História Stitches: Bleeding Out. - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kwang Meu Bias, Min Bias Da Alice, Mpreg
Exibições 1.271
Palavras 6.979
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Agora são exatamente 03:03 da madrugada, e eu estou desde um pouco mais de 18hrs da tarde escrevendo esse capítulo. Honestamente eu nem sei mais, essa vida de jikook hard shipper pega a gente de uma forma que nos transforma em zumbis sdfghjk

MAS OK
EU NAO ME ARREPENDO
PQ
EU JURO POR TUDO
EU SEI QUE TÁ GRANDE P CRLH
E DA UMA PREGUICINHA NE
EU SEI QUE DA
MAS
ESSE CAPITULO TA TAO LINDO E CHEIROSO E FOFO GENTE
EU PROMETO
QUE VALE A PENA
LÊ ATE O FINAL, VAI
POR FAVORZINHO

eu não sei se esse vai ser o ultimo bonus, sinceramente, tudo vai depender do feedback de vocês, enfim, é isso, espero que gostem, e não se esqueçam de comentar, isso me deixaria muito feliz, porque escrever 6k+ é foda, meus dedinhos doem!!

ps: vao la nas notas finais, eu deixei o link de como é o quartinho do kaká e do min!!!

Capítulo 30 - (BÔNUS) The trip.


Fanfic / Fanfiction Stitches: Bleeding Out. - Capítulo 30 - (BÔNUS) The trip.

JIMIN

O sol já havia nascido naquela manhã de Dezembro quando Jimin finalmente acordou. Não tinham compromissos aquele dia, ou pelo resto da semana, então resolveram fazer uma viagem com as crianças, e, é claro, com os amigos também, já que Hoseok havia escutado a conversa e espalhado para o resto.

Se virou para o lado e viu Jeongguk ainda adormecido ali, o lençol branco cobrindo da sua cintura para baixo, enquanto alguns poucos raios solares entravam pela perciana e tocavam seu corpo, fazendo com que Jimin sorrise ao ver as marcas que havia feito naquela pele pálida na noite anterior. Se inclinou ligeiramente sobre o outro, deixando alguns beijos em seu pescoço e ombros, ouvindo o mais novo grunhir baixinho. Riu com a reação, tirando a franja que caía nos olhos do outro, e soprando levemente ali, vendo Jeon começar a acordar. 

—Desculpa..— Murmurou, mesmo que não estivesse realmente arrependido. Adorava ver Jeongguk dormindo, mas adorava ainda mais passar tempo com ele acordado. —Só queria te ver melhor.— Riu, e pela expressão de Jeongguk, o mais novo sabia que Jimin estava mentindo.

—Você é inacreditável.— O outro murmurou, e Jimin riu ainda mais, voltando a deitar na cama. 

—Vai acordar os garotos, já que você é ótimo nisso. Eu vou terminar de arrumar as malas.— Jeongguk falou, se sentando na cama e passando a mão pelos fios já bagunçados, parando a mão no pescoço e apertando ali numa forma de massagem. Jimin passou a língua pelos lábios ao ver aquilo, se aproximando mais do marido, e abraçando sua cintura, enquanto passava o nariz pela bochecha do mesmo, deixando uma mordida ali, antes de sussurrar em seu ouvido:

—Quero colocar outro bebê em você.

—Jimin!— Jeon suspirou, ainda que houvesse arrepiado com aquilo, e rapidamente afastou as mãos do outro. —Sai daqui e vai fazer o que eu te pedi.

—Aigo!

 

Assim que chegou no quarto dos filhos subiu a escadinha que dava para a cama de Kwang, e franziu o cenho ao ver o garoto completamente tampado, apenas deixando os pés para fora do edredom. Sentou na cama do filho mais velho, destampando sua cabeça, e rindo ao ver o pequeno grunhir da mesma forma que Jeongguk havia feito alguns minutos antes.

—Vamos, esqueceu do que temos que fazer hoje?

Aquilo pareceu chamar a atenção do filho, que o observou por alguns segundos, antes de deitar a cabeça em seu colo, e esconder o rosto em seu abdômen.

—O que vamos fazer?— Ouviu uma vozinha abafada, e riu, acariciando os fios do pequeno.

—Nós vamos viajar, dino. Vamos ver a neve, lembra? Ficar no chalé da vovó, beber chocolate quente e comer marshmallow..

Ao terminar de falar, Kwang rapidamente se sentou na cama, de olhos arregalados para o pai e um sorriso grande no rosto, enquanto balançava os bracinhos.

—É mesmo! Vamos, vamos, vamos agora, appa!— Gritou, rapidamente descendo as escadas e já tirando o pijama.

—Ei, calma.— O ruivo riu. —Omma está terminando de arrumar as malas, e eu preciso acordar seu irm— Cortou a si mesmo ao olhar para a cama de JeongMin e só então perceber que o pequeno não estava ali. —Cadê seu irmão?!

—Uh, tenta debaixo da cama.— Kwang deu de ombros, já saindo correndo do quarto para ir atrás de Jeongguk.

Jimin suspirou, se agachando e vendo um emaranhado de edredons ali, e JeongMin no meio deles abraçado com sua espada de brinquedo. Puxou o garoto ali debaixo, e o colocou na cama, passando a mão por seu rosto.

—Minion, acorda.

Não levou muito tempo para o garoto abrir os olhos, e a espada de plástico em sua mão atingiu Jimin no ombro, fazendo o maior grunhir.

—Ai, JeongMin! 

—É mestre!— O pequeno murmurou, apontando a espada para Jimin. Ultimamente JeongMin estava viciado em ninjas, acreditando fielmente que era um deles, e exigindo ser chamado de mestre por todos, e Jeongguk já teria o cortado a muito tempo, se não fosse por Taehyung e Hoseok alimentando esse pensamento do pequeno.

—Ah, é? Bem, será que mestres ninjas são imunes à cocegas?— Perguntou, já atacando a barriguinha do filho com cosquinhas e ouvindo o mesmo rir alto.

