História Stockholm Syndrome - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias IKON
Personagens Bobby
Tags Bobby, Ikon, Kim Jiwon, Rapto, Síndrome De Estocolmo, Suspense
Exibições 57
Palavras 3.239
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Um aviso é que essa fanfic vai ser grande mesmo :x
E não, não está perto do final!

Capítulo 23 - Perdas


Ele havia batido em Ji-won, mesmo que o corpo á minha frente ainda respirasse, o sangue e como ele havia caído... Aquilo me desesperou a ponto que meu corpo paralisasse por completo como se aquilo não pudesse ter acontecido, a neve ainda caía sobre mim, tudo ali havia feito com que eu simplesmente sentisse como se meu tempo havia parado. Hanbin havia batido em Ji-won o fazendo cair em meio daquela neve toda? Aquilo era mesmo real? Olhei mais uma vez o corpo á minha frente e em seguida Hanbin, eu ainda não podia acreditar em tudo aquilo.

- Jihye, já chega disso! Eu disse que te levaria para casa e não ligo mais se eu precisar de te arrastar para casa! – Hanbin falava alto em meio daquela neve que caía sobre nós três, mas eu podia ver o desespero em seu olhar – Por favor, vamos para casa! Eu não vou pedir isso duas vezes!

Eu não sabia o que pensar, meu coração doía a ver Ji-won largado em meio de tanta neve, me abaixei sentindo minhas lágrimas caírem e tentei puxá-lo pelo braço soluçando de tanto chorar.

- Não quero que ele morra, por favor, tem que me ajudar...! – pedi sem pensar duas vezes, eu tentava levantar o corpo de Ji-won, mas eu não conseguia, estava em desespero e Hanbin me olhava como se não entendesse, mas mesmo assim com um jeito irritado como se não suportasse mais que eu me preocupasse com Ji-won, se abaixava levantando o corpo dele e o arrastava pela neve até a casa, olhei surpresa por estar me ajudando e o ajudei até entrarmos na sala, onde ele fechava a porta e ia até o quarto que era sua cela voltando com a corda que foi amarrado tantas vezes ali, amarrando o corpo de Ji-won á uma das poltronas sem falar nada, balancei a cabeça negativamente ao ver o que estava fazendo, eu ainda chorava e o olhei ainda tremendo de frio – Hanbin, pare! O que está fazendo?

- Eu disse que te levaria para casa e isso que vou fazer! Mas não antes de chamar a polícia para que prendam esse filho da puta! – ele falava se virando para mim, estava vermelho de tanta raiva e ainda não entendia como eu pude falar que não queria que Ji-won morresse, estava se irritando mais por me ver chorando daquela forma – Jihye, onde está meu celular? Eu vou ligar para a polícia. Vou te levar para longe desse lugar, ele não vai te bater mais, por que não vê que tudo isso está te matando aos poucos?! – ele estava falando em gritos, parando a ver como aquilo me fazia chorar mais, eu estava me afastando mais dele e negava com a cabeça. Ele estendia a mão para mim tentando manter a voz calma – Não me olhe assim. Sabe que não precisa ter medo de mim... Eu não vou te prender em nenhum lugar, não vou te bater ou te forçar a nada. Jihye, confia em mim. Vamos para casa.

- Não tem nada para mim fora dessa casa, eu sei que isso é doentio, mas... Eu tenho que ficar aqui – falei mesmo sabendo que ele não entendia, nem eu mesma compreendia mais nada. Ji-won havia feito com que eu pensasse daquela forma e agora eu não conseguia nem mesmo me lembrar da pessoa que eu fui um dia, abaixei a cabeça ainda sentindo minhas lágrimas caírem por meu rosto sem olhar Hanbin – O que tem para mim lá fora afinal? Minha família e amigos...? Eu sempre vivi aprisionada á coisas que eu tinha que fazer para dar orgulho ás pessoas, um trabalho e uma vida que só me deixavam mais triste... Tem que me deixar aqui. Eu não tenho para onde ir, lá fora... Não é mais permitido para mim.

