História Still fall in love. - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~lusg

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Jimin, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Tao
Tags Abo, Chanbaek, Kaisoo, Mpreg, Taoris
Visualizações 385
Palavras 2.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, desculpa a demora.
Desculpe qualquer erro também e desculpe por fazer ele pequeno, eu prometo que o próximo será maior.

Capítulo 12 - I'll protect you


Certo, eu não conseguia me lembrar de ninguém que começasse com aquelas iniciais, eu realmente não conseguia pensar em alguém que pudesse fazer mal ao meu filhote. No entanto, se ele estava com meu filho, ir atrás dele era a coisa mais sensata a se fazer. Eu sei que eu deveria avisar a alguém, mas acontece que era a vida do meu filhote e eu não podia perder tempo.

Para a minha sorte, assim que eu sai pelo portão um táxi havia acabado de deixar alguém ali perto, corri o mais rápido que pude e entrei dentro do veículo pedindo para que ele me levasse no endereço que continha na mensagem.

Eu de verdade queria apenas que meu filhote estivesse bem, claro que eu sabia que eu jamais sairia ileso de lá, então apenas fiz uma nota mental de falar a Jimin tudo o que eu conseguisse, incluindo que na verdade JongIn era seu appa. Pensar em JongIn me faz pensar em todas as pessoas que eu estaria ferindo indo até lá sem contar a ninguém, me fez pensar em Chanyeol, em Sehun, Luhan, meu appa e até mesmo Baekhyun.

Obviamente eu não fazia ideia se sairia ou não daquele lugar com vida, não fazia ideia se de fato eles tinham Jimin lá, ou apenas o soltariam se eu fosse em seu lugar. Mas eu faria de tudo para que meu filhote voltasse para casa.

– Chegamos! – ouvi a voz do motorista.

Lhe agradeci e assim que paguei a corrida, desci do carro quase correndo indo em direção ao ponto de encontro.

Não me surpreendi quando eu vi que era uma casa abandonada, eu me lembro de brincar ali na infância, mas antes era uma casa onde meu amigo, na época morava. Lembro bem da feição de Jung, ele era alegre e gentil. Diferente de todas as crianças que eu já havia conhecido. No entanto eu precisei me mudar, já que meu appa havia casado de novo e eu nunca mais soube dele.

De fato era estranho que tivessem levado meu filhote para lá, já que fazia anos que eu nem sequer sabia sobre a família Jung.

Adentrei o portão e a casa de fato parecia completamente abandonada.

Assim que encostei na porta, a mesma se abriu automaticamente. E ao contrário do que eu pensei, a casa estava um brinco de tão limpa, seus móveis eram novos e bem cuidados. E isso me fez estranhar mais ainda o fato do motivo de terem levado meu Jimin para lá.

– Você chegou rápido – uma voz rouca e áspera soou atrás de mim. E por alguma razão essa voz não me era estranha. Me virei para a pessoa e a fisionomia dela era completamente desconhecida para mim. – Olá, KyungSoo. – o homem disse e abriu um sorriso.

Espera.

Eu conheço esse sorriso.

Não seria possível, seria? Não teria sido ele, porque diabos ele teria pegado meu filhote? Não tinha nem cabimento.

– YoungJae? – perguntei franzindo o cenho. Ele apenas afirmou e fez um sinal estranho para mim.

O ômega estava completamente diferente seus cabelos tinham um tom loiro, e estavam em um corte moderno. Seu rosto havia tomado traços definidos e ele com certeza estava mais magro do que eu me lembrava. Eu podia ver que em baixo de seus olhos, haviam uma pequena mancha coberta com maquiagem, o que denunciava que o ômega passara noites em claro.

– Você que está com o Jimin? – Seu sorriso ainda era meio diabólico e eu quase não reconheci meu amigo de anos atrás.

– Não exatamente. – ele fez um gesto para que eu sentasse, mas neguei rapidamente. – Na verdade, eu apenas fui pago para lhe trazer aqui. – ele deu de ombros.

– Não faz sentido, por que você faria isso? – o olhei incrédulo e o ômega deu de ombros.

– Porque eu precisava. Sabe Kyunggie, nem todas as famílias são como a sua, nem todas elas nadam em dinheiro. – ele disse debochado e dessa vez eu o olhei incrédulo.

– Não é como se você fosse pobre, YoungJae.

Desde que eu me lembro da família Choi, eles eram bem de vida. Não chegavam a serem ricos, mas estavam cada vez mais progredindo em sua carreira, o que lhes dava uma família bem estruturada. Tanto que Minho hoje é delegado de Goyang.

– Bom você fala isso porque não foi deserdado por recusar se casar com um alfa que você não ama – sua voz ao invés de soar magoada, soou triste.

