vou deixar vocês na próxima praça e vou embora -Eu os assustei e eles instantaneamente fizeram silêncio, acontece que eu já os esqueci numa praça antes, não de propósito é claro, mas eles ficaram alguns minutos sozinhos e assustados, que foi o suficiente para deixa-los com medo até hoje.

-Você não deveria dize.. -Elliot tentou me repreender pelo o que eu acabara de falar.

-É melhor você nem terminar essa frase -O interrompi antes que ele reclamasse comigo por reclamar com as crianças, e ele se calou. Se tinha algo que me deixava furiosa, era quando ele tentava me dizer o que fazer sobre Asher e Eva, eu passo vinte e cinco horas por dia com eles, ninguém lidaria com eles melhor do que eu. -Por que eu estou aqui? Eu nem estou com fome -Me perguntei livrando-me do cinto de segurança para sair do carro.

-Quero ir com você -Eva pediu assim que eu abri a porta.

-Eu posso ir também? -Asher perguntou já tirando o cinto da cadeirinha. Por que raios as pessoas tem filhos?!

-Não, vocês vão pra casa -Os respondi sem demora saindo do carro.

-E pra onde você vai? -Elliot me perguntou.

-Pra algum lugar que eu tenha silêncio -Respondi me afastando.

 

Depois de caminhar por quase vinte minutos sem rumo, eu decidi ir pro meu antigo apartamento já que eu estava por perto, eu teria silêncio e calma, tudo que eu precisava no momento. Levou mais vinte minutos para chegar lá e só esse tempo foi o suficiente para exonerar minha dor de cabeça, confirmando minha teoria que a causa dela não era a ressaca e sim aqueles três no meu pé.

 

-Sra.DiLaurentis? -O Sr.Jackson me chamou assim que eu entrei no prédio, ele provavelmente não sabia meu sobrenome agora então continuava a usar o de solteira, o que me dava a sensação de nostalgia. Eu tenho que admitir que não tinha muita paciência para ele, ele é do tipo conversador, e eu sempre fugia dele quando morava aqui, ao contrario de Emily que adorava conversar com ele. -É bom vê-la de novo, vocês vieram aqui para resolver sobre o apartamento? -Ele perguntou simpático assim que me aproximei dele.

-Eu não entendi, vocês..? -Perguntei enquanto olhava em volta, mas só tinha eu e ele ali.

-É, a Emily chegou há alguns minutos -Ele me explicou apontando para o elevador.

-Aah não, eu não sabia que ela estava aqui, mas nós vamos falar sobre isso -Eu o respondi e ele assentiu.

 

Subi para o meu andar, procurando pela chave do apartamento. Entrei esperando encontrar Emily na sala mas ela não estava nela, nem na cozinha pela minha visão, bati a porta para fazer barulho e chamar a atenção dela onde quer que ela esteja.

 

-Porra Alison, você me assustou, pensei que era um invasor -Ela apareceu na sala colocando a mão no peito.

-Se tivessem que invadir teriam invadido durante todo o tempo que isso aqui esteve abandonado, não acha? -Eu disse e ela deu de ombros. -O que faz aqui? -Perguntei tirando meu sapato e indo sentar no sofá.

-Eu vim pegar alguns papéis que eu vou precisar, e você? -Ela falou vindo na minha direção enquanto mexia em uma pasta de documentos.

-Estava precisando ficar sozinha

-Aah ok. Eu vou pegar o que eu vim buscar e vou embora -Ela disse se virando na direção contraria a mim, era tolo pensar que eu não gostaria de sua companhia.

-Não, você pode ficar, eu quis dizer que eu queria me livrar do Elliot e das crianças por hoje -Eu expliquei e ela riu ainda olhando os papeis na pasta que segurava. -O que está procurando? -Perguntei.

-Documentos, minha carteira de motorista vai vencer em breve e eu preciso renovar -Ela justificou enquanto eu tentei ligar a TV da sala e fracassei. -O que você está fazendo? -Emily me perguntou ao perceber que eu insisti em usar o controle da TV, mas deveria estar quebrado.

