História State of Grace. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Beatles
Personagens John Lennon, Paul McCartney
Tags Alpha/beta/omega, John Lennon, Mclennon, Paul Mccartney
Visualizações 86
Palavras 1.466
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi, isso foi um lapso de criatividade, escrito pelo celular, em menos de quarenta minutos. provavelmente vou apagar.

Capítulo 1 - Capítulo único.


John jogou as chaves de casa em direção ao sofá mas soube que falhou em acertar seu alvo quando a chave fez um estrondo alto que apenas significava que ele havia acertado o chão. Eu estava apenas dois passos atras dele, mas para mim a distância parecia sufocante. Ri do murmuro de John ao recolher a chave. 

Dei um suspiro aliviado após entrarmos em nossa casa, que dividíamos há quase dois anos. Eu não era muito fã de trabalhar no estúdio com John, ou qualquer um dos outros, atualmente, porém as idas e voltas de carro sempre valiam a pena. Nós dois simplesmente conversávamosm sobre o fato de Ringo nos tentar convencer sobre uma música para um polvo, entre risos, ou sobre como George parece nos ignorar a maioria do tempo. Na pior das hipóteses, nós fodemos. 

John provavelmente não aguentava mais trabalhar comigo e me queria apenas como um ômega caseiro, que o esperasse todos os dias, pronto para ser dominado por ele. Mas isso jamais aconteceria, não. O fato de ele demonstrar isso me incomoda, afinal, trabalhamos juntos há mais de dez anos enquanto nós fizemos o nó há apenas nove. 

Podia me lembrar na cena como se fosse ontem. Eu estava passando por um dos meus cios, e como nunca fiz questão de esconder minha posição como ômega, eu costumava ficar num quarto com George, um beta, enquanto os dois alfas, John e Pete, ficavam juntos. Mas não naquela noite. 

Naquela noite, George havia bebido demais e entrado no quarto errado por engano, é o que ele diz. John adentrou o quarto e me viu ali, indefeso, suado e gemendo enquanto me tocava. Ele me tomou em seus braços e um segundo depois, eu implorava por mais de seu toque. Quando ele finalmente me deu o que eu precisava, eu sorri para ele e soubemos que o nó que fizemos ali seria eterno.

Não muito longe da situação atual, diga-se de passagem. John nunca fora fácil de se lidar, eu admito. Ele por muitas vezes fica estressado por coisas pequenas e faz questão que todos saibam quão estressado ele está, o que acaba abaixando o humor de todos ao seu redor, ato que se repete inúmeras vezes no estúdio atualmente. Mas eu o amo, e eu sei que amo suficiente para aguentar ele até certo ponto. 

Mas naquela noite, eu não gostaria de brigar ou de pensar na briga que havíamos acabado de ter com George sobre alguma coisa aleatória. A única coisa que eu matutei em minha cabeça era como eu gostaria de estar em meu lar, com meu alfa dentro de mim. 

— Você está distante. — John disse, passando a mão pelo cabelo, que estava maior do que no ano passado, mas ainda parecia bem cortado. Ele havia mudado muito com o passar dos anos, assim como eu mesmo. Seus olhos pareciam se adaptar perfeitamente aos óculos redondos e penteado diferente parecia completar. Ele parecia mais sexy do que jamais esteve.

— Não estou não. — tentei soar razoável, mas minha voz estava claramente quebrada enquanto eu sentia meu corpo chamar por John, e ele não escutava. Eu me aproximei dele, levando minhas mãos até sua nuca e mantendo nossos corpos próximos, fazendo com que ele percebesse logo a ereção que se formava entre minhas calças. Ao sentir o meu membro roçar contra o seu, ele abriu um sorriso ladino e guiou suas mãos até minhas coxas, as apertando com certa força. Eu, sensível ao seu toque, dei um gemido rouco, causando satisfação aparente no meu alfa.

Ele prendeu seu lábio inferior entre os dentes enquanto inclinei meu rosto para acertar-lhe beijos pela região da curvatura do pescoço. 

— Por favor... — eu sussurrava contra sua pele, em meio a beijos e mordidas leves. Gostava,  particularmente, do resultado que ficava na manhã seguinte no pescoço dele, um misto de vermelho, roxo e paixão. — Eu preciso de você, Johnny. — minha voz parecia cada vez mais arrastada e manhosa e eu senti sua ereção chocar-se contra a minha, sorri orgulhoso de mim mesmo.