Aquele pedido pareceu ainda mais triste a ponto que Hanbin ficasse a me olhar como se escutar aquilo fosse pior do que qualquer ferimento, olhava para o armário de armas e suspirava profundamente a me olhar.

- Desculpe, eu tenho que fazer isso por você. Ele te manipulou a ponto que pensasse dessa forma e eu sei que você sabe como isso é errado – ele falava andando até mim se aproximando cuidadosamente com medo que eu corresse dele – Jihye, tem pessoas preocupadas com você. Você ainda tem uma vida comigo, com seu irmão. Então, me desculpe por isso. – ele falava levantando meu corpo me carregando nos braços, eu ainda estava tensa e não sabia o que estava fazendo, tentei bater em seus ombros querendo que me soltasse, mas ele simplesmente me ignorava.

- O que está fazendo?! Não, me coloca no chão! – falei alto, mas ele estava em silêncio, estava me carregando nos braços e me levava para o quarto em que esteve preso tantas vezes, então me colocando no chão e fechando a porta, corri até a mesma tentando abrir, mas parecia que ele havia colocado algo para bloquear a porta, não queria que eu saísse. Droga, o que ele estava pensando afinal? Bati na porta inúmeras vezes gritando para que abrisse, mas nada aconteceu. Tentei escutar seus passos ou o que estava fazendo, mas isso era inútil, ele estava me prendendo ali até que fizesse tudo que achava correto. Eu estava chorando ainda mais e andei pelo quarto me sentando no colchão sem querer imaginar o que poderia acontecer, não sabia quanto tempo que eu teria que ficar ali, mas olhei a porta escutando um som alto e em seguida a porta se abrir, era Hanbin novamente. Ele me olhava como se tivesse que pensar antes de falar e então andava até mim.

- Jihye, poderia olhar para mim? – ele pedia, mas eu virava meu rosto, o que o fez suspirar profundamente e virar meu rosto para que eu o olhasse – Por favor, não me ignore. Sei que não quer ficar aqui, eu preciso ligar para a polícia, te tirar daqui antes que eu te perca de verdade... – eu ainda não falava nada, ele então se sentava ao meu lado me olhando por um tempo – Ele tem te estuprado e te mantido em cárcere privado por mais de um ano... Eu sei que está assustada, mas pode ter uma vida normal comigo, eu vou cuidar de você. Sei que não me ajudou atoa, não foi apenas por piedade. – Ele falava passando a mão em meus cabelos com um sorriso leve, ao mesmo tempo em que parecia triste a ver como eu havia falado antes – Não tenho o direito de te pedir para que volte a ser o que era, mas... Apenas deixe que eu cuide dessa Jihye que está na minha frente.

Ele falava calmamente ainda passando a mão em meus cabelos, ele estava certo...? Eu estava doente por causa de Ji-won? Meus pensamentos e sentimentos ainda estavam bagunçados, como se nada mais se encaixasse. Eu ainda me preocupava com Ji-won, mas ainda sentia ódio por ele ter matado meu pai. Ele assassinou meu pai, eu não devia amá-lo, era tão errado quanto complicado. Olhei Hanbin ainda sem entender como ele não me odiava, eu bati nele e ajudei a trancá-lo em um quarto escuro. Eu não conseguia entender, mas olhei para a porta escutando um gemido de dor e imediatamente corri até a porta vendo que Ji-won havia acordado, parecia se sentir tonto e me olhava tentando se soltar da poltrona, sem conseguir por causa de como Hanbin o havia amarrado. Parei de andar ficando á frente dele pensando por um momento: “Quem era realmente aquela pessoa á minha frente?”. Fiquei a me lembrar de que foi ele que havia me sequestrado, me drogado, me mantido três dias sem comida e sem água. Eu tinha mesmo enlouquecido para amá-lo? Eu era refém dele afinal, de fato ele podia fazer o que quisesse comigo como se eu fosse um brinquedo dele. Ele matou meu pai, matou pessoas inocentes e até mesmo o próprio irmão. Chegaria o dia em que ele possivelmente também me mataria como havia destroçado aquele pássaro azul e, mesmo com meu medo, o olhei sentindo minhas lágrimas caírem por meu rosto. Ele havia me domesticado, não é...? Eu tinha que obedecê-lo para que não fosse punida, tinha que sorrir e concordar com tudo, vestir o que ele queria, até mesmo ser tocada quando ele tinha vontade. Eu era escrava dele no final de tudo, era apenas isso. Ele me observou por anos e então me domesticou para fazer tudo o que quisesse.

