História Starving - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO, Lu Han
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han, Sehun
Tags Baekyeol, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo
Exibições 99
Palavras 2.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Super Power, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OYE!
Antes de tudo eu gostaria de agradecer aos mais de 20 favoritos apenas com o primeiro capítulo!! GALERA EU TO SURTANDO! MUITA OBRIGADAAAAAA
ME DESCULPEM! Mas não deu para postar ontem. Terça tive uma apresentação e logo depois fui para uma festa e só cheguei às 4:30 e dormi o dia todo e as 17h eu tinha outra apresentação e só voltei lá pras tantas da noite, me desculpem.
Bom, mesmo atrasada, aqui está um capítulozin bem legalzin e o ChanChan aparece. No próximo as coisas vão começar a se acertar e tudo mais...
Não vou me prolongar aqui, então boa leitura <3 e me desculpem qualquer erro. Mesmo revisando, as vezes podem passar alguns erros.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Capítulo 2                                                                          
 

 

Eu estava horrível. Não consegui dormir direito esta noite gerando olheiras bem profundas e estava pálido. Parecia que eu tinha levado uma série de socos nos olhos. Não gostava de passar maquiagem, mas naquela hora não pensei duas vezes antes de pegar o tubo de baby cream, o pó e tacar na minha cara.  Eu estava desesperado por resultados que graças ao bom Deus, consegui esconder, não completamente, mas deu pra disfarçar. Vesti a primeira coisa que achei no meu guarda roupa e logo sai de minha casa para ir pro trabalho.

Eram exatas 4h da manhã quando eu cheguei lá. Eu precisava fazer alguns doces, desde simples cupcakes à tortas e bolos mais sofisticados cheios de glacê e decorações. Eu sou desse jeito, se não for pra vender bolos recém retirados do forno, tortas frescas, eu não vendo. Não gosto de quando eu ia para algumas confeitarias e o gosto das tortas eram de dois dias no congelador. Se você vai fazer alguma coisa, faça direito. E de preferência algo que preste.

A confeitaria abria sempre às 7 horas, para que se alguém precisasse de uma dose de felicidade logo pela manhã, conseguisse sem problemas. Minha rotina era, abrir a confeitaria às sete horas da manhã, fechar às oito da noite e chegar no dia seguinte entre quatro e cinco da madrugada para começar a fazer as fornadas.

- Além de invadir minha vida, me deixa com olheiras? – Ri soprado amassando com raiva a massa. – Você é um desgraçado mesmo.

Tinha uma extensa fileira de cupcakes de baunilha para por creme de framboesa . Mirei com a pontinha dourada do saco de confeitar e enchi uma fileira de cupcakes com framboesa, depois outra, depois mais outra. Não é pra me gabar não, mas tenho uma puta precisão e rapidez para fazer isso. E quando acabei de recheá-los assoprei a ponta como se fosse minha arma. Eu era uma Barbie Confeiteira... Tirando a parte da Barbie e de eu ser um homem. Então eu seria o Ken Confeiteiro. Acho que ficou melhor assim.

Antes de sair, Luhan me pediu para que eu ligasse para Chanyeol e exigisse explicações. Isso provaria a minha audácia. Não sei de onde ele tirou isso, mas eu entendi a necessidade daquele telefonema. Eu não precisava me curvar ao caprichos de Park Chanyeol. Eu não estava ali, em minha própria cozinha, minha nova vida, trabalhando por conta própria? Ah, se eu estou, com certeza eu estou!

Me aproximei da outra bandeja de cupcakes, pegando um saco de confeitar agora com creme de chocolate com pedacinhos de morangos.

- Ouviu isso, Chef Hot Kitchen’s Cake? – Coloquei recheio em todos os cupcakes daquela fornada com uma precisão mortal. – Eu não preciso de você, nem da sua ajuda e muito menos de seu circo. – Pontuei cada palavrinha apertando o saco em minhas mãos.

Endireitei minha postura e me pus a soltar uma serie de palavrões:

- E é por isso que estou aqui, antes mesmo da merda do Sol pensar em nascer, disparando a porra dos recheios de framboesa e chocolate com morando em uma caralhada de cupcakes como se eu estivesse atirando com uma puta metralhadora foda ou uma AK-47.

Eu tinha que admitir que estava me sentindo poderoso. Rei dos sacos de confeitar e cupcakes. Então prossegui atirando dentro de todos aqueles cupcakes que ainda faltavam para rechear com diversos tipos de cremes. Passando para a última bandeja, solte um esguicho tão grande de framboesa e idealizei o lindo rosto de Chanyeol enquanto fazia aquilo.

