História Stepfather - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Got7
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, D.O, Jackson, JB, JR, Kai, Mark, Sehun, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Chanbaek, Exo, Jackbam, Kaisoo, Markjin, Participações Especiais
Exibições 287
Palavras 3.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi Amores!!!
Valeu pelos comentários do capítulos passados vocês são demais!!!
Boa Leitura!!!!

Capítulo 10 - Capitulo- 10.


Aquele silêncio incomodo instalou-se entre todos sem livrar ninguém que estivesse presente naquele momento enquanto o publicitário simplesmente não demonstrava nenhuma reação porque estava petrificado, e assustado demais pela revelação bombástica do menor lhe encarando demasiadamente apreensivo sentido os dedos do colega apertarem os seus passando confiança, eles sabiam que nada seria fácil, e estavam devidamente preparados paras as consequências que provavelmente viriam.

Jinyoung permaneceu sem fala tornando-se incapaz de reagir observando os dois adolescente juntos parecendo muito seguros daquela decisão quando resolveram assumir um namoro surpreendendo os mais velhos, principalmente o designe gráfico que ficou totalmente estagnado tentando assimilar a novidade nada agradável, pois jamais esperou algo assim do menino de sorriso sempre adorável, talvez ele tivesse se cansado da sua indecisão, e desistido definitivamente deles dois buscando amor em outros braços que estivessem dispostos a lutar consigo em nome dum relacionamento sério não temendo os preconceitos alheios. Instintivamente o moreno curvou-se procurando recolher os cacos daquilo que havia sido um copo anteriormente.

– Merda! – O Park resmungou desgostoso notando que tinha acabado se cortando sem perceber, dando-se conta apenas quando o sangue começou a escorrer deixando algumas gotas escarlates caírem contra o piso manchando o chão limpo. Youngjae ouviu o moreno xingando baixinho e foi ajudar-lo a lavar o machucado abrindo a torneira da pia para mais próxima, depois procurou um pano qualquer que servisse para estancar aquele liquido vermelho saindo sem parar, o fotógrafo ganhou proximidade encontrando um pequeno quite de primeiros socorros.

 

– Você vai ficar exatamente onde está! – Sehun mandou sussurrando autoritário retardando imediatamente os próximos passos do amigo querendo ir ajudar o designe, certamente se compadecendo por ele ter se machucado. – Já tem pessoas demais cuidando dele, Jinyoung sempre esteve acostumado em ter você por perto quando queria, mas agora ele precisa aprender que as coisas serão bem diferentes, estamos longe demais para desistir, vai por mim deixe-o sentir sua falta até se tornar insuportável. – Mark simplesmente concordou obedecendo, mesmo tendo seu coração completamente esmagado quando o jovem designe lançou-lhe um olhar extremamente magoado. O Oh imaginava o quanto deveria estar doendo profundamente no peito do amigo, mas muitas vezes era necessário cortar um pouco na própria carne para ter resultados satisfatórios no futuro, afinal eles tinham uma estimativa daquilo funcionar - algo em torno de 70% -, então ficariam agarrados nela.

– Acho melhor nós irmos embora... – Chanyeol sugeriu cauteloso visando aquele clima pesado sobrecarregado de tensão pairando acima deles, vendo os outros concordarem compartilhando dos seus pensamentos. Era um assunto de família e não caberiam terceiros envolvidos naquela conversa, então os meninos despediram-se sem muita animação combinando de marcarem algum encontro no final de semana, restando somente Sehun que ficou por último - esperando os demais saírem da residência.

– Qualquer coisa você me liga, depois nos falamos melhor. – O adolescente soltou uma piscadela cúmplice depositando um beijo singelo na testa alheia antes de desaparecer em definitivo pela porta de vidro da entrada. Mark tomou fôlego preparando-se emocionalmente para os próximos acontecimentos sabendo que precisaria enfrentar tudo sozinho de cabeça erguida, mas sempre foi um menino muito corajoso raramente algo lhe assustava.

