História Stay with me - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Ao no Exorcist
Personagens Personagens Originais, Rin Okumura, Yukio Okumura
Tags Ao No Exorcista, Drama, Lembranças, Personagens Originais, Rin X Yukio, Romance
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Palavras 2.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, se eu demorar para postar é que esse ano tá corrido, mas não vou largar a história. Obrigado por lerem e desculpem por qualquers erros que tenha tido.😊
Bjsss!

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Two



Yukio

Suas mãos percorreram cada parte de seu corpo, num jeito gentil e veloz. A confusão entre ser gentil e rápido, tornou este momento mais importante. Ele desejou que o moreno o tocasse assim por toda a eternidade se possível, para que ambos esquecessem dos riscos e lembranças ruins. 
Entretanto sabia ele que nem o diabo tinha esse poder. Aqueles olhos azuis perfeitos, o cabelo desgrenhado – um pouco grande para o de antes – tocavam sua bochecha. Os seus gemidos se misturavam criando em sua mente a mais bela música.
Os lábios dele com os seus, até que o movimento de seus quadris tornaram-se mais lentos e ele gozou dentro, apesar disso, Yukio não se sentiu completamente preenchido, pois o de olhos azuis usou um maldito preservativo. 
Ele amaldiçoou o maldito controle de natalidade, no entanto só a sensação de seu pênis o fazia delirar. Notou o sorriso triste que se esboçou no rosto dele, Yukio estava cansado demais, porém ainda sabia que este seria seu último encontro. A última vez que uniam seus corpos, tornavam-se um.



Ele acordara suado, seu cabelo castanho contra sua testa, seus olhos meio desfocados e ele sentiu uma excitação atravessar seu corpo.
Sem pensar meio que sentou-se na cama, mordicou o lábio inferior e levou sua mão até seu pênis, por baixo da roupa íntima que dormira e acariciou o membro desperto. Ofegando ele fazia movimentos de vai e vem, arqueando seus quadris e fechando os olhos deixando-se levar pelo prazer. A luxúria havia se apossado de seu corpo.
Jogando a cabeça para trás, tentando conter seus gemidos de prazer que aumentavam com cada acariciar. E a imagem que lhe surgia fora do cara da noite anterior que dançou com ele, o rosto de Rin fez o exorcista vir e gemer seu nome. 
Trêmulo, com sua respiração descompensada levantou-se da cama. Suas pernas fracas, mas ainda o mantinham de desabar no chão por algum milagre. 
Cambaleando foi ao banheiro se limpar, nem havia percebido a dor de cabeça até agora. Chutou-se mentalmente por aceitar todas as bebidas de Sophie, porque neste exato instante elas vinham para o lembrar de como fora estúpido de sua parte.
Após o banho, procurou algum remédio para sua dor, que pelo visto não passaria por enquanto. Ele também recordou que este sonho fora o mais intenso que teve, e se fosse pensar melhor veria que o rosto do cara era semelhante com o de Rin. 
No entanto ele não pensaria sobre isso, afinal como ver esse fato com uma ressaca dessas. 
Achando o desejado comprimido, pegou um copo de água e rapidamente o tomou, desejando que o efeito fosse rápido.
Voltou para seu quarto procurando alguma peça de roupa, porque pressentia que Sophie veria vê-lo, provável que riria de sua situação e depois o chamaria para sair, que não era uma má ideia.
Vestindo um jeans preto, uma camiseta listrada e um par de tênis, fora procurar seus óculos que estavam no chão próximos a cama. Assim foi até o espelho ajeitar seu cabelo. Graças à Deus sua dor de cabeça passou. 
Ouviu umas batidas na porta, arqueou uma sobrancelha desconfiado, afinal Sophie não batia desta maneira, mas sim quase quebrava a porta e gritava por seu nome.
Agarrando uma arma que estava na sua gaveta da cômoda, dirigiu-se até a porta, abrindo-a enquanto engatilhava a arma e preparava-se para atacar. No entanto parou no mesmo instante, sentindo suas bochechas se esquentarem ao ver Taisuke. 
Seus cabelos brancos, o rosto perfeitamente simétrico, olhos azuis claros tão diferentes de... Rin. Recordou-se momentaneamente, enquanto seus olhos iam para os lábio fomos róseos e a roupa com as colorações de preto e cinza somente.
Taisuke possuía um semblante surpreso, então sorriu mostrando seus dentes brancos e lindos. Assumindo uma posição meio envergonhada. 
– Peço minhas desculpas  Okumura-kun. – Disse o albino para Yukio que ficou mais sem graça. 
Afastando-se da porta num ato silencioso para seu amigo entrar, fechou a porta e virou-se para encarar Taisuke.
– Eu me precipitei, então eu que devo minhas desculpas.
O mais velho se aproximou dele, olhando-o e Yukio se sentiu desconfortável perante o olhar, como também fora o primeiro a desviar os olhos.
– Gostaria de fazer-lhe um convite, Okumura-kun aceitaria ir comigo ao parque? – perguntou ele com um ar inocente, isso fez o professor responder rapidamente.
– Claro, eu adoraria. 
Numa simples resposta, Taisuke pegou em sua mão e guiou-o para o passeio.