-Não funciona, controles tem data de validade?

-Não temos eletricidade aqui Alison, eu vou falar com o Sr.Jackson para ele resolver isso antes de ir embora -Ótimo, eu estava brigando com o controle atoa.

-Então vamos manter o apartamento? -Eu perguntei e ela me olhou rapidamente, parecendo surpresa com a pergunta.

-Eu achei que deveríamos, até resolvemos o que fazer pelo menos, eu tinha que ter conversado com você antes, eu sei, desculpe -Ela se apressou em justificar sentando no sofá ao meu lado.

-Tudo bem, é bom ter um lugar para onde eu possa vim quando quiser fugir -Ela sorriu voltando a mexer com os papéis.

-O que vai fazer nas férias? -Emily me perguntou ainda sem me olhar.

-Eu não tenho mais férias -Comentei me referindo ao fato de ter parado de trabalhar quando Asher nasceu.

-Eu sei, mas você deve ter planos para viajar, não?

-Não, na verdade não -Respondi dando de ombros.

-Aah bom, porque Leslie me ofereceu a casa de praia dela para passar as férias e eu pensei que você e as garotas podiam vir comigo, a casa é grande o suficiente e eu sei que ela não vai se importar se eu levar mais alguém -Emily me convidou parando o que fazia por um tempo pra me explicar.

-Todas nós numa única casa as férias inteira? Isso não parece boa ideia

-Não precisa ser as férias inteira, quer dizer, eu sei que você, a Hanna e a Aria tem responsabilidades com as crianças e não podem estar longe por tanto tempo, então talvez vocês possam ficar só a primeira semana -Ela falou com calma enquanto eu observava ela concentrada no que fazia.

-Pode ser, eu preciso mesmo de férias -Confessei.

-Tudo bem -Ela falou entendendo que eu havia concordado. -Ah encontrei! -Ela disse com exibindo uns papeis como se fosse um trofeu. -Faz horas que eu estou procurando por isso

-O Sr.Jackson disse que você acabou de chegar

-Ele tem noventa anos Alison -Ela deu uma desculpa nada convincente.

-Você não deveria ter levado esses documentos com você quando se mudou? -Perguntei e ela colocou os papéis na mesa do lado se virando para mim.

-Deveria -Afirmou.

-Então, me fale sobre New York, o que aconteceu lá? -Eu perguntei na tentativa de iniciar uma conversa com ela. Por mais que ela já tenha voltado a morar aqui há quase três anos, essa era a primeira vez que eu tive a chance de perguntar sobre New York.

-Não aconteceu nada de especial, só trabalho -Ela me respondeu se acomodando no canto do sofá.

-Eu achei que ficaria lá no hospital, é um bom lugar para se estabelecer profissionalmente

-Era meu plano quando eu sai daqui, mas eu não fiz amigos lá e me sentia sozinha então eu voltei assim que pude -Emily me explicou.

-Isso é estranho, você é a pessoa mais amigável que eu conheço

-Não era pelas pessoas e sim pela falta de tempo, eu conheci ótimas pessoas mas não tive tempo pra desenvolver uma amizade com elas -Ela relatou paciente.

-Eu senti sua falta aqui, era estranho quando eu precisava falar algo com você e lembrava que você estava há centenas de quilômetros de distância -Eu falei e ela sorriu de lado.

-Eu sinto muito por isso, mas eu precisava mesmo sair de perto de você -Ela brincou mexendo no cabelo, oh mania!

-Você já está bem com tudo e comigo?

-Por que sempre volta a esse assunto? -Ela me questionou enquanto apoiava os braços no encosto do sofá.

-Como assim?

-Sei lá, é como se você quisesse que eu faça ou diga algo pra você, eu não sei explicar -Ela falou de forma pensativa.

-Não, não é isso. É que as vezes eu fico esperando que você ainda vá explodir e gritar comigo, mesmo que eu saiba que você não vai fazer isso, -Eu me expressei e ela ficou me olhando como se eu tivesse falado algo totalmente sem sentido. -Eu não consigo relaxar e fingir que somos super amigas de novo sem pensar nisso

-Se isso vai te ajudar, eu posso gritar com você -Ela disse engraçada, era impossível imaginar a cena, é algo que ela com certeza não faria por si mesma.

