História Stay - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber
Visualizações 53
Palavras 1.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - As if we were one.


Finalmente consegui dormir. Eu gosto dele desse jeito fofo. Porém, me pergunto, até quando vai durar?  

Acordei mais ou menos 01h da tarde. Fiquei pensando porque eu acordei tão tarde mas aí lembrei que fiquei no quintal conversando com o Justin. 

Não posso mudar nossa história. Mas, prometo tentar ser menos... desagradável.
 

As palavras dele não saiam da minha mente. Eu queria muito acreditar que algo iria mudar mas... Por que esse sentimento ruim em meu peito? Levantei-me e fui direto para o banho. Vesti um short, uma blusa vermelha decotada e meus chinelinhos de panda. Desci as escadas e me deparei com muitos seguranças rodando pela casa de um lado pro outro. Talvez seja por causa do roubo que o Ryan comentou comigo. 

— Nath, o Dude quer você lá no escritório dele. — Chegou Ryan atrás de mim.

— Ok.

— Johny. — Ryan chamou um dos seguranças. — Leva a Nath até o escritório do Bieber. 

— Sim senhor. 

O que será que ele quer?  Segui a muralha ambulante até o fim do corredor. Era uma porta marrom bem bonita. Bati na porta e ouvi um "entre" baixinho. Entrei e vi Justin cheio de papéis e plantas do galpão que ele iria assaltar. 

— Mandou me chamar? — Perguntei para ele notar minha presença. 

— Sim, sim. Fecha a porta e senta aí. — Ele apontou pra uma cadeira em sua frente. 

Fiz o que ele mandou e me sentei. 

— Bom Nathalie, como você já deve saber temos um trabalho hoje complicadíssimo. Então, eu peço que você não saia do seu quarto pra nada, ok? 

— Mas... 

— Mas o caralho, só faz o que eu to mandando, é difícil porra? — Ele gritou me encarando.

— Desculpa. — Abaixei a cabeça e saí da sala dando uma porrada na porta.

Eu sabia! Sabia que ele não ia melhorar. Que merda! Se eu soubesse disso tudo não tinha saído da porra do Brasil. Almocei e depois subi para o meu quarto, apaguei a luz e me deitei. Peguei meu celular e liguei pra Jessica. 

Ligação ON. 

— Oi amiga! —Ela atendeu super animada.

— Que animação é essa? — Ri. — Atrapalhei algo?

— Nada disso! Estou feliz por você ter me ligado. Como está tudo aí? 

— Justin sendo um babaca como sempre. 

— Ah normal. O que houve?

—Ele fica me tratando com uma ignorância absurda sabe? E isso me irrita. Aí do nada ele fica fofo, não entendo.

— Fofo? Que engraçado. Eu nunca vi ele sendo fofo com ninguém. 

— Ele fica me beijando do nada, e quando eu pergunto porquê, ele diz que não sabe. 

— Nossa... Talvez ele esteja apaixonado por você. 

Soltei uma risada sarcástica. 

— Ele? Apaixonado por mim? Só rindo mesmo.

 — Af... Bom, vamos mudar de assunto. E suas amigas lá no Brasil, eram legais? 

— Eu só tinha uma amiga MESMO, o resto era só colega. O nome dela é Carol. Desde que eu cheguei aqui ela não me ligou nem mandou mensagem.  A última vez que a vi, estávamos nos despedindo. Depois disso ela pôs no Facebook que estava namorando com meu ex namorado, eu perguntei pra ela se era verdade, ela visualizou e me bloqueou.

— Que vadia! Sem ofensas. 

— Pois é. E ela ainda dizia que ele era feio e tal. Maior fura olho. 

— Com certeza. Se eu fosse você, quando voltasse ao Brasil, daria umas boas tapas nela. 

— Estive pensando nisso. — Gargalhamos. 

Ficamos conversando durante longas horas e quando olhei já eram 02 da manhã. 

— Bom Nath, vou sair agora. Te amo amiga!

—Tá bom minha amora. Amo você também. 

Ligação Off 

Após eu desligar Justin entrou em meu quarto. Assim que vi que era ele virei pro outro lado. 

— Ei. — Ele me chamou porém eu continuei virada. — Desculpa tá bom? Eu estava nervoso por causa do roubo hoje. 

Me virei pra ele. 

— Deu tudo certo? Os meninos estão bem? — Perguntei preocupada com Chaz e Ryan. 

— Sim. Só se preocupa com eles? — Ele se sentou na beirada da cama.

— É ué, são meus amigos. —Olhei para ele indiferente.

— Ata. Você ficou chateada?

— É lógico Justin. Você sabe que eu odeio quando você me trata dessa forma. E també... — Ele me beijou novamente. Sinceramente ele tem que parar de me beijar enquanto eu falo. 

