História Still Loving You More - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Love, Romance, Tita
Exibições 28
Palavras 3.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi pessoal!

E eis que chegamos ao segundo capítulo e, algumas surpresinhas estão por vir.

Boa leitura e enjoy❣

Capítulo 2 - Heike Sadrak


Fanfic / Fanfiction Still Loving You More - Capítulo 2 - Heike Sadrak

Riachão do Dantas, Sergipe, um ano e cinco meses atrás...

Arthur caminha pela feira da pequena cidade. O sol de quarenta graus do Nordeste brasileiro não o incomoda nem um pouco, pois, como mora no Rio de Janeiro, já está acostumado ao calor.

Viera para Sergipe a fim de fechar a compra de um novo hotel em Aracaju, e, aproveitando que tem uns dias de folga, resolvera fazer um passeio pelo interior do estado, e, é por isso que viera parar no pequeno Município de Riachão do Dantas.

É dia de feira e, por isso mesmo, as ruas da praça central do pequeno município estão repletas de pessoas e barracas, em uma agitação típica de cidade pequena.

Por conta do sol, Arthur coloca seus óculos escuros e começa a andar distraidamente pela cidade, tomando o cuidado necessário para se afastar de todas as pessoas que vem em seu encalço, querendo lhe oferecer algum tipo de mercadoria.

Não tem absolutamente nada contra este tipo de comércio, mas, ele não vera aqui para isso. Viera para passar uma semana relaxante, longe da cidade grande, antes de voltar ao Rio d Janeiro e sua rotina de empresário.

Enquanto caminha, não deixa de achar divertida toda aquela movimentação, de pessoas pechinchando mercadorias por até centavos, coisa que não se vê muito no meio em que ele vive.

De repente, olhando para o movimento de pessoas, uma jovem acaba por chamar a sua atenção. Ou melhor, seus cabelos, de um vermelho vivo e repletos de cachos, é que atraem o seu olhar. Está acostumado a ver as mulheres sempre com seus cabelos lisos escorridos, a maioria delas recorrendo a químicas para conseguir um liso perfeito e, por isso mesmo, aquela bela cascata de cachos vermelhos acabam por chamar a sua atenção.

Por um longo momento, fica parado, olhando para aqueles lindos cabelos, e, quando se dá conta, a jovem começa a se aproximar. Só então ele nota que ela segura uma cesta de flores, e, percebe que ela está ali para vender.

― Uma flor, senhor? – a jovem pergunta, com um sorriso radiante em seus lábios.

― Por favor. – responde Arthur, já tirando a sua carteira o bolso de sua bermuda.

― O senhor tem alguma preferência? – a jovem volta a questionar.

― Escolha a que achar melhor.

 Jovem então tira uma rosa amarela do meio da cesta de flores e, a entrega a Arthur dizendo:

― Aqui senhor, são dois reais.

Arthur abre a sua carteira e, tira uma nota de cinco reais, entregando-a a jovem vendedoras de Flores, que, lhe entrega a rosa amarela.

― Pode ficar com o troco. – Arthur volta a falar.

― Obrigada, senhor.

― Me chame de Arthur. Agora, será que posso saber o seu nome?

― Maria Flor.

― Maria Flor, é? – Arthur olha para a cesta da flores na mão da jovem e, não deixa de sorrir – É, combina com você, assim como esta rosa. Tome, fique como um presente, coloque-a em seus cabelos, vai realçar os seus cachos.

 

 

*****

 

 

― Sua louca! – Arthur esbraveja, ao mesmo tempo em que caminha até ela, praticamente a empurrando e abrindo a porta do carona de seu carro, para que ela possa entrar – Onde já se viu sair andando deste jeito sem olhar por onde anda! Acaso quer morrer?

O homem nem espera pela resposta de Maria Flor e, dá a volta no carro, a fim de entrar no veículo e, assim que o faz, acelera sem perder tempo.

Completamente trêmula, Maria Flor olha para o homem ao seu lado, ao mesmo tempo em que volta a abraçar o filho em seus braços de forma protetora.

― Não vai responder minha pergunta? – Arthur volta a falar, tirando a jovem de seus pensamentos.

― Eu estava desesperada! – Maria Flor acaba por responder, temendo que Arthur encontre seu olhar.

― Você está com algum problema? Posso ajudar com alguma coisa? Aliás, o que está fazendo no Rio? Pensei que morasse no Nordeste.

― Onde eu moro não vem ao caso, Arthur. E, se quer mesmo saber, eu estava em busca de atendimento médico para meu filho! Mas nenhum hospital ou UPA quis atender meu bebê! O que você viu foi o desespero de uma mãe! Não que isto seja de seu interesse, é claro.