- Jihye, me solte daqui... – ele falava me olhando ainda com uma expressão de dor, eu ainda estava paralisada, ele ia me manipular novamente e eu sabia disso. Eu não era nada, não é? Aquilo me entristeceu por eu pensar que jamais poderia voltar a ser o que eu fui um dia, dei um passo para trás e o olhei tentando entender o que ele realmente era. Eu não conseguia mesmo pensar por mim mesma, passei tempo demais nas regras dele. Abri minha boca para tentar falar alguma coisa, para perguntar qualquer coisa que fosse, mas vi Hanbin entrar na minha frente e olhar fixamente para Ji-won, estava com ódio e fechava os punhos.

- Não fale o nome dela. – ele falava dando um soco no rosto de Ji-won, me assustei dando alguns passos para trás e o olhei sem saber se devia ou não interferir, ele parecia descontrolado pelo ódio e continuou a dar socos no rosto de Ji-won sem parar uma vez sequer, como se estivesse colocando para fora toda a raiva que tinha em seu coração – Olha pra mim, seu desgraçado! Eu quero te matar, mas isso seria muito pouco para tudo o que fez! Eu quero que pague por tudo o que fez contra ela! – ele batia cada vez mais em Ji-won até que ele cuspisse sangue, eu sabia que nada mais fazia sentido, eu não sabia nem quem eu era agora.

- Ela não é sua. O que vai fazer quanto á isso? – ele falava, ainda tinha forças para falar mesmo machucado e amarrado daquela forma, olhando para mim sabendo que eu estava frágil, dei um passo para trás me sentindo um tanto estranha, como se me sentisse tonta, isso tirando como meus pés descalços estavam gelados por causa da neve, mesmo assim ele me olhava e tentava se soltar da poltrona – Jihye, me solta daqui, não escute ele! – Ji-won gritava tentando ainda me manter sob seu controle – Pega uma arma e atira nele!

Eu devia obedecer? Era uma ordem. Mas aquela situação toda acabou me deixando ainda mais tonta, o bastante para que eu cambaleasse para trás dando um gemido de dor, Hanbin me olhava e em seguida encarava minhas pernas vendo que eu estava sangrando, olhei para baixo me sentindo mal.

- Jihye?! – Hanbin corria até mim, largando Ji-won e me carregando nos braços até o sofá, me deitando ali, eu estava tremendo e gemia de dor. Não, isso não podia acontecer de forma alguma, o olhei completamente assustada querendo que aquela dor parasse.

- Eu estou tonta, faz isso parar...! – pedi em lágrimas desesperada para fazer aquela dor passar, ele abaixava a cabeça com uma expressão de lamento e então levava as mãos a meu rosto, acariciando as laterais olhando em meus olhos.

- Eu sinto muito, não queria que isso acontecesse com você... – falava beijando minha testa na tentativa de me acalmar, se levantando e batia mais uma vez em Ji-won o segurando pela camisa – Onde está meu celular?! Fala agora! Eu tenho que chamar uma ambulância! Isso pode piorar!

