História Still the chance to love; Namjin - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), CL (Chaelin Lee)
Personagens Jin, Lee Chaelin "CL", Rap Monster, Suga
Tags Bangtan Boys, Jin, Namjin, Rap Monster, Romance
Exibições 16
Palavras 3.472
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá unicornios, estou aqui com a minha 2 fanfic, dessa vez do meu otp, NAMJIN IS LIFE, comecei a ler fanfics a pouco tempo, e nunca fui de escrever historia, então pfvr me dêem uma chance, vou tentar da o meu melhor nessa fanfic, se tiver alguma dica para da deixa ai nos comentários que todas serão bem-vindas, é isso espero que gostem,ME DESCULPEM SE TIVER ERROS

Capítulo 1 - First Day:contagem regressiva


Fanfic / Fanfiction Still the chance to love; Namjin - Capítulo 1 - First Day:contagem regressiva

Ah! *susto*

Acordei após ter um pesadelo, odeio quando sonho caindo de lugares altos,espera,oque é isso?, eu estava numa cama com aparelhos médicos ligados ao corpo,eu estava em um hospital,não me lembro bem oque aconteceu,porque será que estou aqui? Ouvi cochichos e me concentrei para saber oque falavam

-sinto muito senhora, se tivéssemos descoberto a doença antes poderíamos ter tratado e amenizado ela, porém a doença do seu filho esta no estágio final, e ele tem poucos dias de vida...


Fiquei paralisado, eles estavam falando de mim?eu vou morrer?minha vista foi ficando embaçada na chegada de uma lagrima,mal sair daquele maldito orfanato e vou morrer? Oh Deus! Oque eu fiz contra ti? Eu não mereço uma chance? Será que no final da minha jornada o senhor adicionou um final feliz?
Oque adianta agora, eu vou morrer...

-ma-mas doutor...Não tem como...?

-sinto muito, mas não podemos fazer nada

-ele vai morrer então, ele vai morrer a qualquer hora, talvez amanhã, ou daqui a dois dias- a omma estava chorando, eu conseguia senti seu sofrimento de longe e aquilo me deixou mal

- seu filho tem aproximadamente 22 dias de vida, mas isso e só um previsto, a morte dele pode ser antes ou até depois do prazo estipulado, sinto muito

-Não! Por favor, tem que haver algum tratamento

-Nem tratamento especialista iria adiantar,como eu disse, a doença do seu filho esta no ultimo estágio e já não podemos fazer mais nada senhora

-Não pelo amor de Deus- a omma alterou a voz de uma maneira desesperada

-a senhora tem que se acalmar, venha vamos tomar um copo de água

Pensando bem, eu nunca vi prazer na vida mesmo, a alguns meses atrás tudo que eu desejava era a morte e daqui a uns dias isso virá a acontecer, eu nunca tive razão para viver, talvez nesses últimos 9 meses meu coração tenha criado uma chance, talvez uma esperança que dessa vez eu fosse ser feliz, agradeço a tudo que a omma e o Appa fizeram por mim nesses últimos meses, mas essa é a  realidade, estou condenado, e irei para o inferno levando comigo um Grande fardo de tristeza e rancor, fechei os olhos e deixei algumas lágrimas caírem para aliviar oque  naquele momento eu estava sentindo, meu coração palpitava lentamente, respirei fundo e tentei ficar em constante silêncio, entrei em um traze foi como se tudo ao meu redor tivesse parado, a única coisa que eu escutava era a batida do meu coração, que eram lentas porém precisas, como se ele quisesse me falar algo, sai do transe quando ouvir o barulho da porta, abrir os olhos, a pessoa nem chegou a entrar apenas abriu a porta e a fechou imediatamente, soltei um suspiro  fechei os olhos e comecei a pensar, oque vou fazer nesses últimos dias que me resta? Colar na cama e esperar a morte?, talvez fazer loucuras, até que não seria má ideia ja que estou condenado, não! Isso não faz a minha cara, me suicidar para poupar tempo, 22 dias contando com hoje para o grande dia, por que não antecipar a festa.... Pensando bem isso deixaria a omma pior ainda, talvez escrever a minha história, falar coisas sobre mim, desabafar, coisa que nunca consegui ja que nunca achei uma pessoa para isso, um diário talvez, é, porque não?, é bom que eu tiro do fundo do baú o diário que a omma me deu a uns 4 meses atrás e que eu nem uso, novamente escuto o barulho da porta

-Jin?