Ao dizer estas palavras, Maria Flor não consegue se controlar, e, algumas lágrimas começam a cair por seu rosto, o que não passa despercebido por Arthur que, só então nota a criança dormindo em seus braços.

― É seu filho?

― Sim. Agora pode parar em qualquer esquina. Não vou sair andando sem olhar os faróis novamente.

― Esquece, Maria Flor.

― Como é?

― Esquece. Acha mesmo que vou te deixar na rua, no meio de uma tempestade com uma criança nos braços? Te levo a um hospital, não me custa nada.

― Não preciso de sua ajuda! – Maria Flor fecha a cara.

― Precisa sim. Deixa de ser orgulhosa, menina! Afinal, pelo que me disse, você estava agindo feito doida pela rua justamente porque não estava conseguindo atendimento para esta criança!

Ante as palavras de Arthur, Maria Flor nada diz. A verdade é que, de todas as pessoas no mundo que ela poderia encontrar, acaba de cruzar com a única que abomina, e que não gostaria de ver nem pintada de ouro. E pior, está justamente sendo ajudada por ele!

Arthur não espera que Maria Flor diga mais nada e, acelera o carro, em direção a Copacabana. Por sorte, o trânsito diminuiu bastante e com isso, com uma hora dirigindo, conseguem chegar ao Hospital Copa D’Or.

Arthur é o primeiro a sair do carro e, sem tempo a perder, abre o seu guarda-chuva, para então caminhar até o lado do passageiro e abrir a porta para que Maria Flor possa descer com sua criança. E, assim que ela o faz, olha para a fachada imponente do hospital, seu rosto ficando branco, o que não passa despercebido pelo homem a seu lado.

― Qual o problema? – questiona Arthur, notando a súbita palidez no rosto da jovem.

― Eu preciso ir embora. – responde Maria Flor – Não tenho condições de pagar uma consulta em um hospital com esse.

― Já disse pra não se preocupar com dinheiro. Deixe tudo comigo.

― Não posso aceitar! Ainda mais vindo de alguém como você!

― E por que não? Ainda tá chateada com o que aconteceu entre nós no passado? – ao dizer esta última frase, Arthur não consegue conter o riso.

― Se está mencionando o fato de que você me enganou e abusou de minha inocência para me fazer de idiota, não, Arthur, eu não esqueci.

― Não vejo as coisas desse jeito. – Arthur dá de ombros – Mas isto não vem ao caso agora. Sua criança precisa de atendimento e, a julgar por seu estado, não vai negar atendimento médico a ele, mesmo que seja eu a pagar.

Maria Flor sabe que ele está certo. E após um dia inteiro de buscas, Arthur lhe estendeu a mão. E, por mais que abomine o homem, não pode negar que, por seu filho, é capaz de tudo, até mesmo de passar por cima de seu próprio orgulho. Aliás, do que vale o orgulho quando o que está em jogo é a saúde de seu bebê?

Arthur não espera por uma resposta de Maria Flor, pois, a expressão dela já diz tudo. E, sem perder tempo, caminha com ela para a recepção do hospital, no pronto socorro pediátrico.

― Documento da criança, por favor. – pede a recepcionista.

Sem perder tempo, Maria Flor tira de sua pequena bolsa a certidão de nascimento de seu filho e a entrega a recepcionista, que, imediatamente, começa a digitar os dados da criança.

― Heike Sadrak. – a recepcionista começa a digitar – O que ele tem, mãezinha?

― Febre e vômito, desde ontem. – Maria Flor responde, prontamente.

A recepcionista termina de preencher a ficha do bebê e, devolve a certidão de nascimento a Maria, que volta a coloca-la em sua bolsa.

― Podem se sentar e esperar. – a recepcionista volta a falar – O pediatra logo irá chama-lo.

Os dois se sentam em um banco da recepção e, Arthur não consegue deixar de comentar:

― Heike Sadrak? Isso é nome que se dê a uma criança?

― E quem foi que pediu a sua opinião? E não fale mal de nome dele, este nome é lindo!

― Tinha que ser nordestina mesmo para dar um nome destes a pobre criança!

― Olha aqui!  Se quer saber, eu sou nordestina sim, e com muito orgulho! E não é porque você está pagando uma consulta para o Sadrak que tem o direito de falar mal do nome dele!

― Desculpa, não quis ofender, ok? Mas, falando sério, onde está o pai do seu filho? Por que ele não está com você?

Ante a pergunta de Arthur, Maria Flor pensa com calma, escolhendo bem as palavras para, em seguida dizer:

― O pai dele não dá a mínima, o abandonou. Sou mãe solteira, se é isso o que quer saber.

― E por que está no Rio?

― Meu pai me expulsou de casa, tão logo soube de minha gravidez, e, como tenho uma amiga morando aqui, ela se ofereceu para me ajudar.