 

Se sentaram todos à mesa para tomar o café da manhã, e JeongMin não parava quieto na cadeirinha, vez ou outra cutucando as bochechas gordinhas de Kwang, que grunhia e empurrava a mão do irmão.

—Que saco, Min!

—Ei, olha o palavreado.— Jeongguk repreendeu o filho, acabando por pegar JeongMin no colo enquanto preparava o cereal para os pequenos. Kwang encostou o rosto na mesa, fechando os olhos, e Jimin mexeu nos cabelos do filho.

—Ainda está com sono?— Perguntou, e o garoto assentiu.

—O Min não parava de falar quando fomos pra cama

—Você pode dormir no carro.— Jeon sugeriu. —Vamos levar algum tempo pra chegar lá.— Completou, colocando o cereal para os filhos.

Num quero.— Min resmungou empurrando a vasilha. —Quero de cocholate.— Insistiu, se embolando na última palavra.

—Não tem mais de chocolate.— Jimin murmurou, e viu o mais novo se debater.

—Quero de cocholate!

—O de chocolate acabou, já que alguém achou que seria legal esvaziar a caixa no chão e usar como máscara ontem a noite.— Jeongguk falou firme com o pequeno, que decidiu não bater mais boca, e aceitou o cereal à sua frente.

Jimin acabou ficando com a tarefa de dar banho em JeongMin enquanto Jeongguk fazia o mesmo com Kwang, e Jimin quase achou que o marido havia feito aquela escolha de propósito, pois ouvia as risadas de Jeon toda vez que gritava para JeongMin ficar quieto enquanto o pequeno insistia em se debater de seu braços e bater em suas pernas diversas vezes dizendo que era um ninja.

—Ninjas precisam de banho também!— Gritava já irritado.

Finalmente estava tudo pronto e agora só precisavam colocar as coisas no carro. Iriam primeiro, e os outros iriam mais tarde, pois Yoongi havia dito claramente que não abriria mão de seu sono. Acabaram escolhendo ir no carro de Jeongguk, já que era maior, e usavam o carro de Jimin apenas quando saiam sozinhos. O carro do mais novo normalmente era uma bagunça, cheio de brinquedos espalhados, e farelos de biscoito, já que Jeon deixava que os meninos comessem ali dentro. Mas Jimin havia limpado tudo no dia anterior, então não o incomodava tanto assim.

Enquanto Jimin colocava as malas no carro, Jeongguk tentava fazer com que JeongMin ficasse quieto em sua cadeirinha, enquanto Kwang observava a pirraça do irmão com um olhar de reprovação no rosto.

—JeongMin, já chega, fica quieto ou não vamos a lugar algum!— Jeon gritou, e o garoto finalmente parou de se debater, mas cruzou os braços e ficou com um bico no rosto.

—Eu não gosto disso.— Argumentou, se referindo à cadeirinha.

—Não estou perguntando se gosta ou não. Eu não estou te dando opções, JeongMin!

—Omma, tira os sapatos.— Kwang pediu com uma careta, e Jeongguk revirou os olhos, mas tirou o tênis do garoto, se perguntando porque havia os calçado em primeiro lugar, já que Kwang odiava usar qualquer calçado.

 

JUNGKOOK

Após se ajeitarem no carro, Jeon ainda sentia os pézinhos de Min chutando seu banco, e suspirou com aquilo. Jimin ainda não havia ligado o carro, e Kwang suspirou.

—Podemos ir, appa?— Perguntou.

—Estamos esperando o JeongMin parar de malcriação.— Respondeu, olhando o menor pelo retrovisor, e quando o pequeno chutou o banco de Jeon novamente, Jimin se virou para olhar o filho. —JeongMin, mais uma e você vai ficar na casa da sua avó, tá escutando?!

—Para, Min..— Kwang pediu baixinho, pegando o boneco do Woody que o irmão havia largado ali do lado no banco e entregando para o mesmo. Aquilo pareceu acalmar o mais novo, mas então o pequeno destravou o cinto de sua cadeirinha e cruzou os braços, como se quisesse provar algo.

—Min, a gente não vai sair enquanto você não colocar o cinto de volta.

Após alguns minutos JeongMin percebeu que os pais falavam sério, então começou a tentar a travar o cinto novamente, mas teve alguns problemas. —Appa!— Reclamou choroso, e Jimin bufou, se inclinando para ajeitar o cinto do filho.

—Podemos ir agora?

—Sim!— Ganhou dos três garotos no carro.

Jeongguk cantava algumas músicas com os filhos, vendo Jimin rir e os acompanharem algumas vezes. Fizeram algumas pausas durante a viagem para usarem o banheiro, e comerem também. Três horas já haviam se passado quando as crianças finalmente dormiram, e Jeon suspirou aliviado.

—Está se sentindo bem?— Jimin o perguntou, apertando sua coxa, e o mais novo sorriu cansado, assentindo.

—Só quero chegar logo, estou congelando.— Murmurou, abraçando o próprio corpo. —Como você está se sentindo?

—Eu estou bem.— Jimin deu de ombros, e Jeon pôde ver que havia algo o incomodando. —Só o Min que me dá dor de cabeça às vezes.

—Tem certeza que é só isso?— O mais novo perguntou desconfiado, e Jimin bufou.

—Você tem andado estranho, amor..

Jeon sentiu o corpo gelar com aquilo, e colocou sua mão por cima da de Jimin que ainda estava em sua coxa.

—Não sei do que está falando.

—Aigo, Kookie.. Você sabe o que eu quero dizer. Ontem insistiu pra que a gente transasse com as luzes apagadas, e depois pra que fizéssemos de quatro, e, Jeongguk.. Você nem gosta tanto assim dessa posição.

—Ué, eu posso querer variar às vezes.— Argumentou.

