História Stay With Me - Capítulo 36


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), James Buchanan "Bucky" Barnes, Loki, Miss Marvel, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Phillip Coulson, Scott Lang, Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers, Thor, Visão
Exibições 63
Palavras 2.524
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiii, bom dia!!! Como vocês estão?
Eu prometi não demorar muito, e não foi muuuito tá vendo hahahaha
Me amem!!! ♥

Muito obrigada pelos comentários do capítulo anterior e por todas as visualizações da fic, estou muito feliz com esses números rs

Bom, vamos ao capítulo...

Capítulo 36 - Toda ação tem uma reação!


A luz que entrava da janela do quarto era muito forte, e aquilo era demais para ela. A vingadora se virava para o lado contrário da cama mas mesmo assim aquilo a incomodava.

Steve, que estava parado perto da janela, ao notar que Natasha havia acordado, só abriu mais a cortina, a deixando totalmente aberta, expondo assim mais a claridade.

— Hora de acordar, Natasha!

— Argh! Vai se ferrar Steve.

Ela colocou o travesseiro do marido sobre a cabeça dela, já estando irritada com tudo aquilo.

— Quer que eu abra a porta também? O corredor está bem claro nesta manhã de sábado!

— Para de gritar, pelo amor de Deus eu não sou surda. Fecha essa janela, por favor.

— Não estou gritando mas tudo bem, levanta que eu fecho.

— Fecha primeiro, eu não consigo nem abrir os olhos.

O capitão ficou com dó daquela situação e acabou fechando a janela e todas as cortinas, deixando o quarto mais escuro como estava antes e assim avisando ela.

— Tem remédio e água  no criado mudo, vai ser bom para você.

— Obrigada!

Ela respondeu sentando lentamente sobre a cama e apanhando em mãos o medicamento e o copo de água, levando assim os dois até sua boca e bebendo do líquido para o remédio descer.

— Pronto. Pode pegar uma roupa para mim?

— Está no criado mudo também.

Ela nem havia reparado que Steve havia deixado tudo mais que pronto para ela e assim ela suspirou, se erguendo da cama e apanhando as roupas em suas mãos, logo se dirigindo para o banheiro para se trocar.

Rogers apenas se sentou na cama suspirando para esperar ela. Vinte minutos depois ela saiu do banheiro trocada e tomada banho, prendendo os cabelos em um rabo de cavalo para então encarar o marido.

— Não vai comer nada?

— Eu já comi. Você quer comer?

— Não. Eu vou ir treinar.

— Natasha - Ele se levanta indo até a ruiva, que estava na porta já - Precisamos conversar.

— Não, eu não quero falar disso agora.

— Natasha, vamos conversar. Precisamos.

Ela respira fundo e pesadamente, mostrando o incômodo naquilo e assim se dirige até a cama, se sentando na beirada e evitando contato visual com o quarto para não se lembrar dos momentos entre ele e Sharon na noite retrasada. Ela encara o marido e espera que ele fale.

— Eu, eu queria me desculpar por aquela noite. Eu não sabia o que estava fazendo. Eu estava fora de mim, é a verdade.

— Aham, você estava fora de si, nada daquilo foi culpa sua não é mesmo?!  Você não queria ter feito nada.

— É, eu não queria Natasha, acredita em mim.

— Não dá Steve, não dá pra acreditar. Eu chego aqui no quarto e encontro você com outra mulher naquela situação em que você estava, quer que eu te perdoe agora? Nao, não consigo.

— Amor, eu não queria..

— Não, não me chama de amor. Eu errei mas não fui tão fundo como você.

— Espera, como assim você errou?

A espiã respirou fundo e soltou o ar com força.

— Eu beijei o Stark naquela noite, e quase fui para a cama com ele. Mas eu pensei em você e no erro que eu estava cometendo e impedi qualquer coisa que pudesse acontecer, mas você não, preferiu avançar não é mesmo? Provar do sabor dela...

Ela parou de falar no momento em que seu marido se levantou e caminhou por entre o quarto, de cabeça baixa parecendo um pouco pensativo. Ela decidiu não dizer nada mas assim esperava uma reação dele.