– Eu vou deixar vocês em casa, vamos! – Bambam chamou indicando que levaria os três rapazes já que eles tinham vindo consigo de carona, o platinado agradeceu e saiu acompanhando o designe que tinha sua mão cortada envolvida numa gaze reforçada com esparadrapo, eles trocaram um olhar demorado um buscando nos olhos do outro alguma resposta, todavia, encontrando apenas mais incertezas em relação aos seus próprios sentimentos. – Não pense que eu caí nessa história, depois quero melhores explicações... – O tailandês sentenciou murmurando num tom baixo, mas suficiente para o menor ouvir claramente saindo trás dos outros dois. – Vamos Jae! – O homem chamou estranhando o fato dele não ter feito menção de sair juntamente com eles.

– Diga ao Jackson que eu vou depois de taxi, não está tão tarde assim... Mark provavelmente vai precisar de alguém aqui... Tenho medo da reação do JB. – Confidenciou vendo o maior assentir entendendo sua preocupação coberta de motivos, pois seu amigo facilmente perdia o controle dos atos - não que ele fosse agredir fisicamente seu irmão caçula a quem costumava dedicar tanto amor -, mas palavras mal proferidas podem machucar muito mais que uma dolorosa bofetada na face.

– Tome cuidado, ele pode acabar se voltando contra você... – O fotógrafo alertou antes de retirar-se deixando-os sozinhos abandonados a própria sorte.

 

 

 

 

– Você perdeu o juízo moleque? – O publicitário esbravejou desferindo suas mãos contra o balcão de mármore da sofisticada cozinha. – Que história mais absurda é essa de me aparecer aqui dizendo estar namorando um garoto? – Pela sua expressão ameaçadora tornava-se oficial que ele explodiria a qualquer instante, fazendo o jovem estagiário ficar automaticamente em estado de alerta.

– Absurda? – O Tuan mais novo retrucou debochando abertamente da colocação usada pelo ruivo para classificar a situação. – Você namora uma mulher a qual simplesmente nem ama, então eu posso perfeitamente gostar de meninos, será que nunca percebeu minha total falta de interesse em meninas? Quer saber eu gosto mesmo, sempre me senti atraído desde os meus quinze anos isso vem acontecendo, mas eu jamais me senti confortável para contar algo assim, não sabendo do irmão preconceituoso que eu infelizmente tenho. – Desabafou permitindo que as primeiras lágrimas caíssem quentes os seus olhinhos escuros deixando elas rolaram até morrem na altura do queixo, e Youngjae ficou sensibilizado compreendo seu sofrimento. – As pessoas comentavam a ausência de uma namorada na minha vida, porque eu não saia por aí pegando todas as garotas que encontrasse pela frente...

– Será possível que isso é alguma droga de problema genético? – O ruivo questionou-se exasperado, buscando freneticamente uma justificativa plausível para aquela coisa simplesmente inacreditável acontecendo diante dos seus olhos, repetindo feito um filme sendo rebobinado. – Nunca imaginei passar essa mesma situação com você também... Nós podemos procurar um bom psicólogo para resolver esse seu problema, porque os jovens às vezes ficam confusos em relação a essas coisas de sexualidade. – Sugeriu meio desesperado como se algumas sessões de terapia com um profissional especializado fossem solucionar tudo num passe de mágica.

– Jaebum eu não estou doente! – O adolescente retorquiu sentindo sua voz saindo um tanto falha pelo choro dificultando a fala. – Para com isso, por favor... – Suplicou agarrando os ombros largos do mais velho. – Ninguém escolhe ser assim, apenas é... Já vou ser julgado o suficiente pelas pessoas que estão lá fora quando sair na rua e elas se derem conta de quem eu sou. Ser maltratado por estranhos não dói nenhum terço do que você estava fazendo comigo agora.

– Eu não consigo aceitar! – O maior respondeu também choroso sentindo-se sem forças para continuar, não queria em hipótese alguma ver seu irmãozinho sofrendo, mas era praticamente impossível evitar quando aquelas recordações dos seus pais discutindo por causa daquele mesmo assunto surgiam como um perfeito dejavu tornando a acontecer dentro da família Tuan, ficava parecendo que eles estavam condenados a viverem uma espécie de maldição interminável transformando-os em homossexuais do dia para á noite - desestruturando todas as sua bases antes sólidas. – Me desculpe dongsaeng...

