História Starving - Capítulo 4


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Categorias Barbara Palvin, Cara Delevingne, Chaz Somers, Christian Beadles, Daniel Sharman, Gigi Hadid, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Cara Delevingne, Chaz Somers, Christian Beadles, Daniel Sharman, Gigi Hadid, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amber Hastings, Anne Collins, Barbara Palvin, Cara Delevingne, Járbara, Justin Bieber
Exibições 39
Palavras 1.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU IA ESPERAR ATÉ A CAPA FICAR PRONTA PRA POSTAR O CAPÍTULO, MAS EU NÃO CONSEGUI HSKDSJSJ!
◇ Gente, vou esclarecer aqui algumas coisas sobre os personagens.
• Anne Collins antes era a Gigi Hadid, mas eu troquei e agora ela é a Cara Delevingne.
• Agora a Gigi é uma personagem que vai aparecer mais na frente.
• O Daniel Sharman vai aparecer mais na frente também, mas vai aparecer primeiro que a Gigi.
• Chaz e Christian são umas delicinhas la la la.
• Amber e Justin tão bem complicados viu, parecem até minha vida!

Boa leitura, e obrigada pelos favoritos kisses! ♡

Capítulo 4 - I would never stay with you


Fanfic / Fanfiction Starving - Capítulo 4 - I would never stay with you

Narrado em 3° pessoa.

(•••)

Oi, Justin. Sentiu saudades? – Anne disse com toda a calma, como se aquela situação não a incomodasse nem um pouco. Justin sabia que não era bem assim.

— Impossível não sentir, amor. – Disse com um tom de deboche bem disfarçado, mas é claro que Anne percebeu.

— Bom saber. Enquanto você estava aqui, eu quase morri de saudades. Toda vez que acordava em nossa cama, no nosso apartamento, eu pensava em como queria tê-lo comigo. Senti saudades dos seus beijos, sabe… – Ela se levantou e se aproximou de Justin, passando levemente as unhas pelo seu rosto, dando um sorriso um tanto quanto provocativo. Amber estava se segurando para não vomitar ali mesmo.

Anne abraçou seu pescoço, mordendo seu lábio inferior em seguida o puxando para si mesma, e quando Justin estava prestes a apertar sua cintura – poxa, ele era homem, é difícil evitar, sabe? –, ouviu Amber levantar-se de sua cadeira barulhenta, e sair rapidamente do local, indo em direção ao pátio. Ele largou sua namorada delicadamente, mas com o semblante sério e foi atrás da garota, deixando Anne fumegando de raiva ainda no refeitório, desejando que um raio caísse na cabeça da outra garota.

Amber respirou fundo tentando dar passos mais rápidos ao ouvir a voz de Justin clamando por seu nome, e do pátio foi direto para um jardim mal-cuidado do presídio. Sentou-se encostada em uma árvore que aparentava ser bem antiga, e decidiu que ia tratar Justin bem, até porque ela não entendia o motivo de sua “fuga” dramática.

— Não me ouviu chamar, Amber? – Disse meio ofegante ao chegar perto dela, e sentou-se ao seu lado a olhando atentamente. Viu a menina revirar os olhos, o que fez com que ele bufasse. Odiava que revirassem os olhos para ele.

— Ouvi, Justin. Só não sei o que está fazendo aqui! Deveria estar com a sua namorada. Deixou ela sozinha? Aposto que ela não gostou nadinha disso. – Respondeu soando mais ciumenta do que gostaria. Mas ela não estava com ciúme. Ela se recusava a sentir ciúme. Quero dizer, eles eram apenas amigos, e Justin namorava Anne. A única coisa que a incomodava um pouco, era o fato de ele não ter a contado que tinha uma namorada.

— Uou, loirinha. Já tá com ciúmes? Eu sei, eu sei, todas querem esse corpinho aqui. – Disse balançando a cabeça positivamente, como se lidasse com isso todos os dias. Amber teve que rir.

— Vá se foder, Justin. Não estou com ciúmes, e muito menos “quero esse corpinho” aí. – Apontou pra ele fingindo desdém.

O garoto sorriu arqueando as duas sobrancelhas, e aproximou sua boca do ouvido dela, colocando a mão direita em sua coxa, deixando um leve apertão.

— Tem certeza, linda? – Sussurrou desenhando coisas aleatórias na coxa dela com o dedo indicador. Ela se arrepiou por completo fechando os olhos, e se repreendeu por isso. Suspirou apoiando as duas mãos no peitoral dele e tentou o afastar sem muito sucesso, mas o suficiente para que conseguisse observar seu rosto.