— Steve...

O chama e assim o vingador a olha, com os olhos cheios de raiva. Ele se aproxima da janela, do lado de dentro havia um vaso. Sim, ele foi seu alvo. Steve o pegou e assim o lançou contra a parede ao lado da cama que Natasha estava. Seu objetivo não era acerta-la, nunca que ele a machucaria dessa forma. Era apenas a parede mais próxima a ele no momento.

Pedaços do objeto voaram por entre o quarto, e até mesmo sobre a cama, onde Natasha apenas jogou o corpo para o lado para não se machucar feio.

— ONDE VOCÊ ESTAVA COM A CABEÇA?

O capitão brada irritado olhando para sua esposa, que ergue a cabeça e se levanta irritada com aquilo.

— Anda, me responde.

— Steve...

Ela tenta dialogar mas o soldado americano se aproxima dela e a pressiona contra a parede, a segurando pelos ombros completamente irritado e fora de si.

— Por que fez isso?

 

— Eu apenas fiz.

— Por que?

Ele aperta mais o ombro dela, causando desconforto na ruiva, que não demonstra isso a ele.

— Foi o calor do momento. Eu havia treinado, e me machucado. Ele viu e quis me ajudar, só isso.

— Só isso? Você ainda trata isso como só? Você definitivamente perdeu o juízo.

— Você também perdeu.

A vingadora responde o olhando e assim o sentinela da liberdade a solta aos poucos, o que faz a ruiva suspirar e desviar seu olhar. Ela sentia algo diferente ali naquele quarto. O clima estava mais pesado, e não era por conta da briga e sim parecia que havia alguém ali. Ela apenas notou a cortina da janela se movimentar um pouco, como se a janela estivesse aberta. Steve também notou o movimento e assim olhou para a janela, estranhando aquilo pois tudo estava fechado. Ele não ligou e voltou seu olhar para sua esposa.

— Eu quero o divórcio!

— O que?

— Isso que você ouviu - disse Steve bravo a olhando, e Natasha apenas o encarava, sem dizer uma palavra. Logo, o soldado americano se virou contra ela e se dirigiu até a porta, deixando o quarto que a mesma e seguindo para um outro lugar da base. Ao sair, uma loira estava passando em frente ao quarto dele e assim eles se olharam. Steve pensou ser uma agente nova, respirou fundo e seguiu seu caminho. A loira apenas ficou o olhando e sorrindo de forma maldosa, enquanto encarava a imagem do capitão se afastando cada vez mais. Seus planos estavam dando mais que certo. Natasha estava surpresa com tudo aquilo mas também não ia dar o braço a torcer. Ela tornou a se sentar na cama e deixou seu corpo cair sobre a mesma, repousando em seu conforto e deixando que tudo aquilo passasse em sua mente de forma clara aos poucos para ela não desabar.

...

Bucky caminhava em passos apressados pela base a procura de uma só pessoa: Natasha. Ele precisava saber como ela estava e não ia deixar isso quieto até descobrir.

— Bucky?!

Uma voz feminina foi ouvida e assim o soldado se forçou a parar. Era uma voz tão bela e que de alguma forma, sem ele saber o porquê, o trazia paz. Ele se virou lentamente na direção daquela voz e se deparou com uma moça bonita, loira que o olhava com lágrimas nos olhos. Ele não sabia seu nome, mas seu coração sentia que era uma pessoa especial para ele.

— Posso ajudar?

— Como está? Não se lembra de mim?

— Desculpa ... - ele respirou fundo e deu um passo mais perto - Você é a garota da festa.

— Sim sou eu mesma e também eu...

— Você?!

— Não sabe mesmo quem eu sou?

— Não me desculpe. Se sabe meu nome você me conhece. Não é tudo que eu me lembrei ainda. Estou em um processo delicado, as lembranças estão voltando aos poucos.

— Gwen. Meu nome é Gwen!