—É, mas, ainda assim ficou pedindo pra eu segurar no seu cabelo, e quando eu desci as mãos, você surtou e decidiu me cavalgar, segurando minhas mãos o tempo todo.

—É um fetiche.

—Fetic- Jeongguk, não me tira de idiota.— Jimin reclamou.

—Só.. Esquece isso, tá?— Jeon pediu, apertando a mão do marido. —Vamos nos divertir, e rezar pra que as crianças não destruam o chalé dos seus pais.

Poucos minutos depois de entrarem no chalé Jeongguk já estava esfregando uma pomada na testa de JeongMin, que havia inventado de entrar rolando no lugar - como um ninja - e acabou se machucando, e por mais que seus lábios tremessem, ficava repetindo que ninjas não choravam.

—Podemos ir na neve?— Kwang perguntou animado, e Jeon assentiu.

—Os hyungs vão chegar daqui a pouco, e então vamos sair para comer, certo? Tentem não se sujar muito.

Os irmãos saíram correndo para o lado de fora do chalé, já fazendo bolinhas com a neve e jogando um no outro. Jimin os vigiava enquanto Jeongguk ajeitava as coisas no quarto, e quando acabou sorrindo ao ver o marido sentado na neve enquanto os filhos tentavam construir um boneco de neve. Chegou sorrateiramente por trás de Jimin, pegando um pouco de neve, e então a esfregou no rosto do mais velho, rindo alto com o grito que o outro soltou.

—Aigoo, amor!— O ruivo reclamou, se levantando e indo atrás de Jeongguk que havia corrido. Os pequenos assistiam a cena toda rindo, e começaram a correr atrás dos pais, fazendo bolinhas de neve e jogando nos maiores. Assim foi iniciada uma guerra de neve, e os quatro garotos já estavam cobertos de branco, até que Min tropeçou e caiu, e então pararam, observando a cena por alguns segundos, com medo do pequeno ter se machucado e começar a chorar, mas então o mais novo apenas levantou o cabeça, rindo abertamente, e todos suspiraram aliviados. Jeongguk rapidamente correu até o filho que ainda estava jogado na neve, e o encheu de beijos. Kwang foi logo atrás, pulando na omma, e então Jimin abraçou os três.

—Ah, eu amo vocês!— Kwang exclamou entre as risadas que davam, mas ao perceber que havia falado alto demais, seu rostinho ficou vermelho de vergonha. Jeongguk sentiu um peso no coração com aquilo, por um momento se lembrando da gravidez de Kwang, e do quanto havia agido como um idiota. Alguns dias gostava de torturar a si mesmo com lembranças do passado, e nesses dias preferia se trancar no quarto por um bom tempo, pois sabia que se visse o rostinho de Kwang em sua frente, choraria tanto que soluçaria.

—Ah, dino, alguém está sentimental hoje, huh?— Jimin brincou, puxando o filho para seu colo, e Jeongguk sorriu de lado com aquilo, puxando Min para seus braços, e dando um beijo na testa de Kaká. 

—Nós também te amamos muito, amor.— Jeon murmurou para Kwang, que sorriu tímido.

—E o Min!— JeongMin gritou, levantando as mãozinhas, o que fez os três mais velhos rirem.

Ainda estavam brincando na neve quando os garotos chegaram, e Taeyung e Hoseok quase pularam do carro, correndo até onde os pequenos estavam, e logo sendo atacados por JeongMin, que dava soquinhos e chutes em suas pernas.

—Ah, mestre Min!— Taehyung exclamou, ajoelhando na frente do pequeno.

—Qual a sua grande lição de hoje?— Hoseok estimulou.

—Ei, não incentivem ele.— Jimin revirou os olhos. —Não são vocês que recebem espadada no ombro de manhã.

—Yôni!— Kwang sorriu ao ver o mais velho, e correu até o loiro e abraçando suas pernas. Yoongi não demorou a pegá-lo no colo, beijando seu rosto. Kwang já conseguia pronunciar todos os nomes de maneira correta, mas a primeira vez que disse Yoongi ao invés de Yôni viu seu hyung ficar extremamente chateado com aquilo, mesmo que não dissesse nada, então apenas decidiu ficar com o apelido mesmo, já que fazia Yoongi sorrir.

—Ei, T-Rex.— O loiro murmurou, enquanto equilibrava Kwang em um braço, e a mala que carregava na outra mão.

—Vamos jogar World Chef?— O pequeno perguntou animado, e Yoongi assentiu

Enquanto isso Namjoon e Jin saíam do carro de mãos dadas, e sorrindo para o casal.

—Ainda tem espaço pra gente?— O mais velho perguntou, abraçando Jeongguk rapidamente, e depois Jimin.

—Sempre, hyung.— O mais novo sorriu.

Assim que Namjoon abriu a boca, provavelmente para fazer alguma piadinha, uma bola de neve o acertou direto no rosto, e as risadas de JeongMin, Taehyung e Hoseok puderam ser ouvidas de longe.

—JeongMin, não foi isso que eu te ensinei!— Namjoon bufou, fingindo estar bravo, e correu atrás do pequeno, o jogando por cima do ombro e mordendo sua barriguinha.

—Não, tio monstro, não!— Min gritava rindo.

—Bom, parece que vão ser quatro adultos contra cinco crianças esses dias.— Jin suspirou.

 

Mais tarde saíram para almoçar numa cidade ali perto, e depois, com muita insistência de Kwang e JeongMin, Jimin e Jeongguk foram obrigados a levar os garotos para tomar sorvete, mesmo no frio que fazia os ossos de todos tremerem ali. Os mais velhos voltaram para o chalé, com a desculpa de que precisavam desfazer as malas, mas o casal sabia que só não queriam passar frio.

—Para, você tem o seu.— Kwang revirou os olhos, Min continuava tentando pegar mais de seu sorvete, mas o mais velho acabou rindo quando viu o rosto lambuzado do irmão mais novo, e deixou que o pequeno tomasse mais de seu sorvete.