- sim omma?

-como você esta se sentindo?

-bem

-Ah! Que ótimo

- já podemos ir?

-sim, eu vou chamar uma enfermeira- sua voz era forçada, um pouco falha, ela nem se quer fazia o esforço de disfarça a voz de choro

- já já eu volto tá

-tá

Não vejo a hora de sair daqui, sinto meu corpo fraco, e meu braço está doendo, sem falar nesses aparelhos que estão me incomodando, novamente a porta e aberta mas dessa vez quem entrou foi uma jovem baixa, cabelos castanhos longos, que sorria timidamente para mim

-Boa noite- falou ela sem olhar nos meu olhos

-boa noite

As poucos ela foi tirando os aparelhos, e em alguns instantes eu me vi livre deles

-prontinho

-ah!- soltei um suspiro longo de alívio - já não aguentava mais esses aparelhos

-*risada*

A omma retornou ao quarto, ela me parecia tensa

-vamos?

-vamos- falei colocando os pés no chão

Me levantei e senti de imediato minha pernas ficarem bambas, tudo ao meu redor começou a girar e eu cambaleei para trás

-filho!- a omma me segurou e me sentou novamente na cama- oque você esta sentindo? Vamos ficar mais um pouco depois nos vamos embora

-Não!não, eu estou bem, foi apenas uma tontura nada mas, além disso eu estou com fome, deve ser apenas fraqueza

- tá bom então, no primeiro andar tem uma praça de alimentação, vamos até lá, ai compramos algo para você comer

-tá, vamos

Tornei a me levantar, dessa vez senti meu corpo mole e um mal estar enorme, mesmo assim me esforcei para ficar firme, respirei fundo e caminhei até a porta

-até mais- falou a enfermeira acenando para mim

- até

Depois de me despedir dela, saímos e fomos caminhando pelo corredor em direção ao elevador, meu corpo estava fraco, eu arrastava o pé no chão, eu estava a ponto de desabar mal conseguia sustentar meu corpo em pé, o elevador parecia estar a 1 milha de distância, a omma olho para mim e eu tentei agir o mais natural possível, sem querer transparecer que eu estava passando mal, sorri forçado

-você esta se sentindo bem?

-estou

-tem certeza?-falou ela aproximando o seu corpo do meu me dando apoio, consegui andar um pouco mais rápido graças a ajuda da omma, chegamos no elevador e entramos, eu me escorrei na parede do elevador e fechei os olhos enquanto esperava chegar no 1 andar, comecei a respirar fundo, estava sentindo calor, quando menos esperei chegamos no 1 andar a omma se escoroou em mim novamente, e fomos a passos curtos até a praça de alimentação, chegando perto de lá, eu comecei a procurar por uma mesa vazia, e sentei na primeira que eu encontrei, foi um alívio enorme para mim, já não aguentava mas andar.

-oque vai querer comer filho?

-Hum...Não sei, pede qualquer coisa

-to pensando em comprar uma pizza 4 queijos, oque você acha?

-por mim tudo bem

-alguma preferência de bebida?

-pede uma fanta laranja

-tá bom então, eu vou lá pedi, já já eu volto

-tá

A omma foi até o balcão fazer o pedido, e eu abaixei a cabeça para pensar, agora que eu me lembrei nos vamos se mudar amanhã, já que o Appa recebeu uma proposta boa de emprego em Busan e a omma já me matriculou em uma escola por lá, não vejo mas o porque ir a escola já que vou morrer, também acho que a omma nem pretende me contar que eu tenho poucos dias de vida, talvez ela não queira me apavorar ou me deixar triste, mas mal sabe ela que eu já sei de tudo

-voltei

-Ah! Oi omma

-daqui a pouco a pizza chega

-ok

-esta se sentindo melhor?

-um pouco

-shiii, eu já passei mal uma vez no Banco porque tinha saído de casa sem comer nada

2 homens se aproximaram da nossa mesa

-com licença, aqui está -falou um deles colocando a pizza encima da mesa, enquanto o outro colocava os pratos e talheres- já já voltamos com as bebida e os copos

-ok -respondeu a omma

-o cheiro da pizza esta esplêndido, ta dando até fome
(...)

- cadê aqueles caras em?

