História Stockholm Syndrome - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias IKON
Personagens Bobby
Tags Bobby, Ikon, Kim Jiwon, Rapto, Síndrome De Estocolmo, Suspense
Exibições 45
Palavras 3.033
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu guardei uma surpresa para o personagem que é o Hanbin ;)

Capítulo 17 - O acordo


Eu não havia quebrado a perna de Hanbin, havia batido, mas não o suficiente para que a perna estivesse quebrada, eu sei que ninguém entenderia meus motivos, mas... Eu simplesmente tive que batê-lo, senão Ji-won o bateria e com certeza quebraria mais do que uma perna. Eu o conhecia, foi capaz de golpear o próprio irmão com um machado. Claramente eu tinha que obedecer as regras até que a neve parasse de cair, depois disso eu nem mesmo sabia o que poderia acontecer. Meu dever era apenas ir até aquele quarto, entregar a comida de Hanbin e tentar fazê-lo entender que devia colaborar antes que Ji-won se estressasse de vez. Eu havia acordado cedo e me levantei da cama ajeitando a camisa que eu vestia, indo até o espelho do armário levantando a camisa olhando minha barriga pensando que logo ela cresceria, eu estava preocupada com isso. Sempre evitei engordar por que meu pai dizia que eu tinha que ser perfeita, achei que mantendo uma boa aparência e simplesmente continuasse a fazer tudo o que queria que eu fosse, então a ideia de minha barriga crescer era um tanto assustadora. Meu corpo ia ter mudanças e isso só me deixava insegura. Suspirei mais uma vez pensando em como seria com uma criança ali, eu sempre me imaginei como uma mãe horrível de qualquer forma... Isso dava medo. Olhei para o lado vendo Ji-won na porta me olhando com um sorriso.

- Faz poucos dias, acho que vai demorar para ter alguma mudança – ele ria levemente ao entrar no quarto com a bandeja com meu café da manhã, ele agora fazia coisas mais leves para mim – Vem comer, tem que se alimentar direito – ele sorria colocando a bandeja sobre a cama e me olhava por um tempo vendo como meu rosto estava corado. Ele não havia mudado, sempre a mesma voz calma, o sorriso quando me olhava.

- Ele não gritou essa noite, acha que ele pode estar entendendo a situação em que estamos...? – perguntei inocentemente, o que o fez rir e se sentar na cama me olhando como se achasse adorável o jeito que eu falava, fazia um sinal para que eu me aproximasse e andei até ele sentindo o carinho em minha barriga.

- Sabe, quando eu te mantive naquele porão só pensei em como seus gritos me incomodavam, queria que parasse de gritar e logo depois que parasse de fugir de mim, queria que compreendesse que as pessoas eram cruéis com você e eu queria te manter segura – falava calmamente ainda acariciando minha barriga então abraçando minha cintura – Quando me olhou daquele jeito assustado, perguntando por que eu sabia tanto sobre você... Eu senti meu coração acelerar, você finalmente estava falando comigo de fato. Sabe por que te chamo de “meu anjo”? – ele sorria fechando os olhos por um momento enquanto abraçava minha cintura – Você sempre é tão bonita e pura, como se fosse de fato um anjo que eu quis capturar para mim. Eu simplesmente te admirei por tanto tempo e amo como consegue ser tão boa, mas... É por isso, entende? Não posso deixar que se deixe levar pelas palavras dele. Ele quer te tirar de mim.

Passei a mão em seus cabelos dando um leve sorriso o vendo abrir os olhos lentamente, me sentei ao lado da bandeja e comecei a beber de meu suco, o olhando me sentindo sem jeito pela forma que falava.

- Pretende matá-lo...?

- Até o momento, só se me pedir. Eu já disse que mato quem você quiser, toda pessoa que te fizer algum mal tem que sofrer lentamente. Meu irmão tentou te tocar e eu ainda peguei leve com ele – falava como se fosse algo completamente normal, observando que eu comia a salada de frutas que ele havia feito e então passava a mão em meus cabelos – Mas, é uma pessoa boa demais para que peça para que eu o mate. Sei muito bem disso.

- Não quero que seja preso... – falei bebendo mais do suco dando um sorriso doce ao olhá-lo – Sem mortes dessa vez, ele já não gritou essa noite. E se for uma melhora...?

Ji-won riu mais uma vez.