—Eu pensei de deixarmos as crianças com os hyungs a noite, e darmos uma volta pela cidade, o que acha? Eu ouvi dizer que é cheio de luzes aqui mais tarde.— Jimin sugeriu para Jeon.

—Por que não podemos ir também?— Kwang perguntou com um bico, enquanto JeongMin brincava com a carteira de Jimin.

—Ah, por que eu e a omma precisamos de um tempo sozinhos.

—Por que?

—Uh, porque queremos conversar.

—Sobre o que?

—Sobre várias coisas.. Sobre vocês.— Jimin deu de ombros, e ouviu Jeongguk rir baixinho com aquilo, e viu o mesmo balançar a cabeça.

—Ai, vocês vão levar a gente no médico de novo!— Kwang exclamou chateado, e Min levantou a cabeça rapidamente ao ouvir a palavra médico.

—Não, não.— Min negou várias vezes, voltando a atenção para a carteira em suas mãos.

—Nós não- Aigo, nós não vamos levar vocês no médico.— Jimin bufou.

—Pelo menos não por agora.— Jeongguk completou, tomando do sorvete do marido, e Kwang suspirou aliviado, decidindo não interferir mais naquilo.

—E então?— O ruivo arqueou a sobrancelha, e Jeon resolveu implicar um pouco com o mais velho.

—Pra quê?

—Aigo, você também?— Jimin bufou, fazendo uma expressão de manha.

—Tudo bem, tudo bem, nós podemos fazer isso.

—Quê isso?— Min perguntou de repente, segurando uma embalagem em sua mãozinha, e Jimin arregalou os olhos, pegando rapidamente o pacote de camisinha dos dedos do mais novo e guardando na carteira novamente, antes de colocá-la no bolso.

—É uma coisa que seu pai não vai usar por muito tempo.— Jeongguk revirou os olhos.

—Uh, vamos ao natural então?— O ruivo sorriu, mas logo fez uma careta ao sentir um soco de Jeon em seu braço.

 

Quando voltaram para o chalé, Min insistiu para brincar na neve de novo, mas depois de muito tempo Jeongguk conseguiu o convencer a ficar no quentinho com os hyungs. Kwang já estava no colo de Yoongi, debaixo de dois cobertores, e vendo qualquer vídeo no celular do mais velho. Enquanto JeongMin se sentava no chão da cozinha, brincando com os Legos que antes eram de Kwang, e fazia companhia a Jin que assava alguns cookies.

—Omma e appa vão sair.— O pequeno murmurou, montando mais uma peça.

—Uhum, eles vão se divertir um pouco.— Jin sorriu para o pequeno.

—Vão não.— Min respondeu simplista, se levantando e indo até o mais velho pedir colo, e Jin prontamente o aceitou.

—Não vão? E por que você acha isso?

—Ué, num vão pa Disni.— Min deu de ombros, e Jin riu com o jeito que o pequeno pronunciou Disney.

—É uma diversão diferente, pequeno.— Jin respondeu, beijando a cabeça do sobrinho. —Às vezes a omma e o appa precisam ficar sozinhos um pouquinho, pra se abraçar, beijar..

Bejar?— Min fez uma careta. —Faz isso todo o tempo.

Jin riu, balançando a cabeça.

—Então eu vou te encher de beijo.— O mais velho sorriu, atacando o pequeno com beijos, e o ouvindo gritar.

 

—Uh, está bonito, Sr. Park.— Jeon sorriu, vendo o marido terminar de vestir seu casaco, e lhe soltar uma risada.

—E você está maravilhoso, Sr. Park.— Jimin jogou de volta, se aproximando do mais novo e beijando seus lábios. Começou com alguns selinhos, e então atacou completamente a boca de Jeongguk, o segurando pela cintura e andando com o mesmo até que o outro batesse na cama, e então Jeon se afastou.

—Não..

—Por que não? Só um pouquinho, temos tempo..— Jimin murmurou contra o pescoço do outro, já descendo a mão para a calça de Jeongguk.

—Eu não quero agora..— Jeon suspirou, segurando as mãos do marido e o afastando ligeiramente.

—Tudo bem.— O mais velho bufou, voltando para frente do espelho, e arrumando o cabelo. Jeongguk apenas o observava sentado na cama, odiava agir daquela forma com Jimin, mas precisava.. Pelo menos por agora.
 

Jimin dirigia pelas ruas com Jeongguk apontando todos os lugares, e dando ideias de onde poderiam ir. Já era noite, e tudo estava iluminado ali, tornando a cidade ainda mais bonita.

—Nossa, o Kaká ia adorar todas essas luzes.— Jeon murmurou animado, tirando o celular para fotografar as luzes para o filho.

—Tá, olha..— Jimin suspirou, pegando o celular das mãos do marido e guardando. —Não vamos pensar nas crianças agora, sim? É pra ser um momento só nosso.

Jeon assentiu com aquilo, e Jimin estacionou em frente à um restaurante que havia ali. O lugar era diferente de tudo que já haviam visitado, era uma espécie de bar, porém mais sofisticado. Se sentaram em uma das mesas onde a vista dava para um pequeno lago congelado que havia ali.

—Nossa, faz tempo tempo que eu não sei o que é sair só com você.— O ruivo sorriu, logo depois se fazerem os pedidos.

—É bom não estar rodeados por pelúcias ou legos o tempo todo.— Jeon murmurou.

Ficaram conversando por um bom tempo, rindo, e se lembrando de histórias do começo da relação, e mais uma vez Jimin foi lembrado do dia em que bateu com o rosto no balcão da cozinha na frente de Jeongguk.

—Eu fiquei com tanta dó.— Jeon riu, fazendo um carinho na mão de Jimin.

—Meu Deus, aquilo foi constrangedor.— O mais velho passou a outra mão pelo rosto. —Eu pensei que tivesse perdido de vez minha chance com você.

—E então duas semanas depois estávamos nos pegando no armário da sala de ensaios.— Jeon mordeu o lábio. —Você foi meu primeiro beijo.