- Por que você está fazendo isso comigo, Chan? – fui recheando os cupcakes com força e ódio. – Por que está invadindo o meu mundo? Meu mundo, minha cozinha, minha casa, meu lar, minha cidade.

Eram tantas perguntas borbulhando em minha cabeça que se tornava impossível pensar direito ou como um humano normal.

- Merda! – Olhei com uma raiva descomunal para o cupcake que transbordava o recheio, como se ele tivesse cometido um crime hediondo que não havia como pagar fiança. Coitado do meu cupcake lindo, tinha se tornado em uma coisa feia.

Chanyeol é o culpado disso também.

Eu devo ter rosnado em alguma parte de meu monologo de como eu odiava aquela situação de ter meu espaço sendo invadido por um cara mesquinho filho de uma puta.  Como disse Luhan, eu era quem estava no comando da minha cozinha e não Park idiota Chanyeol.

- Consigo lidar com Park Chanyeol. – murmurei.

Enquanto estava tentando me acalmar, minha mente me traiu. Ela me levou aos momentos que aconteceram há muito tempo atrás. Ele pegando em minhas mãos, me ajudando a aplicar os recheios, a fazer uma cobertura perfeita. Aquelas mãos tão perfeitas e habilidosas que faziam até a mais difíceis das etapas, parecer tão fáceis, tão simples... Como eu queria aquelas mãos jeitosas e talentosas em mim... Eu estou falhando com o meu propósito, comigo mesmo. De um jeito terrível.

O barulho da porta de serviço se abrindo e batendo com força atrás de mim me fez com que eu desse um pulo e virasse de forma bruta, com meus olhos arregalados e por acaso do desastre da minha vida, o saco de confeitar voou e uma bandeja inteira de cupcakes encontraram o chão. Todos virados pra baixo, como pão com manteiga que cai.

Meus olhos se depararão com a visão que fez com que eu quase tivesse um infarto e meu coração saísse boca à fora. De um jeito deplorável que apenas Chanyeol conseguia fazer.

Ele era muito alto, chega a ser uma ofensa aos meus 1,74 metros de altura, suas pernas longas tortas e seus braços graciosamente longos e com músculos não muito grandes, mas aqueles na medida certa. Seus olhos castanhos tão brilhantes, que a cor poderia ser comparado com o mais delicioso chocolate derretido. Seu corpo esguio e musculoso estava ali, na minha cozinha com aquele sorriso. Aquele maldito sorriso que me derretia todo em poucas frações de segundos. Aquele maldito sorriso de canto que o deixava ridiculamente charmoso e monstruosamente sexy, que sempre me fazia imaginar em qual encrenca Chanyeol tinha se metido... E me fazia desejar, desesperadamente, me juntar a ele seja qual for a punição que viesse depois.

- Porque eu deixei você partir? – Perguntou em um sussurro que eu mal pude escutar.

- Por quê? – Perguntei ignorando sua fala anterior e esquecendo daquele bando de cupcake no chão. – Por que, Chanyeol? Por que você está aqui?

Ele parecia estar confuso, pelo menos era isso o que aparentava em seu rosto.

- Isso é jeito de receber um velho amigo? – Perguntou sorrindo e com ambas as mãos pra cima.

- Amigo? – Eu não cheguei a gritar, mas foi por causa do meu bom auto controle.

- Colega?

- Quando eu paro pra pensar em você, o que eu não faço, poderia chamar de várias coisas, mas não seria isso também.

- Ah. – O sorriso em seu rosto desapareceu em fração de segundos, e em seu lugar apareceu m olhas triste. – Entendi.

Eu sabia que ele não entendia. Nem um pouquinho. Chanyeol realmente não sabia que quando ele viesse me ver eu não o receberia com sorrisos e dizendo “seja bem vindo, Chef.” Ou qualquer coisa do tipo. Eu não tinha nenhuma obrigação de tratá-lo bem desde o dia em que eu deixei o Bagunçoso, quem dirá em minha própria confeitaria. Um lugar sagrado e de respeito.

- Você recebeu as flores? – Perguntou em  um tom mais calmo. – Pela inauguração da confeitaria, quero dizer.

- Recebi, sim. Não precisava.

- Mas eu quis. Sei que não faz tanto tempo assim, mas espero que as coisas estejam sendo um sucesso até agora. – Ele deu de ombros e esboçou um sorrisinho maroto de canto. – Aliás, qualquer coisa que você faz é, de fato, um sucesso.

Era impressão minha ou ele estava nervoso? Porque assim, era bem raro Park Chanyeol ficar nervoso. Quase não existia momentos assim.

- Ainda está usando o avental do Bangunçoso. Você não encomendou os seus? – Perguntou franzindo de leve o cenho.