- Não, ninguém vai ligar para ambulância nenhuma! – Ji-won falava alto recebendo mais um soco de Hanbin que estava cada vez mais desesperado e corria pela casa enquanto eu me sentia mais tonta, era como se as vozes estivessem mais longe agora, tudo estava girando e de repente fechei meus olhos se fecharam enquanto eu continuei sentindo aquela dor. Era estranho, quando desmaiávamos podíamos escutar o que acontecia á nossa volta, pelo menos por um tempo curto até tudo se apagar de vez. Talvez tivesse sido pelo frio ou por toda a pressão que vim sofrendo até aquele momento, mas isso tudo acabou fazendo com que meu corpo tivesse um colapso. Talvez eu tivesse chegado ao meu limite enfim, talvez meu corpo não aguentasse mais ficar sobre tanto medo e tanta pressão como eu estava aguentando todo aquele tempo. Não sei por quanto tempo fiquei desacordada, sei que eu me lembrava vagamente dos dois gritando entre si por como Ji-won não queria que ligasse para uma ambulância, não queria de forma alguma que me tirassem daquela casa, não importa o quanto eu estivesse passando mal. Fiquei a pensar se tudo aquilo fosse um pesadelo, mas quando abri meus olhos ainda sentia aquela tontura e um cansaço inexplicável, gemi de dor e suspirei baixo virando o rosto querendo ver se Ji-won ainda estava amarrado naquela poltrona, mas de repente senti um nó em minha garganta. Eu não estava mais naquela sala, me sentei percebendo que eu estava em uma cama de hospital. Não. Por favor, não podia ser verdade. Olhei em volta vendo que o quarto estava cheio de flores, queria me levantar e correr dali, tinha que voltar para Ji-won, ele ficaria bravo se eu não voltasse. Olhei a porta vendo Hanbin entrar, ele estava pálido e estava com mais curativos nos braços e no rosto, então estávamos mesmo em um hospital.

- Jihye! – ele sorria abertamente e corria até a cama em que eu estava levando as mãos a meu rosto, me olhando diretamente nos olhos como se estivesse quase que explodindo de felicidade por eu estar acordada – Eu fiquei tão preocupado, que bom que está acordada... – falava se sentando ao meu lado olhando as flores no quarto – Eu quis que você acordasse com o perfume de flores, você gostou? – falava voltando a me olhar, eu ainda estava apavorada e minhas mãos tremiam.

- O que você fez? Não... Não podia ter me tirado de lá, ele vai ficar furioso comigo! Eu tenho que voltar! – minha voz estava trêmula e eu chorava desesperadamente me levantando da cama, queria correr dali, ir embora dali e voltar para a casa, pedir para que Ji-won me perdoasse, para que não ficasse bravo, mas assim que levantei, fui puxada por Hanbin que me mantinha presa em seus braços – Não! Ele vai ficar bravo comigo, por favor, me deixa ir!

- Pare com isso! Não vai voltar para lá, nem sequer pode sair desse quarto! – ele apertava o abraço impedindo que eu me afastasse – Ele está sendo investigado, está sendo vigiado para o seu próprio bem! Não posso te deixar sair desse quarto, prometi a seu irmão que ficaria aqui até que pudesse ir para casa!

Parei de me mexer assim que escutei, não podia ser verdade que Ji-won estava sendo preso, virei o rosto olhando Hanbin ainda querendo negar que aquilo era mesmo verdade, não podia ser.

- Hanbin... Não pode ser verdade, por favor, não diga que ele vai ser preso.

- Jihye, ele tem que ser preso. Tem pessoas na entrada do hospital querendo saber de qualquer notícia sua, o seu caso se espalhou, ainda mais pelo assassinato não resolvido de seu pai. A polícia está esperando para falar com você sobre Ji-won... Seu irmão está desesperado, tive que dizer que te levaria para casa, que seria difícil que ele viesse até aqui discretamente... Não posso deixar que te vejam, entendeu? Vão fazer perguntas e você ainda está frágil demais... – me virava fazendo com que eu sentasse em seu colo e então abaixava a cabeça encostando a testa em meu ombro – Você... Infelizmente perdeu o bebê que estava esperando...