— Absoluta. – Disse sorrindo fraco, mas quando estava se preparando pra levantar, Justin segurou sua cintura e a puxou para sentar em seu colo, fazendo com que ela automaticamente segurasse em seus ombros.

— Não sei se acredito em você, sabe... – Ele disse depositando um beijo molhado em seu pescoço – você é tão linda, baby.

Amber arranhava a nuca dele com força, e quando ia ceder para o garoto que a provocava, lembrou-se do que a impedia. Anne. Ela desvencilhou-se de seus toques com toda a força que pode reunir e se levantou de uma vez, tentando recuperar sua sanidade.

— Essas coisas, Justin… Essas coisas… Você deveria dizer e fazer com a sua namorada. Esqueceu-se? Você tem uma namorada. E também, não é como se eu quisesse que você me tocasse, não vejo você dessa forma e eu nunca ficaria contigo. – Nunca tinha dito tantas mentiras de uma vez só.

Todas essas palavras atingiram o grande ego de Justin, que tentou ignorar o que ela disse, mas não conseguiu.

— Sabe, Amber… Não é o que parecia. Você estava totalmente entregue a mim, querida, e isso mostra o quão fácil é. Se eu não tivesse aquela garota inteligente e gostosa como minha namorada, e olha, eu tenho muita sorte por tê-la… Você já teria aberto essas pernas pra mim. Mas tudo bem, porque não é como se eu também te desejasse, como eu já disse, minha namorada é gostosa pra caralho, e se eu quisesse alguma coisa, seria com ela. – Na verdade, Anne não chegava aos pés de Amber, mas ele não se importava.

Ele disse tudo aquilo pausadamente e com toda a calma que pode reunir, e doeu nela. Não o fato de ele falar como se sua namorada fosse mil vezes melhor do que ela, porque talvez fosse. Mas sim, o fato de ele se referir a ela como se ela fosse uma grande vadia. E isso ela não era.

Ao invés de retrucar as palavras dele, como ele desejava, ela apenas sorriu sem humor e seguiu novamente para o local mais habitado do pátio, deixando Justin sozinho e culpado. Por que ele tinha de fazer tudo errado?


21 de Maio de 2017 – 05:00 PM.

Amber estava brincando com as mechas de seu cabelo em frente ao espelho sujo do pequeno banheiro em sua cela. Apesar de parecer uma garota feliz, ela não era.

A garota era órfã. Seus pais haviam a deixado quando ainda era bebê, em um orfanato, até que de boa qualidade. Quando estava mais velha, especificamente com seus 15 anos – agora, tinha quase 19 –, descobriu que os dois tinham morrido pouco tempo depois de abandonarem-a.

Depois de ser adotada por uma família pobre, começou a roubar para ajudar em casa, mas claramente eles não tinham noção disso, e quando descobriram, a expulsaram de casa. “Passamos por dificuldades mas não chegamos ao ponto do roubo”, eles diziam. Um mês depois desse ocorrido, enquanto ela dormia na casa de sua única amiga, Claire, ela foi presa. E agora estava aqui, pensando que talvez, esse tenha sido o primeiro local desde sua existência que ela se sentiu segura. Justamente numa cadeia.

Amber ajeitou seu uniforme, que até caia bem em seu corpo, realçando suas curvas. “Diferentemente de Anne, que mais parecia uma tripa laranja-florescente”, ela não pôde deixar de pensar. E fez careta por isso, já que era maldade pensar nesse tipo de coisa. Por que ela estava pensando nisso? Por que estava se lembrando dela? Amber não tinha falado com ela nem com Justin desde o dia anterior, e bom, ela não se importava nem um pouco.

Isso é o que ela dizia para si mesma.

Anne estava deitada em sua cama pensando no seu garoto. Em como ele ficava lindo até mesmo com o cabelo descuidado, em como o sorriso dele continuava exatamente do jeito que ela se lembrava, em como ele sempre seria dela. Em seguida seus pensamentos foram levados para o mais novo alvo dela. Amber. “Aquela vagabunda jamais se aproximará dele”, ela pensava. Ela não iria deixar. E faria absolutamente tudo para eliminá-la o quanto antes.



“Mas não vou me deixar perder você, e não vou nos deixar simplesmente desaparecer.”



Notas Finais


BEIJINHOS ♡


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