História Stole My Heart - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Sabrina Carpenter
Tags Sabrina Carpenter, The Walking Dead
Exibições 211
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii, amoress!
Eu simplesmente amo esse capitulo, espero que gostem tanto quanto eu!
Beijoss, e até as notas finais.

Capítulo 13 - Flashbacks


Fanfic / Fanfiction Stole My Heart - Capítulo 13 - Flashbacks

-Flashback 1 (on)-

Eu, na minha idade de exatos 4 anos, brinco com o meu pai durante uma tarde de primavera, no jardim da parte de trás da minha casa.

-De novo, Papai!-Falo entre várias risadas. O mesmo me joga para cima e me pega no colo.

-De novo! De novo, papai!

-De novo? Não... Vamos lá pra dentro, pegar algo para comer, e aproveitar pra trazer o Barney aqui pra fora.- Me coloca no chão, e me dá a mão.- Vamos, princesa.

-Tá bem. Eu vou chegar antes!

-Eu duvido! Quer apostar corrida até a cozinha?- Assinto.

Ele me deixa ganhar, claro. Entro em casa, e falo animada:

-Eu ganhei!

-É! Você ganhou, princesa. Agora, vai lá pegar o Barney, que eu vou pegar a comida e levar lá pra fora, ta bem?- Faço que “sim” com a cabeça.

Saio correndo para pegar o meu cachorro, um labrador que tenho desde os 4 anos de idade, ele era bem pequeno naquela época, então o pego no colo com facilidade.

O levo lá para fora, onde o meu pai se encontra, sentado em uma toalha, onde se localizam biscoitos e caixinhas de suco.

Sento lá, de frente pra ele, e coloco Barney no chão.

-Vem, Barney! Come um pouco da sua ração!- Barney deita em sua cama, que havíamos colocado lá fora mais cedo.

Estamos rindo, ele me abraça. Minha mãe atravessa a porta de vidro.

-Cheguei!

-MAMÃE!- Saio correndo para abraça-la. Meu pai vem logo atrás de mim.

Pulo em seu colo, e meu pai a abraça junto comigo.

-Meus amados! Estava com saudade!

-Eu também, mamãe! Eu te amo!

-Eu também te amo, minha pequena! Amo vocês dois!

-Flashback 1 (of)-

Havia me esquecido o quanto sentia falta dessa época, lembrar disso, só aumenta a minha saudade. Algumas lágrimas escorrem pela minha bochecha, e algumas ousam pingar no chão.

-Flashback 2 (on)-

Eu, aos meus 12 anos, estou na festa de aniversário do Gu, estamos nós seis sentados em volta de uma fogueira, rindo e comendo.

-Tá bem,- risos- eu só não entendo, o que fez com que o Barney comesse a abelha.- Gu fala, rindo.

-Eu também não sei por que... Só sei que foi muito estranho, fiquei nervosa. Mas agora, eu estou achando muito engraçado.

-Eu amo tanto vocês.- Falo, sorrindo.

-Eu também.- Mari fala.

Todos falam isso, foi um dia muito feliz.

-Flashback 2(off)-

Naquela época, tudo era motivo de felicidade. Estava feliz naquele dia. Muito feliz. Tudo estava dando certo. Tudo o que eu queria, estava ali: Minha família, meus amigos, e as minhas notas, tudo estava como eu planejava. Mas, eu fui burra demais pra pensar em problemas, fui orgulhosa demais. De todas as vezes que a vida me deu a oportunidade de deixar de fazer planos, nenhuma fez com que eu me tocasse. Mas agora, eu estou finalmente aprendendo a minha lição: Planos não ajudam, planejamentos te deixam distraído. Distrações te fazem sair do caminho certo. Se você sai do caminho certo, você faz com que um dos pilares do castelo de vidro que você lutou tanto para construir, rachem. Causando um provável desmoronamento. Resumindo, quanto mais você planeja, mais errado dá. Mas não sou mais aquela garotinha tola e ingênua de antes, estou realmente entendendo que não devo fazer planos.

-Flashback 3 (on)-

Eu e a Mari, duas menininhas de aproximadamente 8 pra 9 anos, conversamos na fila do lanche na escola. Theo está na nossa frente, sozinho. Gu, Carol e Duda se aproximam:

-Oi, podemos ficar aqui com vocês?- Eu e Mari nos entre olhamos, e parecemos concordar.

-Claro.- Sorrimos.

A fila está grande, o que contribui para nós 5 conversarmos  bastante. Theo é bem sozinho, não tem amigos, e a cada risada que damos, ele vira para trás com um olhar doloroso.

Fico com pena, e o cutuco.

-Ei...- O músculo do seu ombro tenciona. Mas ele vira para trás.

-Sim?

-Não quer ficar aqui com a gente?- Sorrio, simpática. O olhar dele brilha diante de mim, parece não acreditar no que acaba de ouvir.

-Claro.- Ele abre um sorriso enorme.

