História Stigma of a suicidal love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts
Visualizações 5
Palavras 601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola pessoal, aqui estou com o segundo capítulo de "stigma of a Suicidal love" :)

Capítulo 2 - Capítulos 2- "o salvador!?"


Fanfic / Fanfiction Stigma of a suicidal love - Capítulo 2 - Capítulos 2- "o salvador!?"

(S/n) on 

(Flashback off)

Já meio fraca caminho até a porta a destrancando e saindo daquele banheiro, ando ando vagarosamente meio zonza fiquei a dar passos lentos no corredor de... Nem sabia direito aonde estava, sai de lá e fui até um vi adulto que havia a poucos metros, tudo o que queria era acabar com minha dor de uma vez por todas... Ninguém iria sentir minha falta, não faz a mínima diferença para as pessoas se eu iria morrer hoje ou amanhã, então, esse seria o ponto final em minha história, me jogar de um vi adulto... Qual morte melhor? Estava pronta, me inclinei e comecei a deixar o vento fazer sua parte... Quando estava prestes a cair alguém me puxa pela blusa e me envolve em um abraço trêmulo, parecia estar com medo, assustado, sei lá, pensei na possibilidade de ser meu pai ou meu ex namorado, mas... Tinha um perfume diferente. Me afastei dele e o olhei surpresa.

-Q-quem é você?

Perguntei secando as lágrimas paradas em meu rosto.

-Eu... Me chamo..

Antes que ele pudesse completar a frase meus pais apareceram fazendo um escândalo, revirei os olhos enquanto os dois não paravam tentando me dar lições de moral inscessavelmente, o garoto pareceu sem graça por ficar ali parado quando todos ignoravam sua presença para falar comigo, ele ia se afastando cada vez mais em passos lentos.

Ao mesmo momento que estava grata pelo abraço que me relaxou por algum motivo, estava brava por não ter deixado me matar... Graças a ele fui dali até em casa com meus pais falando sem nem parar para respirar entre as palavras, tudo a mesma ladainha de sempre que tinha até ancia quando ouvia novamente.

Chegando em casa depois de parar no hospital e em seguida no psicólogo , me joguei em minha cama e dei um grito abafado contra o travesseiro. Depois disso acabei adormecendo, havia sido um dia... digamos, "cheio de surpresas", estava bem cansada.

Por alguma razão sonhei com aquele garoto, no sonho ele parecia mal por estar perto de mim ou algo do tipo, como seu eu o fizesse mal de alguma forma. Acordei em um pulo por conta do despertador tocar de repente em meu ouvido, o desliguei e levantei sem nenhuma vontade ou entusiasmo.

Meus pais queriam que eu fosse a escola depois de tudo o que havia acontecido, DA PRA ACREDITAR!? Me arrumei e tomei café, depois de estar totalmente pronta sai de casa e fui caminhando em direção a escola, pois morava perto, então podia ir a pé. Andava pela rua vendo alguma coisa em meu celular para passar o tempo no caminho, de vez em quando olhava para os lados, estava me sentindo observada.

Eu sempre sentia isso quando estava sozinha... Estava olhando em volta atenta para a direção de meu olhar quando passei por um buraco no meio da calçada, por isso acabei Por não prestar atenção e pisei forte dentro dele.

- Aish, isso doeu...

Falei sozinha e olhei meu pé, havia torcido mais estava doendo muito. Me sentei na beira da calçada e abaixei um pouco minha meia devagar para evitar ao máximo que fique dolorido, foi quando vi que estava vermelho e bem inchado quase ficando roxo.

-droga

Falei levantando minha meia novamente e tentando me levantar devagar, mas meu pé doía muito então tive bastante dificuldade.

-você está bem?

Ouvi uma voz grossa me perguntar antes de perceber alguém envolvendo minha cintura com uma mão meio tímido e pegando uma de minhas mãos e a colocando envolta do pescoço do mesmo.

-Sim, eu acho... Apenas machuquei o tornozelo

Respondi em uma voz trêmula e um pouco rouca por estar sentindo dor

(S/n) off

CONTINUA???

 Quem sabe...


Notas Finais


;v;


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