– Mas se você o ama realmente pode tentar! – O Choi manifestou-se pela primeira vez fazendo os irmãos perceberem sua presença tão silenciosa. Apesar de saber que ele não deveria interferir naquela questão extremamente pessoal dos dois, contudo viu-se obrigado a tomar partido naquilo porque ainda existiam esperanças, nem tudo estava perdido e o estagiário conseguia ver isso.

– O que você ainda está fazendo aqui? – Jaebum interrogou enxugando seus olhos ligeiramente úmidos, achando estranho o menor ter permanecido na residência.

– Resolvi ficar! – Correspondeu simplista sem entrar em detalhes desnecessários jogando os ombros estreitos casualmente. – Imagino o quanto pode ser complicado no início aceitar que seu irmão adolescente é gay, ainda mais sabendo que os amigos deles também são... Sem mencionar o Bambam, então todas as famílias deles passaram por um processo bem semelhante a esse que estão vivendo agora, vocês só têm um ao outro, não desperdicem esse tempo com bobagens sem sentido nenhum porque a vida é muito curta. Mark precisa desesperadamente de amor e apoio incondicionais agora, não da sua rejeição. – Disse sentindo o adolescente lhe abraçar apertado e beijou carinhosamente seus cabelos tingidos de rosa quase desbotado afagando os fios macios em seus dedinhos, o menino logo seria maior que o próprio Jaebum caso duvidassem, mas o estudante de publicidade era baixinho e achava-se desqualificado para arriscar sobre as alturas alheias.

– Talvez, eu precise de um tempo para pelo menos conseguir me acostumar a essa nova realidade... Você é meu irmãozinho e eu te amo muito, não estou merecendo nenhum abraço pelo meu esforço? – Perguntou enciumado porque o outro estava ganhando tanta atenção somente por ser gay também e entender melhor o adolescente, no entanto, ninguém precisava lhe desprezar daquela maneira como se ele fosse portador de alguma doença contagiosa.

– Você está falando sério? – O menino perguntou esperançoso assistindo seu irmão mais velho assentir desarmado. – Vai tentar mesmo?

– Sim vou! – Ditou impaciente recebendo um abraço esmagador do garoto deixando um beijo em sua bochecha. – Mas não fique muito animado... – Desconversou sem querer dar o braço a torce sempre impondo sua inflexibilidade porque ser rabugento era sua marca mais famosa, mas redeu-se a um sorriso contido segundos depois assistindo o baixinho de madeixas negras sorrindo de volta para eles contemplando a cena comovente, após estarem mais calmos o menino despediu-se deles dizendo que estava morrendo de sono e subiu os degraus da escada em direção ao andar superior desejando que tivessem uma boa noite.

– Meu trabalho por aqui terminou, melhor eu ir embora agora... – Youngjae comentou preparando-se para sair.

– Espera, está ficando tarde e é difícil conseguir um taxi nesse horário pode ser perigoso ficar perambulando pelas ruas, eu te deixo em casa. – Ele não estava convidando, tinha soado como uma espécie de ordem disfarçada que costumava acontecer rotineiramente porque o ruivo tinha mania de mandar nas pessoas ao seu redor.

 

 

O trajeto não durou mais que quinze minutos no máximo, e logo o carro importado do publicitário estacionou enfrente ao prédio simples onde o menor morava.

– Obrigado pela carona. – Agradeceu observando o pouco movimento nas avenidas próximas, pois residia num lugar relativamente tranquilo sem muito vai e vêm de pessoas, ou veículos deixando o transito caótico nas horas de pico. – Olha... Pode ser meio difícil, mas eu sei que você consegui hyung, por amor ao Mark...

– O fato de eu ter engolido meu orgulho, e estar tentando ser menos preconceituoso por causa do meu irmão não muda minha opinião sobre você! – Enfatizou pretendendo matar possíveis esperançar que o garoto tivesse ingenuamente criado achando que algo havia mudado entre eles. – Mas, foi legal o que você fez por ele hoje... – Reconheceu a contragosto apertando com força o volante do automóvel deixando um bico formar-se nos lábios.

– Não acredito! O poderoso Jaebum está realmente me elogiando por alguma coisa? – O jovem disse ironizando sem conseguir acreditar nas palavras que tinha ouvido, pois estava se divertindo com a cara emburrada do mais velho soltando uma risada nenhum pouco discreta. – Temos algo inédito acontecendo aqui então...