—É claro que eu fui seu primeiro beijo, você era um pirralho.

—Ei, eu tive outras oportunidades, sabia?

—Ah, teve, é? E porque não as aproveitou?— Jimin sorriu de canto.

—Porque eu me apaixonei por você desde o primeiro momento que te vi.— Jeongguk murmurou, ainda com os olhos grudados nos do mais velho. —E não me parecia certo compartilhar algo tão especial com alguém que não fosse você.

 

JIMIN

O único instinto de Jimin naquele momento foi puxar Jeongguk para um beijo, e quase foi como na primeira vez, mas agora era mais doce, era calmo, equilibrado, -com menos baba - como se estivessem dividindo um ar próprio, como se os pulmões de Jimin fossem balões, e o beijo de Jeongguk fosse a ferramenta necessária para enchê-los. Eram momentos como aquele que se lembrava do porque ser tão louco por Jeongguk, se lembrava de todas as derrotas em sua relação com o mais novo, e como passaria por tudo aquilo novamente, porque agora se sentia no topo do mundo, sem se preocupar com a altura, apenas apreciando a vista..

Durante o resto da noite que ficaram ali foi como se todo o resto houvesse sumido, e algumas vezes Jeongguk mencionava os filhos, quase como por instinto, e Jimin ouvia tudo com um sorriso no rosto, como se cada palavra que caísse dos lábios de Jeon fossem mágicas, e até quando o mais novo falava sobre panquecas e bacon parecia tão interessante.

Quando resolveram ir embora, Jimin deixou a carteira com o marido enquanto ia no banheiro. Não demorou muito, mas quando voltou franziu o cenho ao ver Jeon encostado num balcão que havia ali com o celular na mão, e um homem ao seu lado. À medida que foi se aproximando pôde ouvir a risada do estranho, e viu Jeon lançar um sorriso sem graça para o outro.

—Está tudo bem aqui?— Jimin perguntou, chegando perto de Jeongguk e segurando firme em sua cintura.

—Uh, sim.— Jeon murmurou, tirando a mão do marido de sua cintura, e rapidamente guardando o celular.

—Hm, esse é seu namorado?— O homem perguntou ao mais novo, e Jimin sentiu o sangue ferver com aquilo.

—Eu sou o marido dele.— Respondeu no lugar de Jeon, e viu o homem arquear a sobrancelha.

—Certo.— O estranho riu. —Bem, se estiver interessado você já tem meu número.— Falou para Jeon novamente, finalmente se afastando.

A cabeça de Jimin já doía com aquilo, e agarrou o braço de Jeongguk rapidamente, o puxando para fora do restaurante e em direção ao lago ali perto.

—Que merda você está fazendo?— O mais novo bufou, tentando sair do aperto do marido.

—Que merda você está fazendo?— Jimin jogou de volta, passando a mão pelos cabelos. —Por que caralhos você passou seu número pra aquele cara?

—Eu não passei merda nenhuma pra ninguém, quem você pensa que eu sou?

—Ah, não?! Não foi isso que ele disse, e você estava com a porra do celular na mão, Jeongguk!

—É sério que você vai acreditar num cara que você nem ao menos conhece, e não no seu marido?— Jeongguk soltou uma risada seca com aquilo. —Você acha que eu sou o que? Uma vagabunda?

—Deixa eu ver seu celular.— O mais velho falou num tom frio, estendendo a mão.

—Você só pode estar de sacanagem comigo.

—Deixa eu ver!

—Você quer ver? Então toma.— O mais novo praticamente jogou o aparelho no peito de Jimin, que foi rápido em segurá-lo. Desbloqueou o celular do outro, vendo as abas que ainda estavam abertas, e franziu o cenho quando viu que única que havia ali era o chat de Jin.

Ao ver a expressão confusa no rosto do marido, Jeongguk deu um tapa forte no braço do mesmo.

—O que eu te falei, seu imbecil?— Gritou, já com os olhos lacrimejantes. —Ele chegou querendo passar o número nojento dele pra mim, e eu só ignorei. Ele deve ter achado que eu anotei, mas eu só estava perguntando ao Jin se ele precisou trocar a merda da fralda do JeongMin!

Jimin engoliu a seco com aquilo, devolvendo o celular para Jeongguk, que o arrancou de sua mão.

—Por que você não disse que era casado?— Jimin insistiu, e Jeon quis dar um soco no marido.

—Você aind- Ai meu Deus, você está me estressando, Jimin.— Jeongguk respirou fundo. —Eu não falei nada, eu nem respondi ele.

—E o que você queria que eu pensasse, hein? Você nem me deixa te tocar direito, Jeongguk.

—Isso não tem nada a ver..

—Ah, não tem? Então se importa de me explicar por que de repente minhas mãos viraram fogo pra você?— Jimin gritou.

—Você não sabe do que está falando..

—Eu sei, porra, eu sei muito bem.— Jimin balançou a cabeça negativamente. —Qual é a merda do problema, Jeongguk? Eu não sou mais bom pra você?

—Quer parar? Eu já disse que você está me estressando..— Jeon murmurou novamente, passando a mão pelo rosto. —Eu não qu- Eu não posso me estressar.

—E por que não? Por que não grita logo na minha cara qual é a porra do problema? Você adora gritar, Jeongguk.— Jimin riu debochado. —É até engraçado estar todo controlado agora. Então me diz, por que todo esse auto controle? Você se tornou indiferente sobre mim? Uh? Me diz!

—Eu estou grávido!

Um silêncio pairou entre os garotos por alguns segundos, até Jeongguk bufar, dando as costas para o marido e seguindo até o carro. Jimin logo correu atrás de si, destravando o automóvel e entrando como mais novo.

—Eu— O mais velho começou, mas Jeon logo o cortou.

—Eu não quero mais falar com você hoje.