-Eu adoraria vê-la tentar -Eu pedi e ela riu com isso.

-Tudo bem... Eu posso fazer isso -Ela se aprumou no sofá como se estivesse pensando no que ia me falar. -Desculpe, eu não sei como fazer isso -Emily confessou soltando os ombros desistente.

-Por um segundo eu pensei mesmo que você ia gritar -Eu falei enquanto ria dela -Eu preciso te falar outra coisa -Ela me olhou esperando que eu continuasse.

-Prossiga -Pediu ela sinalizando com as mãos.

-Isso vai parecer insano, mas por favor não saia correndo daqui

-Esta me deixando ansiosa -Emily reclamou me encarando.

-É sobre a outra noite, quando eu beijei você. Não foi porque eu estava confusa ou porque me deixei levar pelo momento -Eu a confessei respirando profundamente enquanto ela permanecia estática me olhando, esperando que eu continuasse a falar. -Eu quis te beijar naquele momento, eu simplesmente quis e eu a beijei. Eu sabia o que eu estava fazendo e eu sinto muito por te fazer passar por isso, mas é que.. as vezes eu tenho a sensação que ainda não acabou, e eu não sei como resolver isso

-Você está me dizendo que...? -Ela incentivou-me a continuar com uma expressão confusa.

-Eu acho que eu ainda não superei o que houve entre nós. Eu gostava de estar com você e eu não estou falando de ser sua amiga -Eu estava arriscando perder tudo que consegui com Emily nesse ultimo mês, mas não era algo que eu ia guardar até morrer, eu precisava falar disso com ela.

-Uau! O que quer que eu diga?

-Eu não faço ideia do que eu quero, esse é ponto -Finalizei minha confissão com um longo suspiro.

-Ali... Eu.. Eu nem consigo pensar agora -Emily falou rápida depois de abrir e fechar a boca várias vezes na tentativa de falar alguma coisa.

-Então não pense! -Eu falei segundos antes de me aproximar dela a beijando novamente, ela estava tão dispersa que nem reagiu a mim ou recusou.

 

Quando eu me separei dela por míseros segundos, pensei por um momento que ela fosse sair correndo ou até finalmente gritar comigo, mais depois de mais alguns segundos sem mexer nem um músculo sequer, ela me puxou novamente para perto de si, dessa vez tendo a iniciativa de me beijar. Eu não podia nem descrever como eu gostava dos lábios de Emily, eles eram doces e ao mesmo tempo quentes, era viciante. Eu não sei o que mudou de um minuto atrás para agora, mas nós havíamos perdido a noção da realidade.

 

Emily não se limitou a meus lábios, ela cercou minha boca de beijos e não exitou em deixar chupões no meu pescoço enquanto caímos lentamente pelo meu lado do sofá, eu me preocupei com as marcas que ficariam mas esqueci quando ela voltou a minha boca a explorando como se soubesse fazer aquilo como ninguém. Ela escorregou as mãos por baixo da minha blusa, o que me fez gelar... ou esquentar. Em um estalo de realidade ela se afastou por poucos centímetros de mim parecendo se dá conta do que estávamos fazendo.

 

-Você é casada -Emily falou ainda totalmente próxima de mim, era a coisa mais gelada que ela poderia dizer agora, eu só não perdi toda excitação porque eu estava muito, muito excitada.

-Você ta brincando não é? -Eu perguntei incrédula e ela me olhou perdida sem falar absolutamente nada enquanto passava a mão pelos cabelos.