Rin


Ele revirou os olhos pelas reclamações de sua mãe que aparentemente não sabia que seu filho mais velho havia ido para Assiah. Todavia o moreno não tinha lhe dito, às vezes era bom sumir.
Por enquanto ignoraria o tom indignado de Yuri que também deveria ter infernizado seu pai para  ir. Ela não entendia que o feitiço que a mantinha viva, somente funcionária se ela continuasse no inferno.
Sua teimosia o irritava, entretanto não tinha como negar que ele  possuía essa característica, principalmente com seu irmão.
Se ressente por não cumprir sua promessa de o deixar ir, ser feliz. Notou que com o passar dos anos algo nele mudou, no entanto ele não sabe se fora para melhor ou pior. 
Sentiu o desejo de desenhar, mas queria continuar deitado no sofá olhando para o teto. Rin nunca deixaria de se culpar pela morte de Elisa a, ela só havia se tornado daquela maneira porque fora violada pelo mesmo filho da puta que machucou Yukio. 
A única diferença que ela não teve alguém para estar lá quando isso aconteceu, mas sim, quem deveria protegê-la a culpou. 
Esse pensamento lhe deixa um gosto amargo na língua, se Yukio acabasse desse jeito seria por ele não ter cuidado o suficiente dele. Balançou a cabeça para afastar essas merdas de sua cabeça. 
Precisava de um cigarro para acalmar seus nervos, não que ele precisasse, mas a nicotina atingindo seu corpo que morria de fome por um, mesmo que ele soubesse que era um péssimo substituto para o que Rin realmente necessitava. 
Seu pai deveria estar puto da vida com ele, mas Satã sabia que algo assim aconteceria. 
Ainda tinha Mephisto que não se encontrava nas melhores condições que ele, Rin tinha medo que seu irmão mais velho tentasse contra a própria vida. Porém ele não pode esquecer qual era o verdadeiro motivo de estar em Assiah.
– Cara! Você sabia que eles vendem bebidas no mercado?! – Exclamou uma voz alegre, Rin sorriu diante da fala do recém chegado que nem notara.
– Ed, fala sério? Nesses tipos de estabelecimentos eles vendem! – Disse rindo da expressão cômica que surgiu no rosto do loiro, então complementou – Sim, eu sei que você não é humano, e que nem conhece algumas coisas. 
Ele o olhou emburrado, e guardou as bebidas na geladeira. Seu amigo havia insistido em ficar, dizendo algo como que ele queria “curtir”.
Rin quase zombou, afinal o moreno sabia que o demônio mais velho era fiel a sua namorada. 
Mediante ao seu desejo incestuoso crescia o pecado, entretanto como ele se importaria se já não havia alguma mácula em si para proceder o desaparecimento desta perpétua paixão para com seu companheiro.
A sua deglutição impetuosa de drogas ilícitas era leprosa, tornando Edward diligente quanto a situação de Rin, a verdadeira razão de estar ali naquela casa e não com Sophie.
O atual rei do inferno pensa sobre a fidelidade de Landrec, era um pouco estúpido comparando que a humana morreria rapidamente, afinal mortais são... assim.
– Ed vá encontrar Sophie! Estou frustrado por nós dois! – Disse de repente, vendo o olhar ampliado e depois o sorriso malicioso do loiro.
– Você age como se você melhor que eu!  – Respondeu brincando enquanto bufava uma risada e balançava a cabeça para o lado.
– Sério? Quer mesmo comparar minha vida sexual com a sua? – perguntou arqueando uma sobrancelha, fazendo o amigo o olhar com descrença.
– Não, entretanto meu rei sou mais ativo que Vossa Majestade.
Rin se sentou no sofá para encarar o demônio e esboçou um sorriso torto antes de proferir:
– Quer apostar? 