Jimin decidiu não discutir com aquilo, não queria estressar o marido, e sabia que já tinha feito estrago demais aquela noite. Dirigiram em silêncio até o chalé, e quando chegaram Jeon logo saiu do carro, entrando rapidamente no lugar. Estavam todos reúnidos na sala assistindo O Rei Leão pela vigésima vez, e assim que Jeon passou pela porta, toda a atenção foi direcionada ao garoto.

 

JUNGKOOK

—Omma!— Kwang gritou ao vê-lo, correndo para abraçar suas pernas. JeongMin já estava adormecido no peito de Namjoon, e Jeon agradeceu por aquilo.

Jeongguk pegou o filho no colo, subindo as escadas até o quarto onde o pequeno ficaria com o irmão, e se deitou na cama com o mesmo.

—Está triste?— Kwang perguntou, encolhido no peito de Jeon, e acariciando seu rosto.

—Está tudo bem, dino.— Sorriu de canto, abraçando o filho.

—Você e o appa não se divertiram?

—Sim, a gente se divertiu.— Jeon riu baixinho. —Pelo menos por um tempo..

—O appa te ama.— Kwang falou firme, segurando a mão de Jeongguk e brincando com seus dedos.

—Ah, é? E como você sabe?

—Ele me diz toda noite.— O pequeno deu de ombros. —Quando me coloca na cama. Ele me dá um beijo na bochecha, e diz que ama o Min, depois me dá um beijo no nariz e diz que ama você, e depois beija minha testa e diz que me ama.— Kwang sorriu grande, fazendo o mais velho sorrir junto. Mexeu nos cabelos do filho, e sussurrou alguma música baixinha para o mesmo, até que este caísse no sono.

Depois disso saiu do quarto do filho, no mesmo momento que Namjoon entrava com Min adormecido em seus braços. Agradeceu o mais velho rapidamente, e se dirigiu até a varanda que havia do lado de fora do chalé.

—Noite complicada, uh?— Ouviu uma voz ao seu lado, e quando viu era Yoongi parado ali com as mãos nos bolsos.

—Nem me fale.— Jeon suspirou, aceitando o edredom que Yoongi passou por seus ombros, e a xicará de chocolate quente que o mais velho lhe entregou.

—Ele está lá no quarto do Hobi e do Tae, chorando as pitangas.— Yoongi balançou a cabeça. —Sabe, eles são ótimos conselheiros.. Separados, porque juntos Deus que me livre. Eu ouvi o Tae dizendo pro Jimin te comprar um urso de pelúcia gigante, e o Hobi falou pra ele encher o urso com rosas e chocolate.

—Não seria uma ideia tão ruim.— Jeon riu.

—Provavelmente não.— O loiro sorriu de canto. —Mas eu não acho que é isso que você quer agora.— Completou, e viu Jeongguk assentir.

—É só que.. Nós estávamos tendo uma noite tão legal. E então ele teve uma crise de ciumes. Digo, tudo bem, é normal sentir ciumes, mas, ele deveria acreditar em mim. Droga, hyung, ele pediu pra ver meu celular!

—Você sabe que o Jimin é o mais sorrisinho entre nós, mas também consegue ser o mais cabeça quente.— Yoongi deu de ombros. —Você contou pra ele do bebê?

Yoongi havia sido o único pra quem Jeongguk contou sobre a gravidez. Pensou em falar com Jin primeiro, mas, o mais velho estava tão ocupado com a mudança que estava fazendo com Namjoon, e Yoongi era quase como um irmão mais velho para si, responsável, e sempre presente para Jeongguk, desde o começo de tudo.

—Contei.— Jeon suspirou. —Não do jeito que eu queria, ugh.

O mais velho sorriu de canto, abraçando Jeongguk, e deixando um beijo em sua testa, antes de se levantar.

—Vai lá falar com ele, Gukkie, viemos pra cá por isso, lembra? Você queria fazer dessa vez especial, ainda dá tempo.

Esperou o mais velho se afastar, e suspirou, hesitando por alguns segundos. Havia perdido muito de seu orgulho depois da gravidez de Kwang, já não era mais o garoto presunçoso e mimado de antes, agora tinha responsabilidades, e a medida que o tempo foi passando sua vida inteira foi moldada ao redor disso. Mas, as vezes ainda se sentia uma criança, queria o colo de sua mãe, as broncas de seu pai, e as implicâncias de seu irmão mais velho. Queria fazer bico até que o responsável por sua chateação - na maioria das vezes Jimin - o procurasse e o desse doces até que Jeongguk o perdoasse. Mas, sabia que as coisas não eram mais assim. Se levantou, andando calmamente para dentro do chalé, e até o quarto de Hobi e Tae.

—Jimin?— Chamou, vendo o mais velho lhe encarar com o rosto vermelho, e se levantar rapidamente da cama.

—Amor..

—Uh, vamos conversar no nosso quarto.— Pediu, e Jimin logo assentiu, seguindo o mais novo.

—Amor, me perd— Jimin começou assim que chegaram no quarto, mas Jeon logo o cortou.

—Eu tenho uma coisa pra você.— Murmurou, pegando uma caixinha que havia escondido na mala, e entregando ao mais velho.

Jimin o encarou confuso por alguns segundos, mas abriu, vendo um pequeno álbum ali dentro, abriu lentamente, vendo três fotos sua com Jeongguk de quando eram adolescentes, e tinham rostinhos redondos, e olhos brilhantes. Riu baixinho com aquilo, se lembrando exatamente do dia em que haviam tirado cada uma. Uma havia sido no primeiro encontro que tiveram, a outra quando fugiram do dormitório de madrugada apenas porque Jeongguk queria comprar palitinhos de chocolate, e outra no dia em que Jimin pediu o menino em namoro.

Quando virou a página, viu uma foto sua deitado com a cabeça na barriga de Jeongguk. Naquela época o mais novo já estava esperando Kwang. Olhou confuso para o mais novo, e o mesmo suspirou.

