História Sting - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Possessão, Possessivo
Exibições 121
Palavras 1.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, sejam-vindos! ♡

✧ História ficcional, inteiramente de minha autoria, sem compromisso com a realidade, qualquer semelhança, é mera coincidência.
✧ Plágio além de feio, também é crime.
✧ Não faço apologia à nada ilícitio que integrará a fic.
✧ É muito importante ter a opinião dos leitores.
✧ É claro que terão erros, mas me esforçarei para tentar evitá-los.

B O A L E I T U R A. ♡

Capítulo 1 - I. Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Sting - Capítulo 1 - I. Prólogo.

Cassie's Point of View
Atlanta — 11:28 AM

Apenas mais um dia comum nessa droga de colégio. Eu estava tão ansiosa para o fim de semana, mal podia esperar para ter algum tempo de descanso, por mais curto que seja.

Meus pais não moram em Atlanta. Enquanto minha mãe se dedica à carreira artística, meu pai treina atletas de futebol americano, pelo fato de no passado, ter sido um grande jogador. Eles nunca se casaram, portanto, hoje fico sob os cuidados de minha avó e minha tia.

Minha avó é extremamente rigorosa em determinadas situações, por esta razão não tenho tanta liberdade para fazer as coisas que eu realmente gostaria de fazer. Se não fosse por minha tia me encorajando e me acobertando, passaria minha vida inteira trancada em casa, ora na igreja, por minha avó ser um tanto religiosa.

Estou cursando o último ano do colegial, agradeço aos céus por isso estar terminando, pois já não estou aguentando mais essa rotina. Pretendo ingressar na faculdade de medicina, me mudar para Manhattan e construir uma nova vida lá. Já tenho um futuro planejado, ainda que eu seja muito jovem, tendo apenas dezessete anos nas costas.

O sinal soa e concluo que já são dez e meia da manhã. Solto um longo suspiro, folheando meu caderno, preparando meu psicológico para a aula de matemática que viria agora.

Pairo meus olhos em Cameron, meu melhor amigo, arrumando seu cabelo, com sua típica feição angelical e linda. Por que ele tinha de me ver apenas como uma "amiga"? Abaixo a cabeça, soltando um breve suspiro.

Por que não diz logo ao Cameron que já faz quatro anos que é apaixonada por ele? É tão simples. Minha consciência ralhava, mas não, não era nada simples. Cam era o tipo popular, bonitão, pegador, boa-pinta e bem quisto por todos à sua volta. Ele era especial, mas eu não era a única a notar isso nele, aparentemente, todas as outras garotas também.

Em geral, eu tinha muitas colegas, mas não amigas. Não confiava em ninguém, apenas conversava, ria, saia e tudo mais, nada grandioso. Desde que Kristy Jones se afastou bruscamente de mim, sinto falta de ter uma melhor amiga, pois, por vezes, me sinto desamparada. Se não fosse por Cameron, eu nem sei o que seria de mim.

Afasto esses pensamentos, balançando minha cabeça.

— Ei, Cassie. – Cameron chama minha atenção.

— Oi, Cam. – Sorrio fraco.

— Festa na casa da Kristy hoje, vai aparecer, não é? – Pergunta, e eu nego com a cabeça.

Apesar de falar comigo, em algumas poucas vezes, Kristy não se deu ao trabalho de me chamar, então eu não iria aparecer por lá, aposto que ela nem faz questão da minha presença, talvez nem me queira lá.

— Minha avó e minha tia viajam hoje à noite com a igreja, quero me despedir delas. – Dou uma desculpa qualquer, que parece funcionar.

Eu não poderia dizer "Kristy não me chamou", pois isso resultaria em uma pequena discussão entre Cameron e eu. Nós três éramos melhores amigos a uns dois anos atrás, mas as coisas mudaram... E para pior.

— Cassie. – Amy, uma das garotas que eu costumo conversar, me chama. – Quer ir hoje à tarde fazer compras comigo? – Sugere, e eu assinto positivamente, vendo-a sorrir largo.

⊱✿⊰

Amy era uma companhia agradável, com toda certeza, uma das garotas mais simpáticas e gentis da sala.

— Mas então, você trocou mesmo fotos impróprias com ele? – Indago, contendo uma gargalhada, sentindo minhas bochechas esquentarem. Ela concorda com a cabeça. – Minha nossa! – Exclamo, e Amy solta uma risada alta, fazendo-me acompanhá-la.

— Ele é muito legal, muito bonito e muito fofo. Muito tudo! – Seus olhos brilham, e eu assinto, encantada.

Amy estava apaixonada por um dos garotos do time, Nolan. Eu também estava, pelo capitão deles, mas isso era definitivamente um segredo daqueles bem sigilosos. Ninguém nunca poderia descobrir sobre meu amor platônico por Cameron.

— Ei, aquele não é o Christian Beadles? – Amy pergunta, quando estamos prestes a atravessar a rua.

Chris era amigo de Cameron. O mesmo estava encostado em um muro, junto com seus amigos e algumas garotas. Um deles era extremamente conhecido na cidade, digo isso pelo mesmo não ter uma fama nada boa.

— Sim, e ele está com aquele cara, o tal... – Seu nome foge da minha memória, enquanto eu estalo os dedos, tentando me lembrar.

— Justin Bieber? – Amy questiona, e eu assinto, me recordando. – Ele é tão gostoso. – Ela se abana, e eu apenas solto uma risadinha fraca.