– Não força Youngjae! – Repreendeu exibindo uma carranca nos traços bonitos do seu rosto sério demais para alguém com tanto a viver ainda. – Segunda-feira eu vou precisar viajar para resolver uma questão de trabalho numa cidade vizinha, estarei de volta provavelmente na terça pela manhã... Então se você pudesse dar uma olhada no Mark por mim eu ficaria mais tranquilo. – Ele poderia perfeitamente pedir aos outros que fizessem isso, no entanto, Bambam estaria fotografando até tarde no estúdio juntamente com o platinado e sua equipe, e Jinyoung andava mais afastado do adolescente por alguma razão que simplesmente não conseguia entender - talvez eles estivessem brigados e agora estavam se evitando pelos motivos que somente os dois sabiam -, mesmo não querendo admitir naquela lista sobrava apenas o baixinho irritante de pessoa verdadeiramente confiável, aliado ao inquestionável fator do menino lhe adorar.

– Sem problemas, vai ser um enorme prazer... – Afirmou retirando o cinto de segurança que enlaçava seu corpo esguio, porém de curvas acentuadas e bem visíveis. – É uma pena que você continue insistindo em ser assim, porque quem tem valor não precisa da aprovação de ninguém... Mas espero que sua opinião sobre mim mude algum dia. – O Choi não via problemas em admitir suas possíveis fraquezas diante das outras pessoas, entretanto nem todos conseguiam pensar daquela mesma forma, e o ruivo encaixava-se justamente nesse tipo de perfil, escondendo seus sentimentos o mais distante que pudesse dos olhos alheios.

– Sabe eu decidi ser alguém melhor pelo meu irmão porque ele não merece sofrer por minha causa... Estava me lembrando das brigas quando nosso pai ia nos visitar na mansão, sempre jogava acusações nos ombros dele e xingava você na primeira oportunidade que tinha. – Recordou ligeiramente envergonhado imaginando quanto tempo perdera gastando com coisas tão supérfluas como aquelas brigas infindáveis, talvez tudo tivesse sido diferente, mas isso ele nunca mais teria condições de saber.

– Raymond os amava muito, vocês eram o centro da existência dele... Raciocina um pouco comigo, se eu fosse realmente algum golpista aproveitador teria arrancado todo dinheiro do seu pai ainda quando ele estava entre nós, não seria necessário uma morte para conseguir meus objetivos caso eles fossem mal intencionados... Pensa bem antes de sair julgando o caráter das pessoas, obrigado novamente pela carona e boa noite! – Argumentou trocando um último olhar com jovem empresário importante no mundo dos negócios.

– Para você também... – Respondeu resignado sem compreender o motivo daquele desconforto estranho fervilhando dentro dele, achando que o menor despertava coisas esquisitas em seu intimo as quais ele jamais saberia explicar - entretanto o Choi costumava fazer-lo repensar sobre seus equívocos.

 

(...)

 

– Vamos ser praticamente obrigados a permanecer no estúdio até mais tarde no início dessa semana porque estamos com alguns ensaios atrasados, eles já deveriam ter sido feito... – Bambam comentou desgosto acomodado no confortável sofá do chinês, que reapareceu segurando duas grandes canecas de café deixando aquele aroma reconfortante espalhar-se pelo ambiente de espaços meio limitados, no entanto a quitinete jamais seria desconfortável. – Valeu! – O fotógrafo agradeceu saboreando o liquido escuro liberando uma fumaça esbranquiçada sentindo seu sabor marcante invadindo-lhe o paladar, ele precisou ficar mais afastando dando lugar para seu prestativo assistente ocupar o lugar vago ao lado.

– Eu imaginei! – Jackson comentou colocando aquele frágil objeto de porcelana sobre a mesinha de centro enquanto seus olhos vacilaram incontroláveis recaindo exatamente nas feições tranquilas do mais velho de madeixas acastanhadas sedosas, ele conhecia a textura macia daqueles fios lisos quando eles entrelaçaram-se envolta dos seus dedos naquela noite depois do agradável jantar que compartilharam, mesmo negando veementemente o chinês via-se num beco sem saída porque não conseguiria resistir por muito tempo.