— Gwen?! Natasha já me disse algo sobre você - ele tenta se lembrar, fazendo uma cara engraçada, o que faz sua noiva dar uma leve risada e se aproximar mais dele. O ex sargento apenas a olhava, com os olhos fixados nela. Ela era uma mulher muito bonita e ele não iria negar isso.

— Continua o mesmo fofo e bobo de sempre.

— De sempre?! Nos conhecemos a...

— Sou Gwen Stacy, sua noiva...

O olhos dele se abriram ainda mais em surpresa e seus lábios se entreabriram. Os olhares permaneciam conectados e ele acabou sorrindo. Com esse ato, ela sorriu também e colocou uma mecha do cabelo para trás da orelha e se aproximou mais, na tentativa falha de lhe dar um beijo, quando foi interrompida pela voz de seu atual namorado.

— Gwen?! Amor o que está... acontecendo aqui?

Peter se aproximou de forma rápida e a puxou para seus braços. Bucky apenas assistiu aquilo sem entender mas não disse nada.

— Estou falando com o Bucky. Ele se lembrou de tudo.

— E?

— E que ... eu... Peter, você sabe...

— Não Gwen, eu não sei. Me explica.

O homem aranha levou seu olhar ao sargento e o voltou para sua amada.

— Que eu saiba, eu sou o noivo dela! - Bucky interferiu e deu um passo a frente.

— Ela é minha namorada.

— Não é o que ela acabou de me dizer.

— Ah, então é assim que você quer jogar, Barnes?! Quer lutar pela garota mais uma vez?!

— Não, a decisão aqui será dela. Eu não vou interferir no melhor para ela, e a única pessoa que sabe o melhor para ela, é ela mesma.

— Você é um assassino, pode então ensai...

— Peter... já chega! - Gwen o repreende e assim o garoto a olha. A loira respira fundo e se afasta dos dois - Eu preciso de um tempo para pensar, enquanto isso, eu não fico com nenhum dos dois... Me desculpem!

Dito isso, ela apenas caminhou para longe deles e assim Bucky não deu importância. Ele ainda não se lembrava dela e respeitava a decisão da mesma, e também, não iria ficar ali para discutir com Peter. Logo ele seguiu seu caminho, atrás daquilo que ele queria fazer.

...

— Você tem certeza que é isso que você quer fazer, Natasha?

— Eu tenho mais que certeza, Clint. Eu preciso de um tempo. Preciso esvaziar minha mente e o único lugar que eu vou conseguir fazer isso é na fazenda.

A viúva negra dizia enquanto terminava de colocar suas roupas em mais uma mala que ela já havia feito para sair da base. Natasha queria descansar, ficar longe de todos os problemas como vingadora e também de seu casamento. Ela amava Steve e mesmo sendo forte, o amor dela por ele havia amolecido tanto seu coração que ela achava que não iria suportar ficar perto dele. Sim, isso soou muito como um drama adolescente, daqueles que a gente vê muito em filmes, mas tudo em Romanoff era extremamente exagerado, então a gente pode dar um desconto.

— Senão a viúva negra volta a ativa e acaba com a raça de todo mundo...

O arqueiro brinca sorrindo mas a amiga não acha nenhuma graça, somente se afasta dele indo pegar mais coisas.

— Me chama assim mais uma vez, que eu acabo com sua vida!

— Desculpa Tasha... eu esqueci, de verdade.

— Tudo bem.

Ela diz adentrando o banheiro daquela suíte e logo todas as luzes do local se apagam. O quarto em que Clint estava também ficou no escuro e mesmo estando durante o dia, como estava tudo fechado, não se conseguia ter uma claridade boa no lugar.

— Nat?!

O gavião a chama e assim levanta da cama, cuja qual ele estava sentado desde que foi visitar a amiga.

— Natasha? Está tudo bem aí? - sua voz soou com tom de preocupação por não obter respostas da amiga e então a porta do banheiro se fechou num impulso forte. Ele se assustou e assim correu para lá.

— Natasha?! O que está acontecendo?! Abre essa porta... Natasha!

