História Stigma - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys (bts), Taehyung
Visualizações 12
Palavras 1.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é provavelmente, a minha última história. Saboreie muito dela, pois, eu não voltarei depois :')

Capítulo 1 - Inútilismo


Fanfic / Fanfiction Stigma - Capítulo 1 - Inútilismo

Namjoon estava impaciente, era a quinta vez somente aquele ano onde o chamará por mal comportamento escolar sobre seu filho Yoongi; agressão, violência, xingamentos, maus-tratos aos colegas. Como pai ele se sentirá envergonhado e irado ao menino de 15 anos que se rebelava contra sua família e educação, de casa e da rede de ensino. Ambos voltam a sua residência em Seul, Namjoon baterá em Yoongi, quando o moreno entrou em casa, mal foi recebido, chegou-lhe deixar hematomas em sua pele branca como neve, aquela surra, fez com que o menino de cabelos pretos, ficasse pior do que era, agora cheio de raiva e vingança em seu pobre coração machucado. Jin saiu com Jungkook, o mais novo, cheio de mimos, chorava por tudo que não tinha e destruía o que lhe pertencia para ganhar mais, sua "Omma" de bom coração, fazia de tudo ao seu bebe amado. Hoseok, o mais responsável, exemplar de todos os irmãos, já trabalhava, ajudava os pais a sustentar a casa, seus irmãos, e a ele mesmo, Jimin invejava a confiança e o homem que Hoseok se tornou, era o que ele mais queria ser quando crescesse. Jimin apesar de tudo, era um dos ótimos filhos, reclamava, mas tinha um ótimo coração, ajudava em tudo, sempre sorrindo, é sensível, tem seus pequenos defeitos, mas isso não mudava o bom humano que vivia dentro de si. Taehyung, o pior de todos, desobediente, adorava fazer artes contra os ensinamentos de seus pais, o menino sempre arrumava um jeito de estragar tudo, ele se condenava um péssimo filho, por mais que dentro dele, ele tentará mudar, ninguém nunca percebia isso, o deixando mais isolado e irritante.

Após castigar Yoongi, Namjoon o deixou de castigo trancado em seu quarto para ele 'pensar no que vez', obviamente, o menino pensou em formas de seu vingar de seu querido 'Appa' que não passava de um babaca, bêbado e injusto ao moreno. Yoongi estava sozinho na bagunça de seu quarto. No chão ele deitará sentindo o frio acomodar a seu corpo, consolado-o entre as lágrimas, fazendo o adormecer. Jin e Jungkook chegam em casa, dormindo, o bebe da família encontrava-se no peito de sua "mãe pai",babando nos ombros alheios, o mais novo de 12 anos, foi colocado em sua cama delicadamente para prosseguir sua soneca. Jin cansado com o peso que carregou, tanto de seu filho, juntamente com as compras, solta um suspiro aliviado e vai a cozinha, abrindo as sacolas, relembrando seu dia. Ele vista Namjoon enfurecido e o chama maçante, o loiro encontra-se com seu amado e o cumprimenta com um beijo demorado e exagerado, ignorando a presença de seu filho, Taehyung, que assistirá a cena.

T: Omma, o que você comprou?
Era normal o amor de seus pais serem demonstrados a vários momentos do dia, Tae ignora o sinal de compaixão dos dois e se aproxima das compras, curioso a saber se algo lhe pertenceria. Ignorado, o pequeno de 13 anos, constrói um bico em seus lábios e prossegue sua ação em silêncio, ele olha aos adultos que aumentavam o nível de sua relação, vira o rosto fazendo uma careta.

O dia virou noite, a noite, já não era nada mais que, perda de tempo, Taehyung foi ignorado o dia inteiro, por todos. Ele não sabia o motivo, mas encontrava-se emburrado e permaneceu em seu quarto, na janela encarando o céu. Surgiu um mal estar na criança e seu coração acelera, o pequeno se assusta com seu ritmo cardíaco e corre aos seus pais preocupado consigo. Namjoon estava no telefone, Jin na cozinha com Jungkook nos braços, Tae suava frio, aproxima de seu Appa e segura na mão do mesmo.