Seu olhar veio sobre mim e por alguma razão havia mais nele do que ele poderia me contar, havia algo de muito errado ali acontecendo, algo que eu sei que se ele contasse alguém que ele ama sofreria.

– Certo, onde está meu filho? – perguntei calmamente.

– Você realmente não achou que ele estaria aqui, achou? – sua voz novamente soou arrogante e eu me perguntava como ele conseguia mudar de humor tão rapidamente. – Seu filho está com uns amigos, não exatamente meus amigos. No entanto, digamos que eles têm um apreço especial por crianças. – soltou outro riso e nesse momento a raiva tomou conta de mim.

– O QUE VOCÊ FEZ COM ELE? – rosnei.

– Eu não fiz nada, por enquanto. – seu cinismo estava me dando arrepios de um jeito extremo. – Mas sabe Kyunggie, eu trabalho para pessoas poderosas e quando eu digo extremamente poderosa, quero dizer gente de cima, do topo. – foi só então que eu percebi que ele segurava uma faca.

– Foi meu avô, não foi? – perguntei sentindo a raiva subir novamente.

– Seu avô? – o ômega soltou uma risada alta. – Seu avô é peixe pequeno perto deles. Quando eu digo gente poderosa, eu quero dizer da alta hierarquia da China, KyungSoo, gente que você nem sonha.

– China? – murmurei mais para mim do que para ele. Eu não conhecia ninguém na China, além de meus parentes.

– Você realmente não achou que eram sequestradores comuns, achou? – e outra gargalhada. – Pelo amor, seu filhote imundo não vale tudo isso. – e outra vez aquele sorriso.

– Do que chamou meu filho? – ao ouvir aquilo, meu sangue ferveu e quando eu digo que ferveu, eu digo muito.

– Seu filhote imundo só serve pra te fazer sofrer, KyungSoo – ele se aproximou de mim e deu um soco em meu estômago.

Quando tentei alcançar o ômega a minha frente, meu corpo estremeceu e tudo pareceu girar, foi quando eu apaguei.

{...}

ZITAO’S POV.

É engraçado quando se é adolescente, tudo o que você sabe sobre o amor é o que você lê nos livros ou assiste em filmes. Você imagina seu parceiro como aquele príncipe encantado, ou é aquele cara popular do time de futebol que magicamente muda por você, mas acaba vacilando e depois você o perdoa mesmo assim.

O fato é que a vida real é completamente diferente daqueles filmes.

Eu com 16 anos voltei a morar com minha omma, já que ela estava doente e precisava de alguém que a ajudasse com a casa na qual ela trabalhava. E foi lá que eu o conheci. Ele era lindo, inteligente, másculo, tinha um sorriso maravilhoso e um cheiro melhor ainda, ele me atraía como um imã é atraído para o outro. No entanto o que estragava era a sua personalidade. De fato não se dá para culpar ele, afinal, o modo como ele fora criado por seu pai, foi completamente machista e medieval.

Minha mãe me disse a todo custo para que eu não me envolvesse com ele, que eu deveria apenas trabalhar lá, sem qualquer contato com o alfa. Mas então como um pedido da senhora Li, para que eu o ajudasse com as suas notas, eu sabia que não iria resistir por muito tempo e acabaria me envolvendo mais do que o necessário com ele.

E pra mim, uma noite apenas bastava. Nós transaríamos e depois adeus. Como tinha sido com alfas desde que eu tive meu primeiro cio.

Só que a vida tem dessas coisas, de brincar com o nosso pensamento e assim que eu me dei conta, eu estava perdidamente apaixonado pelo alfa. Não era apenas uma simples paixão de colegial, eu o amava como se cada pedaço meu fosse dele. E apesar de seu lixo de personalidade, eu vi as mudanças que ele tinha. Aos poucos ele passou a cumprimentar os funcionários, já dizia obrigado e bom dia a todos, parou de praticar bullying na escola. Ele havia se tornado o meu príncipe, do jeito dele, mas havia.

Contudo, nossa relação não poderia ser um conto de fadas. Assim que o senhor Li descobriu nossa relação, ele surtou. Primeiro, mandou dar um surra em mim, no entanto deixou meu rosto intacto, depois ameaçou bater em minha mãe. E eu implorei que não fizesse mal a ela ou a Jiaheng, disse que me afastaria dele e que faria tudo o que ele quisesse, contanto que deixasse Jiaheng ileso disso. Ele claro, me propôs um acordo: Eu sumiria, junto com minha mãe e ele jamais encostaria um dedo em Jiaheng.

E eu o fiz.