Correspondi seu beijo sem nem pensar duas vezes. Eu o odiava, mas parte de mim também o amava. O beijo só ficava mais quente. Ele desceu suas mãos por todo meu corpo enquanto eu arranhava sua nuca. Seus beijos foram parar no meu pescoço e ele dava leves chupões ali. Eu estava toda arrepiada, sentindo uma ardência enorme percorrer meu corpo, um calor, um fogo. O efeito que Justin causa em mim é muito maior do que eu pensava. Foda-se que ele é um Bieber, essa noite eu só queria ele dentro de mim, em sintonia. E era assim que iria ser. Subi minhas mãos pelo abdomen dele e tirei sua camisa. Ele fez o mesmo comigo, me deixando apenas de sutiã. Girei nossos corpos ficando por cima, rebolando bem devagar por seu membro, que já estava se animando. Ele retirou meu short com toda rapidez do mundo e eu retirei a sua calça. O nosso contato estava separado por apenas um pedaço de pano. Já me sentia completamente molhada, rendida aos seus toques. Ele nos virou novamente e tirou me sutiã abocanhando meus seios. Eu tinha esquecido o quanto aquilo era bom. Ele foi desdendo com a língua até minha vagina chupando a mesma por cima da calcinha. Soltei um gemido bem alto que provavelmente a casa toda teria escutado, mas eu não estava nem aí. Ele tirou minha calcinha com a boca e começou a me chupar. Meus gemidos eram frequentes e minhas mãos passeavam por seus cabelos. Eu sentia que logo teria um orgasmo. 

— Justin... — Pausei. — Me fode logo. — Pedi entre gemidos.  

— O que? Não ouvi direito. — Ele tinha um sorriso sacana no rosto. 

— Me fode porra. — Gritei irritada. 

Ele sorriu e foi ao meu encontro me dando um beijo. Retirei sua cueca com o pé e pude ver seu membro completamente cheio de veias, parecia que iria estourar. Ele pôs só a cabecinha, me provocando. Logo, ao ver minha irritação, por fim entrou inteiramente em mim. Justin fodia bem melhor que meu ex namorado, com quem eu perdi a virgindade. Ficamos os dois gemendo em sintonia. Eu me sentia bem por estar dividindo este momento com ele mesmo sabendo que ele já fodeu com metade dos E.U.A. Nossos corpos estavam finalmente se conectando. Neste momento eu me sentia inteiramente dele. Arranhei suas costas de leve enquanto nos beijávamos. Ele começou a dar estocadas mais fortes e com isso meus gemidos aumentaram. Ele gemia roucamente, o que deixava tudo mais excitante. Com o suor pingando e o coração acelerado, eu sentia que estava chegando ao meu limite. 

— Justin.. Eu vou.. 

Ao perceber que eu iria gozar ele aumento mais ainda a velocidade fazendo-me gritar seu nome. Assim que tive o meu orgasmo, ele se liberou também dentro de mim e caiu ao meu lado. Puxou-me pra perto e eu deitei em seu peito. 

— Você sabe que a gente não usou camisinha né? — Perguntei e ele me olhou assustado. 

Comecei a rir da cara dele. 

— Qual é a graça? — Ele estava desesperado. 

— Eu tomo remédio bobo. — Não conseguia parar de rir. 

— Ah... Você fez uma pegadinha comigo é? — Ele me olhou com um olhar de criança vingativa. —  Agora vou te dar um motivo pra rir. — Ele começou a me fazer cósquinhas. 

— PARA. — Eu gritei em meio a risos. — Por favooor! 

— Fala assim: Por favor Sr. Bieber dono de mim e lorde do universo. 

— Que? Eu nunca vou falar isso. — Ri mais. 

— Ahhh é? — Ele aumentou a frequência de cósquinhas. 

— TÁ BOM. — Gritei. — Por favor Sr. Bieber dono de mim e lorde do universo. — Falei baixinho. 

— Fala alto! — Ele riu fazendo mais cósquinhas.

— Por favor Sr. Bieber dono de mim e lorde do universo. —  Gritei rindo. 

—  Isso aí, muito bom. —  Por fim ele parou com as cócegas. — Agora vou dormir porque tô cansado. 

— Boa noite. — Sorri. 

— Boa noite princesa. — Ele me deu um selinho e me abraçou. 

Virei-me para o outro lado e assim dormimos de conchinha. Se me falassem isso á algumas semanas atrás eu mandaria a pessoa tomar no cu, mas agora parece tão simples. Eu sinto como se fôssemos ser felizes mas, também sinto que essa coisa toda de Bieber e Collins vai atrapalhar tudo. E como será que está meu pai? Muitas dúvidas. Resolvi dormir e logo apaguei. Tomara que depois disso o Justin seja menos idiota. 
 


Notas Finais


Gente, desculpem me por esse atraso enorme. Eu estava tendo um problema atrás do outro e não consegui postar o capítulo. Por isso fiz esse capítulo com um Hot mara pra vocês. Espero de verdade que tenham gostado. Tentarei postar o próximo o mais rápido possível. Conto com o apoio de vocês, beijos!


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