- Vamos decidir isso depois, meu anjo – falava beijando meu rosto e ficava a me observar comer tudo da bandeja sem pensar duas vezes, se levantava olhando o tempo lá fora e então sorriu levemente – Tenho que ir comprar algumas coisas e vou aproveitar para ver como andam as buscas por você, alguma hora eles tem que desistir. Quer alguma coisa? – falava indo até o armário vestindo um casaco quente e colocando um cachecol, terminei de comer e o olhei pensando um pouco e então balancei negativamente a cabeça. Não precisava de nada. Ele sorriu e andava até a porta do quarto me olhando antes de sair – Nada de sair da casa, não tem permissão para isso. Qualquer coisa é só pegar meu revolver no armário de armas, mas apenas se for necessário. Vou ver se trago algo para você. – ele falava sorrindo mais uma vez ao sair do quarto, me levantei indo atrás dele até descermos as escadas para o primeiro andar o vendo abrir a porta, dei um leve beijo em seus lábios e acenei para ele enquanto ele ia até a garagem tirando o carro dali. Fechei a porta rezando para que ele não demorasse e suspirei ao saber que estava cedo, mas que Hanbin deveria estar com fome. Então fui até a cozinha fazer um sanduiche e servi suco em um copo, levando em outra bandeja para o quarto, colocando a mesma na marcação no chão, olhei para o canto do quarto vendo o taco de baseball ali e olhei para Hanbin que estava deitado no chão, estava quieto dessa vez e me olhava com uma expressão fechada, encolhi os ombros e aproximei a bandeja dele.

- Café da manhã, Hanbin – falei – Come, por favor.

Ele ainda estava em silêncio e desvia o olhar.

- Minha perna está machucada, você me bateu mesmo com um taco de baseball... Inacreditável – ele falava – Desculpa ter te sufocado. Mas só por isso que peço desculpas, foi uma piada bem sádica falar “vai doer mais em mim do que em você”. Por que seu namoradinho não atira na minha cabeça de uma vez? – ele falava de forma ríspida ainda sem me olhar, encarei a bandeja e suspirei baixo, mas ele arrastava o corpo até a bandeja se detestando por estar naquela situação, tentando pegar o sanduiche com as mãos amarradas – Droga, isso é ridículo.

Peguei o sanduiche e levei até sua boca esperando que mordesse o mesmo.

- Ele não vai atirar em você a menos que eu peça – falei sendo sincera com ele – Podia colaborar, ia ser melhor. Eu também me revoltei em meu primeiro dia. – comentei enquanto ele mordia o sanduiche, parecia estar morrendo de fome. Estava se recusando a comer tudo que eu fazia por puro orgulho, ele me olhava seriamente e balançava a cabeça negativamente.

- E aceitou tudo isso?

- Bobby me manteve amarrada até que eu compreendesse seus motivos, mas sempre fez minhas refeições. Ainda faz na verdade. Faz panquecas com calma, torta de maçã, salada de frutas, torradas... Tudo que eu quiser. Cuidava de tudo para que eu me sentisse confortável, até mesmo me dava banho e cuidava de meus machucados – falei enquanto o ajudava a comer, Hanbin desviava o olhar mais uma vez como se sentisse mal ao escutar aquilo e me encarava dando um suspiro prolongado.

- Jihye... Essa gentileza dele, não é real. Desculpa por ter sido um completo idiota, está tudo bem agora, podemos ir para casa... Eu juro que te trato bem dessa vez – ele falava tentando se aproximar de mim – Ele é obsecado por você, é doentio e você não entende isso. Mas eu sou o Hanbin, lembra? Podemos voltar para casa, recomeçar do zero... O que acha?

Na mesma hora me afastei e empurrei a bandeja para perto dele.

- Tem um canudo no copo, para beber sozinho... É só isso por enquanto. – falei como minha resposta final, me levantei mesmo que sentisse como ele me seguia com o olhar.

- Não me deixa sozinho, me bate de novo com aquele maldito taco de baseball, mas fica aqui. Por favor. – ele pedia ainda me olhando fixamente, estava tremendo e o olhei ainda com receio, ele não queria entender por que Ji-won me mantinha ali e por que eu não queria mais sair dali. Suspirei e me sentei no chão ainda afastada dele, o encarando por um tempo. Ele bebia do suco ainda tremendo de frio e levantava a cabeça para me olhar – Quer que eu colabore? Tá, você venceu. Eu não quero morrer, topo ir embora e dizer que está morta. É isso que ele quer de mim, que eu fale para todos que você morreu. Mas, tem que me responder á tudo que eu perguntar, é minha condição – ele falava como se estivesse sentindo vergonha de si mesmo – Eu posso ter te traído, mas sabe que sempre cumpro com minha palavra. Estou falando sério quanto á isso. – ele falava me olhando ainda, era estranho que estivesse querendo negociar comigo daquela forma, mas eu sabia que ele não sabia mentir. Suspirei profundamente e o observei concordando com a cabeça.