Mas naquela noite, quando o alfa me pediu para fugir com ele, minha mãe piorou. Eu não tinha como deixa-la sozinha, mas eu precisava ter certeza de que ele ficaria bem. Então eu o rejeitei, rejeitei e achei a primeira desculpa que me veio na cabeça.

Eu queria dizer que o amava, mas todas as palavras precisavam ficar presas em minha garganta. Eu precisava dizer que o queria que eu fugiria com ele a qualquer momento, mas ele ficaria bem depois que eu fosse embora, não é?

Eu não vi mais Jiaheng depois daquele dia, por mais que meu lobo me implorasse para ir atrás do alfa, ele já não se encontrava mais em nenhum lugar daquele país. Eu havia procurado por ele durante anos, e assim que constataram ele como desaparecido, meu desespero aumentou ainda mais. Contudo  as coisas melhoraram consideravelmente, por algum tempo.

 Minha omma e eu havíamos sido mandados para cuidar da casa de campo do senhor Li. E estávamos indo bem, ele estava pagando os medicamentos dela e seu estado agora era muito melhor. No entanto, as coisas pioraram assim que eu descobri minha gravidez.

Jiaheng havia me deixado o melhor presente que eu poderia ter em toda a minha vida.

Conforme os meses foram passando, a minha barriga fora crescendo e meu amor por aquela criaturinha fora aumentando cada dia mais. Bo Xian seria um ômega, e eu tenho certeza de que ele seria a criatura mais linda do planeta.

Assim que o senhor Li descobriu a gravidez, ele me colocou em um acordo financeiro com algum alfa dos Estados Unidos. Afirmando que assim eu pagaria a dívida que tinha com ele por causa dos gastos com a minha mãe. Eu recusei prontamente, mas ele apenas ameaçou tomar meu filhote de mim assim que ele nascesse. Eu sabia que ele não estava mentindo, sabia que ele faria o que fosse para arruinar a minha vida, já que em sua cabeça eu acabei com seus planos de unir sua empresa com a maior empresa da Coréia do Sul.

Fechei a gaveta assim que ouvi a porta da frente se bater. 

Meu marido estava em casa.

Gao Jiang Gi era o alfa a quem eu fui prometido aos 18 anos de idade. No começo, minha relação com Jiang Gi era um completo acordo, erámos apenas dois estranhos morando na mesma casa, mal nos falávamos, apenas nos cumprimentávamos e dormíamos em quartos separados. O alfa não ficava muito em casa e eu agradecia mentalmente por isso, afinal não era como se eu fosse o ômega mais exemplar do mundo. Naquela época eu estava em depressão, depressão por saber que meu filhote havia morrido. Eu não comia e não falava com ninguém. Bom, isso durou até seu cio. Obviamente Jiang insistiu em passar ele comigo, já que segundo ele, ele era meu alfa e era meu dever satisfazê-lo. O problema é que o lobo dele havia me escolhido e com isso passou a ficar mais tempo em casa. E ai é que mora o problema, pois em nenhum momento – além dos cios – meu lobo havia se manifestado para ele, o que queria dizer que a preferência dele, não batia com as do alfa. Tinha também o fato de que após a morte de meu filhote, eu nunca mais pude ter filhos, o que foi bem oportuno para o alfa que agora tinha uma desculpa para se casar com o seu tão amado ômega. O que seria ótimo para mim, se esse tal ômega não me odiasse.

Eu não era marcado, já que eu nunca deixei que isso acontecesse, o que só deixava o alfa ainda mais frustrado.

Ele havia sido criado pela mesma família conservadora e machista que Jiaheng, no entanto eles visavam os lucros primeiro e se isso implicava em um casamento com um homem, que fosse! Nosso casamento era uma hierarquia, onde ele mandava e eu tinha que obedecer, contanto que eu apenas abaixasse a cabeça quando ele mandava e portasse corretamente, não tínhamos problemas. Contudo, a minha personalidade era difícil demais para abaixar a cabeça para um alfa e isso ocasionava nós dois em vários momentos de agressão.

Nós não morávamos em uma mansão, pelo contrário. Ele me deixava em uma pequena casa de madeira, bem afastada da população, enquanto vivia em uma casa luxuosa com o ômega dele. O alfa vinha me ver todos os dias, jantava ou almoçava comigo e logo voltava para seu marido, mesmo que eu fosse o “oficial” que todos os seus amigos conheciam.

Eu estava farto daquela vida, dizer que jamais tentei fugir era ridículo, pois toda semana eu tentava, o que me resultou em várias cicatrizes pelo corpo, tirando as surras quase diárias.

 – Boa noite. – ele disse entrando no quarto e eu prontamente fui até ele tirando seu terno e lhe dando um beijo no rosto.

– Boa noite, Gi – forcei um sorriso e o mesmo retribuiu.

