História Stitches - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hailee Steinfeld, Shawn Mendes
Personagens Hailee Steinfeld, Shawn Mendes
Tags Charlieputh(harry), Hailees(marie), Shawnmendes(john)
Exibições 19
Palavras 1.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Enjoy!

Capítulo 7 - Rain?!


Abri meus olhos lentamente por conta da luz, reparo que estou em um quarto comum onde havia um armário, uma mesinha com abajur em cima ao lado da cama a parede rustica num tom azul claro indo para o escuro. Meu coração começou a acelerar, aquilo podia ser um sequestro não e eu já estava a tremer ao ouvir o rangido da porta se abrir e por ela adentrar o professor de literatura? O mesmo me encarou com um olhar aliviado e sorriso entre os lábios.

- Que bom que acordou –ele trazia consigo uma caixa de primeiros socorros e se sentou a beira da cama pegando o meu braço com cuidado e colocando curativo.

- Professor? Mas o que? –Não consegui raciocinar nada pois minha cabeça latejava. Ele apenas me encarou rápido dando uma risada nasal.

- Calma, isso não é um sequestro ou rapto e sim apenas um atendimento particular já que o plano de saúde hoje em dia não é aquelas coisas. –Ele fez uma careta engraçada e tive que rir daquilo. – Lembra como foi? –Ele se referiu ao meu tombo.

- Não eu só –mordi o canto do lábio. – Andei e acabei tropeçando. –Nem eu mesma acreditei no que tinha dito, ele me encarou franzindo o cenho.

- Acabou caindo no meio da rua, quase que te atropelei, teve sorte que fui eu que estava lá para te socorrer –acrescentou colocando aquele liquido gelado e que arde na alma em meu braço. Gemi de dor e vi que ele havia acabado de enfaixar meu braço e levantou um pouco a minha blusa, me assustei na hora, mas ele apontou para o roxo enorme que ficou no meu quadril.

- A quanto tempo estou aqui? –Perguntei para quebrar o silencio e tentar esquecer a dor.

- Uma hora e meia apenas, fique tranquila que já avisei sua mãe –fiz uma careta ao ele dizer que avisou minha mãe e cruzei os braços pois não era para ele ter falado para ela. – O que foi?

- Não era para ter falado com ela, acho que já vou indo –me levantei rápido que senti uma dor forte que me fez tombar, acabei derrubando um porta-retratos dele. Sinto ele me segurar rapidamente para mim não cair no chão.

- Não podia se levantar desse jeito –me repreendeu com o olhar e me fez sentar novamente com cuidado. Olho para baixou e vejo uma foto de um bebê no colo de um rapaz jovem, estranhei, pois, o rapaz era igual ao professor só que mais jovem.

- Mas o que é –ele pegou a fotografia da minha mão e colocou de volta no lugar dando um suspiro.

- É meu pai e eu –deu ombros passando a língua entre os lábios. Franzi o cenho desejando ter um poder de ler pensamentos, mas não tenho então dei ombros. Meu celular novamente tocou e fiquei com receio de atender pois da última vez não foi nada bem. – Não vai atender?

- Não, deve ser cobrança –forcei um sorriso convincente e encarei meu celular com a tela toda trincada e vibrando, tocando a música ‘’miss movin’ on’’ que significa muito para mim mesmo que seja velha. Esperei até dar na caixa postal.

‘’ Alô, Marie? Sou eu John, eu estou muito preocupado com o seu sumiço e com você, soube que quase foi atropelada então me liga assim que ouvir essa mensagem’’ – suspirei sem nem perceber por ouvir sua voz novamente. Mas arqueei a sobrancelha para o professor por contar sobre o que aconteceu.

- Não foi só eu que viu você lá, mais alunos viram –ele ergueu as mãos em sinal de rendição. – Parece que gosta desse rapaz, não é? –Ele pareceu querer travar o maxilar e ter ciúmes de mim o que era estranho ele é, meu professor.

- O que? Não, só amizade mesmo –falei logo em disparada para ele não vir com mais perguntas. Ele apenas me olhou e murmurou um ‘’uhum’’, não liguei e me levantei com um pouco de dificuldade e fui em direção a saída.

- Aonde vai? –Ele me parou ao segurar meu pulso. Okay, esse professor está começando a me assustar.

 - Para casa, onde mais eu iria? –Franzi o cenho o encarando de cima a baixo. Ele soltou meu pulso e me deixou livre para sair.

- Só tome cuidado –ele disse antes de fechar a porta. Me virei já na calçada da casa dele e fui mancando até a minha, mas um carro começou a me seguir e me fez entrar em desespero. Eu acelerei o passo e minha perna implorava para mim parar, acabo tropeçando e caindo no colo de alguém?

Olho para cima e era John, ele tinha um olhar preocupado e até um sorriso aliviado por me ver. Acabei sorrindo por ele estar ali já que o carro foi embora e me deixou livre.

- Nunca pensei em dizer isso mais que bom que você está aqui –eu praticamente pulei em seu pescoço o abraçando assim que ele me levantou. Ele se aconchegou em meu ombro e me trouxe para mais perto dele.

- Que bom que servi para alguma coisa –brincou me fazendo rir e sentir dor por forçar.

- Para de ser bobo garoto –dei um tapa em seu braço e ele até corou colocando a mão onde eu bati. Olhei ao redor para me certificar que não havia mais aquele carro.

- Só tem a gente aqui –afirmou segurando meu rosto. Até me fez sentir calma.

- Eu espero –sussurrei mais para mim do que para ele, ele apenas franziu o cenho. Sinto meu celular vibrar e pego o mesmo vendo a mensagem.

‘’. Se safou dessa, mas a próxima me aguarde. Vai sofrer às custas da sua mãe por mexer com um homem casado, vulgo meu pai’’ – era uma mensagem restrita que me causou mais medo. John percebeu e tomou o celular de minha mão e leu a mensagem.

- Então é isso que te causa tanto medo? –Eu apenas assenti tentando pegar meu celular. – Temos que avisar a polícia.

- Não, por favor você não entende minha vida e da minha mãe está em risco. –Pedi segurando sua mão e ele me olhou com pena, mas não iria tirar tão fácil a ideia dele, ele é teimoso. Senti pingos de chuva cair sobre nós.

- Mas não há ninguém melhor do que a polícia nisso –ele estava sério demais para mim conseguir que ele desista. A chuva começou a ficar mais forte, eu não tive outra ideia a não ser segurar em seu rosto e juntar nossos lábios. Ele demorou a corresponder mais logo senti suas mãos em minha cintura me puxando mais perto e minhas mãos foram para sua nuca arranhando e puxando seus fios de cabelo.  


Notas Finais


Que ceninha clichê haha
=D Comente!


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