- Promete colaborar?

- Sim, eu prometo. Mas só se responder á tudo que eu perguntar.

- É um acordo estranho... Mas tudo bem. – falei concordando com a cabeça mais uma vez, ele então se sentava melhor no chão esticando a perna machucada gemendo de dor, a ferida estava melhor, mas a perna estava dolorida por causa de como eu o havia batido. Estava sério e então parecia parar para pensar nas perguntas que queria que eu respondesse.

- Como homem é claro que me sinto horrível de pensar que ele te toca. O que ele realmente faz com você? Onde? Como? – perguntava olhando em meus olhos, aquilo fez com que eu ficasse completamente desconfortável e sacudisse a cabeça sem querer responder á aquilo, ele parecia bravo com isso e aumentava o tom da voz – É meu termo, Jihye. Você concordou, lembra? Precisa responder.

- É mais... Intenso.

- Como? – ele perguntava ainda me olhando seriamente, eu estava me sentindo mal por falar de algo tão íntimo como aquilo, mas era o termo para que ele colaborasse.

- Ele gosta de ir devagar quando me beija, mas de repente é intenso, como se ficasse descontrolado a ponto de ser quase agressivo. Apenas uma vez que foi além do limite, eu estava amarrada e ele veio por trás. Doeu e muito, eu sei que sangrei e fiquei alguns dias de cama até que me recuperasse – respondi sem olhá-lo – É isso que queria saber?

- Eu nunca te forçaria á isso – Hanbin estava com ódio na voz, como se quisesse matar Ji-won pelo o que havia feito e então olhava para o lado – Ele já te bateu?

- Atirou em mim uma vez e outra vez me deu um soco, mas foi tudo minha culpa.

- Ele trabalhava com você?

- Sim.

- Ainda pensa em mim? “Eu amo Bobby” não é uma resposta. Estamos falando de nós dois, ainda pensa mesmo que um pouco? Esqueceu mesmo como você estava tentando ajudar seu irmão quando ele estava bêbado e eu te ajudei? Estávamos em um bar de esportes, fiquei te olhando a noite toda me perguntando por que uma garota tão bonita estava com aquele cara. Lembro que fiquei aliviado de saber que aquele cara era apenas seu irmão. Você gostava de esportes, te levei algumas vezes para aquele mesmo bar... Não pensa mesmo em mais nada? Sei que não estávamos passando por bons tempos, mas você não lembra mais de tudo isso?

Parei de responder, o olhei não sabendo por que saber da resposta mudaria algo. Tudo continuaria o mesmo, estaria preso ali até que colaborasse e infelizmente eu havia aceitado responder á tudo, mas logo aquela pergunta? Eu havia gostado dele, mas o fato de sempre me trair acabou com qualquer chance de que eu viesse á amá-lo. Eu amava Ji-won, não Hanbin.

- O que espera que eu responda? Eu amo o Bobby, meu lugar é aqui. Hanbin... Eu agradeço por ter me procurado por tanto tempo, mas tudo mudou agora. Sei que não entende, mas eu amo realmente Bobby – falei ao me levantar me incomodando com o jeito que ele estava, mesmo ao escutar minha resposta ele voltava a beber o suco com um sorriso nos lábios – O que é tão engraçado?

- É engraçado simplesmente, você não respondeu “não penso em você” – ele riu mais uma vez, o que fez com que eu me irritasse, peguei meu taco de baseball e andei até a porta para sair dali incomodada como ele parecia estar convencido de alguma coisa. Andei até a sala e segui para o sofá suspirando baixo encarando o relógio esperando que Ji-won voltasse logo. Droga, eu estava estressada por Hanbin não compreender que eu falava sério quando falei que não queria sair daquela casa, por esse motivo fiquei pensando em como tudo era complicado, ele ia mesmo colaborar? Tentei me manter calma até escutá-lo me chamar. Levantei indo até o quarto o vendo ainda com aquele sorriso nos lábios ao me olhar – Quero outro sanduiche, Jihye. Estou com fome, sua função é não me deixar morrer de fome não é?

Ele estava mesmo calmo daquela forma? Não, Hanbin estava revoltado e só parou de gritar quando eu o acertei com o taco de baseball. Algo estava estranho, apertei o taco em minhas mãos e o olhei com um pouco de medo.

- Hanbin. Vai mesmo colaborar?

- Eu prometi que faria isso, lembra? – ele falava sorrindo de lado – Faça um sanduiche, eu estou com fome.