― Seu pai é bem preconceituoso, não? Essa coisa de expulsar filhas por conta de gravidez me parece meio antiquada.

― Ele é um senhor de sessenta anos que vive em uma cidade do interior do Nordeste, o que você esperava.

― É, talvez tenha razão. Mas, quanto ao pai do seu filho, penso que ele agiu como um canalha. Eu jamais faria algo assim, abandonar um filho meu à própria sorte!

― É mesmo? - questiona Maria Flor.

Mas, antes que Maria Flor possa responder, o médico os chama, e, eles seguem para o consultório. Imediatamente, o médico toma o seu lugar na sala, e, aponta duas cadeiras para que Maria Flor e Arthur se sentem, o que eles fazem imediatamente.

― Pode me contar o que está acontecendo, mãezinha? – pede o médico.

― Sim. – Maria Flor responde prontamente – Desde ontem o Sadrak está com uma febre muita alta e vomitando. Ele não está aceitando papinhas, nem chazinhos, só o meu peito, e, mesmo assim, ele acaba vomitando depois de mamar.

― Deite o bebê na maca. – pede o médico – Vou examiná-lo agora.

Sem perder tempo, Maria Flor deita seu bebê, ainda adormecido, na maca e, o médico começa a examiná-lo, fazendo um exame físico detalhado, e, sem se preocupar com o tempo, o que surpreende Maria Flor, no sistema público de saúde, os médicos mal olham para a sua cara e, este pediatra está examinando seu bebezinho sem pressa, fazendo-lhe perguntas ocasionais, e, querendo saber todo o histórico dele, desde o seu nascimento. Ela nunca, em toda a sua vida, vira um médico como este. E, para ela, é simplesmente impressionante o que o dinheiro pode fazer. Como pessoas que tem condições podem ter um bom atendimento, enquanto pessoas pobres, como ela, são obrigadas a passar por situações horríveis nas filas dos hospitais públicos.

Deixando estes pensamentos de lado, ela simplesmente volta a sua atenção para o exame de seu filho. O pediatra, após tirar as roupinhas da criança para ausculta-la, volta a coloca-las e, gentilmente, pega o bebê no colo, para então entrega-lo a sua mãe, e, os dois voltam a se sentar.

― Ao que tudo indica. – o médico volta a falar – Seu filho está com uma infeção. Vou prescrever por agora, soro misturada a uma medicação, que ele deverá tomar aqui mesmo no hospital, e, prescreverei as medicações que deverá comprar para ele tomar em casa.

Após ouvir as palavras do pediatra, Maria Flor pega o seu afilho, ainda adormecido em seus braços e, junto com Arthur, segue para a sala de medicações, onde uma enfermeira começa a preparar a medicação da criança.

Arthur deixa Maria Flor e, volta até a recepção, a fim de acertar a conta do hospital, enquanto Maria começa a acalentar o filho nos braços, que começa a chorar no momento em que sente a picada da agulha do soro.

Mas, para sorte de Maria Flor, Heike Sadrak volta a dormir, e, a jovem o deita no berço, para que ele possa ficar melhor acomodado enquanto toma o soro com medicação. Não demora muito e, Arthur está de volta, e, antes que ele diga qualquer coisa, a moça leva o dedo indicador aos lábios, pedindo para que o homem faça silêncio ou fale baixo.

― Ele acabou de dormir. – sussurra Maria Flor.

Ante as palavras da jovem, Arthur simplesmente se aproxima do berço, a fim de olhar melhor aquela criança e, ao notas os cachos ruivos do menino, não consegue deixar de sorrir, pois, não há como não dizer que ele não é filho de Maia Flor.

― Ele é um estúpido. – comenta Arthur, de um nada.

― Perdão, como disse? – questiona Maria Flor, sem entender do que ou de quem ele está falando.

― Disse que ele é um estúpido!

― Ele quem?

― O pai desta criança! Só mesmo sendo um tanso para abandonar você e este menino!

― Acha mesmo isso? – a voz de Maria Flor é incrédula.

― Acho. Aliás, nenhum homem eu se prese abandona uma mulher grávida. Mas, só a nível de curiosidade, por que está me perguntando isso?

― Só achei estranho suas palavras, vindo de alguém que se aproveita da boa-fé de jovens do interior, só isso.

Ante as palavras de Maria Flor, Arthur se esforça para não rir.

― Olha, Maria Flor, você leva as coisas a sério demais. O que aconteceu lá atrás foi só uma brincadeira.

― Claro, você me fez de idiota na frente de pessoas com quem convivi a vida inteira. Me senti humilhada como nunca antes havia me sentido e foi uma brincadeira, certo. Isto ficou claro, não se preocupe.

― É impressão minha ou você está sendo irônica?