– Tem alguma coisa errada com o meu rosto para você estar me olhando desse jeito estranho? – Indagou desconfiado abandonando definitivamente sua bebida quente, pois estava muito mais interessado na resposta do outro. Então virando-se suas orbes encontraram propositalmente as iris escuras e apertadas do estrangeiro lhe encarando sem desviar como sempre fazia, pela primeira vez eles estavam sustentando aquele olhar por tempo indeterminado.

– Porque você tem que ser tão diferente? – Na realidade aquela pergunta era mais interna do que externa, o platinado apenas deixou fluir garganta afora não medindo as consequências que suas palavras pudessem causar no fotógrafo aproveitando-se da guarda momentaneamente baixa do outro para se aproximar, ficando apenas alguns centímetros de distância.

– Como assim? – interrogou completamente confuso, sendo incapaz de acompanhar o raciocínio desconexo do platinado.

– Esse sentimento estranho... Quando olho para você é como se tivesse o universo inteiro bem aqui na minha frente sem precisar sair do lugar. – Confessou sem medo de soar piegas observando todas as reações que sugiram no rosto alheio, vendo todas as mais diferentes emoções passando rapidamente ali dentro daquele olhos, todavia aquele sorriso sutil desenhando vagamente os lábios cheios do tailandês fez seus pelos arrepiarem-se instantaneamente.

– Jackson se eu quero e você também, por que fica fugindo? – Indagou achando aquele loiro irresistível uma verdadeira incógnita a ser desvendada.

– Não quero fugir agora! – Sentenciou decido em prosseguir dando continuidade aos seus próximos movimentos principalmente quando os braços envolveram novamente aquela cintura fina de aparência levemente afeminada pela forma como encaixava-se perfeitamente naquela vão, os dois rapazes trocaram olhares famintos e o platinado sendo demasiado destemido avançou dando fim aos míseros centímetros que lhes separaram para finalmente capturar os lábios macios contra os seus.

Bambam instintivamente contornou a silhueta do chinês usando suas pernas para facilitar que escalasse parcialmente o corpo alheio encontrando apoio nos ombros do mais jovem enquanto davam prosseguimento as suas bocas coladas, e as línguas travando uma batalha sem vencedores onde ambos saiam sempre perdendo quando tentavam dominar o ósculo.

O Wang caminhou segurando o mais velho firmemente não evitando aquele desejo de descer suas mãos atrevidas diretamente as nadegas do fotógrafo profissional apertando sem vergonha alguma, ficando satisfeito ao escutar em retribuição um gemido sôfrego dele como forma de resposta demonstrando que estava apreciando seu comportamento tomando o controle da situação.

 Suas roupas foram sendo jogadas preguiçosamente no chão ao deitarem-se finalmente no colchão aconchegante e Jackson conseguiu ficar melhor acomodado entre as coxas do tailandês simplesmente desnudo usando somente uma cueca boxer azul marinho, ele escorreu seus dedos por onde encontrava pele dando apertões causando arfares no outro rapaz deitado tendo sua cabeça repousando nos travesseiros, as unhas curtas do mais velho arranhavam as costas largas do semelhantes desenhando vergões desordenados no momento em que ele sentiu a língua do mais novo rodear seu mamilo esquerdo num ato calculado de pura provocação o sugando gradativamente.

Kunpimook suspirou audível sentindo os lábios alheios descendo lentamente fazendo um rastro de saliva por onde passava demorando-se alguns instantes a mais na região do umbigo onde o platinado enfiou a língua, surpreendendo o homem largado na cama que arqueou inconscientemente seus quadris e todos os pelos espelhados pelo corpo eriçaram imediatamente correspondendo as caricias tão intimas, o chinês foi puxando aquela última peça de roupa incomoda atrapalhando dele contemplar a nudez do tailandês este apenas levantou as panturrilhas observando sua cueca escorregando nos tornozelos e sendo atirada displicentemente num lugar qualquer dando total liberdade ao loiro.

O assistente afastou os joelhos do mais velho colocando-se entre eles e tomando o membro intumescido do fotógrafo na boca chupando desde a base até chegar a cabeça proporcionando sensações incomparáveis ao homem gemendo despudoradamente puxando seus fios dourados ditando o ritmo em que gostava de ser praticamente engolido, pois o jovem demonstrava estar empenhado com afinco invejável naquela árdua tarefa sugando a extensão do outro sentindo-a atingir sua garganta quando ia mais profundo.