T: Appa, eu não me sinto bem.
A risada falhada de seu responsável, foi a única resposta que o menino obteve, ele continuou a insistir a atenção de seu pai, quando o mesmo leva sua mão ao rosto do menor, estralando seus dedos na cara do pequeno. Um som alto assusta a todos, Yoongi já estava fora de seu quarto, vê toda a cena e se enfurece mais, ele correrá até Tae no chão que chorava, olha seu Appa e grita com o ele.

Y: PORQUE VOCÊ TEM FILHOS SE SÓ SABE BATER NELES? QUE MERDA DE PAI VOCÊ É?
Namjoon desligou seu celular, puxou Taehyung dos braços de Yoongi e o jogou ao outro lado da sala, encarou o pequeno que chorava encolhido por dor perto da porta, segurou o braço de Yoongi, o levantou e disse.

N: EU SOU A MERDA DE PAI QUE ACEITOU CRIAR O LIXO DE PESSOA QUE VOCÊ É. AGORA VAI DEFENDER A PORRA DO SEU IRMÃO SÓ PORQUE EU BATI NELE? QUANDO ELE FOR IMPORTANTE OU ALGUÉM DE VERDADE, TALVEZ EU NOTE ELE.
Entre as lágrimas, Yoongi gritou a seu pai que saiu de casa em seguida, esperou ele fechar a porta e entre todo seu fôlego disse 'EU ODEIO VOCÊ'. Jin já estava acostumado com aquele 'drama' ignorou como se nada tivesse acontecido, acalmou Jungkook em seu colo e continuou a cozinhar.

K: Porque você não gosta do maninho TaeTae?

J: Eu gosto dele sim, como gosto de todos vocês, mas ele precisa aprender também que não se deve fazer certas coisas.
Jungkook chateado pela briga, olhou seus irmãos que juntos choravam por seu pai, o mais novo percebeu a diferença que ele tinha com os demais, porém, não disse mais nada, respirou fundo e deitou sua cabeça no corpo de seu Omma. Yoongi puxou Taehyung para fora de casa, seguindo Namjoon até o bar onde ele frequentava. Os meninos não tinham ideia de onde estavam indo, esqueceram todo o caminho, mas não tiraram Namjoon de sua vista. Ele percebeu que seus filhos o seguiam, entretanto, não ligou para isso, entrou no imóvel e começou a beber.

Y: Precisamos entrar lá e mostrar que ele é um monte de merda em forma de pessoa isso sim.

T: Eu não quero fazer isso Hyung... Não quero apanhar de novo..

Y: Taehyung para de ser uma bixa, entra lá agora. Ou eu bato em você.
Com a ameaça de seu irmão, o pequeno obedece, tenta entrar mas o segurança o empurra, grita com o menor e Yoongi se esconde rindo do mesmo.

T: Meu pai.. Está ai dentro...

S: E eu não ligo, sai daqui antes que eu te bata!

T: Eu preciso falar com ele.
Impaciente o guarda sorri e finge deixar Tae entrar, ele deixa o menino caminhar e acertá-lhe um soco, jogando o para fora do bar, Yoongi cera sua risadas e se levanta assustado, ele não sabia o que fazer. Alguns homens tropeçam no menino no chão, quebram alguns dos copos do estabelecimento e se estranham, começa uma pequena briga que vai piorando aos poucos. Namjoon escuta os gritos e vai ver o que acontece, percebe que havia uma criança entre eles, seu coração gelou, não podia ser quem ele temia que seria, porém, era. Taehyung foi atacado por um dos homens ao ser feito de escudo de um dos bêbados, o menino estava inconsciente e tinha uma pequena hemorragia externa em sua cabeça, parecendo 'morto', o segurança que começou a violência, deixa o local e caminha tranquilamente. Yoongi gritava rouco para deixarem seu irmão, ele já não tinha mais voz. Namjoon abre caminho entre a briga e recupera seu filho que aparentava estar quase sem vida. Levam-no ao hospital

 

Cinco meses depois.