-Flashback 3 (off)-

Minha amizade com eles, é a melhor que já tive. Mas até isso, eu deixei para trás. Lágrimas escorrem pelo meu rosto, dando início a uma tempestade interna, repleta de cadeias elétricas carregadas de puro ódio, chuva forte, e confusão. Uma tempestade elétrica, minha própria tempestade.

Antes, eu só me sentia mau quando chorava. Atualmente, eu sinto raiva. Não impede que lágrimas rolem, mas, não são lágrimas de tristeza. São lágrimas de arrependimento, repulsa, saudade, mas principalmente, ódio.

Quero gritar, quebrar alguma coisa, até que esse maldito sentimento vá embora. Mas sei que não posso, ninguém deve saber.

Estou com raiva de tudo, estou com raiva daquele maldito homem, do meu pai. Sei que não deveria, mas, por outro lado, também sei que havia outra maneira de me proteger. Sinto raiva de Hana, por machucar o meu amigo, sinto raiva dele, por deixa-la fazer isso. Sinto raiva de mim, por sentir raiva.

O pior de tudo, é que isso tudo é um jogo. Um jogo sem regras, ou melhor, com regras demais, as tornando irrelevantes. Um jogo que só eu posso jogar, um jogo constituído por pilares, cujo não posso derrubar. Essa vida, é um jogo, em que eu movo as peças para vencer, mas o problema é: Estou jogando pela primeira vez, sem nada nem ninguém. Preciso proteger as peças de mim mesma. Estou sozinha, e isso me assusta mais que tudo.

Além de sentir raiva, tenho medo. Devo proteger quem amo, de mim mesma. Eu controlo tudo, mas não sei como. Nunca estive cercada de tantas pessoas, e ao mesmo tempo, tão solitária. Ninguém enxerga. São todos cegos? Ou só enxergam o que querem ver?

Deito no chão, olho para o teto. Isso está acabando comigo, estou enlouquecendo. As lágrimas continuam escorrendo, minha visão fica turva. Deito de barriga para baixo, encosto a cabeça no tapete peludo, choro como se eu tivesse acumulado todo o meu choro, e agora, estou explodindo.

O meu problema, é que não sei me controlar quando estou brava. Enlouqueço por completo, ninguém pode nem me tocar, parece que acabo dando choques elétricos em qualquer um que me toca nesse tipo de momento, o problema de Atlanta, é que ninguém me conhece o bastante pra ter conhecimento desse meu lado, desse problema. E eu não sei como vão reagir quando descobrirem.

Meus pensamentos são interrompidos por batidas na porta, batidas não. Alguém está literalmente esmurrando a porta.

-ALICE ABRE ISSO AGORA!- Chandler.

 

Seco as lágrimas com as costas do pulso, e caminho até a porta. Abro a mesma, sem entender muito bem o que está acontecendo.

-O que?

Ele pega o meu pulso esquerdo, levanta as mangas. Faz o mesmo no direito, e depois olha para as minhas pernas. E sei que esse não foi um ato tarado de um garoto comum. Está preocupado. Chandler não encara uma garota tão descaradamente desse jeito. Depois de analisar o meu corpo inteiro, me abraça rápido, depois encosta na parede e suspira:

-Ufa... Nunca mais faz isso comigo, por favor.

-Fazer o que?

-Estou te chamando fazem uns 20 minutos.- Ele olha para a janela que está aberta.

-Desculpa...-Ele assente.- O que te traz aqui?

-Te ouvi chorando. Fiquei preocupado...

-Ah.. Eu to bem. Eu sem...

-Sempre está bem.. É... Você sempre fala isso, mas sabe, você tem que parar de mentir, mentir para si mesma. Você não está bem. Pode me falar, se quiser, o que esta acontecendo?

-Eu só...- sento na cama.- Me sinto sozinha.

-Mas você não está,- ele senta ao meu lado, e me envolve em seus braços.- eu estou aqui, e vou ficar aqui. Não importa o que você pense. Mesmo quando não quiser ninguém por perto, eu estarei aqui. Seja lá o que esteja acontecendo com você, vai ficar tudo bem, eu sei que vai. Estamos juntos nessa.

Apoio minha cabeça no seu ombro, e envolvo a sua cintura em um abraço.

-Por que?

-O que?

-Porque está sendo tão legal comigo?- Afasto minha cabeça do seu ombro e o encaro. Ele se apoia na cabeceira da cama, e deito em seu peito, o mesmo acaricia meus cabelos.

-Porque você merece ser tratada assim.- Sorrio ao ouvi-lo dizer isso.

As lágrimas não escorrem mais. Como ele faz isso? Me acalma tão rápido?

Ficamos lá, sem falar nada. Ter ele comigo me tranquiliza, me deixa calma.

Adormeço ali, em seus braços.

Chandler’s P.O.V

Deixo a Alice dormindo em seu quarto, tenho medo de deixa-la sozinha, tenho medo do que ela possa fazer. Mas de qualquer jeito, preciso deixar ela dormir, e de jeito algum, posso dormir ao seu lado.

Caminho para o meu quarto.


Notas Finais


Então, meus amoress!!
Espero que tenham gostado, e é isso ai!
Beijos, até segunda!


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