-já já eles voltam- foi a omma terminar de falar e lá estava os dois vindo em nossa direção, um deles colocou os copo e a fanta na mesa enquanto o outro estava cortando a pizza

-pronto, bom apetite

-obrigado- respondi acenando com a cabeça

Peguei um pedaço de pizza e a omma abriu a fanta, me serviu e juntos nos começamos a comer, eu estava com fome,mas sem vontade nenhuma de comer, a pizza quase não tinha sabor na minha boca, mas continuei comendo

-omma

-sim?

- aonde eu estava quando passei mal?não me lembro de nada

- eu e você tínhamos saído para comprar o seu fardamento da escola, juntos com outros utensílios escolares, dai caminho de volta você sentiu um tontura e desmaiou

-ah sim, e então qual foi o resultado do meu exame?

Ela engoliu em seco e fingiu que não tinha escutado

-em?

- que foi?

-qual foi o resultado do meu exame?

-a-ah o exame, e-e, foi apenas um mal estar, nada grave

Como eu imaginei ela não pretendia me contar, agora o jeito e fingir que eu não sei se nada, se bem que se eu for pensar direitinho é melhor assim

-hum,que bom

- mas mudando de assunto, você ta ansioso para ir a escola?

- não

- porque não?

-slá, sempre achei a escola uma coisa entediante

-mas acho que você vai gostar dessa, ela e a melhor escola de Busan, você fará amigos rapidinho

-amigos...*sussurrei*

-o que foi que você disse?

- nada, vamos terminar logo de comer, quero ir pra casa

-tudo bem, vamos

Retornei a comer, mas agora pensando no Appa, já imagino como irá ser a reação dele quando souber que eu estou com meu dias contados, "hum, é uma pena", "a hora dele chegou,não podemos fazer nada", da maneira mais fria possível, mas não posso esperar muito de uma pessoa que não gosta de mim, ele me odeia porque acha que eu roubei a omma dele, ele não queria me adotar, mas só aceitou porque a omma insistiu,  agora tenho que aturar os olhares dele ameaçadores todo o dia, sem falar como ele me trata com frieza e desprezo quando a omma não esta por perto, mas isso logo logo vai acabar, não terei mas que enfrentar isso, já basta tudo que eu passei, só fico mesmo é preocupado com a omma, mesmo nos não tendo muito tempo junto, ela já me trata como um filho, faz de tudo para se aproximar de mim, mas não estou preparado para abrir meu coração para ninguém, espero que após a minha morte ela fique bem, ergui a cabeça e comecei observa a omma, ela parecia perdida em seus próprios pensamentos, ela nem se quer piscava, seu semblante era de pura preocupação, oque será que ela esta pensando agora?, terminei o segundo pedaço de pizza, já estava me sentindo bem melhor, quem diria que no fundo era mesmo fome, pensei que fosse algum sintoma da doença, bebi o resto do refrigerante no copo e o bati forte na mesa na tentativa de chamar a atenção da omma, e funcionou

-omma?

-Ah! Oi, filho

-a senhora ainda vai comer?

-na-não

-então,vamos?

-vamos

- aonde colocamos os partos e o resto que sobrou?

-deixa ai mesmo que depois eles recolhem

-Melhor ainda-falei afasta a minha cadeira da mesa

Me levantei revigorado, aquela moleza de antes tinha passado, abandonamos o resto de comida encima da mesa e saímos
( ... )

Entrei no carro e fechei a porta, a omma me olhou pelo retrovisor

-coloca o sinto mocinho


Não falei nada,só fiz oque ela mandou, escorrei a cabeça na cadeira do carro e meus pensamentos se voltaram a escola que daqui a dois dias terei que ir, em toda a minha vida estudei na escola do orfanato, com pessoas que eu "conhecia", pessoas que já era acostumado a ver, mas como será uma escola desconhecida, com pessoas que você nunca vi , deve ser uma daquelas escolas clichês, típicas de filme estrangeiro, quem sempre tem, filhinho de papai, Cdf, garotos populares, patricinhas, valentões,emo... Com certeza eu serei um Cdf ou o "esquisitão",sem falar que vou ter que fazer educação física, logo eu que sou um desastre, não consigo nem andar em solo plano, normalmente dou 20 passos e tropeço, estou realmente "entusiasmado" com a escola, mas não vai ser tão difícil assim e só usar a velha arte do "ouvido de mercador" ignorar, apenas fica na minha como eu sempre fiz, so vai durar 22 dias eu posso aguentar,olhei para o lado e  avistei "o louco das placas", foi como o apelidei, no mesmo lugar de sempre, do lado de uma confeitaria sentado no chão, com roupas rasgadas e uma aparência sofrida,mas cada uma de suas placas falava muito mais que palavras, olhei para a placa que dessa vez tinha escrita:" A cidade onde apenas eu não existo", nunca uma frase me definiu tanto, me perdi novamente em meus pensamentos, tudo passava rápido, escola, 22 dias, diário, lembranças do passado, arrependimentos,The end
(...)