 

Taehyung acorda, estava numa maca, tudo era branco e novo para ele, ainda assustado, se senta no colchão e encara seus pais com os olhos avermelhados, sem esperança, como se ele não acordaria mais. O médico da criança entra no quarto, olha Tae, acaricia os cabelos do pequeno e diz a família.

M: O seu filho, teve um ferimento grave na cabeça, ele foi atingido numa parte sensível e importante do cérebro, onde nós formamos e planejamos as nossas falas e ideias, entretanto, ele está praticamente mudo. As chances dele voltar a falar, são de 76% e apenas se concluíra quando o mesmo completar em torno de 25 anos com tratamento de um Fonoaudiólogo, ele poderá aprender a falar algumas palavras, mas não será o mesmo de antes.
Jin chorou mais do que era permitido, Tae não sabia o fazer, sua voz não saia, ele tentava mas, não sabia o porque. Todos ficaram quietos e ele apenas aceitou que, poderia ser um sonho, onde ele esta prestes a acordar, infelizmente, aquela era a pior realidade que ele terá que enfrentar.

 

Uma semana depois.

Taehyung finalmente começaria seu tratamento, Jin contratou um homem que se dizia importante e qualificado para atender seu 'filho querido' que agora recebe amor após anos de rejeição. Jin entrou no quarto de Tae, que estava sentado na cama de bermuda e uma camiseta vermelha, ele deixou um sino sobre o criado-mudo do menino e o olha sorrindo beijando sua testa.

J: O homem já está aqui, ele irá te tratar, pode confiar nele ok? Qualquer coisa, toque o sino que eu venho correndo te ajudar está bem?
O pequeno confirma com a cabeça, olha seu Omma que esta animado com o tratamento do filho. O tal homem, entra no quarto de Tae, o mesmo o estranha, se encolhe na cama mordendo os lábios e observa o qualificado.

E: Você é muito bonito sabia? Até fico feliz por você não ter voz, assim talvez seu pai não o escute gritar..Facilitará o meu trabalho.
O estranho trancou a porta e Tae sente seu peito apertar, ele estava com medo, o menino se movimentou rápido para pegar o sino mas a mão do outro cobre a sua, sobrando mais espaço, ele agarra a mão do menino que o olha implorando por 'piedade' e sorri.

E: Desta vez, nem se você falar, irá te ajudar, então, seja um bom menino e confie em mim.
Tae tenta atacar o pervertido que o prendeu em seus braços, mas falha, ele tinha apenas 13 anos, estava desesperado, não tinha forças, não tinha voz, não tinha nada. Chorando ele arranhava o cara que arrancava sua roupas e o amarrou na cama, sem saídas o menino se rebatia para tentar escapar o dominante era mais forte. O outro lhe acerta com golpes para deixar o menino ""estável"", após o espancar o suficiente, arranca-lhe a bermuda e cueca do mesmo, satisfazendo seu desejo, invade o corpo da vítima com seu membro maior e inadequado para tal ação, chorando e sangrando Tae tivera que aguentar a dor que sentia ao ser invadido internamente e o fato de ninguém poder o ajudar. Ele apertava suas mãos com força para aceitar a violência que o estocava. Ele foi usado, enganado, por uma pessoa horrível e isso mudou a vida daquela pequena criança que só queria atenção de seu pai desde o início.

Jin quando encontrou seu filho que havia sido abusado e agredido na cama, jogado como um animal, gritou e chorou desesperado, estava sem ar, não acreditou que ele deixou aquilo acontecer na sua própria casa. Ao se aproximar de Tae, sente o sangue do menino nos lençóis da cama, ele gritara por seu filho e tenta acolher o mesmo em seus braços. Porém, Jin não sabia o quanto Taehyung estava traumatizado, o tanto que ele foi ferido internamente e psicologicamente, depois daquele dia, mesmo com os cuidados médicos, Tae tinha algo maior dentro de si, seu machucado mais interno, aquela era a sua cicatriz, que nunca se curaria. 


Notas Finais


Ban ban ban bang


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