― Eu? Imagina. Já deixei o passado para trás e segui em frente. – assumindo uma postura mais séria, ela o encara – Agora, falando sinceramente, Arthur, agradeço imensamente o que fez por Sadrak, mas, eu sou a mãe dele, e, não posso deixar que um estranho pague por esta consulta. Não tenho condições de lhe pagar tudo de uma vez, mas, pode ter certeza de que todo mês lhe darei um pouco, até quitar toda a minha dívida.

Ao ouvir as palavras de Maria Flor, Arthur a encara irritado, para em seguida dizer:

― Deixa de ser boba, menina! Você não me deve nada! Acha mesmo que vou cobrar uma consulta para alguém que não tem nem onde cair morta? O que eu fiz foi uma obra caridade, e não costuma cobrar por este tipo de coisa! E, além do mais, este dinheiro não vai me fazer falta nenhuma!

Maria Flor não gosta nada do tom arrogante na voz de Arthur, e, principalmente, não gosta nem um pouco do fato de ele ter se dirigido a ela como uma “alguém que não tem onde cair morta”.

Esta não é a verdade. Ela tem um teto para morar e, mesmo que seja de aluguel, é atualmente o lugar que ela chama de lar. Tem o seu trabalho e o seu salário no final do mês. Pode não ser muito, mas, é com ele que ela consegue se sustentar e ao seu filhinho. E, pode não ter dinheiro para dar luxo a Sadrak, mas, não lhe falta amor e carinho, o que é mil vezes mais importante do que todo dinheiro do mundo.

Arthur nota a expressão carrancuda da moça, que, um minuto atrás, não estava no rosto dela.

― O que foi agora? – ele questiona, já impaciente.

― Você por acaso reparou no que fez?

― E o que foi que eu fiz?

― Me chamou de morta de fome!

― Ei, ei, ei! Não coloque palavras em minha boca! Eu disse que você provavelmente não tem onde cair morta.

― O que é praticamente o mesmo que me chamar de morta de fome! Vocês, ricos, se acham muito engraçados, e, só porque tem dinheiro se acham no direito de ofender os pobres como eu! Mas, quer saber? Isso não tem graça nenhuma!

― Olha, desculpa se minhas palavras a ofenderam. – Arthur se sente genuinamente desconcertado – Juro que não foi a minha intenção. É só que... saiu, eu realmente não imaginei que uma coisa tão boba pudesse ofendê-la. E, a despeito do que pensa de mim, não quero magoá-la, não depois de ver o quanto você se esforça por esta criança.

― Não é “esta criança”. – rebate Maria Flor – O nome dele é Heike Sadrak, você sabe disso! Ele é meu filho, sou capaz de dar a minha vida por ele.

― E olha, isso é realmente admirável. Não conheço muitas mulheres que digam isso, a não ser minha mãe. Mas vem cá, onde arranjou esse nome estrambólico, em? Lá na sua terra não tinha nenhum mais bonitinho não?

― Era o nome que meu pai me daria, se eu não fosse uma garota.

― Sorte a sua você ser mulher então. E, azar do seu filho que nasceu homem. Mas espera aí, seu pai lhe expulsou de casa e mesmo assim você dá a seu filho o nome que ele escolheu?

― Sim. Apesar de tudo, eu amo meu pai. E sei que ele me ama, mesmo tendo me expulsado de casa.

― Seu pai tem sorte em ter você como filha.

Após dizer estas palavras, Arthur se levanta e, caminha até o berço onde está o filho de Maria Flor. Por alguns minutos, olha para o bebê adormecido, e, em seguida, para a mãe dele.

A enfermeira chega e, retira a agulha com soro do menino, anunciando que ele já está liberado. Maria Flor se aproxima e pega o menino no colo. Sadrak começa a acordar e, Maria Flor coloca a mão na testa do menino, sorrindo aliviada por ele estar sem febre. Ajeita o menino em seu colo e, o bebê, já desperto, encara o estranho a sua frente, com olhinhos curiosos.

Arthur também encara a criança e, uma coisa chama a sua atenção. Os olhos dele. Olhos de um azul intenso, iguais aos...

― Escuta, Maria Flor, qual é mesmo a idade do seu filho. Não me lembro de você ter mencionado.

― Eu não disse. – responde Maria Flor, de forma distraída.

― E qual é a idade dele.

― Oito meses. – responde Maria Flor.

Ao ouvir a resposta da jovem, Arthur sente o seu rosto perder a cor. Maria Flor olha para o rosto dele, e, só então percebe a besteira que acaba de dizer. Arthur a encara completamente enfurecido, para então dizer:

― Por que não me disse que este menino é meu filho?!


Notas Finais


CONTINUA...

Boa semana a todos!


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