 

Eu podia sentir seu desejo tanto quanto sua hesitação em continuar, então eu não me importei com sua hesitação, eu me aproximei dela novamente enquanto a deitei do lugar que eu estava antes, fazendo nela o que ela havia feito em mim, eu sabia que seus ombros e pescoço era seu ponto fraco então eu não duvidei em usar disso para faze-la ceder ao momento, ela me observava atenta sem se manisfestar em palavras, eu estava tão próxima que podia sentir sua respiração agitada através de seu peito. Puxei a blusa azul que ela estava vestindo para cima na intenção de me livrar dela, e Emily fez a gentileza de terminar o processo livrando-se de uma vez da camiseta. Eu me mantive fiel a brincar com seu ponto fraco por um período e então desci na altura de seus seios, nessa altura eu já podia vê-la com seus olhos fechados e lábios entre abertos, era como um gemido silencioso, isso me deixava surtada.

 

Me ative a descer até a barriga chapada dela, que entregava o quando sua respiração estava descompassada por sua movimentação, tracei sua barriga cima a baixo com beijos e chupões, fazendo-a arquear seu corpo para cima enquanto enfiou a mão pelos meus cabelos me puxando para beija-la novamente. Dessa vez ela começou a tirar minha roupa, eu deixei que ela o fizesse, mas não era meu objetivo deixa-la ter controle sobre mim hoje, eu a parei assim que ela tateou o zíper da minha calça.

 

Ela gostava de estar no controle, eu sempre a deixava estar no controle, mas não agora.

 

 Eu não sabia que era possível ficar mais excitada, mas então ela me olhou nos olhos como se tivesse me cedido o que quer que eu quisesse naquele momento. Coloquei a mão por dentro do seu shorts o puxando para baixo e tirando-o dela em seguida, Emily ameaçou soltar um gemido quando eu aproximei minha boca ao pé de sua barriga totalmente próxima a sua calcinha, eu me apressei em esticar meu braço e tapar sua boca com minhas mãos para que ela não ecoasse nenhum som por agora, usei minha mão livre para a tocar ainda por cima do tecido fino de sua calcinha, por extinto talvez, ela fechou ainda mais as pernas quando eu encostei ela, então usei da oportunidade e puxei sua calcinha para baixo fazendo-a me olhar atenta enquanto ela tirava minha mão de sua boca a posicionando em seus seios ainda coberto pelo sutiã, os apertando por cima da minha mão. 

 

Emily gemeu abafado assim que eu a toquei com minha mão, nada era mais prazeroso do que vê-la tão entregue e devotada a mim, voltei a cobrir sua boca com minha mão antes de enrolar meu cabelo para trás e abrir suas pernas para chegar onde eu pretendia, encostei minha boca ela fazendo-a envolver seus dedos em meus cabelos com muita força enquanto arqueava seu corpo com meu toque, a penetrei meu dedo enquanto a sentia apertar ainda mais as mãos em meu cabelo, Emily claramente se esforçava para não gemer enquanto eu a impedia, ela novamente tirou minha mão de sua boca permitindo assim, escapar gemidos altos e roucos, nem preciso dizer o quanto isso me deixa louca de prazer. Emily jogou seu corpo para trás enquanto tentou fechar as pernas em um relapso, mas eu a impedi fazendo-a soltar uma de suas mãos do meu cabelo e segurar firme a minha outra mão que estava em seus seios, ela se contorceu por alguns segundos antes de seu corpo enrijecer e ela se contrair de prazer com o orgasmo que a atingia, senti seu corpo ficar fraco quando ela soltou a outra mão de meu cabelo caindo cansada e ofegante no sofá, ela me puxou para a altura de seu rosto, envolvendo as mãos no meu rosto enquanto me beijava com calma e leveza.

 

-O que foi que você fez? -Ela perguntou ainda com seus lábios colados no meu.

-Eu fodi você! 


Notas Finais


Finalmenteeee essa semana eu consegui adiantar algumas coisas. Meus pais foram viajar e eu fiquei a semana toda sozinha e com muito tempo para escrever(maior parte do tempo eu dormi, mas deu tempo de escrever também). Eu não tenho revisado os capitulos antes de postar por questão de preguiça mesmo, então eu sei que deve ter varios erros que eu vou tentar arrumar depois, só pra avisar mesmo. Aah e antes que eu esqueça, eu não tenho prática pra escrever hot, então nem tem um parametro pra comparar, o que sair, saiu, talvez eu melhore com o tempo, vamos ter que esperar pra ver né kkk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...