—Eu sei que não era muito receptível aquela época, mas.. Eu achei fofo.— Riu sem graça. —Continua.

Jimin nada disse, apenas sorrindo de lado e passando a página, agora tinha uma foto sua e de Jeongguk com Kwang no meio. Estavam deitados na cama, e Kwang tinha apenas poucos meses de vida, mas parecia estar sorrindo ao ser beijado pelos pais de cada lado da bochecha. Jimin balançou a cabeça com aquilo, rindo baixinho.

Na foto seguinte estavam reunidos com os outros meninos no aniversário de um ano de Kwang, todos tinham orelhinhas de ursinho na cabeça, e o pequeno estava no meio com as mãozinhas levantadas, e o rostinho sujo de bolo.

Passou de página novamente, e agora era uma foto sua, e de Jeongguk, já grávido de Min, e Kwang abraçando a barriga do mais novo.

Na outra Jeongguk estava na cama do hospital, com JeongMin no colo, e Kwang com o rostinho inchado de chorar no colo de Jimin. Aquele foi o dia em que Jeon havia acordado do coma, e o peito de Jimin doeu com a lembrança.

Na página seguinte estavam todos na Disney, inclusive os hyungs, com duas pessoas vestidas de Pateta e Mickey também presentes.

Quando passou de página, viu que estava em branco, e com um X onde deveria ser a próxima foto. Novamente olhou confuso para Jeongguk, e o mais novo suspirou.

—Estão reservadas.— Murmurou, passando a mão pela barriga. —Eu queria te contar de uma forma especial dessa vez. Sabe, as duas primeiras foram tão corridas, e.. Não saíram do jeito que deveriam.— Mordeu o lábio, soltando uma risada seca. —Eu pensei em te dar sapatinhos, ou alguma roupinha, e até uma chupeta, mas.. Não parecia especial o bastante, e então eu pensei: O que é mais especial que a nossa família? Foi por isso que eu quis vim pra cá, eu queria todo mundo junto. Eu não queria que você me tocasse aqui— Explicou, ainda com a mão na barriga. —Porque eu sabia que você ia perceber algo de estranho. Eu amo você, Jimin, eu nunca me sentiria indiferente sobre você.

E mais uma vez naquela noite, a primeira reação que Jimin teve foi beijar Jeongguk, entrelaçar sua cintura com seus braços, e o puxar para tão perto de si que ficou com medo de ter amassado o mais novo.

—Me perdoa, amor.— Jimin chorou. —Me perdoa por ter agido daquela forma, eu não quis dizer nada daquilo, eu juro. Eu estava tão frustrado com tudo, achando que você não me queria mais.. Merda, eu enlouqueceria se você me deixasse. Eu te amo tanto.. Eu amo tanto os nossos filhos, vocês são tão tudo que eu sempre quis.

—Shh, tudo bem, tudo bem..— Jeon sussurrou, encostando a testa na do marido, e espalhando beijinhos por seu rosto. —Tudo bem, vamos esquecer isso, uh? 

Jimin assentiu, ainda sem afastar o rosto do de Jeongguk, e mordendo os lábios e a bochecha do mais novo.

—Foi só o jantar que você planejou pra essa noite?— Jeon perguntou com uma risada maliciosa, e Jimin sorriu de canto, jogando o maior na cama.

—Eu vou apertar e morder cada pedacinho seu, Park Jeongguk.— O ruivo murmurou, tirando o cinto, e abrindo a calça, antes de engatinhas por cima do mais novo, e segurar firme em seu cabelo. —Vou te foder tão fundo que você vai me sentir até quando voltarmos pra casa.

—Promete?— Jeongguk lambeu os próprios lábios, fazendo uma expressão de manha, e Jimin bufou com aquilo.

—Eu prometo.

 

JIMIN

Cada peça retirada de Jeongguk era substituída por beijos e chupões de Jimin. Cobriu o quadril, o tórax e ombros do mais novo com marquinhas, logo as lambendo por cima, e deixando alguns beijinhos ali. Quando o maior já estava completamente nu, Jimin se sentou na cama, apenas o observando por alguns segundos, e espalmando a mão pelo membro ainda coberto pela boxer, enquanto mordia o lábio.

—Jesus Cristo, eu sou mesmo um filho da puta sortudo.— O ruivo murmurou, tirando a própria camisa que usava, e então a calça, vendo o olhar de Jeon o seguir. O mais novo então ficou de quatro na cama, esfregando o rosto por sua cueca, e Jimin ficou ainda mais duro com aquilo, se for possível.

—Não enrola, amor..— Pediu, segurando nos fios negros de Jeon, e forçando ainda mais seu rosto contra seu membro.

—Não vamos ser impacientes, uh?— Foi o que ouviu do mais novo, antes de sua cueca ser abaixada pelos dentes de Jeon, e logo sentiu o pênis ser abocanhado. Jeongguk não perdeu tempo em começar a engoli-lo, relaxando a garganta o máximo que podia, mas acabando por babar um pouco no membro do mais velho. 

Se fosse outra ocasião, Jimin teria aproveitado mais daquilo, porém, sua única meta naquele momento era se enterrar no marido, então apenas deixou que Jeon se lambuzasse mais um pouco em sua carne, e logo o puxou dali, o fazendo deitar na cama novamente, e levantou as pernas do mais novo, encostando os joelhos do mesmo no peito deste, e vendo sua entradinha completamente exposta e pulsando para si.

—Lindo..— O ruivo sussurrou, antes de dar uma lambida forte no local, e ouvir Jeongguk gemer engasgado. Podia ver cada pelinho do corpo do outro se arrepiar, então continuou a lambê-lo ali, de vez em quando mordendo e chupando as bandas da bunda do maior, e deixando um chupão em especial bem perto da entrada pulsante. Lambeu então dois de seus próprios dedos, não fazendo suspense em afundá-los no botãozinho rosa de Jeon, e vendo o mais novo arquear as costas violentamente, mordendo o próprio braço.

