História Stitches - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Exibições 6
Palavras 494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiiii unicórnios lindos
Depois de um tempo, voltei, mas não por muito tempo, não sei quantos capítulos dará para postar esses dias, semana que vem terá as minhas últimas provas e logo depois recuperação (porque Química não é para qualquer um)
Espero que gostem do capítulo 💛

Capítulo 12 - 12


Fanfic / Fanfiction Stitches - Capítulo 12 - 12

Se passou mais um mês e acabo de descobrir que terceiro ano não é para qualquer um, muito complicado, mas tinha os lindos que tornavam as coisas bem melhores. Eu e o Vítor estávamos ainda mais próximos, e a minha mãe me fez admitir que: 

- Admite logo, Eva.- falou a minha me no meio do filme (Diário de uma paixão, porque é lindo e eu não canso dele)

- O que, mãe?

- Que você gosta do Vítor! 

- Por que?

- Tá escrito na sua testa que está apaixonada e na dele também. Filha, sei que seu primeiro relacionamento não foi dos melhores, mas se permite viver isso, vocês se gostam. 

- Mãe, deixa o filme acabar, por favor.

- Quando acontecer, vou olhar no seu lindo rostinho e dizer "te avisei".

Apenas ignorei, eu gostava do Vítor sim, já admitido para mim há um tempo, mas foi justamente pelo Afonso que eu não estou me permitindo viver tudo isso, mas eu tinha que dá um jeito, precisava. Quando o filme acabou, fui dormi, acordei com o barulho da chuva batendo na janela do meu quarto (amo esse clima), desci e vi um bilhetinho da minha mãe dizendo que ela tinha ido visitar uma amiga, fiz panquecas, daí ouvi alguém batendo na porta: 

- Oi 

- Oi, eu posso entrar? Tá meio molhado aqui fora.- o Vítor falou, foi quando me dei conta de que o mundo estava desabando do lado de fora, dei espaço e ele entrou. - Tá fazendo o quê?

- Ia tomar café agora, quer panqueca? 

- Pode ser. - A gente comeu e eu quase morri engasgado por causa da nossa sessão de piadas ruins. - O que a gente faz agora, quero ficar com você? 

- Sei lá, a gente pode tomar banho de chuva no seu jardim

- Vamos

Apostamos uma corrida até lá e eu ganhei por incrível que pareça, ficamos pulando que nem dois retardados na chuva, estavam os mais felizes que pinto no lixo, até que demos as mãos e começamos a rodar, e para mim não cair, ele me abraçou, e continuávamos rindo muito, minha barriga estava doendo. Até que, ainda rindo, olhei para ele e lembrei do que a minha mãe havia falado, eu estava gastando dele de verdade, com o Afonso foi tudo muito rápido, mas com ele não foi assim, foi tudo no seu tempo e foi lindo. Ele olhou para mim, também rindo e assim se seguiu nosso primeiro beijo, foi bom, paramos e continuamos pulando até que a chuva amenizou um pouco e a gente entrou: 

- Vou entrar e pegar uma toalha para você.

- Espera. - Quando eu estava saindo, ele me puxou e me beijou. - Você não tem ideia de quanto tempo eu esperei por isso.

- Deixa de ser besta, por favor. 

- É sério, você é indescritível.

Eu não consegui reagir a isso, apenas ri, ele também era assim, indescritível...



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