— Alfa. — ele me corrigiu, pronunciando a palavra entre dentes. Nós dois gostávamos quando ele se tornava autoritário, então, assenti com a cabeça e repeti a palavra, no mesmo tom suplicante que havia usado antes. — Eu quero que você vá para o quarto e me espere como você acha que eu vou querer te ter. Mas não quero que você se toque, nós dois sabemos que só eu poderei fazer isso hoje. 

Eu concordei com a cabeça, obedecendo-o. Meus passos até o quarto eram silenciosos e quando finalmente cheguei no mesmo, me despi. Eu podia ouvir os passos de John repetindo o trajeto que eu havia feito minutos antes então, prontamente, me sentei sob minhas pernas, apoiando as mãos em meu colo, tal como o obediente ômega que ele gostaria que eu fosse.

Ele deu dois toques na porta com o nó do dedo indicador e adentrou o quarto. Mantive meus olhos grudados na janela que estava a minha frente, vendo pouco por causa da baixa luminosidade da rua, porém podia sentir os olhos de John me devorando aos poucos, causando um rubor leve em minhas bochechas. Senti meu membro latejar cada vez mais fortemente e minha entrada cada vez mais úmida e sedenta pelo meu alfa.

John estava completamente vestido, o que me causava um leve desconforto. Em um susto, por não conseguir ver ele, senti seus lábios encontrarem minha nuca. Ele deu beijos molhados na região, mordendo meu ombro e deixando minha pele inteira arrepiada. Soltei um gemido manhoso ao senti-lo tão perto, porém tão distante de mim.

— Alfa, por favor, eu preciso de você. — sussurrei, enquanto inclinava minha cabeça para o lado oposto, abrindo mais espaço para que ele explorasse minha pele.

— Eu não ligo para o que você precisa. — disse rapidamente enquanto posicionava sua mão em minha cintura e me empurrava para trás, me deixando deitado na cama. Automaticamente, afastei minhas pernas e apoiei meus pés no colchão, sentindo a ponta dos meus dedos se retraírem. 

John deixou seus lábios explorarem a região do meu colo e do meu abdômen, me deixando cada vez mais à mercê do seu toque, que ia em direção de minha bunda e a apertava com força. Arquiei minha coluna, deixando meu quadril mais empinado para ele. Seu toque era como água para meu corpo flamejante e eu ansiava por mais. Não notei os gemidos cada vez mais sonoros escapando de meus lábios até John levar seu dedo indicador até à frente de meus lábios e sussurrar:

— Calma, luv. Você vai ter o que precisa. — Deu um sorriso enquanto observava meu rosto. Senti minha entrada ser penetrada por dois dedos de John, enquanto eu continuava à o encarar. Soltei um gemido de prazer que saiu mais alto do que eu esperava, enquanto ele levava sua mão livre até meu cabelo e afastava os fios da franja de minha testa. 

Os movimentos eram lentos e logo, não-suficientes. Eu soltava gemidos e entre eles, dizia o nome do meu alfa. Após tanto tempo juntos, acabamos por descobrir o ponto fraco um do outro; o dele era quando eu o chamava de "Johnny". Sabendo que ele não iria aguentar mais, continuei até sentir seus dedos fora de mim.

John retirou a camiseta e abriu a própria calça, deixando-a cair até seus joelhos, enquanto eu o observava atentamente com as pernas abertas e pronto para recebê-lo.

Sem avisar, ele me penetrou. Gemi seu nome alto enquanto ele soltava o gemido rouco inicial, antes de começar a fazer movimentos lentos com o quadril. 

A sensação de ter John dentro de mim era como lar. Era saber que era em seus braços onde eu deveria estar para o resto da minha vida e que por mais difícil que as coisas se tornem entre a gente, nós sempre seremos a alma-gêmea um do outro. 

Eu o observava, cada vez mais fascinado pela obra de arte que era o homem acima de mim. O nariz aquilino, os lábios e olhos finos, o jeito como tudo se encaixa numa incrível harmonia que compunha o rosto de John. Eu senti meu peito palpitar, como se fosse a primeira vez que fazíamos contato físico um com o outro, mas era assim toda vez, John sempre fez parecer como se fosse a primeira vez.

Não demorou muito para selarmos mais um nó, quando chegamos ao nosso ápice. Levei minhas mãos até o rosto de John, o segurando pelas bochechas e lhe dei um beijo nos lábios. 

Não era um beijo faminto, voraz e com desejo. Era um beijo terno, gostoso e satisfeito, assim como nós estávamos naquele momento. Meu alfa e eu somos um só em momentos como esse, longe do estúdio, longe da pressão, longe dos Beatles, éramos apenas John e Paul, e estávamos apaixonados um pelo outro.


Notas Finais


n sei só tava tarada msm


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