—Eu quero te ouvir, amor. Vai, geme pra mim, geme para o appa.— Pediu, e enquanto penetrava o mais novo com os dedos, usou a outra mão para afastar o braço de Jeongguk da boca. —Me diz o que você quer.. Meus dedos são o suficiente pra você?

—N-Não..— Ouviu Jeon ofegar. —Eu quero mais.. Eu quero você. Appa, me dá seu pau.

—Você quer? Pede direitinho, bebê, assim você parece uma criança birrenta.— Jimin balançou a cabeça, torcendo os dedos dentro do maior, e atingindo sua próstata, fazendo o mesmo gritar e revirar os olhos. —Vamos, meu amor..— Sussurrou, alisando a coxa de Jeon.

—Por favor, appa, por favor, me fode.— Jeongguk já se debatia na cama, rebolando nos dedos do mais velho, e acabou fechando as pernas, por instinto, quando Jimin atingiu sua próstata novamente.

—Ei, ei, assim não.— O menor murmurou, retirando os dedos de dentro do outro, e abrindo as pernas já amolecidas de Jeongguk, se posicionando no meio delas. —Quero você bem abertinho pra mim, amor.— Sussurrou, se inclinando por cima do marido, e deixando beijinhos por seu rosto.

Num movimento rápido Jimin se enterrou no mais novo, ouvindo Jeongguk suspirar e engasgar com os próprios gemidos. As pernas do maior se apertaram contra os lados de Jimin rapidamente, e seus dedos dos pés se contorciam, fazendo o mais velho sorrir com aquilo, e investir lentamente dentro do marido.

—Está gostoso assim?— Perguntou, roçando o nariz contra a bochecha de Jeongguk, que assentiu.

—Mais, appa..— O mais novo pediu manhoso, as unhas cravadas nas costas de Jimin, e os dedos já brancos de tanta força que colocava neles.

Depois de fazer Jeongguk implorar mais um pouquinho, finalmente Jimin acelerou os movimentos, ouvindo a cama ranger e bater na parede do quarto de tanta força que usava nas estocadas. Se deliciava ao ouvir so gemidos longos e roucos de Jeongguk, que harmonizavam tão bem com os seus, quase como uma melodia. Levou a mão até o membro do marido, o apertando levemente, e sentindo Jeongguk rebolar e se empurrar mais contra si. Masturbava o mais novo no mesmo ritmo em que o penetrava, sentindo as costas arderem com os arranhões que eram lhe feitos.

—Appa, você está indo tão fundo, tão forte..— Jeon gemeu. —E-Eu estou vindo..

—Vem, amor, goza pro appa..— O ruivo sussurrou no ouvido do outro, mordendo seu lóbulo. —Vem, que eu vou gozar tudinho em você também.

Não foi preciso muito mais para que Jeongguk se derramasse na mão e abdômen de Jimin, logo sendo seguido pelo mais velho, que soltou um urro alto ao se desmanchar dentro do maior. Quase caiu por cima de Jeon, mas se lembrou que agora o mais novo estava frágil, e tinha uma vidinha nova entre eles, então rolou para seu lado, o puxando para seu peito, e beijando seus fios.

—Eu adoro quando você me chama de appa..— Murmurou depois de alguns segundos, ouvindo Jeon rir.

—E eu não sei?— Jeon revirou os olhos, beijando o ombro do marido.

—Será que teremos uma princesinha agora?— Jimin perguntou de repente, e Jeongguk deu de ombros. 

—Seria um bom contraste.— Murmurou. —O Jin iria adorar.

—Nossa casa ia virar um rosa eterno.— O ruivo suspirou, e os dois riram. Ficaram conversando mais algum tempo antes de finalmente adormecerem.

 

No outro dia foram acordados com duas criaturinhas pulando na cama, e Jimin agradeceu mentalmente por ter vestido uma calça, e colocado uma cueca em Jeongguk.

—Vamos, vamos, temos que brincar na neve!— Kwang gritava, sacudindo os pais, enquanto Min apenas se enroscou do lado de Jeongguk, adorando o calorzinho que pegava da omma.

—Calma, Kaká.— Jimin suspirou, tentando acalmar o filho, e se sentando na cama.

—Mas eu quero fazer um boneco de neve!— O garoto disse com um biquinho, e Jeongguk riu.

—Vamos fazer muitos bonecos de neve, ok? Temos o resto da semana, filho.— Explicou. —Agora, que tal nos arrumarmos e descer pra tomar um chocolate quente?

Aquilo pareceu servir para Kwang, e o garoto assentiu, pulando da cama, mas ainda os observando, como se dissesse ''Então venham logo'', e os mais velhos suspiraram, finalmente se levantando.

—Ah, Min, olha o que o appa comprou pra você quando estávamos vindo.— Jimin falou, achando o que havia guardado para Min em uma das bolsas, pois o mais novo estava dormindo na hora. —É uma máscara de ninja.

—Pode ficar, appa.— O pequeno falou simplista, e Jimin franziu o cenho, até que Min continuou:

—Sou um pirata agora.— Murmurou, e só então Jimin viu o gancho de brinquedo que o pequeno tinha em mãos, e que logo foi usado para atacar sua barriga, junto com um iá vindo do filho, antes do mesmo sair correndo do quarto.

Seria uma longa semana..
 


Notas Finais


O QUE ACHARAM
O QUE ACHARAM????????

Perdoem o lemon, faz tanto tempo que não escrevo algo assim :( Eu espero muito que tenham gostado, dinos em minions, e até uma próxima! <333333

ps: esse é o quarto do kaká e do min, porém, não tem essas gavetas embaixo da cama do min (a debaixo): http://cdn.home-designing.com/wp-content/uploads/2014/02/5-Kids-room-design.jpg

PSS: não esqueçam de dar amor a FT, uma mpreg que fiz em parceria com a Chinho (insanedz): https://spiritfanfics.com/historia/flower-trap-6505343


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