Aquilo estava estranho, mesmo assim coloquei meu taco de baseball no canto do quarto e peguei a bandeja saindo do quarto e seguindo para a cozinha onde fiz outro sanduiche ainda pensando no que poderia estar tramando, voltei ao quarto colocando a bandeja no chão, pegando o sanduiche e levando até perto do rosto de Hanbin, mas ele dera um beijo em minha mão me olhando de um jeito que eu conhecia bem, larguei o sanduiche e me levantei já me afastando dele, ele devia estar mentindo, ia fazer algo contra Ji-won se confiássemos nele. Por impulso peguei meu taco de baseball e o levantei como se fosse acertar sua cabeça.

- O que está planejando?! Fala!

Ele me olhava da mesma forma de antes como se aquela ameaça que eu estava fazendo não era real.

- Seu irmão vai desconfiar que segui o caminho do “homem estranho com a garota que parecia a Jihye”. Se eu não falar com ele, vai vir atrás de mim e as buscas estarão todas nessa floresta, sabia? Eu já disse que vou colaborar. – ele falava com a voz firme e olhava para a porta, Ji-won havia voltado e estava nos olhando seriamente não gostando de como ele estava falando, então andava até mim, pegando o taco de baseball, se aproximando aos poucos de Hanbin com um olhar frio.

- Não vai ir embora. Vai falar com o irmão de Jihye e dirá que está bem e que ela não foi encontrada, que deve estar morta. Depois disso ficará aqui, amarrado nesse quarto, não posso me te dar o benefício da dúvida, poderia muito bem ir até a polícia e nada nem ninguém tirará você ou Jihye daqui. – falava apertando o taco levantando o mesmo – Sim ou não? Responda Hanbin.

Tive medo de me aproximar, Ji-won estava mesmo pensando em mantê-lo ali enquanto as buscas ainda insistiam? Hanbin estava em uma situação crítica e mesmo assim usou de sua inteligência e sorte por saber que seu rosto era a cara da busca por mim, se ele desaparecesse era lógico que a busca ganharia mais força por ele também ter desaparecido. Dependia dele ligar para meu irmão e falar que estava tudo bem e assim convencer as buscas a pararem de progredir. Se Ji-won o matasse, as buscas iriam para a floresta em que estávamos. Não podíamos matá-lo e muito menos soltá-lo, eu não havia percebido isso e agora parecia que eu era refém de Ji-won, mas Hanbin era nosso refém. Eu não sabia como isso funcionaria, estávamos nas mãos de nossa vítima afinal? A sorte estava a favor dele naquele momento.

- Sim. Eu ligo para ele, falo o que quiser que eu fale – Hanbin respondia com a voz pesada, com ódio no olhar – Vou colaborar, tem minha palavra. Mas não poderá me manter amarrado igual á um animal.

Ji-won franzia o cenho não entendendo o que ele queria dizer, abaixando assim o taco de baseball.

- O que quer dizer? Não vai fugir, vai mentir para as buscas por Jihye... Não posso te matar ainda e muito menos te mandar ir embora. Então, o que quer?

Hanbin sorriu de uma forma irônica e me olhava.

- Eu simplesmente vou ficar aqui. Se não me deixarem ficar aqui, sem estar amarrado... Eu começo suicídio e aí o irmão dedicado de Jihye virá até essa floresta. Ele sabe que eu iria para esse local, ele não sabe dessa casa e muito menos de vocês, mas sem notícias minhas ele certamente virá para essa floresta e achará essa casa. Vocês não tem escolha. Não importa o que pensem que eu planejo... Vocês precisam que eu esteja vivo e colaborando com vocês.

Ji-won fechava os olhos com força odiando aquela situação, bufava e então se virava me olhando vendo como eu estava assustada, não tínhamos escolha. Se nos achassem ele seria preso e me afastariam dele para sempre. Estávamos sem saídas e tínhamos que aceitar os termos de Hanbin. Eu nunca havia pensado que tudo poderia mudar dessa forma. Mas a decisão para aquilo ainda era de Ji-won. Os dois se odiavam completamente, imaginar nós três na mesma casa isolada era algo que eu não sabia nem o que pensar. Claro que Ji-won queria mantê-lo trancado ali, mas... Tínhamos alguma saída? Não importavam mais as minhas preocupações, a decisão ainda era de Ji-won, ele que dava as regras. O que ele escolheria fazer?


Notas Finais


Para quem achou que o Hanbin não ia ter nenhum destaque na história ;)
Sim, tem muita coisa para acontecer ainda e sim... Vai ter muito sangue também!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...