Nessa ideia de aposta rendeu num Rin em outra festa, com uma garota desconhecida montando seu colo, que soltava ainda gemidos esganiçados. Ele agarrou-a pela cintura e com um petulante impulso fez a mesma gozar. 
A garota quase o beija, no entanto o moreno sai dela sem qualquer inibição, deixando-a num canto da cama de solteiro que se encontravam. Ela adormeceu nisso, sem perceber o olhar de desprezo que o demônio a lançou. 
Landrec deveria estar puto com ele neste instante, mas pelo menos passaria um tempo com sua humana, pois Rin havia ganhado a aposta meio que indiretamente.
Enganou o loiro e o mandou no apartamento da morena que o deixou encurralado, fazendo-lhe perguntas momentâneas. Sendo assim, Edward ficou com a namorada tentando explicar por que estava com uma marca de chupão no pescoço.
Um lampejo petulante atravessou nos seus belos olhos azuis, resolveu sair dali sem importar-se em olhar para a menina de cabelos ruivos deitada na cama. 
Ao chegar num bar, retirou o celular do bolso para mandar algumas mensagens para Yukio. Que com sorte não havia mudado de número, apesar do mesmo não saber o dele. Isso seria interessante.
Rin: Hey! 
Digitou enquanto pedia um uísque para um cara de estatura alta e musculosa, pele escura e cabelos da mesma tonalidade.
Logo sorriu pensando que o conhecia de algum lugar, mas descartou o pensamento para um novo. Esse cara era muito atraente! 
O lançou um olhar sedutor, mas o barman o ignorou entregando sua bebida e indo atender outros pedidos. Suspirou desapontado, apesar de mal ter tido uma foda. Pensou em como seria ser fodido por um cara como que o atendeu, seus braços fortes o envolvendo e seu pênis entrando profundamente nele.
Deu de ombros, talvez  estivesse apenas carente, entretanto zombou disso. 
Percebeu que havia uma mensagem nova, abriu-a e alargou o sorriso, Yukio deve ter amolecido nesses anos para falar com um estranho.
Yukio: Oi, quem é você?
Rin: Seu admirador secreto, que tal?

Seu irmão demorou um pouco para lhe responder, então bebericou a bebida esperando.
Yukio: Certo, Sr. Admirador Secreto. Então acho que não se importaria de eu te ignorar, que tal?
Rin: Ahhhhh! Vamos! Não faça isso!!
Yukio: Diga quem é você. 
Rin: O cara mais gostoso do mundo? 
Yukio: Não sei, porém o mais idiota talvez.
Rin: Você me magoa assim! Estou muito triste :(
Yukio: Que pena...
Rin: Você é chato! :(

Yukio não o respondeu rapidamente, aparentemente indeciso quanto a continuar essa conversa.
Terminou de beber seu uísque, pagou, indo até sua moto que estava a sua espera. 
Quando chegou na casa temporária que estava, notou um vibrar e olhou o nome.
Yukio.
Abriu a mensagem, lendo-a sem perceber ansioso.
Yukio: Você não é o cara daquela noite, é? Por que senão me responder agora vou chamar a polícia
Lambeu os lábios, sabendo que apesar da ameaça seu irmãozinho não faria isso.
Rin: Sou. Você é esperto.
Yukio: E você algum tipo de stalker? 
Rin: Nah, Yu não seja assim!

Ele demorou para o responder novamente, antes de ler.
Yukio: Não me chame assim.
Rin: Tá, mas mudando de assunto... Vamos sair? 
Yukio: Eu mal te conheço...
Rin: Pode conhecer agora.
Yukio: Ok... Onde? 
Rin: Não se preocupe, será um lugar cheio de pessoas e iluminado para te prova que não sou um serial killer.
Yukio: Acho que seria mais fácil eu te causar algum dano que você...
Rin: Você está me dando arrepios ‘-‘
Yukio: Bom mesmo!
Rin: Já vou te pegar. 
Yukio: Aham. Me pega nessa rua que vou te passar o endereço
.
O moreno tampouco estranhou o fato de seu irmão não passar seu verdadeiro local que ele residia, entretanto adorou ter esta “conversa” com Yukio.
Agarrou o capacete e uma jaqueta para ir buscar Yuki.