– Estão melhores  – ele falou passando as mãos pelo meu olho que agora estava em tom verde e pelo corte em meu braço e eu assenti. – Arrume o quarto de hóspedes, teremos um convidado muito especial.

Não era normal JiangGi trazer convidados para cá. Nem mesmo seu outro marido vinha, já que uma vez houve uma briga enorme. Que ocasionou comigo sendo levado para o hospital.

– Tem preferência para o jantar? – perguntei calmamente.

– Apenas faça algo que crianças gostem. – assenti, mesmo que eu achasse aquilo estranho. – Vamos realizar o seu sonho, meu amor.

{...}

Assim que o jantar foi servido, Jiang se aproximou de mim trazendo em seus braços uma criança adormecida. Era um menino.

Seus cabelos eram pretos e seu rosto tinha um formato tão lindo, suas bochechas eram gordinhas e seu cheiro era alguma mistura com hortelã, logo constatei que ele era um ômega, mas o que mais me chamou atenção é que ele não parecia chinês.

– Zitao, leve-o para cima e dei-lhe um banho. – concordei e prontamente peguei o menino no colo o levando para cima.

Eu iria lhe questionar, perguntar quem era aquele pequeno ser dormindo em seu ombro, mas aprendi durante esses anos, da maneira mais dura, que quando JiangGi estava de bom humor era melhor não questionar ele.

O pequeno ômega se remexeu em meus braços e coçou seus olhos. O coloquei em cima da cama e no instante em que ele abriu os olhos, me fitou com medo. Eu estranhei afinal Jiang deveria ter achado ele perdido, não é mesmo? Assim que seus olhos encontraram os meus, eu fiquei encantado. Ele tinha um brilho nos olhos maravilhoso. Sem contar que eles me lembraram muito de um certo alfa que ainda habitava em meus pensamentos.

– Olá pequeno – eu disse, mas não obtive respostas. O pequeno apenas me fitava com medo. – Você fala chinês? – perguntei e não obtive respostas.

– Cadê meu appa? – o ômega pronunciou em coreano e eu realmente me surpreendi. Fiquei me perguntando onde era que Jiang havia achado aquele menino.

Por alguma ironia do destino, eu havia estudado coreano, já que era uma das matérias das quais eu deveria ajudar Jiaheng a melhorar, segundo seu pai, ele deveria falar inglês, coreano e japonês. Isso fez com que nós dois ficássemos fluente nessas línguas.  

– Você está perdido? – ele balançou a cabeça rapidamente. – Quer contar o que aconteceu? – ele se encolheu e seus olhos começaram a marejar. – Tudo bem, eu não vou machucar você. – dei dois passos para trás e sentei-me no chão. – Pronto, eu vou ficar aqui. Se sente mais seguro assim? – o pequeno ômega ponderou se me respondia ou não.

– O Jimin não sabe. – ele abraçou seus joelhos e seus olhos transbordaram.

– Jimin? Esse é seu nome? – ele assentiu. E eu sorri, fraco, mas sorri. – Eu sou Zitao, mas você pode apenas me chamar de Tao.

– Você vai machucar o Jimin? – eu neguei rapidamente. – O Jimin só quer ir pra casa. – e então ele começou a chorar.

– ZITAO, VAI DEMORAR MUITO AI EM CIMA? EU ESTOU COM FOME! – ouvi a voz de Jiang e me estremeci juntamente com Jimin.

– SÓ MAIS ALGUNS MINUTOS! – disse alto, sem parecer que eu estava gritando.

– ASSIM QUE EU TERMINAR ESSA LIGAÇÃO EU QUERO OS DOIS AQUI EM BAIXO! – dessa vez eu sabia que era uma ordem.

– Pequeno, posso te pedir uma coisa? – ele nada disse. – Enquanto você tiver aqui, por favor, apenas faça o que ele pedir. Eu não quero que você se machuque ok? – ele assentiu e eu suspirei. – Venha, vamos tomar um banho. – Sorri e me levantei.

– Hyung. – ele me chamou e eu me virei para ele. – o hyung pode ajudar o Jimin a achar a família dele? – ele me sorriu tão fofo que eu quis chorar.

– Eu vou te levar de volta para sua família, Jimin. Eu prometo. – levantei meu dedo mindinho em sinal de promessa e o pequeno fez o mesmo, entrelaçando seu dedo no meu.

Eu precisava tirar o pequeno ômega dali, eu precisava proteger Jimin. Eu não sabia quem era ele, mas eu não ia deixar que ele sofresse nas mãos de Gao. Iria proteger Jimin com a minha vida se fosse necessário. 


Notas Finais


Obrigado por responderem a enquete! Eu juro que assim que eu tiver mais um tempinho eu vou começar a escrever e já posto o link para vocês.


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