- Ahn, eu não uso aventais, ahn, lá na frente. Com os clientes. Mas eu, ahn, coleciono eles. Desde – Me interrompi franzindo o cenho e vi a expressão confusa no rosto do Chanyeol. – Não interessa o motivo. O que importa é que você está aqui, parado no meio da minha cozinha, de madrugada, e eu juro que não quero ver quantas horas realmente são para não acabar cometendo um homicídio e fazer você parecer com os cupcakes que caíram no chão. – Respirei fundo fechando os olhos quando lembrei dos meus lindos, não mais, cupcakes. – Por que está aqui, Chanyeol? Não me faça perguntar outra vez.

- Sabe, eu não me lembro de você ser tão...

- Estressado?

O vi erguer ambas as sobrancelhas.

- Eu ia dizer impaciente. Ou irritado. Eu nunca te vi assim antes.

- Isso, meu querido, é porque você não me conhece. – E pela milionésima vez, desde que ele chegou, Chanyeol franziu o cenho e fez aquela cara de não fazia a mínima ideia do que aquilo que eu disse significava. Porque é claro, só elo motivo de eu ter trabalhado para ele por quatro anos ele iria me conhecer. Ele só conhecia o Baekhyun de dentro da cozinha e não eu mesmo. Sendo que dois ele estava fora. Parecia que ele tinha acabado de descobrir que o Papai Noel não existia. Eu não estava destruindo o natal de ninguém, só estava botando os fatos na mesa.

- Parece que você está nervoso comigo. Achei que não tinha nada de errado entre a gente. Quer dizer, eu odiei muito perder você tão de repente. – Ele pigarreou e continuou. – O Bagunçoso não vai ser o mesmo sem você e suas ideias. Entendo todos os motivos e sei que a família é importante. Sim, achei uma pena você ter escolhido não voltar para Seoul, mas entenda, Baekhyun, eu não estou com raiva de você ter largado tudo do nada.

- Você? Com raiva de mim? – Eu estava me esforçando ao máximo para não explodir e acabar sendo preso ou dando socos na cara de Chanyeol. Porque olha, ele está merecendo.

- Isso não vai nos levar a lugar nenhum. – Chanyeol falou no intuito de recomeçar aquela conversa. Tarde demais, meu querido.

- Porque como rotina, você não está me escutando! Não está ouvindo nada além das vozes na sua cabeça, que te dizem para se focar apenas com o que você quer e não ligar para mais nada e nem ninguém.

- Do que você está falando? Vozes na minha cabeça? Está dizendo que eu sou maluco? Sério?

Ah, vai decidir se fazer de desentendido agora, desgraçado?

- Você não escuta, Chanyeol. Nunca escutou e não acho que vai ser agora que vai começar a escutar. Se escutasse, saberia por que eu não achar graça nenhuma em você ter vindo até a minha cidade, que dirá ter posto os pés na minha linda e maravilhosa confeitaria. Minha confeitaria. Minha! Você não manda aqui. Esse lugar é meu.

- É claro que não! Não quero mandar aqui, Baek.

- Que bom! Agora sim, estamos chegando em algum lugar. O que você quer? – Eu pronunciei a última parte como se ele estivesse surdo, porque não era possível que ele ainda não tinha me respondido.

- Sendo sincero, não seu o porque estamos brigando ou discutindo. Nunca tivemos problemas em conversar antes. Você sempre foi direta, a voz da razão  e o mais calmo.

Eu meio que lati uma risada. Não estou acreditando nisso.

- Não tem motivo para me fazer agir de outra forma. Eu não podia me dar ao luxo de jogar meu emprego no lixo. Nós nos dávamos bem porque só você fazia parte da conversa. Mas, olha que surpresa inesperada, acabou! Você pode ser o rei da televisão, um carismático nato, pode ter todas essas qualidades ai, mas nada disso vai fazer com que você tenha algo de mim.  Não venha me dizer que veio até aqui em Bucheon e que por um belo de um acaso eu moro nessa mesma cidade. É meio óbvio que você não veio aqui sem algum propósito! Eu só ainda não consigo entender qual. Eu não vou voltar.

- É por isso que acha que eu vim pra cá? Pra fazer você voltar a trabalhar pra mim? É isso?

- E que outro motivo poderia ter? Você até agora não respondeu o que veio fazer aqui e que que eu ache certo o que veio realmente fazer aqui? ‘Tá achando que eu sou vidente agora? Que vou adivinhar o que veio fazer aqui? Vou ler sua mente e descobrir? Ah, me poupe! O seu programa de TV super popular que bateu o recorde de audiência na história dos programas de culinária. Você não precisa de mim no Bagunçoso e muito menos, no seu programa.