Chegando no falso endereço, Rin avistou Yukio, que estava vestindo uma calça jeans marrom com uma camiseta preta por cima um casaco meio cinza. Santo Deus! Seu irmão era uma doce tentação!
 Yukio pegou o capacete que o mais velho o estendeu, mordiscando o lábio inferior. Fazendo Rin morder sua bochecha para se controlar e não foder Yukio contra uma parede em público.
– Hey! 
O menor acenou com a cabeça antes de se sentar atrás de Rin, o demônio gargalhou.
– Pode segurar minha cintura, eu não mordo... – fez uma pequena pausa – A menos que você queria.
O outro engoliu em seco e encostou-se mais perto de Rin que deu partida na moto. Acelerou o suficiente para que o mais novo se agarrasse mais apertado em sua cintura e encostasse sua cabeça contra suas costas.


Sentaram-se numa mesa meio escondida no mesmo bar que Rin fora horas atrás, Yukio bebeu um pouco e foi se soltando aos poucos. Estando num estado cômico agora, conversando alto e rindo.
Rin pensou como foi fácil tornar o mais novo vulnerável, lambeu os lábios na imagem de o ter amarrado a cama e gemendo seu nome.
– Mas me diga Rin, como diabos você achou meu número? – perguntou Yukio retirando Rin de seus pensamentos.
– Você me passou, não lembra? – Respondeu enquanto encarava seu irmão ficar sério e depois relaxar novamente.
Assim se passou o tempo, eles beberam e conversaram, Rin escolhendo as palavras e soltando mentiras com uma incrível facilidade, já Yukio não dizendo nada sobre seu trabalho ou vida pessoal. Na hora de irem embora, o mais velho tomou cuidado para seu irmão não cair.
Yukio falava besteiras, e então Rin perde seu autocontrole restante. Agarrando a cintura do exorcista o beijando no pescoço, a abrupta ação fez o professor congelar e afastar o mais velho. Ele se irritou e pegou o braço no menor que se encolheu.
No entanto o demônio não poderia se importar menos com esse humano indefeso ao seu alcance. Yukio o olhou perplexo, mas rapidamente reagiu, tentando se desvencilhar do toque de Rin como se queimasse.
– Pare de fingir que não quer! – rosnou e teve a resposta de seu irmão o lançar um olhar temeroso, apesar disso ele não entendeu o por quê de Yukio não lutar contra ele. Isso o deixava puto por seu irmão ser tão fraco. – Lute Yukio!
O moreno nem percebeu o que disse antes de se repreender diante dos olhos alargados e molhados de Yukio, ele parecia tão pequeno que resquícios de sanidade fizeram Rin afrouxar seu aperto, entretanto Yukio não se soltou.
– Por que não se afastou? – Perguntou sem largar o braço do menor.
– Não consigo... – Yukio mordeu o lábio com força o suficiente para o machucar
Rin se arrependeu por sua ação idiota, surpreendendo-se por abraçar Yukio e o confortar por seu próprio feito. O mais novo não lutou, mas não deixou de ficar tenso. 
Rin o confortava acariciando seus cabelos castanhos claros, notando que Yukio não estava usando seu óculos.
– Desculpe, Yu... Droga eu sou um babaca. 
– Me leva para casa, por favor? – o menor sussurou como se estivesse medo dele recusar e se encolheu com o vento frio que os rondava.
– Sim, eu vou. 
O professor aceitou a resposta, mas não se afastou de Rin. Parecendo gostar do calor que irradiava em ondas do moreno.
– Eu entendo se não quiser me ver, porque diabos! Eu fui um idiota, não sei o que me deu... – resmungou.
– Está tudo bem, e-eu devia ter me afastado. 
Ele fechou os olhos, mesmo que Rin fizesse isso todos os malditos anos de sua vida, nunca esqueceria que a culpa o invadiria. Ele perdeu o controle e quase machucou mais Yukio, mas Rin necessitava tão mal de um toque de seu irmão, o sentir.
Eles não conversaram mais, apesar do desconforto Rin levou Yukio no local exato em que se encontraram. Numa máscara de inexpressiva deixou seu irmão sem olhar para trás, como na última vez...




















 












 





Notas Finais


Espero que gostem!


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