História Stockholm Syndrome || Zerrie - Capítulo 18


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Categorias Fifth Harmony, Little Mix, Luke Pasqualino, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Jade Thirlwall, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Pasqualino, Niall Horan, Perrie Edwards, Zayn Malik
Tags Drogas, Policial, Sequestro, Sexo, Violencia
Exibições 191
Palavras 1.395
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura <3

Capítulo 18 - Motherfuck!


Fanfic / Fanfiction Stockholm Syndrome || Zerrie - Capítulo 18 - Motherfuck!

Los Angeles

            xx

            Estava trêmula por estar toda molhada, cerrei os olhos ao me deparar com as luzes da cidade de Los Angeles, eu estava de volta. Abaixei a cabeça, eu queria gritar pelo Zayn, eu não queria que ele fosse preso. O carro da polícia estacionou em frente da minha casa, que na verdade, não a chamo mais de “minha”, pois essa casa é do Zayn, foi comprada com o dinheiro de sua família. O policial abriu a porta do carro para mim e sabendo que eu não iria me levantar dali tão facilmente, ele pegou em meu braço. Abriu o portão e foram diretamente para a porta, apertando a campainha. Abigail atendeu e arregalou os olhos ao me ver ali, ver que eu estava viva.
            - S-Senhorita Edwards? Está viva – Abigail exclamou sorrindo surpresa e logo me abraçou forte. Comprimi meus olhos completando aquele abraço, afinal, ela e Jade são as únicas pessoas que eu senti saudades.
            - Abigail – Sorri com a voz embargada, eu não queria chorar.
            - Não sabe como eu senti a sua falta, senhorita – Abigail acariciava os meus cabelos – Está toda molhada, o que aconteceu?
            - D-Depois eu explico – Abaixei a cabeça.
            - Avise a Sra. Edwards que sua filha está de volta – O policial disse.
            - Muito obrigada, senhor policial – Abigail sorriu emocionada – Obrigada por trazerem a minha patroa.
            - É o nosso dever – Sorriu simpático – Tenham uma boa noite.
            Abigail fechou a porta assim que o policial foi embora, ela me abraçou de lado enquanto me levava até a sala de estar. Estava com a pele fria e arrepiada de frio. Olhei para os lados, eu tinha vontade de chorar e sair correndo, eu não queria voltar para aquela casa.
            - Eu vou lhe trazer um calmante, deve estar um pouco nervosa com tudo que te aconteceu – Ela foi até a cozinha rapidamente. Cobria meus braços por causa do frio, a lareira estava acesa.
            - Perrie?
            Olhei para trás e vi a minha mãe, ela arregalou os olhos me olhando da cabeça aos pés. Seus olhos lacrimejaram e ela correu para me abraçar forte. Fechei os olhos e suspirei.
            - Está viva, querida – Ela derramava lágrimas – Minha filha está viva.
            A olhei com os olhos vermelhos.
            - Meu Deus, olha só para você – Ela se deparou com o meu cabelo encharcado e desarrumado – Você precisa de um banho, um banho bem demorado.
            Suspirei séria.
            - Cadê o meu pai?
            - Ele está resolvendo negócios na empresa, logo ele vai chegar e ver que você finalmente está em casa – Sorriu ela.
            - Não sabe o que está dizendo – Murmurei.
            - Como é? – Ela riu franzindo as sobrancelhas.
            Ouvi a porta se abrir e ver meu pai entrar. Ele arregalou os olhos surpreso ao me ver ali, viva. O encarei séria, o vendo correr até mim e me abraçar fortemente.
            - Perrie, filha – Ele me abraçava – Minha filha. Está viva.
            - Senhorita Perrie, aqui está o seu calmante – Abigail apareceu na sala com uma xícara em suas mãos. Olhei em volta, por que ainda estou ali? Por que estou nessa sala? Por que, sendo que o único lugar onde eu gostaria de estar, é ao lado do Zayn, o homem pelo qual eu quero ter para sempre.
            - Está imunda, filha – Ele disse – E que roupas são essas?
            - Você deve estar cansada não é, querida? – Mamãe acariciou meu rosto.
            - Pois então descanse, amanhã você vai poder ir para a faculdade, retomar o conteúdo perdido, vai rever todos os seus amigos – Ele disse me abraçando novamente, mas eu me esquivei.
            - Não me toque – Murmurei.
            - O que? – Ele franziu as sobrancelhas – Mas, o que há com você, filha?
            - Você está estranha, Perrie – Mamãe disse – Não parece ser a mesma, está diferente.
            - Aquele canalha, aquele bandido, aquele sequestrador – Ele apertou o punho – O que ele fez para você, filha? Hein? Me diga, e eu vou manda-lo condena-lo...