Ele tentava abrir a porta girando a maçaneta mas nenhum resultado ele obtinha, a porta parecia estar trancada, então ele apenas se afastou e caminhou para a porta de saída do quarto, buscando se informar se a queda de energia havia atingido todo o prédio.

Ele também não conseguiu sair. A porta estava trancada.

Mas nenhum de nós trancou essa porta, ele pensava.

A noite era fria e também silenciosa. A casa estava um tanto que deserta nos pensamentos daquela pequena ruiva que tentava dormir em seu quarto. Ela não conseguia e apenas mantinha seus olhos abertos, enquanto encarava o teto daquele quarto que ela tanto amava. Ursinhos de pelúcia espalhados por todo o local, decorando o mesmo junto com uma parede rosa, que seu pai tinha feito questão de pintar para ela. Natasha era uma criança muito doce e adorava as coisas meigas, e seu quarto refletia a sua imagem, mostrando quem ela era em simples objetos.

O silêncio era tanto que até mesmo aquilo a incomodava. Um estouro se foi ouvido. Espera, isso foi perto demais.

— Mamãe?!

A garota se levantou num pulo da cama e ao abrir a porta do seu quarto, sua casa estava infestada por uma fumaça branca, cuja qual a impossibilitava de respirar. Seu coração acelerou.

—Papai?! Mamãe?!

Ela gritava e corria por entre os corredores da casa em busca do quarto dos seus pais.

Ela o encontrou e o adentrou.

O fogo percorria grande parte daquele quadrado e parte da estrutura da parede estava danificada. A fumaça que invadia aquele quarto era muito mais forte e então ela prendia sua respiração cada vez mais, na medida em que conseguia. A busca por seus pais foi algo bem difícil até que os encontrou caídos no chão. Sua mãe caída perto da janela aberta que trazia cada vez mais fumaça para dentro da casa que estava cada vez mais em chamas e seu pai perto da cama, com sangue espalhado por todo o chão perto dele.

— PAPAI, MAMÃE!

 

Ela começou a chorar e no momento em que se aproximou dele ela começou a tossir. Natasha se esqueceu que não devia respirar muito naquele lugar e a fumaça foi tomando conta de seu corpo até que ela apenas se viu caindo ao chão sem ar e a partir dali tudo escureceu, e então ela não viu mais nada.

Natasha despertou de seu transe e caiu no chão do banheiro, tossindo muito. O ar estava lhe faltando e as luzes do banheiro estavam piscando. A voz de Clint chamando seu nome do lado de fora era bem audível mas aquilo a confundia.

Dor, angústia, mágoa e ódio. Esses sentimentos a consumiram naquele momento. Seus pais estavam mortos e era tudo o que ela sentia. Aquilo era a realidade e a verdadeira forma que seus pais haviam morrido. Ela viveu uma mentira todos esses anos e nem mesmo sabia da verdade.

A vingadora sentiu seus pulmões se contraírem uma última vez antes de seus olhos se fecharem e ela não ver mais nada que o escuro e se manter inconsciente.

As luzes se acenderam e as portas se destravaram. Clint a abriu rapidamente e viu Natasha caída no chão com o nariz sangrando. Ele correu até ela e a pegou no colo, não entendendo o que havia acontecido.

— Natasha... Tasha, o que você fez? O que aconteceu?!

Ele a questionava mesmo sabendo que não iria ter respostas enquanto a levava para a cama. Ele estava disposto a descobrir o que havia acontecido ali e tudo não iria passar em branco.

A cortina da janela do quarto se mexeu e mais uma vez tudo estava fechado, o que atraiu a atenção do vingador, porém ele não ligou, sua amiga era mais importante.

 


Notas Finais


Entãoooooooo, POSSO CORRER?

Gente, não vão me crucificar não é mesmo? Nem me matar?
Tudo tem um porquê, que vocês vão entender logo logo, e vao querer matar outra pessoa, que não sou eu :) (ainda bem rs)

Espero que entendam!!

Bom, espero que tenham gostado e me digam o que acharam.

Bom fim de semana a todos.

Beijooosda Care ♥


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