-chegamos

Abandonei meus pensamentos, e olhei novamente para o lado mas dessa vez avistando minha casa, cheguei, lar doce lar,abri a porta e sair do carro respirando fundo, caminhei em passos largos, nem sequer esperei a omma, a essa hora da noite o Appa já estava em casa, abrir a porta e do de cara com o Appa com seu olhar fixado em mim,desviei o olhar e fui em direção  ao meu quarto a passos largos, abri a porta do meu quarto entrei e tranquei em seguida, olhei no calendário e hoje era dia 5 de fevereiro, contando com hoje eu só tinha 22 dias, provavelmente eu iria morrer no dia 26 desse mês, peguei um marcado vermelho e marquei um "x" encima do dia 26, pronto, agora só falta o diário, aonde foi que eu botei mesmo, fui até a minha escrivaninha e procurei por debaixo dos livros e não estava lá, procurei nas gavetas da minha cômoda que foi onde eu o achei, estava dentro de uma caixa que já estava ficando mofada, peguei o diário, eu tinha até me esquecido como ele era, a capa era de couro marrom, com o nome "diary" de branco no centro, porém esse não tinha cadeado, passei a mão por ele retirando a poeira ali presente, fui até a minha escrivaninha e sentei, coloquei o diário aberto na primeira página encima da mesa e peguei uma caneta, me concentrei nas folhas na folha em branco do diário pensando em oque escrever, olhei por uns 10 minutos até começar a escrever algo