— Não vejo nada demais nele. – Confesso, recebendo um olhar indignado dela. – Certo, ele é bem bonito, tem um porte físico invejável, mas não entendo o porquê de tanta bajulação com esse garoto. As garotas só faltam deitar no chão, para que ele passe por cima. – Comento, negando com a cabeça.

— Ele é o Justin Bieber, ele é incrível, ele merece um prêmio só por ser ele, o que é difícil de entender? – Seu tom se mantém incrédulo. Apenas solto mais uma risadinha, antes de entrarmos em mais uma loja.  

Após mais algumas compras, estou pronta para sair dali com Amy, quando surpreendentemente meu celular vibra, indicando uma mensagem de Cameron. Meu coração dá saltos de alegria, porém tento disfarçar o máximo possível.

"Vamos assistir um filme em casa amanhã?" – Cameron Pines.

"Claro! Que horas?" – Cassie W.

"Quatro da tarde está bom para você?" – Cameron Pines.

"Está ótimo, te vejo lá." – Cassie W.

"Até lá. ;)" – Cameron Pines.

— Acho que já compramos tudo, vamos? – Amy ri, e eu concordo com a cabeça.

Assim que nos despedimos, Amy pega um ônibus, enquanto eu espero por um táxi.

Olho no visor do celular, que indica ser seis e meia da tarde. O céu estava nublado, algumas gotas de chuva começavam a cair e isso me deixa um tanto frustrada. Voltaria para casa encharcada, caso o táxi não chegasse depressa.

Ouço uma freada brusca, em sequência sinto meu corpo ser arremessado contra o asfalto. Tudo acontece muito rápido, de forma inesperada.

— Você está bem? – Uma voz rouca se aproxima de mim, me ajudando a levantar.

Minha respiração está ofegante, e eu estou um tanto assustada, mas sem ferimentos graves, aparentemente. Apenas minhas mãos, cotovelos e joelhos saíram arranhados, devido ao impacto com o chão.

— E-Estou. – Gaguejo, ainda desorientada por conta do grande susto.

Minhas sacolas estão espalhadas pelo chão, entretanto o homem recolhe as mesmas.

Olhei para o rapaz à minha frente, levando mais um susto. Estava frente à frente com o tal Justin Bieber. Seus olhos caramelados eram hipnotizantes de tão lindos, assim como o próprio, que era dono de uma beleza invejável.

A rua estava quase vazia, só tínhamos nós dois naquela calçada e, de certa forma, isso me assustava. Ele tinha uma péssima reputação, era um mal sujeito e era considerado um cafajeste.

— Quer que eu te leve para casa? – Um sorrisinho surge em seus lábios, e eu engulo a seco.

— Não acho que seja necessário, obrigada. – Respondo, gentilmente.

— Tem certeza? – Indaga, umedecendo os lábios. Eu não gosto de seu olhar, então recuo um passo para o lado, me afastando dele.

— S-Sim, eu tenho. – Estou um tanto receosa em sua frente. Sua postura é intimidadora, nunca o tinha visto de tão perto, mas o mesmo era inegavelmente bonito.

— Pode me dizer o seu nome? – Questiona, tentando transparecer uma imagem gentil e educada, mas não estava dando muito certo, pois, eu me encontrava extremamente nervosa.

— Não. – Disparo, vendo-o ficar surpreso. Eu não queria parecer grossa, mas eu não podia sair dizendo meu nome a um estranho, principalmente quando esse cara é o estranho. – Não nos conhecemos, eu preciso ir, me desculpe. – Arrumo uma mecha de cabelo, pegando minhas sacolas delicadamente de suas mãos.

Estou atordoada, implorando para que um táxi chegue logo, senão terei que tomá-lo em outro quarteirão, mas certamente não conseguirei ficar perto desse garoto, ele me intimida. E confesso que não consigo ficar tão próxima de caras bonitos sem me embolar toda.

— Por favor, me diga só o seu nome. – Pede, e eu já posso sentir minhas mãos tremerem em torno das alças das sacolas.

— M-Meu nome é Cassie. – Gaguejo, mais uma vez, não escondendo minha tensão.

Ele ri, levantando uma das sobrancelhas.

— Belo nome, Cassie. – Elogia, frisando meu nome.

Me embaraço um pouco para responder, mas ainda assim sou capaz de formular algo.

— Obrigada. – Agradeço, me esforçando para dar um pequeno sorriso.

— Tudo bem, Cassie. – Ele destaca, um tanto desafiador, com um sorriso malicioso nos lábios.

Agradeço aos céus quando vejo o táxi se aproximar de nós, soltando um discreto suspiro aliviado.

— Meu táxi chegou. – Anuncio, apontando para o veículo amarelo.

Ele me ajuda a entrar no carro, carregando algumas de minhas sacolas, aparentando ser alguém cavalheiro. Mas eu sabia quem ele realmente era. Todos sabiam.

— Nos vemos por aí. – O loiro pisca, saindo e me deixando desnorteada.

Mal sabia eu que depois desse dia, minha vida viraria de cabeça para baixo. Eu não fazia ideia de que um maluco começaria a me perseguir, de que eu me tornaria a presa de alguém. Nem sequer passou pela minha cabeça que logo ele estaria tão próximo de mim, a ponto de estar em quase todos os lugares que eu estou. Mas uma coisa era certa... Não importa quantas vezes eu tente fugir, mas ele virá atrás de mim.


Notas Finais


Este foi apenas o prólogo, obrigada para quem leu até aqui, por favor, digam o que acharam, me façam feliz, haha. ♡


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