Suas mãos ágeis vagaram achando uma das gavetas do criado mudo encontrando um tubo pequeno contendo lubrificante suficiente para fazer o que imaginava, então ele derramou o liquido ligeiramente pegajoso e escorregadio começando a invadir a entrada do tailandês que inicialmente quis expulsar aquele invasor, mas foi relaxando conforme o Wang lhe beijava cumprindo primorosamente a função de lhe distrair fazendo-o esquecer dos primeiros desconfortos, seus dois dígitos encontraram pela primeira vez seu ponto sensível conseguindo arrancar um gemido gutural do mais velho quase convulsionando sobre os lençóis brancos amarrotados.

– Você não imagina quanto tempo estou esperando por isso! – Bambam confidenciou roubando um novo selar de lábios do outro rapaz, mantendo seu rosto bonito entre as mãos acariciando as madeixas platinadas desalinhadas apontando em todas as direções. Jackson lhe trouxe para o centro do colchão rasgando a embalagem metálica do preservativo com os próprios dentes para depois desenrolar o látex no membro doloridamente ereto.

– Agora não precisa esperar mais... – Disse envolvendo as pernas alheias em sua cintura posicionando sua extensão para ser finalmente acolhida permitindo que ela escorregasse com certa facilidade sendo recebida pelo interior do fotógrafo, estes gemeu ignorando o incomodo pela falta de sexo nos últimos meses, mas acomodando o mais jovem que não perdendo a oportunidade iniciou suas estocadas lentas aumentando a velocidade gradualmente acompanhando os movimentos do outro homem e os seus lamúrios pedindo que fosse mais rápido.

Jackson sentia uma fina camada de suor formando-se nas peles quentes tornando o oxigênio do ambiente menos abundante dificultando que tivessem uma respiração no mínimo regular, o fotógrafo agarrou nos seus ombros aproximando os rostos permitindo que trocassem beijos molhados e intensos demais deixando os lábios de ambos meio inchados por causa das mordidas, Bambam adorava enfiar os dentes no lábio inferior do platinado nunca cessando as estocadas ritmadas provocando gemidos nos dois.

Após alguns minutos o tailandês não suportando sua próstata sendo surrada sem misericórdia alguma alcançou seu ápice gozando no próprio abdômen liberando o liquido viscoso e perolado contraindo sua entrada, esmagando o membro alheio sentindo o assistente chegando ao limite das suas forças derramando-se dentro do preservativo caindo exaustos sobre o corpo esbelto do outro, os braços magros abraçaram-lhe automaticamente e secretamente o fotógrafo desejou nunca mais precisar se afastar do platinado não quando seu coração traiçoeiro clamava totalmente o oposto daquele pensamento, gritando que eles deveriam dar uma chance para aquele novo sentimento crescendo de maneira desenfreada.

– O que vamos fazer? – Jackson perguntou tentando soar casual, mas estava preocupado com o rumo que as coisas tomariam a partir dali - afinal eles estavam vivenciando o velho clichê do patrão envolvendo-se sexualmente com seu funcionário. – Sabe... Trabalhamos juntos ocupando cargos completamente diferentes, as pessoas podem comentar sobre nossa aproximação anormal.

– Jamais me importei com as opiniões dos outros. – Rebateu convicto sabendo que ninguém tinha o direito de dar palpites em sua vida particular. – Enfrentei minha família por causa da minha sexualidade e atualmente eles nem querem saber se estou mesmo vivo, então não serão meia dúzia de pessoas insatisfeitas comigo que vão me influenciar em alguma decisão... Mas caso você se sinta incomodado nós podemos resolver essa situação agora, dependendo somente da resposta quando eu fizer a pergunta.

– Do que está falando? – Interrogou erguendo a cabeça encarando o tailandês sorrindo maroto.

– Estou perguntando se você quer namorar comigo Jackson.

 

Continua...  


Notas Finais


Aceita logo Jackson U.U!!!
Obrigada por lerem!!!!
Bjosss!!!!


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