Eu já devia saber disso, mesmo assim senti como se meu coração se despedaçasse ainda mais, como se eu tivesse perdido algo que talvez nem me pertencesse. Não sabia como uma criança sobreviveria no mundo que eu havia aprendido a respeitar, como que eu criaria uma criança quando eu vivia com medo do que poderia me acontecer no dia seguinte? Saí do colo de Hanbin e me sentei na cama sentindo minhas mãos trêmulas, ele limpava algumas de minhas lágrimas e o olhei sentindo meu coração apertado. Eu devia ser mesmo louca, talvez Ji-won tivesse acabado com minha sanidade.

- Ele sabe que eu perdi...? – perguntei – Ele vai ficar bravo, não é?

Hanbin sorriu de lado e beijava meu rosto carinhosamente.

- Você não vai ser mais punida por nada, entendeu? Mas não quero que pense em procurá-lo, ele está detido. Vai ser condenado por tudo o que te fez, fora o que fez com seu pai. Sei que é  difícil, mas... Não pode mais se estressar.

- Não foi culpa dele, você não entende...

- Jihye. Eles já te consideram uma vítima sólida de Síndrome de Estocolmo – ele falava passando a mão em meus cabelos, estava próximo de mim e me explicava com a voz calma, de um jeito que nunca havia falado comigo – É um estado psicológico em que a vítima passa a ter algum tipo de sentimento pelo agressor... Sei que não vê isso, mas é verdade e eu vou cuidar de você. Não pode vê-lo, de forma alguma. – falava ainda passando os dedos nas mechas de meu cabelo olhando em meus olhos como não me olhava há tempos, era estranho ver como antes de eu ser levada ele não se preocupava comigo, era como se o relacionamento que tínhamos fosse completamente voltado para ele. Era como se ele fosse outra pessoa agora, eu não podia culpá-lo, eu já não era eu mesma. Eu ainda estava desesperada por não poder saber o estado de Ji-won, se ele estava bem ou não, será que ele sabia que eu havia perdido o bebê? Estava preocupado comigo? Eu ainda estava tão acorrentada á Ji-won que não conseguia pensar por mim mesma, apenas olhava tudo pensando que eu estava errada, que não tinha permissão para estar em outro lugar que não fosse aquela casa. Que eu deveria ser punida por isso. E ver Hanbin me olhar daquela forma me deixava nervosa, ele simplesmente olhava em meus olhos e depois para meus lábios como se estivesse se lembrando do beijo que havia me dado quando cuidei de seus ferimentos, de como aquele beijo era doce e cuidadoso, de como havia ficado me olhando enquanto eu cuidei de seu ferimento no braço e simplesmente havia me beijado como se o silêncio daquele quarto pedisse por isso. Encolhi meus ombros sentindo meu rosto corar, ele estava pretendendo me beijar? Abaixei a cabeça pensando mais uma vez como de fato meu psicológico parecia afetado, eu havia acabado de perder um filho e só pensava desesperadamente “Ji-won vai ficar furioso e vai descontar em mim”. Eu amava Ji-won, não amava? Ou será que Hanbin tinha razão? Que eu fui tão aprisionada e exposta ás regras e vontades daquele que me sequestrou que eu acabei me convencendo que isso era amor? Eu não sabia mais o que eu sentia, era como se eu ainda fosse manipulada. Senti Hanbin segurar minha mão e então beijar a mesma lentamente, ainda me olhando.

- Em breve, vamos para casa. Uma em que não vai mais ter que sentir medo.

Mesmo que ele estivesse certo, eu ainda sentia que eu amava Ji-won e que precisava de saber o que eu podia fazer ou não e dentro de minha mente confusa eu só queria descobrir um meio de descobrir onde ele estava.


Notas Finais


Então? O que estão achando do Hanbin?


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