            - Cala a boca, seu velho imundo – Exclamei.
            - Como é que é? – Ele arregalou os olhos.
            - Como pode faltar com respeito ao seu pai? – Minha mãe exclamou com a mão no peito.
            - Esse homem, não é meu pai – Falei alto o encarando – É um ladrão, um golpista.
            - Perrie Louise Edwards – Ele exclamou bravo – O que deu em você? Com que direito me insulta assim? Mais respeito, pois eu sou seu pai.
            - Cala a sua boca, você não é meu pai, você não é nada – Gritei derramando lágrimas – Você me dá nojo, me dá medo, você é um canalha.
            - Perrie, por favor – Mamãe gritou – Por que está dizendo isso?
            - Por que? – Derramava lágrimas – Ele é um ladrão, sabotou o dinheiro de uma família anos atrás, roubou a empresa, colocou tudo em seu nome. Essa casa, os carros, esses moveis, a empresa – Exclamei – Nada disso, é nosso.
            - De onde você tirou essa ideia? – Gritou ele.
            - Fui sequestrada pelo herdeiro da fortuna que você roubou – Cerrei os olhos – Ele me contou tudo, mostrou várias cópias de documentos que você mesmo assinou, para poder roubar tudo que era deles – O encarei – Você ainda teve a coragem de matar o pai do Zayn. Você é um assassino.
            Mamãe ficou aterrorizada, Abigail acabou deixando a xícara cair no chão, pois também se assustou com todas aquelas verdades.
            - Alexander, isso é verdade? – Mamãe derramou lágrimas – V-Você roubou esse dinheiro?
            - Anda, confessa o que você fez - Exclamei – Você não só roubou tudo, como também assume uma empresa que não é sua.
            - Está delirando, Perrie – Ele gritou se aproximando de mim – Esse homem encheu sua cabeça com mentiras, esse homem planejou toda essa mentira para nos ver sofrer, sem você aqui.
            - Para de mentir, chega – Gritei – Ele me mostrou todas as provas, ele quer vingança, quer buscar o que é dele... E para isso, ele me usou em troca da minha liberdade, você teria que entregar tudo que um dia roubou.
            - Só que ele não conseguiu, por que está preso – Cerrou os olhos – E lá, ele vai apodrecer na cadeia, vai pagar por todos os seus crimes. Você deve ter ódio desse sequestrador, e não de mim, que a única coisa que eu fiz, foi te proteger e te dar tudo do bom e do melhor.
            - Mas nada disso é nosso, a casa, os carros, os jatinhos particulares, o dinheiro do banco, nada é nosso – Exclamei – Você roubou tudo do Zayn.
            - É esse Zayn, que você tem que odiar, por que ele quis me prejudicar, tirando você de mim – Gritou ele.
            - Não, eu amo o Zayn – Gritei novamente – Ele é o homem que eu amo.
            - Como é? – Mamãe se assustou mais ainda, e quando esteve prestes a desmaiar, Abigail a segurou.
            - Você ama um delinquente? – Ele arregalou os olhos – Como pode amar alguém que te sequestrou, que tirou você de mim e da sua mãe?
            - Eu agradeço a ele, por ter me levado dessa casa, por ter me tirado dessa vida luxuosa na qual não pertence – Gritei – E tem mais, “querido papai” – Ri sarcástica – Eu me entreguei a ele totalmente apaixonada.
            Naquele mesmo instante, ele me deu um tapa no rosto. Mamãe chorava desesperada, Abigail estava assustada. Comprimi meus olhos querendo chorar, eu estava com raiva.
            - Você é uma vagabunda – Murmurou ele – Sinto nojo de você.
            - Como pode se envolver com um criminoso, Perrie? Como pode? – Mamãe chorava sem parar.
            - Eu o amo – Falei baixinho enquanto chorava – E eu me entregaria a ele muitas e muitas vezes, por que o amo – Encarei meu pai – E vou fazer até o impossível para tira-lo da cadeia.
            - Você não vai fazer nada – Ele pegou em meu braço – Daqui em diante, você vai ser vigiada. Minha filha não virar mulher de criminoso.
            - Me larga – Me soltei dele brutalmente – Nessa casa, eu não fico.
            - Você vai ficar aonde eu bem quiser – Gritou ele pegando em meu braço de novo e me levando até meu quarto. Me jogou contra o chão e me trancou lá dentro. Rapidamente me levantei e corri para a porta.
            - Me solta, abre essa porta agora – Gritava enquanto chutava a madeira da porta.
            - Você vai ficar aí, e não tente fugir para ir atrás dele – Disse ele.
            - Zayn – Gritei voltando a chorar – Zayn, meu amor, me ajuda – Comprimi meus olhos.



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