 Querido diário, a momentos atrás descobrir que estou prestes a morrer,e estava pensando em oque iria fazer nesses últimos dias, a melhor alternativa foi escrever minha historia, e aqui estou eu, então... Me chamo Kim Seokjin, mas prefiro ser chamado de Jin, acabei de completar 18 anos e a 9 meses atrás fui adotado pelo Sr e Sra Airaha, sim, há 9 meses atrás eu morava em um orfanato, meu país biológicos eu não conheço, a única coisa que eu sei e que fui deixado no orfanato quando tinha 3 anos, mesmo tendo uma idade avançada eu não me lembro deles, mesmo assim ainda me pergunto que circunstâncias eles a fazer isso, será que foi por faltas de condições financeiras, Talvez eu tenha feito algo que os aborreceu muito, ou será que eu era uma criança rebelde e impossível e eles resolveram me abandonar, seja qual for os motivos eu vim parar no orfanato pelo qual não tive uma experiência boa já que o diretor de lá não gostava de mim, além de me humilhar, com o estresse do dia a dia eu acabava virando seu saco de pancadas, e ele descontava a raiva toda encima de mim, e você pensa que só foram murros e chutes? Não! Como se não bastasse ele me abusava  sexualmente, os abusos começaram quando eu tinha apenas 6 anos, ainda me lembro como foi, eu tinha acabado de brigar com um garoto do orfanato, e ele mandou eu ir na sala dele porque queria falar comigo, eu pensei que ele ia me bater como sempre fez,mas não, assim que eu entrei na sala dele, ele trancou a porta, eu estranhei por um momento mas deixei para lá, ele tirou a gravata rindo de um jeito esquisito, eu já estava pressentindo algo ruim, ele começou com uns papos estranhos: " eu não aguento mais sábia?"," relaxa você vai gostar","vai doer um pouco, mais com um tempo você se acostuma", ele acariciava seu membro enquanto falava isso, minha mente estava confusa, mas meu coração queria me avisar algo, suei frio, ele veio em minha direção e me beijou a força, eu não tive nenhuma reação, ele passou a mão no meu rosto e desceu até a minha intimidade, eu tentei o impedir mas ele me olhou com um olhar ameaçador, então ele abaixou a calça e... Os abusos sexuais se tornaram rotina e com tempo até meus professores me abusavam, me tornei um brinquedo sexual, com esses acontecimentos eu me isolei, estava com tanta vergonha de mim mesmo, isso não teria acontecido se eu não fosse um amigo um garoto bobo que confiasse em todo mundo, mas aquele garoto bobo se foi e levou com ele a minha ingenuidade, oque sobrou foi apenas uma mente destruída e um coração cheio de ódio, os abusos aumentaram e como consequência eu me tornei um garoto agressivo, e aos poucos as crianças que mal falavam comigo se afastaram de vez, fiquei sozinho, sem amigos, todos me olhavam com medo, me tratavam como monstro, quando eu sentava do lado de alguém, no mesmo instante essa pessoa se retirava, aquilo doía, doía muito, eu só queria ser compreendido, me dessem apoio ou um simples ombro amigo, mas nem chance para falar oque eu estava passando eles me davam, passava boa parte do meu tempo chorando, ficava ainda mais triste quando eu via as outras crianças brincando juntas,e eu ali sentado sozinho naquela sala fria e vazia so observando pela janela tudo oque estava acontecendo, com um tempo o diretor e os professores começaram a me usar como exemplo "isso e o resultado de quem desobedece" a mesma frase ridícula de sempre para justificar os maltratos que eu sofria, aquilo não tinha como ficar pior, era assim que eu pensava até percebe que de pouco em pouco as crianças do orfanato foram sendo adotadas e eu era o único que ficava, quando alguma família se interessava por mim logo era avisados da minha "extrema violência" e eles desistiam, passei a ter atitudes Infantis para chamar a atenção, tentei botar fogo no orfanato, liguei para a polícia fazendo denúncias falsas, tentei fugir do orfanato... Muitos dos meus atos passaram na televisão e como o orfanato e muito famoso eles se preocuparam muito com a imagem do orfanato que estava sendo manchada por minha causa, e decidiram tomar medidas drásticas, tentaram me transferir para outro orfanato, mas nenhum deles me aceitaram, e eles foram obrigados a ficar comigo, mais dai por diante minha vida ficou pior, eu comecei a dormi em um quarto sozinho no porão do orfanato, a poeta era trancada e era vigiada por um segurança, só era aberta para eu ir no banheiro pelo qual eu ia acompanhado, eu não tinha aula normal mais como as outras crianças, eu tinha aulas em outra sala, apenas eu e um professor, sem falar que eu fui obrigado a trabalhar dentro do orfanato lavando prato na cozinha, eles acorrentava-me para eu não fugir, e foi feita uma nova regra, quem falasse comigo ou me desse atenção seria punido, virei um fantasma,as crianças ao menos me olhavam, passavam por mim como eu fosse invisível,cheguei na adolescência sem ser adotado e comecei a ter certeza que nunca sairia dali,mas quando eu já tinha desistido de viver, quando ja não via mais esperanças para mim, o Appa e omma me adotaram mesmo sabendo dos meus defeitos, naquele momento eu fiquei feliz porque sairia daquele maldito orfanato e conheceria o mundo la fora, finalmente eu me livraria dos maltratos que aturei a vida inteira, finalmente eu teria... Uma família.

Soltei a caneta, não consegui conter as lagrimas que agora desciam pelo meu rosto e pingavam na folha do diário, fechei o diário e o abracei forte na intenção de me consolar, abaixei a cabeça e deixei as lagrimas escorrerem pelo meu rosto, chorei alto soluçando, na Botando parte daquela dor para fora, talvez eu estivesse chorando de tristeza por te me lembrado de tudo que passei no orfanato, mas boa parte daquelas lagrimas eram de alivio, por te me livrado de tudo aquilo, aos poucos eu fui me acalmando, enxuguei as ultimas lagrimas que insistiram em cair até consegui parar de vez, coloquei o diário debaixo de três livros, e coloquei de volta a minha caneta no meu porta-lápis, chega por hoje, levantei da cadeira e peguei minha toalha, fui até o banheiro
(...)

Depois de ter tomado banho e me ajeitado, me joguei na cama, estava muito cansado, aos poucos o sono foi chegando


Notas Finais


Eai gostaram?, obrigada por ler!!, e mais uma vez ME DESCULPEM SE TIVER ERROS


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...