- Você tem razão. Eu não preciso de você no meu programa e o Bagunçoso está muito bem sem sua presença.

Olha, não vou mentir não, isso ai que ele acabou de falar, machucou um pouquinho.

- Então, por que? – Perguntei já cansado daquela conversa.

- Porque, Baekhyun. – Ele começou a andar pela cozinha vindo em minha direção e quando ele parou bem perto de mim, e quando eu digo bem perto, é bem perto mesmo, não pude deixar de deixar meu maxilar rígido e fechar meus punhos, com certeza a ponta de meus dedos estava branca e vermelha de tanta força que eu punha em fechar minhas mãos. – Eu quero que você entenda que eu estou falando isso sério. – Já havíamos ficado lado a lado em vários momentos, mas nunca cara a cara. Muito menos por motivos pessoais. Ele botou sua mão direita em meu rosto, deixando um carinho singelo no local.

- Porque... – Repeti quase em um sussurro mas com minha voz grossa para passar a imagem de que eu não estava nem um pouco afetado com aquela aproximação e muito menos com sua mão em meu rosto.

- Na verdade, é bem simples, meu velho e irritado colega. Eu estou aqui porque eu não ando bem sem você.

Ele se inclinou devagar e selou nossos lábios. Eu não sabia se eu podia corresponder e eu não o impedi. Mas acabei por me entregar, por alguns segundos antes de eu lembrar o que eu estava fazendo.

- Eu não sei que brincadeira é essa. – Eu disse, me pronunciando de forma lenta e precisamente. – Mas, por favor, que isso nunca mais se repita.

Eu me esforcei bastante para que a minha frase não dedurasse o quão perdido eu estava em meio aquela situação e que eu esperava aquilo a muito tempo. Não queria demonstrar que aquilo me afetou.

- Tudo bem. – Ele falou se afastando. – Eu vou pedir desculpas por esse não ser o momento certo e por não ter me preocupado com o que você sentira quando me visse aqui ou qualquer coisa assim, mas não porque eu te beijei ou melhor dizendo, quis te beijar. – Escutei o sotaque diferente de Chanyeol, que ele só deixava aparecer quanto estava envergonhado, constrangido ou nervoso. E saber que foi eu que o deixei assim me fez, de alguma forma, me sentir mal.

Ele abriu um sorriso para encobrir o que os seus olhos e aquele sotaque o entregavam.

- Não foi exatamente o que eu tinha imaginado, mas eu sou muito insistente quando quero algo.

E continuou sorrindo e se virou indo até a porta.

- Você imaginou me beijar, Chanyeol? – Perguntei não contendo minha curiosidade.

Ele se virou com o seu sorriso ficando maior, nada calculista dessa vez.

- Pensar nisso é a melhor parte do meu dia.

Pensei em responder mas decidi ficar quieto. E por fim, o vi sair da minha confeitaria. Balancei a cabeça e voltei a fazer meu trabalho e limpar toda a sujeira dos cupcakes no chão.
 
                                                                                                               ♡♡

Já estava quase dando onze da manhã e eu ainda não tinha me recuperado daquela conversa. Muito menos daquele encostar de bocas.

Eu não ando bem sem você.

Essa frase se repetia como um eco sem fim em minha cabeça, me fazendo ficar cada vez mais perdido em pensamentos e achismos. Eu não podia me dar o luxo de voltar a sentir tudo aquilo que um dia já senti por Chanyeol, mas também não podia mentir que ele ainda mexia comigo.

Ai, aonde eu estava me metendo e o que eu estava fazendo?

Vários de meus clientes chegaram comentando sobre o programa de Chanyeol estar em Bucheon e o quanto eles queriam que fosse passado em minha confeitaria.

Parece que eu não tinha como escapar daquilo. Contudo, depois dessa manhã é bem possível que Chanyeol escolha outro lugar para fazer o programa dele.

E isso é o que me deixava mais confuso: eu queria que ele me deixasse em paz, mas não o queria longe. Não mais.
 


Notas Finais


E ai? Gostaram?
O Chanyeol vai desistir de fazer o programa e o Baekhyun vai voltar atrás? Ou o Chanyeol vai continuar querendo?
Baekhyun nesse capítulo fico muito na defensiva mas já já ele ta todo molinho com o mozão do Chanyeol hehe
Eu gostaria de agradecer novamente aos mais de 20 favoritos apenas com o primeiro capítulo <3 VOCÊS SÃO DEMAIS!!
Xingamentos? Elogios? E se quiserem deixar sugestões ai nos comentários, eu vou amaaaaaar!
Bom galerinha, é só isso por enquanto! té a próxima quarta <3
Beijinhos da Tia Júpiter~


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